{"id":788,"date":"2013-09-09T08:47:06","date_gmt":"2013-09-09T08:47:06","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/?p=788"},"modified":"2013-09-09T12:48:50","modified_gmt":"2013-09-09T12:48:50","slug":"36a-semana-de-2013","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/2013\/09\/09\/36a-semana-de-2013\/","title":{"rendered":"36\u00aa semana de 2013"},"content":{"rendered":"<p>\u201cSegundo pesquisa da PWC, em 2040 cerca de 57% da popula\u00e7\u00e3o brasileira em idade ativa ser\u00e1 composta por pessoas com mais de 45 anos. (&#8230;)Para os indiv\u00edduos, as crises de meia idade devem acontecer mais tarde, pois quem chega aos 40 anos tem em m\u00e9dia mais quarenta pela frente. Tempo suficiente para rever e at\u00e9 mudar a carreira. Mas, em fun\u00e7\u00e3o das caracter\u00edsticas do mercado atual, jovens de 28 anos j\u00e1 se consideram velhos, pois reina a cren\u00e7a de que velho, para as organiza\u00e7\u00f5es, s\u00e3o profissionais em torno dos 40 anos. Para muitos jovens, a percep\u00e7\u00e3o de crescimento fica muito limitada. Isso causa muita frustra\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que se tem a ideia de que lhes resta pouco tempo para chegar \u00e0s posi\u00e7\u00f5es de lideran\u00e7a. (&#8230;) Quem \u00e9 esse idoso hoje? Certamente n\u00e3o s\u00e3o os profissionais ativos na faixa dos 50 e 60 anos. Segundo a pesquisa, as empresas at\u00e9 reconhecem que esse grupo \u00e9 melhor em realiza\u00e7\u00e3o de diagn\u00f3sticos (87%), resolu\u00e7\u00e3o de problemas (86%) e equil\u00edbrio emocional (96%), al\u00e9m da fidelidade (89%), o que impacta fortemente os \u00edndices de rotatividade -um problema s\u00e9rio dos mais jovens.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Adriana Gomes, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 01\/09\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA evolu\u00e7\u00e3o da educa\u00e7\u00e3o \u00e9 um exemplo de como chegamos n\u00e3o ao final de um velho processo, mas ao come\u00e7o de um novo. Mesmo com tantas defici\u00eancias, as estat\u00edsticas mostram que, de 1991 a 2010, tivemos avan\u00e7os fundamentais nessa \u00e1rea, aponta a compila\u00e7\u00e3o de dados do Ipea. Em 20 anos, o n\u00famero de crian\u00e7as de 5 a 6 anos frequentando a escola pulou de 37,3% para 91,1% do total; o de jovens de 15 a 17 anos com fundamental completo passou de 20% para 57,2%. Mesmo insuficientes, s\u00e3o conquistas importantes. Se ainda n\u00e3o conseguimos garantir educa\u00e7\u00e3o de qualidade a todos, ampliamos muito o acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o. E educa\u00e7\u00e3o puxa educa\u00e7\u00e3o. \u00c9 esse o caminho.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Nizan Guanaes, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 03\/09\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cConviver com a d\u00favida tem sido cada vez mais dif\u00edcil. Quanto mais se amplia o leque de escolhas em qualquer atividade da vida, menos d\u00favidas queremos ter. Queremos fazer a escolha certa, para a qual n\u00e3o restaria d\u00favida alguma. N\u00e3o mais nos contentamos com a melhor escolha poss\u00edvel ou com uma escolha suficientemente boa. Dif\u00edcil, sen\u00e3o imposs\u00edvel, viver dessa maneira, n\u00e3o \u00e9 verdade?\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Rosely Say\u00e3o, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 03\/09\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cMergulhados na nossa irreprim\u00edvel condi\u00e7\u00e3o narc\u00edsica, usamos a tecnologia e as redes sociais para montar pequenos altares p\u00fablicos aos nossos umbigos privados.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Jo\u00e3o Pereira Coutinho, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 03\/09\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cPara as conven\u00e7\u00f5es da estat\u00edstica econ\u00f4mica, est\u00e3o em idade ativa pouco menos de 70% da popula\u00e7\u00e3o brasileira, aqueles com idade entre 15 e 65 anos, entre a adolesc\u00eancia e a aposentadoria. Isso significa que o pa\u00eds est\u00e1 muito perto do auge da contribui\u00e7\u00e3o das transforma\u00e7\u00f5es demogr\u00e1ficas para o crescimento da produ\u00e7\u00e3o e da renda. Com o n\u00famero de crian\u00e7as em queda e o de idosos ainda relativamente pequeno, h\u00e1 menos inativos a serem mantidos com as riquezas geradas pelo trabalho dos demais. O mundo desenvolvido j\u00e1 atravessou essa etapa do amadurecimento, quando h\u00e1 maior margem para poupan\u00e7a, chances de aprimorar a educa\u00e7\u00e3o com o aumento dos gastos dos governos e das fam\u00edlias por crian\u00e7a e at\u00e9 melhora da seguran\u00e7a p\u00fablica. Economistas, propensos \u00e0 intranquilidade, alertam cada vez mais frequentemente para o risco de o pa\u00eds n\u00e3o aproveitar ao m\u00e1ximo essa oportunidade. Afinal, depois da Copa de 2022, no Qatar, o envelhecimento dos brasileiros j\u00e1 estar\u00e1 t\u00e3o avan\u00e7ado que a propor\u00e7\u00e3o de inativos reassumir\u00e1 a tend\u00eancia de alta.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Gustavo Patu, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 03\/09\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA adolesc\u00eancia \u00e9 crise brutal. A crian\u00e7a \u00e9 tomada por horm\u00f4nios, mudan\u00e7as corporais que a deixam mais forte e mais erotizada. O interc\u00e2mbio amoroso-sexual se apresenta. Ambi\u00e7\u00f5es de n\u00e3o ser mais tratada como crian\u00e7a. Embates de autoridade em casa. Tentativas de inser\u00e7\u00e3o social, quest\u00f5es de autoestima, d\u00favidas de imagem corporal, de direito aos desejos que descobre em si (ou vergonha deles). \u00c9 um momento delicado.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Francisco Daudt, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 04\/09\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cExistem duas concep\u00e7\u00f5es sobre o que venha ser crian\u00e7a, tais concep\u00e7\u00f5es emergiram a partir do Renascimento e se distinguiram com mais clareza no s\u00e9culo 18. A primeira, mais disciplinadora, diz que ela \u00e9 um ser que precisa ser cuidado, educado e, de alguma forma, moldado para se tornar um adulto moralmente competente e com conhecimento para agir em sociedade. A segunda mais rom\u00e2ntica, defende que ela seja pensada como um ser em desenvolvimento, que demanda prote\u00e7\u00e3o de qualquer efeito funesto da sociedade porque \u00e9 naturalmente boa e inocente. A partir da d\u00e9cada de 1980, a Sociologia da Inf\u00e2ncia prop\u00f5e uma alternativa de defini\u00e7\u00e3o e come\u00e7a a pensar os pequenos em si pr\u00f3prios, como seres humanos densos e plenos, que n\u00e3o s\u00e3o est\u00e3o em fase de integra\u00e7\u00e3o e inclus\u00e3o, defendendo que vivem plenamente integrados \u00e0 sociedade. Eles s\u00e3o capazes de refletir e expressar as contradi\u00e7\u00f5es sociais pelo seu modo de ver o mundo.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Manuel Sarmento, diretor do Instituto de Educa\u00e7\u00e3o da Universidade do Minho\/Portugal, <i>Nova Escola<\/i>, setembro de 2013<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cSegundo pesquisa da PWC, em 2040 cerca de 57% da popula\u00e7\u00e3o brasileira em idade ativa ser\u00e1 composta por pessoas com mais de 45 anos. (&#8230;)Para os indiv\u00edduos, as crises de meia idade devem acontecer mais tarde, pois quem chega aos 40 anos tem em m\u00e9dia mais quarenta pela frente. 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