{"id":1681,"date":"2013-08-15T21:42:58","date_gmt":"2013-08-15T23:42:58","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/timcarriker\/?p=1681"},"modified":"2013-08-10T16:03:52","modified_gmt":"2013-08-10T18:03:52","slug":"o-ministerio-integral-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/timcarriker\/2013\/08\/15\/o-ministerio-integral-parte-2\/","title":{"rendered":"O minist\u00e9rio integral (parte 2)"},"content":{"rendered":"<p><strong>O Minist\u00e9rio Bidimensional da Igreja<\/strong><\/p>\n<p>Talvez a express\u00e3o mais precisa, mais abrangente, e mais integral do minist\u00e9rio da igreja se encontre resumida em Ef\u00e9sios 3.10. Tanto a introdu\u00e7\u00e3o a este vers\u00edculo quanto a conclus\u00e3o refor\u00e7am a natureza superlativa deste minist\u00e9rio. Aqui lemos que a miss\u00e3o da igreja \u00e9 uma tarefa c\u00f3smica. Diversas vezes na carta aos Ef\u00e9sios, encontramos a frase \u201cprincipados e potestades nas regi\u00f5es celestiais\u201d (1.3, 20-21, 2.2, 6, 3.10, 6.12) como o \u00e2mbito da vida e testemunho da igreja. Em outros lugares no Novo Testamento a esfera da miss\u00e3o se confina mais restritamente \u00e0s \u201cna\u00e7\u00f5es\u201d ou aos \u201cgentios e judeus\u201d.<!--more--><\/p>\n<p>Expositores b\u00edblicos interpretam a frase \u201cprincipados e potestades\u201d duma de duas maneiras. Alguns entendem que estes, os \u201cPoderes celestiais\u201d possuem um significado apenas \u201cespiritual\u201d e se referem ao mundo ang\u00e9lico \u2014 ou as for\u00e7as demon\u00edacas de Satan\u00e1s ou os ex\u00e9rcitos ang\u00e9licos de Deus. Isto \u00e9 a interpreta\u00e7\u00e3o comum e popular de Ef\u00e9sios 6.10-20. No seu extremo, esta perspectiva limita miss\u00f5es apenas \u00e0 \u201cbatalha espiritual\u201d vencida em ora\u00e7\u00e3o e evidenciada pela convers\u00e3o individual de almas a Cristo. O mercado de literatura evang\u00e9lica est\u00e1 come\u00e7ando a se encher de livros a respeito deste assunto.<\/p>\n<p>Outros preferem uma interpreta\u00e7\u00e3o \u201csociol\u00f3gica\u201d, interpretando os Poderes como refer\u00eancias a estruturas sociais que precisam ser sujeitas aos valores de Deus como a justi\u00e7a e a paz. Observe-se, por exemplo, que Ef\u00e9sios 6.10-20, onde a mesma linguagem aparece, se localiza imediatamente num contexto de rela\u00e7\u00f5es sociais justas entre empregado e patr\u00e3o (6.5-9). No seu extremo, esta perspectiva reduz a tarefa priorit\u00e1ria da igreja apenas a uma \u201cluta social\u201d ganha pelo engajamento pol\u00edtico e evidenciada pela transforma\u00e7\u00e3o coletiva de estruturas sociais.<\/p>\n<p>As duas interpreta\u00e7\u00f5es parecem t\u00e3o mutuamente distantes que dificilmente uma poderia ter algo a ver com a outra. Entretanto, uma compreens\u00e3o mais detalhada desta passagem invalida tal oposi\u00e7\u00e3o. Ela revela o minist\u00e9rio da igreja em duas esferas, sendo tanto uma batalha espiritual quanto um engajamento hist\u00f3rico e social. S\u00e3o dois aspectos da mesma realidade. N\u00e3o s\u00e3o posi\u00e7\u00f5es contradit\u00f3rias.<\/p>\n<p>Uma analogia apropriada se encontra em Daniel 10-11. Nesta passagem a transforma\u00e7\u00e3o de estruturas sociais aqui na terra \u2014 a domina\u00e7\u00e3o dos governos da P\u00e9rsia, Gr\u00e9cia, S\u00edria e Egito \u2014 \u00e9 reflexo duma batalha ang\u00e9lica no c\u00e9u [5]. \u00a0Dois pr\u00edncipes ou anjos maus, da P\u00e9rsia e da Gr\u00e9cia, pelejam contra um anjo de Deus que aparece para Daniel e que foi socorrido pelo bom pr\u00edncipe, Miguel, um dos chefes dos anjos. O quadro se descreve tanto do lado \u201cespiritual\u201d (cap\u00edtulo 10) quanto \u201csocial\u201d, de tal forma que os dois se confundem. Conclu\u00edmos que h\u00e1 duas esferas insepar\u00e1veis e simult\u00e2neas de atua\u00e7\u00e3o para a igreja, a esfera espiritual e a esfera hist\u00f3rica e social. A miss\u00e3o da igreja ocorre nos dois planos ao mesmo tempo.<\/p>\n<p>Oscar Cullmann deixou clara a proemin\u00eancia dada aos Poderes ang\u00e9licos no pensamento dos primeiros crist\u00e3os, especialmente em todo lugar onde o senhorio absoluto de Cristo \u00e9 discutido. [6] \u00a0Para ele, estes Poderes, na f\u00e9 do cristianismo primitivo, est\u00e3o por tr\u00e1s de tudo que ocorre no mundo. [7] \u00c9 necess\u00e1rio, portanto a evangeliza\u00e7\u00e3o dos pr\u00f3prios Poderes. Seu destino n\u00e3o \u00e9 inequivocamente perdi\u00e7\u00e3o, mas s\u00e3o os objetos de evangeliza\u00e7\u00e3o pela igreja [8] (cf. 1 Cor\u00edntios 6.3).<\/p>\n<p>O uso da express\u00e3o, \u201cregi\u00f5es celestiais\u201d em Ef\u00e9sios 1.3, 20, 2.6 e 3.10 sugere que os lugares celestiais s\u00e3o a esfera onde os crist\u00e3os, com um p\u00e9 em cada um de dois mundos, j\u00e1 experimentam a vida ressurreta em Cristo, mas tamb\u00e9m onde os Poderes ainda exercem dom\u00ednio. Com eles a igreja luta, e a eles a igreja prega e faz a multiforme sabedoria de Deus conhecida. Que isto esclarece a proclama\u00e7\u00e3o do evangelho entre as etnias do mundo se evidencia pelo paralelo pr\u00f3ximo \u00e0 express\u00e3o em Ef\u00e9sios 3.8, onde o ap\u00f3stolo Paulo recebe a gra\u00e7a de pregar aos gentios. A id\u00e9ia \u00e9 revolucion\u00e1ria para uma missiologia integral e transformadora: a evangeliza\u00e7\u00e3o dos povos do mundo, inclusive qualquer prioridade dada aos povos \u201cn\u00e3o-alcan\u00e7ados\u201d \u2014 Romanos 15.20-21 \u2014 s\u00f3 se realiza efetivamente dentro do contexto maior de redimir as pot\u00eancias espirituais por tr\u00e1s deles, no plano espiritual e no plano s\u00f3cio-pol\u00edtico. \u00c9 uma e a mesma tarefa.<\/p>\n<p>Carl Jung uma vez relatou, muito inquieto, que no per\u00edodo depois da Primeira Guerra Mundial e logo antes de Hitler chegar ao poder, seus pacientes alem\u00e3es sofriam do dist\u00farbio de pesadelos mitol\u00f3gicos de viol\u00eancia e crueldade que pareciam transcender os limites da consci\u00eancia pessoal. Algum monstro profundo e esquecido estava se mexendo, prestes a irromper no mundo, encarnado n\u00e3o em um endemoniado solit\u00e1rio e selvagem entre os t\u00famulos, mas num homem capaz de galvanizar uma na\u00e7\u00e3o inteira numa possess\u00e3o diab\u00f3lica. [9]<\/p>\n<p>Precisamos recuperar o minist\u00e9rio de exorcismo, espiritual e pol\u00edtico. O exemplo paradigm\u00e1tico de exorcismo coletivo no Novo Testamento \u00e9 a purifica\u00e7\u00e3o do templo por Jesus (Marcos 11.11, 15-19 par). No Evangelho, o ato estabelece o cl\u00edmax do seu minist\u00e9rio, o enfoque central da sua viagem a Jerusal\u00e9m, e a provoca\u00e7\u00e3o final antes da sua pris\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o. Todos os relatos, inclusive o de Jo\u00e3o, usam o termo formul\u00e1ico para exorcismo, <em>exballo<\/em>, para descrever o seu ato de \u201cexpulsar\u201d os comerciantes do templo. Seu ato ao mesmo tempo foi espiritual e pol\u00edtico e assim tamb\u00e9m foram as repercuss\u00f5es.<\/p>\n<p>Em resumo, \u00e9 necess\u00e1rio fazer uma outra distin\u00e7\u00e3o: Primeiro, o minist\u00e9rio da igreja tem uma caracter\u00edstica coletiva, n\u00e3o s\u00f3 individual. N\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil entender e aceitar esta id\u00e9ia no Ocidente aonde o individualismo predomina. Entretanto, isto n\u00e3o \u00e9 o caso da cultura hebraica e por conseq\u00fc\u00eancia da perspectiva b\u00edblica. L\u00e1, \u00e9 o princ\u00edpio de solidariedade corporativa que predomina. Basta lembrar dos conceitos b\u00edblicos da elei\u00e7\u00e3o, da alian\u00e7a, do dil\u00favio, do ex\u00edlio e no Novo Testamento do corpo de Cristo. O alvo da nossa miss\u00e3o implica n\u00e3o somente no an\u00fancio a indiv\u00edduos. Implica tamb\u00e9m num an\u00fancio a todos os Poderes que governam o nosso mundo, e isto porque a ressurrei\u00e7\u00e3o de Jesus realizou uma mudan\u00e7a n\u00e3o s\u00f3 na vida de indiv\u00edduos mas na pr\u00f3pria dire\u00e7\u00e3o da hist\u00f3ria. Esta n\u00e3o mais caminha para a \u201cvaidade\u201d e a \u201cescravid\u00e3o da corrup\u00e7\u00e3o\u201d, e sim para a \u201cliberdade da gl\u00f3ria\u201d e a \u201cliberta\u00e7\u00e3o\u201d (Romanos 8.18-25).<\/p>\n<p>Segundo, o minist\u00e9rio da igreja tamb\u00e9m possui uma caracter\u00edstica pessoal, n\u00e3o impessoal. Dizer que o alvo da miss\u00e3o n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 individual mas tamb\u00e9m coletivo n\u00e3o significa que o objeto da miss\u00e3o seja impessoal. H\u00e1 muita confus\u00e3o no uso destes termos quando se trata da perdi\u00e7\u00e3o, da salva\u00e7\u00e3o e do minist\u00e9rio evangel\u00edstico da igreja. Esclarecemos, \u201cpessoal\u201d n\u00e3o \u00e9 o ant\u00f4nimo de \u201ccoletivo\u201d, mas de \u201cimpessoal\u201d. Por sua vez, \u201cindividual\u201d n\u00e3o \u00e9 o ant\u00f4nimo de \u201cimpessoal\u201d, mas de \u201ccoletivo\u201d. O evangelho \u00e9 anunciado por e para seres pessoais, n\u00e3o estruturas impessoais, como algumas interpreta\u00e7\u00f5es sociol\u00f3gicas afirmam. Enquanto cap\u00edtulo 6 nos diz que a nossa luta n\u00e3o \u00e9 contra \u201ccarne e sangue\u201d, isto \u00e9, contra seres humanos, n\u00e3o diz que a luta \u00e9 impessoal, como se fosse uma luta apenas econ\u00f4mica, pol\u00edtica ou at\u00e9 demogr\u00e1fica. N\u00e3o, \u201cos principados e as autoridades\u201d s\u00e3o seres pessoais, como j\u00e1 vimos na refer\u00eancia ao livro de Daniel. Finalmente, \u00e9 importante manter estas duas caracter\u00edsticas juntas \u2014 coletivo e pessoal \u2014 n\u00e3o predominando uma sobre a outra, no que se diz a respeito do minist\u00e9rio da igreja. A tarefa de \u201ctransformar as estruturas sociais\u201d, encarada e assumida tanto na sua dimens\u00e3o ang\u00e9lico-espiritual quanto na sua encarna\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-social, \u00e9 integral a miss\u00e3o da igreja. [10]<\/p>\n<p>Em s\u00edntese, o engajamento mission\u00e1rio \u00e9 uma luta espiritual. Por esta raz\u00e3o, o ap\u00f3stolo enfatiza em cap\u00edtulo 6 a necessidade dum preparo espiritual, destacando uma vida de ora\u00e7\u00e3o, um discernimento da verdade, a pr\u00e1tica da justi\u00e7a, o manejo do an\u00fancio do evangelho, a defesa da f\u00e9, e uma apolog\u00e9tica da salva\u00e7\u00e3o (o pano de fundo de Ef\u00e9sios 6 em Isa\u00edas 59 duma na\u00e7\u00e3o injusta, mentirosa, violenta e imoral). Por\u00e9m, tal espiritualidade n\u00e3o \u00e9 extraterrestre como a espiritualidade mon\u00e1stica que aborrece este mundo e esta hist\u00f3ria. Ao contr\u00e1rio, o minist\u00e9rio da igreja se realiza aqui neste mundo e dentro da nossa hist\u00f3ria. \u00c9 tamb\u00e9m uma miss\u00e3o hist\u00f3rica e social. Estas duas esferas \u201cse casam\u201d de tal forma que a \u201cespiritualidade\u201d evangel\u00edstico roga \u201cseja feita tua vontade assim na terra como no c\u00e9u\u201d. Tal \u201cespiritualidade\u201d invade toda dimens\u00e3o de rela\u00e7\u00e3o humana. Depende de ora\u00e7\u00e3o, ora\u00e7\u00e3o essa que n\u00e3o foge do mundo mas que mergulha para dentro dele, como Jesus alcan\u00e7ou aos pecadores, a fim de transform\u00e1-los pelo poder do Esp\u00edrito Santo. S\u00e3o duas esferas do minist\u00e9rio da igreja, espiritual e hist\u00f3rico-social. Tamb\u00e9m h\u00e1 duas caracter\u00edsticas deste minist\u00e9rio, coletiva e pessoal.<\/p>\n<p>(<em>a ser continuado&#8230;<\/em>)<\/p>\n<p>Notas:<\/p>\n<div>\n<div>[5] \u00a0Veja, por exemplo, Daniel 10.13,20-21, Isa\u00edas 41-46 e 48, Jubileus 15.31-32, 1 Enoque 89-90, 3 Enoque 14.2, 17.8 e 26.12, Testamento de N\u00e9ftali 8 e Apocalipse 12-17. Para a rela\u00e7\u00e3o \u00edntima entre a dimens\u00e3o \u201cespiritual\u201d e a \u201cpol\u00edtico-estrutural\u201d veja o uso em Lucas 12.5 de <em>exousia<\/em> para se referir primeiro ao \u201cpoder\u201d de Satan\u00e1s, e em 12.11, apenas seis vers\u00edculos depois, \u00e0s \u201cautoridades\u201d humanas! Tamb\u00e9m a mesma rela\u00e7\u00e3o bipolar se estabelece em Colossenses 1.16: \u201cporque nele [o Filho, v.13] foram criadas todas as coisas, nos c\u00e9us e na terra, as vis\u00edveis e as invis\u00edveis: Tronos, Soberanias, Principados, Autoridades, tudo foi criado por ele e para ele\u201d (tradu\u00e7\u00e3o da B\u00edblia de Jerusal\u00e9m).<\/div>\n<div>[6] \u00a0<em>The Earliest Christian Confessions<\/em>. London: SCM Press, 1949, pp. 58-62; veja tamb\u00e9m, <em>Das origens do evangelho a forma\u00e7\u00e3o da teologia crist\u00e3<\/em>, S\u00e3o Paulo: Novo S\u00e9culo, 2005.<\/div>\n<div>[7] \u00a0<em>Christ and Time<\/em>. Philadelphia: Westminster, 1964, pp. 191-192<\/div>\n<div>[8] \u00a0A tradu\u00e7\u00e3o de <em>katarg\u00e9\u014d<\/em> em 1 Cor\u00edntios 15.24 e 26, em vez de \u201cdestruir\u201d, deve ser \u201cnulificar\u201d, ou \u201centregar\u201d. Afinal de contas, se houver destrui\u00e7\u00e3o, o que sobra para Cristo sujeitar (<em>hupot\u00e1ss\u014d<\/em>, o virtual sin\u00f4nimo de <em>katarg\u00e9\u014d<\/em>)? Pois, os poderes s\u00e3o pressupostos novamente em vers\u00edculos 27-28. A perspectiva se evidencia num documento de Nag Hammadi, <em>O Tratado Tripartid<\/em>o (124:25-28), \u201cN\u00e3o somente os humanos precisam de reden\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m os anjos, precisam da reden\u00e7\u00e3o\u201d. Certamente, esta \u00e9 a posi\u00e7\u00e3o apresentada em Colossenses 1.20, que aguarda a reconcilia\u00e7\u00e3o \u201cde todas as cousas, quer sobre a terra, quer nos c\u00e9us\u201d.<\/div>\n<div>[9] \u00a0Citado por WINK, Walter. <em>Unmasking the Powers: The Invisible Forces that Determine Human Existence<\/em>. Philadelphia, Fortress, 1986, p. 50.<\/div>\n<div>[10] \u00a0Niels Bohr, o pai da mec\u00e2nica quantum, usou linguagem semelhante quando se referiu \u00e0 \u201cinseparabilidade das perspectivas materialista e espiritualista,\u201d j\u00e1 que \u201co materialismo e o espiritualismo, que s\u00e3o definidos somente por conceitos emprestados um do outro, s\u00e3o dois aspectos da mesma coisa\u201d. Veja HONNER, John \u201cNiels Bohr and the Mysticism of Nature\u201d, in <em>Zygon<\/em>, 17 (1982), p\u00e1gina 246.<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Minist\u00e9rio Bidimensional da Igreja Talvez a express\u00e3o mais precisa, mais abrangente, e mais integral do minist\u00e9rio da igreja se encontre resumida em Ef\u00e9sios 3.10. Tanto a introdu\u00e7\u00e3o a este vers\u00edculo quanto a conclus\u00e3o refor\u00e7am a natureza superlativa deste minist\u00e9rio. Aqui lemos que a miss\u00e3o da igreja \u00e9 uma tarefa c\u00f3smica. 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