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Mais uma vez, inspiro-me na vida do apóstolo Pedro, imaginando um homem idoso, a recordar dois momentos que marcaram sua fé: o momento da traição de Jesus e o encontro de restauração. No primeiro momento, de dor, ele tentou preservar sua autonomia e reter seu coração para si; no segundo, de contrição, vencido, ele rende seu coração. Agora, passados tantos anos, Pedro ouve alguns jovens falarem do amor de Jesus. Ele não resiste e conta sua história.
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Se é pra falar de amor
Eu vou lembrar da imensidão do mar
Eu vou contar de um pescador.

Se é pra falar de amor
Eu vou lembrar das redes que deixei;
Pra ser de almas pescador.

Se é pra falar da dor,
Eu vou lembrar da confusão,
Eu vou contar do coração
Que eu quis reter pra mim.

Se é pra falar de amor,
Eu vou lembrar da confissão
Eu vou contar do coração
Que eu lhe entreguei, enfim.

Se é pra falar de amor,
Eu vou lembrar com gratidão da cruz
E a luz brilhou na escuridão.

Se é pra falar de amor
Eu vou lembrar do seu perdão, da paz
Que trouxe aos lábios meus louvor.

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