{"id":722,"date":"2013-04-07T23:09:49","date_gmt":"2013-04-07T23:09:49","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/?p=722"},"modified":"2013-05-20T23:12:14","modified_gmt":"2013-05-20T23:12:14","slug":"14a-semana-de-2013","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/2013\/04\/07\/14a-semana-de-2013\/","title":{"rendered":"14\u00aa semana de 2013"},"content":{"rendered":"<p>\u201cEntender de gente, aprender o que motiva as pessoas, o que as inspira, acho que isso \u00e9 fundamental. Voc\u00ea aprende muito fazendo. Tamb\u00e9m se aprende falando com quem j\u00e1 fez, com nossos pr\u00f3prios erros, claro que isso ajuda. Mas o verdadeiro s\u00e1bio consegue aprender com a opini\u00e3o dos outros, com a experi\u00eancia dos outros, para evitar os seus pr\u00f3prios erros. Se voc\u00ea tiver bastante experi\u00eancia, claro que isso ajuda, pois voc\u00ea j\u00e1 passou por aquilo e vai evitar erros. Mas ningu\u00e9m tem toda experi\u00eancia, nunca se est\u00e1 100% preparado para o novo. Por isso, eu acho que ajuda muito conhecer pessoas que j\u00e1 tenham vivido mais do que voc\u00ea, ou que tenham vivido experi\u00eancias diferentes das suas, ou at\u00e9 j\u00e1 morreram. Assim, ler muito \u00e9 importante. Ent\u00e3o, voc\u00ea usa essa experi\u00eancia para evitar ficar aprendendo s\u00f3 com seus pr\u00f3prios erros \u2013 que demora mais para aprender.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Adriano Romano, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 31\/03\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 preciso ter um objetivo claro &#8211; identificar o que est\u00e1 incomodando de fato na vida profissional para que o foco de suas a\u00e7\u00f5es seja bem definido. Fa\u00e7a uma rela\u00e7\u00e3o do que voc\u00ea pode, de fato, fazer para mudar essa situa\u00e7\u00e3o. Tente n\u00e3o depender de terceiros. As solu\u00e7\u00f5es podem variar de uma conversa sincera com pares e superiores, buscando melhorar a situa\u00e7\u00e3o atual, uma an\u00e1lise junto \u00e0 sua empresa sobre as perspectivas de mudan\u00e7a de setor ou mesmo uma revis\u00e3o salarial.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Adriana Gomes, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 31\/03\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cReportagens sobre g\u00eaneros costumam concluir que \u2018eles\u2019 est\u00e3o confusos, perdidos e precisam de uma revolu\u00e7\u00e3o, j\u00e1 que \u2018elas\u2019 fizeram a sua. Ser\u00e1 que os homens concordam? Duvido. Tenho a impress\u00e3o, nada cient\u00edfica, de que os homens gostariam apenas que as mulheres parassem de reclamar deles o tempo todo. Ou reclamam deles ou da falta deles.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Ruth de Aquino, \u201cRevista \u00c9poca\u201d \u2013 01\/04\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cPor que \u00e9 bom a crian\u00e7a experimentar o medo desde cedo? Porque essa \u00e9 uma emo\u00e7\u00e3o que pode surgir em qualquer momento da sua vida e \u00e9 melhor ela aprender a reconhec\u00ea-la logo na inf\u00e2ncia para, assim, come\u00e7ar a desenvolver mecanismos pessoais de rea\u00e7\u00e3o. A crian\u00e7a precisa reconhecer, por exemplo, o medo que protege, ou seja, aquele que a ajudar\u00e1 a se desviar de situa\u00e7\u00f5es de risco. Paralelamente, precisa reconhecer o medo exagerado que a congela, aquele que impede o movimento da vida e que exige supera\u00e7\u00e3o. \u00c9 experimentando os mais variados medos que a crian\u00e7a vai perceber e aprender que alguns medos precisam ser respeitados pelo aviso de perigo que d\u00e3o, enquanto outros medos exigem uma estrat\u00e9gia de enfrentamento que se consegue com coragem. A coragem, portanto, nasce do medo. E quem n\u00e3o quer que o seu filho desenvolva tal virtude? [&#8230;] O que pode atrapalhar a crian\u00e7a n\u00e3o \u00e9 o medo que ela sente, e sim o medo que os pais sentem de que ela sinta medo. Isso porque a crian\u00e7a pode entender que os pais a consideram desprovida de recursos para enfrentar os medos que a vida lhe apresenta.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Rosely Say\u00e3o, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 02\/04\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cComo se ensina a esperar? Se n\u00e3o aprendermos a esperar, de que forma viveremos esperan\u00e7osos de um futuro melhor, mais promissor? Sonhar e ter esperan\u00e7a s\u00e3o ingredientes indispens\u00e1veis para um viver equilibrado no tempo presente. Quando olhamos adiante e n\u00e3o conseguimos discernir nada, como orientaremos as nossas escolhas?\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Anna Veronica Mautner, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 02\/04\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cRepensar escolas para o s\u00e9culo 21 deve ser a nossa prioridade. Precisamos nos concentrar mais em ensinar a habilidade e disposi\u00e7\u00e3o de aprender e fazer a diferen\u00e7a e trazer os tr\u00eas ingredientes mais poderosos da motiva\u00e7\u00e3o intr\u00ednseca para a sala de aula: jogo, paix\u00e3o e prop\u00f3sito.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Tony Wagner, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 03\/04\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cNo passado, esperava-se que os profissionais fossem para empregos cujo nome se assemelhava ao do curso. Hoje, tal como nos pa\u00edses ricos, ocorre a \u2018desprofissionaliza\u00e7\u00e3o\u2019 dos diplomas. Exercem a profiss\u00e3o menos de 20% dos advogados, 10% dos economistas e 5% dos fil\u00f3sofos. Haveria que cortar 95% das matr\u00edculas em filosofia? N\u00e3o, pois os quatro anos de gradua\u00e7\u00e3o se converteram, para a maioria, em uma educa\u00e7\u00e3o \u2018gen\u00e9rica\u2019, que prepara para exercer ocupa\u00e7\u00f5es meio indefinidas. Nada errado.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Claudio de Moura Castro, \u201cRevista Veja\u201d \u2013 03\/04\/2013<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>\u201cA urg\u00eancia hoje vivida de compartilhar imediatamente todos os acontecimentos (ouvir uma m\u00fasica, comprar uma roupa, deliciar-se com um vinho, trocar um olhar) retira a viv\u00eancia da realidade do \u00e2mbito individual, pois o essencial \u00e9 antes dividir com algu\u00e9m o sucedido para receber imediatamente o assentimento elogioso do que sentir isoladamente o prazer do fato, transformando-se, dessa maneira, o mundo numa grande academia do elogio m\u00fatuo. A satisfa\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o, vem de fora, pois algo s\u00f3 vale se outrem vier a curtir. Instala-se um novo cartesianismo: eu compartilho, logo existo.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">Miguel Reale J\u00fanior, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 06\/04\/2013<\/p>\n<p>\u201cA agress\u00e3o \u00e0 mulher \u00e9 mais frequente no fim do relacionamento, revela pesquisa do Minist\u00e9rio P\u00fablico de S\u00e3o Paulo. Mais da metade das agress\u00f5es (57%) acontece no per\u00edodo. Foram analisados 854 inqu\u00e9ritos, entre abril e novembro de 2012, e selecionadas 186 mulheres. A promotora Silvia Chakian de Toledo Santos diz que o resultado revela \u2018a cultura machista do Pa\u00eds, onde o homem se v\u00ea propriet\u00e1rio da mulher\u2019.\u201d<\/p>\n<p align=\"right\">\u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 06\/04\/2013<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cEntender de gente, aprender o que motiva as pessoas, o que as inspira, acho que isso \u00e9 fundamental. Voc\u00ea aprende muito fazendo. 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