Apresento, aqui, a adoração a Deus, como processo integral de vivência religiosa. Não um ato, um gesto, um culto na igreja, mas como algo maior, que toma toda a vida, que envolve personalidade, desejos, afetos, perspectivas de vida, relacionamentos etc., tudo isso numa busca da imagem e semelhança ao Criador. Ser parecido com ele, como o filho pequeno quer ser como seu pai. Ser seu amante. Vou buscar o fio da meada na palavra de Jesus à mulher pecadora de Jericó: “importa que os verdadeiros adoradores o adorem em espírito e em verdade”. O que quer isso dizer, hoje, para nós? Um texto bem-humorado e cheio de “causos” e exemplos explicativos.

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