{"id":680,"date":"2013-01-13T14:23:36","date_gmt":"2013-01-13T14:23:36","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/?p=680"},"modified":"2013-01-14T14:27:40","modified_gmt":"2013-01-14T14:27:40","slug":"02a-semana-de-2013","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/2013\/01\/13\/02a-semana-de-2013\/","title":{"rendered":"02\u00aa semana de 2013"},"content":{"rendered":"<p>\u201cFalo somente de mim, para quem Deus est\u00e1 morto; apenas fa\u00e7o rumina\u00e7\u00f5es, pensamentos obsessivos sobre a necessidade de consola\u00e7\u00e3o que tenho em mim, em minhas inerva\u00e7\u00f5es, assim como o garoto da bicicleta, meu \u2018alter ego\u2019. O que eu posso esperar \u00e9 que esses pensamentos que me deixam obcecados sejam o sintoma de alguma coisa que ultrapassa a minha pessoa e movimente o pensamento dos outros. Nosso nascimento \u00e9 indissoci\u00e1vel de um p\u00e2nico do que est\u00e1 de fora [do \u00fatero], um medo de morrer. Esse medo \u00e9 abrandado quando entramos em contato com o amor infinito de um outro &#8211; uma m\u00e3e, um pai, biol\u00f3gico ou n\u00e3o &#8211; capaz de nos fazer sair de uma bolha imagin\u00e1ria e passar a amar o que est\u00e1 de fora. Necessitamos da exist\u00eancia de um \u2018Deus\u2019 que nos d\u00ea um amor mais forte que a morte, uma seguran\u00e7a absoluta. Tento pensar em como podemos conviver com essa necessidade, mas sem Deus &#8211; vivendo s\u00f3 com nosso elo com o outro humano que nos ama infinitamente e nos fez amar a vida.\u201d<br \/>\nLuc Dardenne, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 06\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s recebemos todos os sinais de que algo n\u00e3o est\u00e1 bem e, mesmo assim, continuamos porque tem mais uma novela para fazer, mais um programa para gravar, ou mais uma viagem imperd\u00edvel. E a maioria das pessoas age dessa forma. Eu teria que ter retirado a ves\u00edcula h\u00e1 oito anos. Teria evitado tudo o que acontece comigo.\u201d<br \/>\nBetty Lago, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 06\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201cAcho que o sucesso veio de encher minha caixinha de ferramentas com conhecimento v\u00e1rios, e n\u00e3o s\u00f3 buscar reconhecimento vertical.\u201d<br \/>\nFabio Abreu, 38, CEO Lider Telecom, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 06\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201cO novo, autenticamente novo, n\u00e3o \u00e9 uma cria\u00e7\u00e3o a partir de nada, mas, sim, uma manifesta\u00e7\u00e3o inusitada que surge do trabalho do artista, do processo expressivo em que est\u00e1 mergulhado. Esse processo n\u00e3o tem a l\u00f3gica comum ao trabalho habitual, j\u00e1 que o trabalho criador \u00e9, essencialmente, a busca do espanto. Falo das artes pl\u00e1sticas, uma vez que, na poesia, se d\u00e1 o contr\u00e1rio, o espanto est\u00e1 no come\u00e7o: \u00e9 o novo inesperado que faz nascer o poema.\u201d<br \/>\nFerreira Gullar, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 06\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201cUm site que oferece \u2018desbatizar\u2019 cat\u00f3licos que discordam de dogmas da Igreja est\u00e1 fazendo sucesso na Holanda. Recentes declara\u00e7\u00f5es do papa Bento XVI contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo garantiam \u00e0 p\u00e1gina n\u00famero recorde de acessos.\u201d<br \/>\n\u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 07\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201cNa recente Confer\u00eancia das Na\u00e7\u00f5es Unidas sobre Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (Rio +20), o presidente do Uruguai, Jos\u00e9 Mujica, [em seu pronunciamento colou que] a causa protag\u00f4nica do cen\u00e1rio ecol\u00f3gico\/ambiental sombrio que preocupa o mundo \u00e9 o modelo de civiliza\u00e7\u00e3o que vivemos. Disse o que provavelmente a maioria dos presentes partilhava como ide\u00e1rio abstrato, sem observ\u00e1-lo no cotidiano concreto porque satisfeita com a vida pautada na cultura consumista: vivemos um modelo de civiliza\u00e7\u00e3o marcado pelo hiperconsumo. [&#8230;] Caracterizado pelo \u2018use e jogue fora\u2019, esse modelo nos obriga a trabalhar mais para consumir mais, a fazer coisas que n\u00e3o durem e a comprar sempre mais porque, se o consumo n\u00e3o cresce, paralisa a economia. [&#8230;] E fechou essa cadeia de racioc\u00ednio com uma frase de efeito, coerente com sua vida pessoal modesta, de arguto significado emblem\u00e1tico: \u2018Pobre n\u00e3o \u00e9 quem tem pouco, mas sim quem deseja muito, sempre mais e mais\u2019. Sintoma simb\u00f3lico da esquizofrenia insinuada no pronunciamento: o Natal perdeu sua conota\u00e7\u00e3o de festa religiosa, passou a ser uma apoteose comercial; em vez da igreja, o shopping&#8230; Por vezes a compuls\u00e3o ao \u2018compre mais\u2019 chega ao desatino.\u201d<br \/>\nMario Cesar Flores, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 07\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201c \u2018A ansiedade tem levado as pessoas a quererem se libertar, mas elas n\u00e3o conseguem\u2019, diz Larry Rosen, autor de iDisorder (sem edi\u00e7\u00e3o brasileira) e professor de psicologia na Unviersidade Estadual da Calif\u00f3rnia. \u2018Alguns sabem que est\u00e3o totalmente envolvidos, mas se abandonarem, mesmo que seja por uma hora, temem perder alguma coisa. [&#8230;] N\u00e3o \u00e9 um v\u00edcio, \u00e9 uma obsess\u00e3o. V\u00edcio \u00e9 quando voc\u00ea faz alguma coisa para ter prazer, como fumar um cigarro ou jogar um jogo. N\u00e3o estamos no Facebook por prazer. Estamos ali para reduzir nossa ansiedade. Se alguma coisa boa ocorrer ali, ent\u00e3o h\u00e1 um prazer repentino.\u201d<br \/>\nKatherine Boyle, \u201cWashington Post\/O Estado de S.Paulo\u201d \u2013 07\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um erro comum pensar que o inconsciente freudiano \u00e9 inalcan\u00e7\u00e1vel por conta da repress\u00e3o. N\u00e3o \u00e9. O tamanho de informa\u00e7\u00e3o inconsciente que carregamos \u00e9 infinitamente maior do que o reprimido, apesar de um contaminar o outro. Mas est\u00e1 inconsciente por qu\u00ea? Pela mesma raz\u00e3o que as funda\u00e7\u00f5es do pr\u00e9dio onde voc\u00ea mora nunca mais ser\u00e3o vistas: elas s\u00e3o b\u00e1sicas, mas s\u00e3o passado enterrado. Tanto quanto nossa incapacidade de reconstruir nossa alfabetiza\u00e7\u00e3o (que, ali\u00e1s, continua em processo: pense em excita\u00e7\u00e3o; hesita\u00e7\u00e3o; exce\u00e7\u00e3o; estender; extenso; tenho &#8220;uma d\u00f3&#8221; ou tenho um d\u00f3? Voc\u00ea n\u00e3o hesita antes de escrev\u00ea-las?). \u00c9 passado e presente ao mesmo tempo, j\u00e1 que nosso inconsciente \u00e9 atemporal. Quem n\u00e3o teve dor de barriga em janeiro, pensando no vestibular em dezembro?\u201d<br \/>\nFrancisco Daudt, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 08\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201cSomos todos fan\u00e1ticos. Exigimos que nosso sentimento seja eterno e incondicional e camuflamos sua natureza condicional e ef\u00eamera. \u00c9 a mais nova tentativa humana de roubar um poder divino. [&#8230;] O papel de nos aceitar por inteiro, com todos os nossos defeitos e limita\u00e7\u00f5es, cabia a Deus. Hoje buscamos algu\u00e9m que possa cumprir essa fun\u00e7\u00e3o e ainda dormir conosco. \u00c9 realmente pedir demais.\u201d<br \/>\nSimon May, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 08\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201cDizem que quando morremos vemos um filme de nossas vidas. Um resumo preciso e inexor\u00e1vel de tudo o que fizemos de bom e de lastimoso surge numa tela, revelando as coisas inconfess\u00e1veis que escondemos dos outros e de n\u00f3s mesmos. Se a vida \u00e9 um filme, nenhuma vida pode se reduzir a uma verdade \u00fanica, pois todas s\u00e3o dotadas de abundantes pontos de vista. A hip\u00f3tese \u00e9 interessante porque o cinema se abre a muitas verdades e eu estou seguro de que a nossa maior tarefa nesta vida \u00e9 a responsabilidade de interpretar o que &#8211; nesta fantasia &#8211; continua depois da morte. A vida, como a fita, asseguram e reiteram que somos seres em busca de interpreta\u00e7\u00f5es respons\u00e1veis.<br \/>\n[&#8230;] No filme final vemos tudo. Na vida terrena, esse mundo que inventa o cronista e a arte em geral, cada qual enxerga um peda\u00e7o. Sem a liberdade de todas as vozes, n\u00e3o se chega aos fatos, contados sempre de um s\u00f3 lado e por isso tidos como fic\u00e7\u00e3o. O problema, por\u00e9m, \u00e9 que os santos, os poetas e os fil\u00f3sofos descobrem contradi\u00e7\u00f5es nos mandamentos.\u201d<br \/>\nRoberto DaMatta, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 09\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201c50% dos pais de adolescentes nos Estados Unidos j\u00e1 configuraram algum tipo de bloqueio autom\u00e1tico nas conex\u00f5es de internet para evitar que os filhos acessem sites \u2018indesej\u00e1veis\u2019.\u201d<br \/>\n\u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 10\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201cS\u00f3 h\u00e1 uma vida: a que estamos vivendo. \u00c9 \u00f3bvio. Mas por que mal conseguimos viver sem imaginar que ela possa ou deva ser \u2018outra\u2019? \u00c9 uma afli\u00e7\u00e3o moderna, p\u00f3s-rom\u00e2ntica.\u201d<br \/>\nContardo Calligaris, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 10\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201cA milion\u00e1ria chinesa Yu Youzhen decidiu trabalhar como gari para ser \u2018um bom exemplo\u2019 para seus dois filhos. A mulher, de 53 anos, \u00e9 dona de 17 im\u00f3veis na cidade de Wuhan, mas acorda \u00e0s 3horas, seis dias por semana, para trabalhar varrendo as ruas.\u201d<br \/>\nFelipe Corazza,\u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 12\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201cQue lugar resta para a raz\u00e3o numa comunica\u00e7\u00e3o pol\u00edtica regida cada vez mais pela l\u00f3gica do desejo, ou, pior ainda, pelo desejo de consumo? Alain Touraine viu esse impasse h\u00e1 cerca de 20 anos: \u2018As sociedades complexas e de mudan\u00e7as r\u00e1pidas pouco a pouco deixam de ser sociedades de interc\u00e2mbio, da comunica\u00e7\u00e3o e da argumenta\u00e7\u00e3o, para serem cada vez mais sociedades da express\u00e3o. (&#8230;). Cada vez menos tratamos com comunicadores e cada vez mais com atores\u2019.\u201d<br \/>\nEug\u00eanio Bucci, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 10\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201cAndamos com vidros fechados, portas travadas, vivemos atr\u00e1s de grades, protegidos por jaulas, c\u00e2meras, alarmes, c\u00e3es, seguran\u00e7as. E mesmo assim somos todos inseguros, Inquietos, neur\u00f3ticos, assustados. O rico tem medo mesmo no carro blindado, o classe m\u00e9dia tem medo, o emergente tem medo, temos medo do bandido, da pol\u00edcia, de todos.<br \/>\nO medo \u00e9 nossa segunda pele.\u201d<br \/>\nIgn\u00e1cio de Loyola Brand\u00e3o, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 11\/01\/2013<\/p>\n<p>\u201cNo in\u00edcio de mais um ano, as esperan\u00e7as se renovam e tamb\u00e9m a coragem para alcan\u00e7ar as metas que nos propomos. \u00c9 bom que seja assim: de esperan\u00e7a em esperan\u00e7a, vamos avan\u00e7ando e deixando marcas no caminho&#8230; A paz \u00e9 um direito das pessoas, ali\u00e1s, pouco respeitado. Ela \u00e9 ferida pelas guerras e pelo rastro de sofrimento, destrui\u00e7\u00e3o e morte; tamb\u00e9m \u00e9 ferida pelos mais variados atos de viol\u00eancia e injusti\u00e7a contra o pr\u00f3ximo, no desprezo e desrespeito \u00e0 dignidade das pessoas, no estilo de vida ego\u00edsta e individualista, que se fecha diante das necessidades do pr\u00f3ximo, no descuido ou na explora\u00e7\u00e3o insensata da natureza, sem levar em conta o bem comum. [&#8230;] A f\u00e9 crist\u00e3 traz elementos fundamentais para a edifica\u00e7\u00e3o da paz: cremos no Deus do amor, do perd\u00e3o, da miseric\u00f3rdia e da paz; cremos em Jesus Cristo, Filho de Deus. [&#8230;] No entanto, a paz n\u00e3o est\u00e1 pronta, como um produto de consumo que se possa conseguir por meio de passes m\u00e1gicos, ou pela imposi\u00e7\u00e3o da for\u00e7a sobre os outros. A paz \u00e9 um dom do Alto, enquanto Deus \u00e9 para o homem o fundamento e a garantia \u00faltima da justi\u00e7a, da esperan\u00e7a e da pr\u00e1tica do bem. Mas ela \u00e9 tamb\u00e9m tarefa do homem, fruto de idealismo e de uma busca tenaz, pessoal e coletiva. Ela se expressa na harmonia interior de cada pessoa, na sua rela\u00e7\u00e3o com o pr\u00f3ximo e com o mundo. A desordem na vida pessoal \u00e9 causa de falta de paz, ou da sua perda. A falta de retid\u00e3o na conduta pessoal n\u00e3o \u00e9 apenas \u2018quest\u00e3o pessoal\u2019, que interessa \u00e0 vida privada, mas tem repercuss\u00e3o sobre os outros e sobre o conv\u00edvio social. Com frequ\u00eancia isto fica esquecidos: ser bons, justos e honestos \u00e9 um bem para si e para os outros. Por isso, o cultivo de paz requer dignidade na conduta pessoal e honestidade em seguir os ditames da consci\u00eancia moral, que aponta para a pr\u00e1tica do bem e para a busca da verdade, da retid\u00e3o e da justi\u00e7a. Sem isso n\u00e3o h\u00e1 paz consigo mesmo. Nem com os outros. [&#8230;] Edificadores e educadores da paz ser\u00e3o reconhecidos como filhos de Deus.\u201d<br \/>\nDom Odilo P. Scherer, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 12\/01\/2013<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cFalo somente de mim, para quem Deus est\u00e1 morto; apenas fa\u00e7o rumina\u00e7\u00f5es, pensamentos obsessivos sobre a necessidade de consola\u00e7\u00e3o que tenho em mim, em minhas inerva\u00e7\u00f5es, assim como o garoto da bicicleta, meu \u2018alter ego\u2019. 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