{"id":751,"date":"2013-07-02T19:58:03","date_gmt":"2013-07-02T19:58:03","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/?p=751"},"modified":"2013-07-02T19:58:03","modified_gmt":"2013-07-02T19:58:03","slug":"26a-semana-de-2013","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/2013\/07\/02\/26a-semana-de-2013\/","title":{"rendered":"26\u00aa semana de 2013"},"content":{"rendered":"<p>\u201cVoc\u00ea sabia? Que a Tun\u00edsia, ber\u00e7o da Primavera \u00c1rabe, juntou-se a uma coaliz\u00e3o de 20 pa\u00edses em defesa de uma internet livre e aberta? Que h\u00e1 dois anos o pa\u00eds era uma ditadura, onde a rede era censurada, e que hoje \u00e9 uma jovem democracia onde qualquer pessoa fala o que quiser on-line? Como dizem por l\u00e1, \u2018falta emprego e educa\u00e7\u00e3o, mas ao menos eu posso dizer quem \u00e9 o culpado\u2019. [&#8230;] A primavera \u00e9 contagiosa. A energia que primeiro manifestou-se em T\u00fanis mudou o pa\u00eds e a regi\u00e3o. O processo de avan\u00e7os e retrocessos continua e n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil. Estamos agora vivendo a adrenalina de que tudo pode acontecer.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Ronaldo Lemos, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 24\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cNos \u00faltimos dez anos, houve muitos avan\u00e7os no Brasil. Quarenta milh\u00f5es ascenderam \u00e0 classe m\u00e9dia. Mas a vida nas grandes metr\u00f3poles est\u00e1 um inferno. Os servi\u00e7os s\u00e3o muito ruins. Sa\u00fade hoje \u00e9 um \u2018problema\u00e7o\u2019. Aquele jovem de 17 ou 18 anos, que est\u00e1 entrando em uma universidade, est\u00e1 irritado com as institui\u00e7\u00f5es, com os governos, com as prioridades tomadas. Quando v\u00ea uma Copa das Confedera\u00e7\u00f5es, essa grande desta, esse \u2018Brasil do cart\u00e3o postal\u2019, ele chama para o Brasil real. Esse movimento est\u00e1 com base popular. Tem uma coisa diferente da minha \u00e9poca, da juventude do movimento do impeachment, era mais de juventude de classe m\u00e9dia. [&#8230;] A pauta que esses caras podem ajudar \u00e9 colocar a vida do povo no centro do debate pol\u00edtico.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Lindbergh Farias, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 24\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o \u00e9 com as Diretas J\u00e1 ou o Fora Collor que se parecem as manifesta\u00e7\u00f5es atuais. Aquelas iniciativas foram enquadradas e dirigidas por l\u00edderes pol\u00edticos. Possu\u00edam objetivo \u00fanico e bem definido: o fim da ditadura, o fim de um presidente. Visavam, no fundo, substituir os que detinham o poder. Os manifestantes brasileiros restabeleceram o exerc\u00edcio direto da cidadania, demonstraram que o mar de corrup\u00e7\u00e3o n\u00e3o afogou a consci\u00eancia moral dos jovens, revelaram senso de hierarquia de valores e prioridades superior ao de um governo empenhado em anestesiar os cidad\u00e3os com o desperd\u00edcio circense da Copa. [&#8230;] A euforia das passeatas, a intoxica\u00e7\u00e3o de se sentir ator e sujeito do pr\u00f3prio destino, traz de volta o que ensinavam os gregos: a mais nobre express\u00e3o da vida humana \u00e9 participar do governo da cidade. Para isso, \u00e9 preciso ter, como dizia Celso Furtado, uma \u2018fantasia organizada\u2019.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Rubens Ricupero, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 24\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cCultura \u00e9 algo que voc\u00ea passa a precisar depois que tem um contato com ela. [&#8230;] O teatro lida com coisas que s\u00e3o novas, que s\u00e3o ca\u00f3ticas. O teatro desorganiza. [&#8230;] Uma linha muito forte: a de que o ser humano precisa ouvir hist\u00f3rias. Quando essa hist\u00f3ria \u00e9 bem contada ao vivo, ningu\u00e9m esquece. \u00c9 muito dif\u00edcil esquecermos uma pe\u00e7a de teatro boa. A gente esquece filme, mas pe\u00e7a nunca.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">L\u00edgia Cortez, <i>O Estado de S.Paulo<\/i> \u2013 24\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO poder do teatro \u00e9 pequeno, mas profundo. As experi\u00eancias teatrais radicais \u2013 no sentido de vivas \u2013 s\u00e3o decisivas, formadoras. [&#8230;] O teatro exige conex\u00f5es.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">S\u00e9rgio de Carvalho, <i>O Estado de S.Paulo<\/i> \u2013 24\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cExiste uma correla\u00e7\u00e3o entre participa\u00e7\u00e3o c\u00edvica e o n\u00edvel de felicidade de uma popula\u00e7\u00e3o. No Brasil, esse engajamento \u00e9 pequeno. Espero que esses protestos sejam o in\u00edcio de uma mudan\u00e7a, n\u00e3o apenas um desabafo. Por tr\u00e1s desses manifestos, est\u00e1 a insatisfa\u00e7\u00e3o com os servi\u00e7os p\u00fablicos oferecidos num pa\u00eds em que a carga tribut\u00e1ria \u00e9 alt\u00edssima: 36%. O aumento da passagem de \u00f4nibus \u00e9 somente a parte vis\u00edvel dessa insatisfa\u00e7\u00e3o. A infla\u00e7\u00e3o incomoda. A sensa\u00e7\u00e3o de bem-estar advinda do aumento da renda ficou para tr\u00e1s, em 2011 e 2012.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Eduardo Giannetti, \u201cRevista \u00c9poca\u201d \u2013 24\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o devemos confundir todos esses levantes entre si nem suas causas nem suas estrat\u00e9gias e efeitos. Mas elas t\u00eam um ponto em comum. Todas dizem aos dirigentes: \u2018N\u00e3o bebam o nosso sangue, n\u00e3o se comportem como ladr\u00f5es, n\u00e3o entreguem as chaves da casa aos arrombadores. As pessoas est\u00e3o cansadas; \u00e9 verdade, elas parecem passivas e resignadas, mas um dia despertar\u00e3o e o poder estar\u00e1 amea\u00e7ado. Governantes, tenham medo!\u2019.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Gilles Lapouge, <i>O Estado de S.Paulo<\/i> \u2013 25\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c[Quanto aos protestos] \u00c9 um fen\u00f4meno in\u00e9dito, que bota a gente para pensar muito. Os problemas da corrup\u00e7\u00e3o, da educa\u00e7\u00e3o, da sa\u00fade e do transporte n\u00e3o s\u00e3o os problemas objetivos, e sim a indiferen\u00e7a dos pol\u00edticos de um modo geral. Est\u00e1 todo mundo perplexo, mas isso tudo vai ser um bem para o Brasil. [&#8230;] A crise de \u00e9tica brasileira \u00e9 enorme. \u00c9 claro que n\u00e3o se pode gastar milh\u00f5es e milh\u00f5es em est\u00e1dios para os Jogos Ol\u00edmpicos se o entorno est\u00e1 em estado de miserabilidade. O combust\u00edvel \u00e9 o \u00f3dio interno que as pessoas t\u00eam contra a injusti\u00e7a social. [&#8230;] Agora se pede a mudan\u00e7a de uma moral. Ningu\u00e9m sabe o que quer, s\u00f3 sabe o que n\u00e3o quer, e vai pedir mesmo assim. Isso \u00e9 novo, revolucion\u00e1rio, moderno.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Domingos Oliveira, <i>O Estado de S.Paulo<\/i> \u2013 25\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA escola e a sa\u00fade p\u00fablicas s\u00e3o o destino resignado dos desfavorecidos. A inseguran\u00e7a se tornou uma condi\u00e7\u00e3o existencial, tanto no espa\u00e7o p\u00fablico quanto dentro da pr\u00f3pria casa de cada um. O atraso da Justi\u00e7a garante impunidades in\u00edquas. Convenhamos, seria mais f\u00e1cil aceitar essa triste realidade 1) se a corrup\u00e7\u00e3o n\u00e3o fosse end\u00eamica e capilar, especialmente na administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, 2) se os governantes baixassem o tom ufanista de nossos supostos progressos e sucessos, 3) se a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica n\u00e3o fosse cronicamente abusiva e desrespeitosa dos cidad\u00e3os e de seus direito. Al\u00e9m disso, o dinheiro no Brasil compra uma cidadania VIP, na qual n\u00e3o s\u00f3 escola, sa\u00fade e seguran\u00e7a s\u00e3o servi\u00e7os particulares, mas a pr\u00f3pria rela\u00e7\u00e3o com a administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica \u00e9 filtrada por um ex\u00e9rcito de facilitadores e despachantes. A sensa\u00e7\u00e3o de injusti\u00e7a \u00e9 exacerbada pela constata\u00e7\u00e3o de que muitos representantes procuram ser eleitos para ganhar acesso \u00e0 dita cidadania VIP.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Contardo Calligaris, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 27\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cDevemos nos alegrar por termos chegado a um ponto de virada, em que \u00e9 poss\u00edvel fazer a hist\u00f3ria fora do museu, deixar a velha e estagnada repeti\u00e7\u00e3o que nos condena a andar sem sair do lugar. Tenho dito e repetido: \u00e9 hora de metabolizar, n\u00e3o de capitalizar. Para al\u00e9m das rea\u00e7\u00f5es, podemos construir respostas, reelaborando, sobretudo, os improvisos que a surpresa do momento nos obriga a fazer e colocando em debate as solu\u00e7\u00f5es dadas no susto. De nada adianta o frenesi de an\u00fancios com pompa de grandes solu\u00e7\u00f5es, sem a sincera disposi\u00e7\u00e3o de ver e perceber, de escutar e compreender o que dizem as manifesta\u00e7\u00f5es. Se formos capazes de ver mais que a superf\u00edcie, o que fizermos ter\u00e1 maior altura e profundidade. [&#8230;] Basta reconhecer que o poder &#8211; se n\u00e3o est\u00e1 com todos &#8211; \u00e9 de todos.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Marina Silva , <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 28\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 preciso mudar \u2018tudo\u2019, voc\u00ea sabe, e para ontem. A juveniliza\u00e7\u00e3o da participa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica \u00e9 um fato, mas, desta vez, est\u00e1 produzindo resultados &#8211;as bandeiras dos manifestantes, cada vez mais definidas, come\u00e7am a chacoalhar o Planalto e o Congresso. E, a indicar que essa juveniliza\u00e7\u00e3o \u00e9 sem volta.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Ruy Castro, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 28\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cPol\u00edticos s\u00e3o como \u00e1gua, tomam a forma que os cont\u00eam &#8211;mas os nossos assombram pela flexibilidade de suas convic\u00e7\u00f5es. Neste momento, por exemplo, ao som das ruas, eles est\u00e3o batendo todos os recordes de aceita\u00e7\u00e3o da pauta popular. Nos \u00faltimos dias, cancelaram os reajustes de passagens de \u00f4nibus e de ped\u00e1gios nas estradas, reduziram tarifas de transporte, destinaram os royalties do petr\u00f3leo para educa\u00e7\u00e3o e sa\u00fade, derrubaram a PEC 37, consideram acabar com o voto secreto entre eles e, intr\u00e9pidos, tornaram a corrup\u00e7\u00e3o crime hediondo, aumentando as penas e levando \u00e0 pris\u00e3o dos pol\u00edticos condenados. \u2018Pode o leopardo mudar suas pintas?\u2019, perguntou o profeta Jeremias (13:23). Os de Bras\u00edlia podem.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Ruy Castro, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 29\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAs passeatas n\u00e3o s\u00e3o um fato novo. Mas ganharam em capacidade de organiza\u00e7\u00e3o e de divulga\u00e7\u00e3o com o avan\u00e7o das tecnologias da comunica\u00e7\u00e3o. Est\u00e3o-se tornando mais frequentes e consequentes. Numa era de afirma\u00e7\u00e3o da democracia em escala mundial, em que golpes e revolu\u00e7\u00f5es t\u00eam espa\u00e7o cada vez mais reduzido, os movimentos sociais e suas manifesta\u00e7\u00f5es se afirmam como instrumento crucial para a transforma\u00e7\u00e3o da sociedade. Os gritos da rua s\u00e3o um sinal de alerta. Como bem assinala Manuel Castells, \u2018o eco dos movimentos sociais \u00e9 bem mais forte do que os pr\u00f3prios movimentos, assim como as suas consequ\u00eancias nas institui\u00e7\u00f5es e no mundo dos neg\u00f3cios\u2019.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Sergio Amaral, <i>O Estado de S.Paulo<\/i> \u2013 29\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cEu dizia que era s\u00f3 quest\u00e3o de tempo e que uma hora iria transbordar para o presencial. Acabou transbordando. E, ao transbordar, o centro n\u00e3o pode agora ter uma atitude de encapsular a borda. [&#8230;] Era \u00f3bvio que a ideia de fazer um discurso orientado pelo marketing n\u00e3o iria funcionar. [&#8230;] O que est\u00e1 a\u00ed tem a for\u00e7a de uma agenda, na qual a reforma pol\u00edtica est\u00e1 dentro, mas tamb\u00e9m a reforma tribut\u00e1ria, o problema da educa\u00e7\u00e3o, da sa\u00fade, da seguran\u00e7a p\u00fablica. Uma agenda que n\u00e3o \u00e9 para se fazer para eles, mas sim com eles. Os jovens est\u00e3o dizendo que querem mais. Mas n\u00e3o \u00e9 mais do mesmo. Querem mais e melhores servi\u00e7os p\u00fablicos, qualidade da representa\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Marina Silva, <i>O Estado de S.Paulo<\/i> \u2013 29\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cSe renunciamos ao conhecimento que a arte \u2013 e somente a arte \u2013 pode nos proporcionar, mutilamos a nossa compreens\u00e3o da realidade.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Leandro Konder, <i>Revista Cult<\/i> \u2013 junho de 2013<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cVoc\u00ea sabia? Que a Tun\u00edsia, ber\u00e7o da Primavera \u00c1rabe, juntou-se a uma coaliz\u00e3o de 20 pa\u00edses em defesa de uma internet livre e aberta? Que h\u00e1 dois anos o pa\u00eds era uma ditadura, onde a rede era censurada, e que hoje \u00e9 uma jovem democracia onde qualquer pessoa fala o que quiser on-line? 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