{"id":664,"date":"2012-11-25T13:15:54","date_gmt":"2012-11-25T13:15:54","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/?p=664"},"modified":"2012-11-26T13:19:12","modified_gmt":"2012-11-26T13:19:12","slug":"47a-semana-de-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/2012\/11\/25\/47a-semana-de-2012\/","title":{"rendered":"47\u00aa semana de 2012"},"content":{"rendered":"<p>\u201cA Am\u00e9rica Latina &#8216;\u00e9 a regi\u00e3o mais desigual do mundo&#8217;, como fez quest\u00e3o de ressaltar Al\u00edcia B\u00e1rcena, a secret\u00e1ria-executiva da Cepal (Comiss\u00e3o Econ\u00f4mica para a Am\u00e9rica Latina, bra\u00e7o da ONU). O que mais d\u00f3i, para quem acompanha c\u00fapulas internacionais h\u00e1 uns 30 anos, \u00e9 ouvir uma frase como essa ano ap\u00f3s ano, c\u00fapula ap\u00f3s c\u00fapula. D\u00f3i mais ainda quando se somam duas informa\u00e7\u00f5es: 1 &#8211; O Brasil, apesar de ser o pa\u00eds mais rico do subcontinente, \u00e9 um dos mais desiguais. 2 &#8211; A queda da desigualdade, no Brasil, diminuiu nos \u00faltimos 10 anos apenas entre sal\u00e1rios, n\u00e3o entre o rendimento do capital e do trabalho, que \u00e9 a mais obscena. Desigualdade n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico cap\u00edtulo em que a Am\u00e9rica Latina, conjunturalmente feliz, precisa progredir -e muito. A tributa\u00e7\u00e3o, por exemplo, &#8220;\u00e9 baixa para proporcionar servi\u00e7os p\u00fablicos de qualidade, que atendam \u00e0 demanda social&#8221;, como diz \u00c1ngel Gurr\u00eda, secret\u00e1rio-geral da OCDE (Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e o Desenvolvimento Econ\u00f4mico). Os impostos, na regi\u00e3o, pularam de 14% para 19% do Produto Interno Bruto, entre 1990 e 2010, em grande medida pelo que ocorreu no Brasil. Ainda assim, \u00e9 uma porcentagem baixa, se comparada aos 34% da m\u00e9dia da OCDE. Mas, aten\u00e7\u00e3o, aqui o Brasil n\u00e3o entra na foto geral: tanto ele como a Argentina arrecadam basicamente os 34% dos pa\u00edses ricos. Pena que n\u00e3o ofere\u00e7am servi\u00e7os p\u00fablicos do n\u00edvel dos pa\u00edses desenvolvidos. S\u00f3 cabe uma conclus\u00e3o: dinheiro existe, falta empreg\u00e1-lo de maneira correta. Pulemos para educa\u00e7\u00e3o: 50% dos estudantes latino-americanos n\u00e3o alcan\u00e7am os n\u00edveis m\u00ednimos de compreens\u00e3o de leitura, nos testes internacionais, quando, no mundo rico, a porcentagem de fracassados \u00e9 de 20%. Passemos ao investimento em inova\u00e7\u00e3o e tecnologia: n\u00e3o supera nunca de 0,7% do PIB, quando na Coreia, por exemplo, \u00e9 de 3%. &#8220;Se n\u00e3o corrigirmos o rumo, seremos todos empregados dos coreanos&#8221;, fulmina Gurr\u00eda. Poderia ter acrescentado &#8220;ou dos chineses&#8221;, que investem nessa \u00e1rea vital tanto quanto os coreanos. Mais um dado: a Am\u00e9rica Latina est\u00e1 investindo 2% de seu PIB em infraestrutura, quando precisaria de 5%, ano a ano, at\u00e9 2020, pelas contas de Gurr\u00eda.\u201d<br \/>\nCl\u00f3vis Rossi &#8211; \u201cFolha de S.Paulo\u201d, 18\/11\/2012<\/p>\n<p>\u201cSou ateu, mas convivo bem com diferen\u00e7as. Se a religi\u00e3o torna um sujeito feliz, minha recomenda\u00e7\u00e3o para ele \u00e9 que se entregue de corpo e alma. O mesmo vale para quem curte esportes, medita\u00e7\u00e3o e literatura. Cada qual deve procurar aquilo que o satisfaz, seja no plano f\u00edsico ou espiritual. Desde que a busca n\u00e3o cause mal a terceiros, tudo \u00e9 permitido.\u201d<br \/>\n H\u00e9lio Schwartsman &#8211; \u201cFolha de S.Paulo\u201d, 18\/11\/2012<\/p>\n<p>\u201cQuando Sartre disse que o inferno \u00e9 o outro, ele quis dizer que o outro, com sua diversidade, a sua mundivid\u00eancia, seu peculiar modo de conceber e praticar a vida, afeta o nosso ego. Ent\u00e3o, podemos traduzir as palavras dele como &#8220;o inferno \u00e9 outro&#8221; ou como &#8220;o inferno \u00e9 o ego&#8221;. Tenho dito para mim mesmo que, sem o eclipse do ego, ningu\u00e9m se ilumina. [&#8230;] Entusiasmo \u00e9 Deus dentro da gente. Os gregos dizem isso. Eu ponho alegria e amor no que fa\u00e7o. [&#8230;] Chega uma \u00e9poca em que voc\u00ea, em tudo o que voc\u00ea faz, j\u00e1 n\u00e3o precisa ser reconhecido, precisa se reconhecer.\u201d<br \/>\nCarlos Ayres Brito, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal &#8211; \u201cFolha de S.Paulo\u201d, 18\/11\/2012<\/p>\n<p>\u201cDe bem com a pr\u00f3pria vida, Carlos Ayres Britto melhorou a dos outros.\u201d<br \/>\nElio Gaspari &#8211; \u201cFolha de S.Paulo\u201d, 18\/11\/2012<\/p>\n<p>\u201cAo disponibilizar instantaneamente dados at\u00e9 h\u00e1 pouco inacess\u00edveis, a rede mundial de informa\u00e7\u00e3o deveria ter como finalidades \u00fanicas o est\u00edmulo \u00e0 reflex\u00e3o e o aumento do intelecto, n\u00e3o a propaga\u00e7\u00e3o de boatos e a superficialidade generalizada.[&#8230;] Ao contr\u00e1rio do que sugere nossa bandeira, ordem n\u00e3o leva necessariamente ao progresso. A ideia de velocidade e volume para redu\u00e7\u00e3o de erros \u00e9 caracter\u00edstica dos avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos do s\u00e9culo 20, em que o vagar de processos e o limite na oferta eram grandes problemas. Com a abund\u00e2ncia de conte\u00fado, passamos a viver um paradoxo de efici\u00eancia: h\u00e1 respostas demais para que se possa fazer bom uso delas. Por mais que um passeio nas paisagens informativas digitais d\u00ea a impress\u00e3o de que a cultura se enriquece, o que acontece muitas vezes \u00e9 o contr\u00e1rio: nos tornamos dep\u00f3sitos de dados e cita\u00e7\u00f5es impensadas.\u201d<br \/>\nLuli Radfahrer  &#8211; \u201cFolha de S.Paulo\u201d, 19\/11\/2012<\/p>\n<p>\u201cAs redes sociais s\u00e3o mesmo a maior vitrine da humanidade, nelas vemos sua rara intelig\u00eancia e sua quase hegem\u00f4nica banalidade. [&#8230;] Adultos condenados a inf\u00e2ncia moral seguramente viram pessoas de mau-car\u00e1ter com o tempo. Recentemente, numa conversa profissional, surgiu a quest\u00e3o do porqu\u00ea o mundo hoje tenderia \u00e0 banalidade e ao rid\u00edculo. A resposta me parece simples: porque a banalidade e o rid\u00edculo foram dados a n\u00f3s seres humanos em grandes quantidades e, por isso, quando muitos de n\u00f3s se juntam, a banalidade e o rid\u00edculo se imp\u00f5em como paisagem da alma. O rid\u00edculo \u00e9 uma das caras da democracia. O poeta russo Joseph Brodsky no seu ensaio &#8220;Discurso Inaugural&#8221;, parte da colet\u00e2nea &#8220;Menos que Um&#8221; (Cia. das Letras; esgotado), diz que os maus sentimentos s\u00e3o os mais comuns na humanidade; por isso, quando a humanidade se re\u00fane em bandos, a tend\u00eancia \u00e9 a de que os maus sentimentos nos sufoquem. Eu digo a mesma coisa da banalidade e do rid\u00edculo. A mediocridade s\u00f3 anda em bando. Por isso, apesar de as redes sociais servirem para muita coisa, entre elas coisas boas, na maior parte do tempo elas s\u00e3o o espelho social do rid\u00edculo na sua forma mais obscena.\u201d<br \/>\nLuiz Felipe Pond\u00e9 &#8211; \u201cFolha de S.Paulo\u201d, 19\/11\/2012<\/p>\n<p>\u201cTudo o que escrevo \u00e9 centrado na mesma pergunta: o que aconteceria se, em meio a nossa vida cotidiana, depar\u00e1ssemos com as a\u00e7\u00f5es de um Deus que trabalha a nosso favor, que nos ama e quer que sejamos pessoas melhores? [&#8230;] Atravessamos a vida sem pensar, mas momentos traum\u00e1ticos como doen\u00e7as e grandes perdas nos fazem parar e pensar em como nossas escolhas afetam quem est\u00e1 a nosso redor. [&#8230;] A pol\u00eamica \u00e9 um convite ao crescimento espiritual. Minhas cren\u00e7as de hoje s\u00e3o muito diferentes das que eu tinha h\u00e1 dez anos. E h\u00e1 dez anos achava que estava certo sobre tudo.\u201d<br \/>\nWilliam P. Young, autor do best-seller A Cabana \u2013 \u201cRevista \u00c9poca\u201d, 19\/11\/2012<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o temos ouvido os pedidos de ajuda que nos s\u00e3o lan\u00e7ados ou ouvimos, mas acreditamos que, mesmo em dificuldade, eles conseguir\u00e3o se virar sozinhos e superar o obst\u00e1culo que enfrentam. Alguns ir\u00e3o mesmo, n\u00e3o duvido disso. Mas poderiam sofrer bem menos e chegar ao mesmo resultado se sentissem que n\u00e3o est\u00e3o sozinhos no final de sua jornada. Outros, entretanto, poder\u00e3o ficar rodando em c\u00edrculos justamente por n\u00e3o encontrarem um incentivo, uma ajuda, uma companhia no momento dif\u00edcil pelo qual passam. E, depois de um tempo, at\u00e9 podem achar um caminho, mas n\u00e3o precisariam passar por esse sofrimento in\u00fatil.\u201d<br \/>\nRosely Say\u00e3o &#8211; \u201cFolha de S.Paulo\u201d, 20\/11\/2012<\/p>\n<p>\u201cNa verdade, por tr\u00e1s da defesa de tal modalidade de &#8220;livre express\u00e3o&#8221; h\u00e1 o desejo mal escondido de continuar repetindo os mesmos velhos preconceitos e a mesma viol\u00eancia contra os grupos vulner\u00e1veis de sempre. Por tr\u00e1s da atitude do adolescente que parece se deleitar com a descoberta de que \u00e9 capaz de enunciar, \u00e0 mesa do jantar, coment\u00e1rios &#8220;chocantes&#8221; que fazem seus pais liberais revirarem-se, h\u00e1 a tentativa de travestir desprezo social com a maquiagem da revolta do homem comum contra a ditadura dos intelectuais. No entanto, \u00e9 bom lembrar que uma democracia sabe separar a opini\u00e3o do preconceito. Uma opini\u00e3o \u00e9 aquilo que \u00e9, por defini\u00e7\u00e3o, indiferente. Ela abre um espa\u00e7o de indiferen\u00e7a a respeito de enunciados e discursos. Mas h\u00e1 enuncia\u00e7\u00f5es que n\u00e3o podem ser recebidas em indiferen\u00e7a, j\u00e1 que trazem, atr\u00e1s de si, as marcas da viol\u00eancia que produziram ao serem enunciados. Uma sociedade tem a obriga\u00e7\u00e3o moral de defender-se deles. Colocar uma advert\u00eancia em um livro por ter conte\u00fado que pode ser sentido por minorias raciais como viol\u00eancia, impedir que pessoas escarne\u00e7am de grupos socialmente vulner\u00e1veis \u00e9 condi\u00e7\u00e3o para um v\u00ednculo social m\u00ednimo. Claro, tais pessoas que julgam normal fazer piadas com negros nunca mudar\u00e3o de ideia. Mas elas devem saber que h\u00e1 certas coisas que n\u00e3o se diz impunemente. A falsa revolta \u00e9 apenas mais uma arma daqueles que querem continuar com as exclus\u00f5es de sempre.\u201d<br \/>\nVladimir Safatle &#8211; \u201cFolha de S.Paulo\u201d, 21\/11\/2012<\/p>\n<p>\u201cOs brasileiro demonstram dificuldade para se desligar do trabalho: 60% dos entrevistados (estudo do site de viagens Expedia) responderam checar seus e-mails profissionais regularmente durante as f\u00e9rias. Somente 7% nunca olham suas caixas de entrada.&#8221;<br \/>\n\u201cFolha de S.Paulo\u201d, 21\/11\/2012<\/p>\n<p>\u201cQuem tem filho na escola percebe logo: o que mais se espera da fam\u00edlia \u00e9 participa\u00e7\u00e3o e mais participa\u00e7\u00e3o. [&#8230;] Mas, mesmo quando n\u00e3o tem brechas na agenda para tanto pode contribuir com a aprendizagem. \u2018Existe uma ideia de que fam\u00edlia presente \u00e9 s\u00f3 aquela que fica, diariamente, ao lado do filho para ajudar a fazer a li\u00e7\u00e3o, informando, corrigindo, ensinando. Mas h\u00e1 outras formas efetivas de participa\u00e7\u00e3o\u2019, avisa a pedagoga D\u00e9bora Vaz, diretora da Escola Castanheiras, em Tambor\u00e9, na Grande S\u00e3o Paulo. Na pr\u00e1tica, o papel da fam\u00edlia inclui garantir um espa\u00e7o adequado para a realiza\u00e7\u00e3o das tarefas, dar acesso a fontes de pesquisa, fornecer os materiais necess\u00e1rios, estabelecer com a crian\u00e7a ou o adolescente uma rotina de estudos, cobrar pontualidade, concentra\u00e7\u00e3o e capricho \u2013 at\u00e9 solicitar que o trabalho seja refeito quando, visivelmente, foi produzido s\u00f3 para se livrar da obriga\u00e7\u00e3o. Sua principal miss\u00e3o \u00e9 estimular o comprometimento e uma no\u00e7\u00e3o de responsabilidade. \u2018N\u00e3o se trata de estar do lado no momento da li\u00e7\u00e3o para exigir a resposta correta, mas de incentivar desde cedo atitudes coerentes em rela\u00e7\u00e3o aos estudos\u2019, ressalta D\u00e9bora. E isso n\u00e3o requer saber os conte\u00fados ensinados em classe nem ter de reservar muito tempo. [&#8230;] A educadora Luciana Fevorin enfatiza que, nas chances de falar sobre a escola ou de estar nela, a fam\u00edlia deve observar o tipo de v\u00ednculo estabelecido pela crian\u00e7a ou pelo adolescente com o ato de aprender. \u2018Os pais precisam ver se o filho aceita desafios ou se intimida diante deles, se lida bem com corre\u00e7\u00f5es, se \u00e9 muito exigente consigo mesmo ou, pelo contr\u00e1rio, faz qualquer coisa para se livrar das tarefas e o que diz sobre professores e amigos\u2019, explica.\u201d<br \/>\nPaulo de Camargo, \u201cRevista Claudia\u201d \u2013 novembro de 2012<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cA Am\u00e9rica Latina &#8216;\u00e9 a regi\u00e3o mais desigual do mundo&#8217;, como fez quest\u00e3o de ressaltar Al\u00edcia B\u00e1rcena, a secret\u00e1ria-executiva da Cepal (Comiss\u00e3o Econ\u00f4mica para a Am\u00e9rica Latina, bra\u00e7o da ONU). 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