{"id":670,"date":"2012-12-08T15:14:49","date_gmt":"2012-12-08T15:14:49","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/?p=670"},"modified":"2013-01-04T15:18:28","modified_gmt":"2013-01-04T15:18:28","slug":"49a-semana-de-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/2012\/12\/08\/49a-semana-de-2012\/","title":{"rendered":"49\u00aa semana de 2012"},"content":{"rendered":"<p>\u201cEu gosto de estar s\u00f3. N\u00e3o que goste de solid\u00e3o. A minha n\u00e3o \u00e9 vazia. [&#8230;] \u00c9 inevit\u00e1vel. A velhice chega, os filhos t\u00eam suas vidas, suas casas e suas necessidades. H\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o de que \u00e9 preciso dar aten\u00e7\u00e3o \u00e0 famosa terceira idade. \u00c9 um desassossego para os dois lados. [&#8230;] Crian\u00e7a sofre muito. \u00c9 todo um processo de civiliza\u00e7\u00e3o, de coer\u00e7\u00e3o e de enquadramento em cima delas. E isso \u00e9 uma agress\u00e3o violenta. Quando ou\u00e7o algu\u00e9m dizer que a inf\u00e2ncia foi a parte mais feliz de sua vida, olho com muita desconfian\u00e7a. Deve ter sido t\u00e3o terr\u00edvel que nem se lembra.\u201d<br \/>\nFernanda Montenegro, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 02\/12\/2012<\/p>\n<p>\u201cA maioria das pessoas vive perfeitamente bem sem saber diferenciar ci\u00eancia de pseudoci\u00eancia. Mais cedo ou mais tarde, por\u00e9m, em alguns momentos da vida esse conhecimento pode ser muito importante. Seja para decidir um tratamento m\u00e9dico, seja para analisar criticamente algum boato, seja para se posicionar frente a alguma decis\u00e3o importante que certamente influenciar\u00e1 a vida de seus filhos e netos. A sociedade como um todo deve assimilar a cultura cient\u00edfica. \u00c9 importante a participa\u00e7\u00e3o de institui\u00e7\u00f5es, grupos de interesse e processos coletivos estruturados em torno de sistemas de comunica\u00e7\u00e3o e difus\u00e3o social da ci\u00eancia, participa\u00e7\u00e3o dos cidad\u00e3os e mecanismos de avalia\u00e7\u00e3o social da ci\u00eancia. Em uma sociedade onde a ci\u00eancia e a tecnologia s\u00e3o agentes de mudan\u00e7as econ\u00f4micas e sociais, o analfabetismo cient\u00edfico, seja de quem for, pode ser um fator crucial para determinar decis\u00f5es que afetar\u00e3o nosso bem-estar social. \u00c9 imposs\u00edvel tomar uma decis\u00e3o consciente se n\u00e3o se tem um m\u00ednimo de entendimento sobre ci\u00eancia e tecnologia, como funcionam e como podem afetar nossas vidas.\u201d<br \/>\nMarcelo Knobel, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 02\/12\/2012<\/p>\n<p>\u201cOs focos de corrup\u00e7\u00e3o que se disseminam nos por\u00f5es da administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica se relacionam a outros fen\u00f4menos perversos, dentre os quais a burocracia e a mediocracia. O primeiro se ampara num amontoado de leis e regulamentos, donde se originam veredas e desvios para as negociatas e dribles na Justi\u00e7a. O segundo leva em conta a influ\u00eancia pol\u00edtica para a indica\u00e7\u00e3o e ocupa\u00e7\u00e3o de cargos p\u00fablicos. Perfis med\u00edocres e quadros despreparados acabam integrando os pelot\u00f5es de corrup\u00e7\u00e3o nas tr\u00eas inst\u00e2ncias federativas. O servilismo emerge, dessa forma, na sombra do favoritismo. Sob a bandeira da injusti\u00e7a e da indignidade. \u00c9 mais do que hora de resgatar o bras\u00e3o dos justos, hoje alvo de esc\u00e1rnio: &#8220;N\u00e3o h\u00e1 nada que pague o pre\u00e7o da honra&#8221;.<br \/>\nGaud\u00eancio Torquato, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 02\/12\/2012<\/p>\n<p>\u201cO errado n\u00e3o se torna certo por ser pr\u00e1tica de muitos, ou at\u00e9 de quase todos. Mas n\u00e3o apenas quem sai aos seus n\u00e3o degenera como, mais ainda, mesmo quem n\u00e3o \u00e9 crist\u00e3o h\u00e1 de ver sabedoria na observa\u00e7\u00e3o segundo a qual, antes de criticarmos o cisco no olho do pr\u00f3ximo, devemos cuidar da trave em nosso pr\u00f3prio olho. [&#8230;] Os envolvidos em corrup\u00e7\u00e3o e crimes correlatos n\u00e3o foram os primeiros, s\u00e3o herdeiros de uma velha tradi\u00e7\u00e3o nossa. N\u00e3o s\u00e3o exce\u00e7\u00f5es inusitadas. Antes, s\u00e3o a regra, tanto entre antecessores quanto entre contempor\u00e2neos. O inusitado s\u00e3o as puni\u00e7\u00f5es. Mas n\u00e3o achemos que, punindo-os como se o que fizeram n\u00e3o estivesse de acordo com nossos costumes, vamos finalmente viver sob o imp\u00e9rio da lei e da \u00e9tica, sem ter mudado nossa rela\u00e7\u00e3o frouxa com valores b\u00e1sicos, fingindo que n\u00e3o vemos nossa cumplicidade compreensiva e tolerante. Ponhamos a m\u00e3o na consci\u00eancia e reconhe\u00e7amos a verdade. N\u00e3o podemos atirar a primeira pedra, porque o pecado come\u00e7a conosco.\u201d<br \/>\nJo\u00e3o Ubaldo Ribeiro, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 02\/12\/2012<\/p>\n<p>\u201cA pesquisa N\u00f3s, Jovens Brasileiros, realizada pelo Portal Educacional, que mapeou o comportamento de 4 mil estudantes de 13 a 17 anos, alunos de 60 escolas particulares de todo o Pa\u00eds. E, quando o assunto \u00e9 internet, as descobertas revelam desde quest\u00f5es mais objetivas &#8211; como o tempo de uso, que cresce ano ap\u00f3s ano &#8211; at\u00e9 temas bem mais delicados, como a disposi\u00e7\u00e3o a se expor na rede. Um dos dados mais preocupantes \u00e9 o que mostra que, do total de entrevistados, 6% deles j\u00e1 apareceram nus ou seminus em fotos na rede e o mesmo porcentual j\u00e1 mostrou partes \u00edntimas de seu corpo para desconhecidos por meio de webcam. Al\u00e9m desses, outros 3% j\u00e1 pensaram em se exibir dessa forma, mas n\u00e3o puseram isso em pr\u00e1tica. [&#8230;] Para Carmen Neme, professora do programa de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o em Psicologia da Universidade Estadual de S\u00e3o Paulo (Unesp), \u2018o adolescente acha que nada vai acontecer, porque ele \u00e9 muito esperto. O problema n\u00e3o \u00e9 a internet. A quest\u00e3o \u00e9 que os adolescentes est\u00e3o sozinhos. Nunca se viveu de maneira t\u00e3o solit\u00e1ria como agora. Os pais est\u00e3o longe, e a internet parece suprir a aus\u00eancia\u2019.<br \/>\nOcimara Balmant, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 02\/12\/2012<\/p>\n<p>\u201cTalvez, seja mais dif\u00edcil ainda conviver com os filhos por per\u00edodos maiores do que os pais est\u00e3o acostumados. A partir de quando ficar com os filhos em casa transformou-se em um problema? Desde o momento em que ter filhos passou a ser uma ideia diferente da de acompanhar a vida de uma crian\u00e7a, cuidar dela, dedicar-se a ela, ficar dispon\u00edvel para o que possa acontecer; desde que passamos a querer viver com filhos do mesmo modo que viv\u00edamos antes de t\u00ea-los. A partir do momento em que nossa vida desobrigada deles parece ser muito mais sedutora. Por que temos filhos?\u201d<br \/>\nRosely Say\u00e3o, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 04\/12\/2012<\/p>\n<p>\u201cVida sem \u00e1gua, resistente e brava, espinhosa e \u00e1rida. \u00c9 fato noticiado todo ano. Do Maranh\u00e3o ao norte de Minas Gerais. Sebasti\u00e3o Salgado fotografou os tons marrons e os olhos tristes e famintos de homens e animais. A arte imortaliza o sofrimento, a resili\u00eancia e a for\u00e7a do povo sertanejo. Artistas de todos os tipos choraram e cantaram, pintaram e contaram. Mas, novamente, nenhuma solu\u00e7\u00e3o. \u00c9 dif\u00edcil resolver algo a partir de pressupostos equivocados. A principal dificuldade que o Pa\u00eds enfrenta est\u00e1 no pr\u00f3prio enunciado, no enfoque de combate \u00e0 seca. Um fen\u00f4meno clim\u00e1tico sistem\u00e1tico n\u00e3o \u00e9 para ser combatido. Algu\u00e9m imaginaria combater o gelo na Sib\u00e9ria? Deve-se, sim, criar melhores condi\u00e7\u00f5es de conviv\u00eancia com ele. O mais importante com rela\u00e7\u00e3o a esse problema \u00e9 que existem t\u00e9cnicas adaptadas \u00e0s condi\u00e7\u00f5es do Semi\u00e1rido. O renomado agr\u00f4nomo cearense Guimar\u00e3es Duque, por exemplo, desenvolveu um m\u00e9todo para a agricultura de sequeiro que foi objeto de muitas homenagens, mas pouca a\u00e7\u00e3o para coloc\u00e1-lo em pr\u00e1tica. E tamb\u00e9m, ao contr\u00e1rio do que se pensa e se divulga, existe \u00e1gua suficiente no Nordeste. S\u00f3 que, pelo modelo econ\u00f4mico do latif\u00fandio e do capitalismo tropical, a \u00e1gua tamb\u00e9m \u00e9 pessimamente distribu\u00edda. Concentra\u00e7\u00e3o de renda, concentra\u00e7\u00e3o de terras, concentra\u00e7\u00e3o do controle das \u00e1guas, eis os pressupostos da trag\u00e9dia que se renova. Aceitar passivamente a perpetua\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas assistencialistas e do clientelismo que assume novas formas. Enquanto a solidariedade pontual e os b\u00e1lsamos emergenciais continuarem a prevalecer, nada vai mudar de verdade. O sofrimento toma novas formas. Os preju\u00edzos ganham novos crit\u00e9rios de mensura\u00e7\u00e3o. \u00c9 a seca com ares de s\u00e9culo XXI.\u201d<br \/>\nFernando Lyra, Revista Carta Capital \u2013 05\/12\/2012<\/p>\n<p>\u201cEm tempos de crise, \u00e9 ainda mais importante demonstrar que voc\u00ea nem sempre saber\u00e1 tudo \u2013 e estar\u00e1 pronto para entender as mudan\u00e7as constantes e aprender com elas.\u201d<br \/>\nJim Collis, \u201cRevista Exame\u201d \u2013 05\/12\/2012<\/p>\n<p>\u201cA maioria dos consumidores n\u00e3o considera crime baixar m\u00fasicas ou filmes na internet sem pagar por eles. Essa foi uma das conclus\u00f5es de uma pesquisa da Fecom\u00e9rcio-RJ divulgada ontem. A fatia dos consumidores que consideram baixar m\u00fasicas pela internet uma pr\u00e1tica legal subiu de 48% em 2011 para 59% neste ano, enquanto o n\u00famero dos que consideram isso um crime diminuiu de 32% para 22%.\u201d<br \/>\nDenise Luna, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 06\/12\/2012<\/p>\n<p>\u201cUm dos riscos de escrever uma coluna de jornal hoje, ou de opinar em qualquer inst\u00e2ncia p\u00fablica, \u00e9 o oposto: ser ignorado, quando n\u00e3o perseguido e a\u00e7oitado num pelourinho de grunhidos, relinchos e cacarejos, a despeito da mais cuidadosa argumenta\u00e7\u00e3o. A maioria est\u00e1 ali para confirmar certezas pr\u00e9vias ou se irritar com quem diz o contr\u00e1rio.\u201d<br \/>\nMichel Laub, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 07\/12\/2012<\/p>\n<p>\u201cUm hipot\u00e9tico leitor de dois s\u00e9culos atr\u00e1s pensaria que os idosos s\u00e3o a perda irrepar\u00e1vel: afinal, uma crian\u00e7a, ningu\u00e9m sabe no que ela vai dar, enquanto um idoso \u00e9 patrim\u00f4nio consolidado. Num inc\u00eandio, voc\u00ea prefere que queime um caderno quase virgem ou o outro, no qual voc\u00ea anota seu di\u00e1rio h\u00e1 d\u00e9cadas?\u201d<br \/>\nContardo Calligaris, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 08\/12\/2012<\/p>\n<p>\u201cO futuro desse universo cada vez mais digital \u00e9 cheio de riscos. Imagine: colapso na nuvem. \u2018Crashes\u2019 de servidores, fibras \u00f3pticas rompidas, blecautes em s\u00e9rie nos principais polos hi-tech da Terra. Nos prim\u00f3rdios da web, uma situa\u00e7\u00e3o assim teria uma consequ\u00eancia grave: internet fora do ar. Grave, por\u00e9m \u00fanica. M\u00fasicas, filmes e demais arquivos baixados pela rede estariam a salvo, guardados nos computadores das casas das pessoas. Mas, hoje, tudo mudou. Um crash gigantesco seria muito mais devastador. Porque cada vez menos gente armazena em casa seus arquivos digitais. Est\u00e1 tudo em servidores poderosos, espalhados pelo mundo. Nessa nuvem, digital e amorfa.\u201d<br \/>\n\u00c1lvaro Pereira J\u00fanior, \u201cFolha de S.Paulo\u201d \u2013 08\/12\/2012<\/p>\n<p>\u201cSeria \u00f3timo se houvesse solu\u00e7\u00f5es f\u00e1ceis e imediatas para os problemas que nos acometem. Mas as coisas n\u00e3o s\u00e3o simples. \u00c9 por esse motivo que, ao inv\u00e9s de oferecer solu\u00e7\u00f5es m\u00e1gicas ao paciente, o psicoterapeuta se disp\u00f5e a ajud\u00e1-lo a entender a complexidade de seu pr\u00f3prio psiquismo, sua dimens\u00e3o inconsciente que abriga fantasias infantis ainda vigentes na atualidade, cujos padr\u00f5es anacr\u00f4nicos de funcionamento continuam a influenciar seu comportamento, seus relacionamentos pessoais e decis\u00f5es sem que ele mesmo disso se aperceba.\u201d<br \/>\nS\u00e9rgio Telles, \u201cO Estado de S.Paulo\u201d \u2013 08\/12\/2012<\/p>\n<p>\u201cO fim do ano se aproxima e, com ele, chegam tamb\u00e9m aquelas reflex\u00f5es que costumeiramente fazemos \u2013 o balan\u00e7o de sucessos e objetivos que conseguimos alcan\u00e7ar no ano que termina. Se seu balan\u00e7o, por acaso, acabar se mostrando pobrezinho ou muito pequeno, \u00e9 tempo de repensar coisas. [&#8230;] Voc\u00ea se engajou da maneira como deveria em trabalhos em equipe? Voc\u00ea exercitou seu autocontrole? Tomou medidas que o ajudaram a controlar seu g\u00eanio mais explosivo ou seu frequente mau humor? Voc\u00ea conseguiu desenvolver sua habilidade social e conviver melhor? [&#8230;] Meu ano foi muito bom, apesar de algumas situa\u00e7\u00f5es mais tristes e de algumas mudan\u00e7as necess\u00e1rias e doloridas. Nunca acho que algo \u00e9 totalmente ruim. Acho que situa\u00e7\u00f5es dif\u00edceis sempre aparecem para testar minha capacidade de lidar com elas ou para me ensinar alguma coisa. Por essas e por outras, j\u00e1 decidi: em 2013, que venham as novidades e tudo aquilo que me fizer questionar minhas certezas. Desejo-lhe o mesmo. Feliz 2013!\u201d<br \/>\nC\u00e9lia Le\u00e3o, \u201cRevista Voc\u00eaS\/A\u201d \u2013 dezembro de 2012<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cEu gosto de estar s\u00f3. N\u00e3o que goste de solid\u00e3o. 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