Cristo amou a igreja e se entregou por ela para santificá-la, tendo-a purificado pelo lavar da água mediante a palavra, e para apresentá-la a si mesmo como igreja gloriosa, sem mancha nem ruga ou coisa semelhante, mas santa e inculpável. (Efésios 5.25-27)
O amor de Cristo é espontâneo, não despertado por bondade alguma que houvesse em nós (Ef 2.1-5). É eterno e plenamente afinado com a decisão tomada pelo Pai de salvar os pecadores “antes da criação do mundo” (1.4). É sem reservas, porque levou o Senhor às profundezas da humilhação e, realmente, ao próprio inferno no Calvário. E é soberano, pois alcançou seu objetivo – a glorificação final dos redimidos, porque agora a perfeita santidade e felicidade no gozo do amor de Deus (5.26-27) está garantida e assegurada (4.30). Permaneçam nestas coisas, Paulo recomenda, se quiserem ter uma visão, embora obscura, da grandeza e da glória do amor de Deus.
Para escrever: Efésios mostra o amor de Deus como sendo espontâneo, eterno, sem reservas e soberano. Escreva como cada uma dessas características do amor de Deus influencia sua condição espiritual aqui e agora.
>> Retirado de Conhecendo a Deus ao Longo do Ano [J. I. Packer]. Editora Ultimato.
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