{"id":215,"date":"2010-07-21T10:53:10","date_gmt":"2010-07-21T12:53:10","guid":{"rendered":"http:\/\/eco-devocional.com\/?p=215"},"modified":"2010-07-21T10:53:10","modified_gmt":"2010-07-21T12:53:10","slug":"semana-28-romanos-8-18-19","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/timcarriker\/2010\/07\/21\/semana-28-romanos-8-18-19\/","title":{"rendered":"Semana 28: Romanos 8.18-19"},"content":{"rendered":"<p style=\"padding-left: 30px\"><em>Ora, pelo meu c\u00e1lculo, o que n\u00f3s sofremos agora n\u00e3o tem a menor import\u00e2ncia diante da gl\u00f3ria que carregamos, como uma gr\u00e1vida, dentro de n\u00f3s. Porque a expectativa atenta da cria\u00e7\u00e3o aguarda persistentemente o desvelamento dos filhos de Deus. <\/em>(minha tradu\u00e7\u00e3o)<\/p>\n<p><strong>Reflex\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Na semana passada, refletimos sobre o vers\u00edculo anterior que tamb\u00e9m afirma que a nossa \u201cgl\u00f3ria\u201d ser\u00e1 maior que o sofrimento. Tamb\u00e9m vimos que isto \u00e9 t\u00e3o seguro quanto a ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus que tamb\u00e9m ilustra a gl\u00f3ria superando o sofrimento. Nos dois vers\u00edculos acima, Paulo pinta um quadro onde a cria\u00e7\u00e3o toda, como se fosse uma personagem distinta (como a \u201cSabedoria\u201d em Prov\u00e9rbios 8.22), olha para n\u00f3s, seguidores e Jesus, v\u00ea o saldo maior eventual da gl\u00f3ria nas nossas vidas, sabe que somos parte dela, a cria\u00e7\u00e3o, e com base nisto, aguarda confiante o seu lote que dever\u00e1 ser o mesmo! S\u00f3 que o nen\u00ea ainda n\u00e3o nasceu. Mas a \u201ccria\u00e7\u00e3o\u201d nos enxerga como mulheres bem gr\u00e1vidas, quase explodindo, e aguarda com a mesma \u00e2nsia que todos n\u00f3s que acompanhamos uma querida gr\u00e1vida, a chegada da crian\u00e7a. E um pouquinho mais para frente aprendemos que a crian\u00e7a ter\u00e1 dois nomes: \u201cLiberta\u201d e \u201cReden\u00e7\u00e3o\u201d &#8230;quase menina brasileira com nome tipo: a Maria Concei\u00e7\u00e3o ou a Assun\u00e7\u00e3o. Ela se chamar\u00e1 \u201cMaria Liberta Reden\u00e7\u00e3o\u201d!<\/p>\n<p>Agora  a parte dif\u00edcil a entender \u00e9 esta: a nossa reden\u00e7\u00e3o j\u00e1 atuando em n\u00f3s mas ainda  por nascer plenamente \u00e9 o sinal de esperan\u00e7a para a cria\u00e7\u00e3o ainda sofrida. Crist\u00e3os, igrejas, e especialmente grupos como a Rocha Brasil, precisam  andar como uma mulher bem gr\u00e1vida, carregando com alegria \u00a0o belo peso  da nossa reden\u00e7\u00e3o como sinal de algo maior por acontecer para a cria\u00e7\u00e3o toda. Esta \u00e9 uma id\u00e9ia  um pouco vaga ou indefinida? Creio que sim. Mas \u00e9 assim porque ainda n\u00e3o  vivemos a dimens\u00e3o da nossa reden\u00e7\u00e3o concientemente dentro do contexto dos  desafios socio-ambientais. E tamb\u00e9m por n\u00e3o vivermos esta reden\u00e7\u00e3o de duas  maneiras: por um lado, como algo que invadiu o nosso \u00edntimo e, como uma mulher  gr\u00e1vida, afeta toda a nossa caminhada, e por outro lado, como algo que, embora viva,  ainda <em>n\u00e3o nasceu<\/em>, que <em>ainda vamos exergar<\/em>. Isto \u00e9, vivemos a vida crist\u00e3 supondo que a reden\u00e7\u00e3o <em>j\u00e1 aconteceu<\/em> para n\u00f3s. E de certo modo, aconteceu, como uma mulher gr\u00e1vida que, de fato engravidou-se e cuja gravidez j\u00e1 mudou a sua vida. A diferen\u00e7a \u00e9 que a mulher gr\u00e1vida, embora j\u00e1 mudada, aguarda muito mais! E n\u00f3s tamb\u00e9m. E isto \u00e9 testemunho para a cria\u00e7\u00e3o&#8230;<\/p>\n<p><strong>Ora\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p style=\"padding-left: 30px\"><em>Pai santo, gra\u00e7as de damos pela revela\u00e7\u00e3o de seu Filho em n\u00f3s. Aguardamos ansiosos a revela\u00e7\u00e3o da sua reden\u00e7\u00e3o em n\u00f3s e para toda a cria\u00e7\u00e3o. Enquanto isso, nos d\u00ea olhos e cora\u00e7\u00e3o de reden\u00e7\u00e3o para cuidar do nosso ambiente e das pessoas que nos cercam. Em nome de Jesus. Am\u00e9m.<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ora, pelo meu c\u00e1lculo, o que n\u00f3s sofremos agora n\u00e3o tem a menor import\u00e2ncia diante da gl\u00f3ria que carregamos, como uma gr\u00e1vida, dentro de n\u00f3s. Porque a expectativa atenta da cria\u00e7\u00e3o aguarda persistentemente o desvelamento dos filhos de Deus. 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