Os dois saíram correndo juntos, mas o outro correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro. João 20.4, NTLH
Quando Jesus gritou a quarta palavra da cruz (“Meu Deus, meu Deus, por que me abandonaste?”), todos zombaram dele, exceto alguém que, tendo compaixão do Senhor, correu, procurou uma esponja, embebeu-a de vinho comum, amarrou-a na ponta de uma vara comprida e a fez chegar à boca do crucificado (Mt 27.45-48).
Quando viu a pedra removida do túmulo, Maria Madalena correu para dar essa notícia a Pedro e João (Jo 20.1-2). Quando Pedro e João ouviram a boa nova da ressurreição, saíram correndo em direção ao sepulcro vazio (Jo.20.4). Quando os dois discípulos de Emaús descobriram que aquele estranho era Jesus, eles “levantaram-se e voltaram imediatamente para Jerusalém” (Lc 24.33, NVI).
Se alguns correm por causa do sofrimento e da notícia da ressurreição de Jesus, outros correm por causa da notícia de seu nascimento. Logo após o anúncio dado pelo anjo, os pastores “foram depressa e encontraram Maria e José, e viram o menino deitado na manjedoura” (Lc 2.16).
O mais impressionante é a correria do sepultamento de Jesus. José de Arimateia e Nicodemos correram contra o tempo “porque o sábado dos judeus ia começar logo” (Jo 19.42, NTLH). O enterro de Jesus foi o mais corrido da história!
Não me deixas, ó Senhor, ser tardio para ouvir nem apressado para falar!
>> Retirado de Refeições Diárias com Jesus [Elben César]. Editora Ultimato.
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