{"id":747,"date":"2013-06-10T12:57:20","date_gmt":"2013-06-10T12:57:20","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/?p=747"},"modified":"2013-06-19T13:00:56","modified_gmt":"2013-06-19T13:00:56","slug":"24a-semana-de-2013","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/2013\/06\/10\/24a-semana-de-2013\/","title":{"rendered":"24\u00aa semana de 2013"},"content":{"rendered":"<p>\u201cO cansa\u00e7o \u00e9 maior quando a gente faz aquilo que n\u00e3o gosta. N\u00e3o tem sido muito pesado, n\u00e3o. J\u00e1 fiz teatro, TV e filme ao mesmo tempo. Diante desse passado, minha vida est\u00e1 leve agora. A melhor coisa \u00e9 fazer nada. Vou ao teatro, cinema, leio, ando na praia, viajo com meus filhos e netos e arrumo gavetas. \u00c9 \u00f3timo ficas bestando completamente, jiboiando como se diz.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Fernanda Montenegro, 83, atriz, <i>O Estado de S.Paulo<\/i> \u2013 09\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO n\u00famero de americanos que est\u00e3o se matando atingiu um n\u00edvel sem precedentes. No per\u00edodo de 1999 a 2010, o suic\u00eddio de americanos entre 35 e 64 anos de idade cresceu quase 30%. Mais pessoas nos Estados Unidos morrem hoje pelas pr\u00f3prias m\u00e3os do que em acidentes de carro. Entre homens na faixa dos 50 anos, a taxa de suic\u00eddio cresceu 50%.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Lee Siegel, <i>O Estado de S.Paulo<\/i> \u2013 09\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA coisa \u00e9 a seguinte: escrever ou n\u00e3o escrever poesia n\u00e3o \u00e9 coisa que se decida. Na verdade, sempre que termino de escrever um livro de poemas, tenho a impress\u00e3o de que n\u00e3o vou escrever mais, de que a fonte secou. [&#8230;] Creio que isso se deve ao fato de que n\u00e3o planejo nada, muito menos meus livros de poemas. De repente, descubro um tema novo, um veio que passo a explorar at\u00e9 esgot\u00e1-lo. Isso demora anos, porque, tamb\u00e9m, ao concluir cada poema, tenho a impress\u00e3o de que o veio se esgotou. [&#8230;] Sempre digo que meus poemas nascem do espanto, ou seja, de algo que p\u00f5e diante de mim um mundo sem explica\u00e7\u00e3o. \u00c9 essa perplexidade que me faz escrever.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Ferreira Gullar, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 09\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cDos 260 mil inscritos at\u00e9 agora na Jornada Mundial da Juventude, a maioria s\u00e3o mulheres (55,32%). Peregrinos entre 19 e 24 anos respondem por 35% das inscri\u00e7\u00f5es. Os maiores de 65 anos n\u00e3o s\u00e3o nem 1%.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\"><i>O Globo<\/i> \u2013 09\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cO mundo de hoje est\u00e1 aterrorizado. E a economia n\u00e3o est\u00e1 florescente. Isto leva a um enclausuramento.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Carla Bruni, <i>O Globo<\/i> \u2013 09\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA reportagem de qualidade \u00e9 sempre substantiva. O adjetivo \u00e9 o adorno da desinforma\u00e7\u00e3o, o farrapo que tenta cobrir a nudez da falta da apura\u00e7\u00e3o. [&#8230;] Uma imprensa \u00e9tica sabe reconhecer os seus erros. As palavras podem informar corretamente, denunciar situa\u00e7\u00f5es injustas, cobrar solu\u00e7\u00f5es. Mas podem tamb\u00e9m esquartejar reputa\u00e7\u00f5es, destruir patrim\u00f4nios, desinformar. Confessar um erro de portugu\u00eas ou uma troca de legenda \u00e9 f\u00e1cil. Mas admitir a pr\u00e1tica de prejulgamento, de engajamento ideol\u00f3gico ou de leviandade noticiosa exige pulso e coragem moral. Reconhecer o erro, limpa e abertamente, \u00e9 condi\u00e7\u00e3o da qualidade e, por isso, um dos alicerces da credibilidade.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Carlos Alberto Di Franco, <i>O Estado de S.Paulo<\/i> \u2013 10\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA li\u00e7\u00e3o assustadora da psicologia social \u00e9 a de que o ser humano pode passar por cima de suas convic\u00e7\u00f5es e de v\u00e1rias barreiras morais se for devidamente compelido por seus pares. E nem precisa ser uma press\u00e3o muito intensa.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">H\u00e9lio Schwartsman, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 11\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cNunca nos livraremos de jovens desajustados que montam bombas caseiras ou fan\u00e1ticos empunhando machadinha. N\u00e3o h\u00e1 absolutamente nada que possamos fazer para evitar isso. Podemos minorar a letalidade dessas pessoas controlando a circula\u00e7\u00e3o de armas, e s\u00f3. O verdadeiro problema \u00e9 termos chegado \u00e0 situa\u00e7\u00e3o de todo um pa\u00eds entrar em p\u00e2nico quando se associa um crime comum \u00e0 palavra \u2018terrorismo\u2019. [&#8230;] A inseguran\u00e7a da submiss\u00e3o volunt\u00e1ria ao controle cont\u00ednuo de algu\u00e9m que refor\u00e7a sua autoridade alimentando-se de nossos medos. A inseguran\u00e7a do fim da vida privada.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Vladimir Safatle, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 11\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cAqui, a tradi\u00e7\u00e3o \u00e9 entrar na inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica em um laborat\u00f3rio e continuar nele durante o mestrado, o doutorado e o p\u00f3s-doutorado. E a tend\u00eancia \u00e9 a pessoa se aprofundar cada vez mais em um \u00fanico assunto. Com isso, formamos jovens cientistas bitolados, tudo o que eles sabem \u00e9 pensar em detalhes daquele \u00fanico assunto que v\u00eam desenvolvendo desde a inicia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Al\u00e9m disso, a pol\u00edtica de contrata\u00e7\u00e3o nas universidades privilegia os ex-alunos. Criam-se col\u00f4nias sem diversidade.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Suzana Herculano-Houzel, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 11\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA crian\u00e7a costuma dar sinais claros de que ela quer aprender a usar o banheiro. Os pais n\u00e3o precisam se preocupar tanto. O que n\u00e3o podemos \u00e9 antecipar o processo. [&#8230;] Quando ela pergunta do uso do banheiro, pede para ir, quer ficar por l\u00e1 mais tempo, por exemplo. Quanto mais natural for o processo, melhor para a crian\u00e7a. Os pais n\u00e3o devem atrapalhar. Para isso, precisam munir-se de calma e paci\u00eancia. A crian\u00e7a nem sempre vai acertar, e, mesmo depois de os pais acharem que ela j\u00e1 aprendeu, ela vai querer usar o banheiro quando tiver vontade, n\u00e3o quando os pais quiserem. E mais: ganhar pr\u00eamios por fazer a coisa que os pais julgam certa confunde a crian\u00e7a.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Rosely Say\u00e3o, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 11\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cComo as bandas de jazz, as empresas precisam de regras b\u00e1sicas para operar, de forma que cada profissional possa, no momento correto, improvisar e criar.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Thomaz Wood Jr., <i>Carta Capital<\/i>, 12\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cSomos anjos e dem\u00f4nios. Viver na internet tem um perigo: n\u00f3s mesmos.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Manuel Castells, <i>Folha de S.Paulo<\/i> \u2013 13\/06\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cO cansa\u00e7o \u00e9 maior quando a gente faz aquilo que n\u00e3o gosta. N\u00e3o tem sido muito pesado, n\u00e3o. J\u00e1 fiz teatro, TV e filme ao mesmo tempo. Diante desse passado, minha vida est\u00e1 leve agora. A melhor coisa \u00e9 fazer nada. 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