O propósito de Deus não é salvar indivíduos e perpetuar seu isolamento. Deus se propôs a edificar a igreja, uma comunidade nova e redimida. A igreja está no centro do plano de salvação. Cristo morreu não só para nos redimir de toda iniquidade, mas também para reunir e purificar para si mesmo um povo entusiasmado pelas boas obras.

Pergunto-me se valorizamos suficientemente a dádiva de Deus que é a amizade. Deus faz uso da necessidade humana da amizade para consolar-nos.

A vida não acontece por acaso. Para muitos, o curso da história é semelhante as pegadas de uma mosca bêbada numa folha de papel em branco. Mas não é assim. A vida não é aleatória, sem sentido, ou absurda. Deus tem planos para nós hoje.

em A Bíblia Toda, o Ano Todo

Deus revelou seu amor e sua justiça através da cruz. E ninguém é mais digno de confiança do que o Deus da cruz.

em A Bíblia Toda, o Ano Todo

O fundamental em todo discipulado é a decisão de não somente tratar Jesus com títulos honrosos, mas seguir seu ensino e obedecer aos seus mandamentos.

em O Discípulo Radical

  1. O que falar de John Stott??? Bem, hoje, na abertura das olimpíadas (que não pude ver por completo) fizeram uma homenagem à pessoas mais relevantes da Inglaterra. Não vi tudo, mas pra mim, John Stott e C.S. Lewis estariam nos primeiros lugares.
    Nunca o conheci pessoalmente, na verdade era um plano meu que agora só se concretizará no céu. Mas me lembro em 2006, quando estava no congresso da ABUB “Esperança Viva em Jesus” que colocaram um vídeo dele falando para nós, e eu fiquei extremamente emocionada, ao ver aquele “lorde simpático” em sua biblioteca falando como quem conversava comigo. Porque eu sempre me senti e o imaginava assim ao ler seus livros: como um professor que “olhando nos seus olhos”, sabia exatamente o que você estava pensando, mas com uma tranquilidade de quem já viveu muito, e aproveita pra te ensinar, ao mesmo tempo, cristocêntrico, tendo a bíblia como ponto de partida, e um exemplo pessoal fiel e verdadeiro.
    Acabei de ler “O Discípulo Radical”, como quem lê a carta de um amigo que se foi. Me lembrei de como fui confrontada ao ler “Ouça o Espírito, Ouça o Mundo”; e tantos outros livros,… quando lia seus livros, ao final eu sempre precisava (e preciso) orar e dizer: Senhor, não posso mais continuar vivendo como vivo. Preciso mudar. Me diga como.
    Minha homenagem póstuma à esse amigo que nunca me conheceu: Obrigada, Stott, por se preocupar em servir nossas gerações. Pois só podemos nos tornar discípulos quando um discipulador se importa em se fazer um, ainda que não soe tão simpático certas verdades. Creio ser hoje uma melhor seguidora de Cristo por sua influência. E Obrigada, Ultimato, pela oportunidade de escrever isso.

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