{"id":609,"date":"2012-06-10T16:42:35","date_gmt":"2012-06-10T16:42:35","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/?p=609"},"modified":"2012-06-10T20:43:07","modified_gmt":"2012-06-10T20:43:07","slug":"23a-semana-de-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/2012\/06\/10\/23a-semana-de-2012\/","title":{"rendered":"23\u00aa semana de 2012"},"content":{"rendered":"<p>\u201cPed\u00f3filos sempre existiram, existem e existir\u00e3o, mais do que se imagina, mais do que se sabe. S\u00e3o pessoas com desordem mental, e quem n\u00e3o ouviu falar que em regi\u00f5es mais atrasadas pais tiveram rela\u00e7\u00f5es com uma ou mais filhas, tendo at\u00e9 engravidado algumas, que se tornaram m\u00e3es de suas pr\u00f3prias irm\u00e3s. Isso acontece no Brasil profundo e tamb\u00e9m em pa\u00edses altamente civilizados. A mis\u00e9ria humana n\u00e3o tem limites. [&#8230;] Cabe \u00e0s m\u00e3es e aos pais ficarem atentos, n\u00e3o deixarem suas filhas\/filhos em situa\u00e7\u00f5es de risco, olhar atentamente o que se passa, e desconfiar sempre, sem medo de estar pensando em &#8220;maldades&#8221;, sabendo que essas coisas acontecem nas melhores fam\u00edlias. N\u00e3o vivemos em um mundo ideal. O abuso sexual causa efeito devastador nos que o sofrem, e precisam de apoio profissional, apoio esse que deve ser forte e positivo; s\u00f3 o amor de m\u00e3e e pai n\u00e3o \u00e9 suficiente.\u201d<br \/>\nDanuza Le\u00e3o \u2013 Folha de S.Paulo, 03\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cO perigo mora pr\u00f3ximo do l\u00edder carism\u00e1tico que se coloca em p\u00e9 de igualdade com o sagrado. Mais cedo ou mais tarde, o her\u00f3i se achar\u00e1 t\u00e3o potente a ponto de querer tomar o lugar de Deus.\u201d<br \/>\nGaud\u00eancio Torquato &#8211; O Estado de S.Paulo, 03\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cA m\u00fasica tem um espa\u00e7o no cora\u00e7\u00e3o das pessoas. \u00c9 muito usada como paliativo. Hoje, ouve-se m\u00fasica muito mais com a bunda do que com os ouvidos. H\u00e1 muito mais preocupa\u00e7\u00e3o em se divertir do que em parar para pensar.\u201d<br \/>\nDori Caymmi &#8211; O Estado de S.Paulo, 04\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cO que acontece, com o tempo, e n\u00e3o s\u00f3 na carreira, voc\u00ea sente que um estilo funciona para algumas coisas, mas em outras n\u00e3o \u00e9 bom. Quando se \u00e9 jovem e impetuoso, o seu estilo precede qualquer coisa, voc\u00ea \u00e9 sempre a mesma coisa. Depois, com o autoconhecimento, voc\u00ea come\u00e7a a exercitar perfis diferentes, mesmo que n\u00e3o seja o seu. Quando voc\u00ea fala em lideran\u00e7a, existem perfis de lideran\u00e7a, voc\u00ea \u00e9 um l\u00edder educador num momento, num outro pode ser um l\u00edder meio d\u00e9spota, porque a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 de crise e \u00e9 preciso algu\u00e9m que bata o bumbo. Tem tamb\u00e9m o l\u00edder inspirador. Na realidade, o l\u00edder tem de ser tudo, mas cada perfil desses grita mais em determinados momentos. Quanto mais instrumentalizado voc\u00ea est\u00e1, quanto mais consciente voc\u00ea est\u00e1 de si, voc\u00ea pula de um perfil para outro sob o seu pr\u00f3prio comando. \u00c9 o autocontrole em cima daquilo que voc\u00ea sabe o que voc\u00ea \u00e9.\u201d<br \/>\nCesar Marinho &#8211; O Estado de S.Paulo, 04\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201c\u2018Um jovem rabino, angustiado com o destino da sua alma, conversava com seu mestre, mais velho e mais s\u00e1bio, em algum lugar do Leste Europeu entre os s\u00e9culos 18 e 19. Pergunta o mais jovem: \u2018O senhor n\u00e3o teme que quando morrer ser\u00e1 indagado por Deus do porqu\u00ea de n\u00e3o ter conseguido ser um Mois\u00e9s ou um Elias? Eu sempre temo esse dia\u2019. O mestre teria respondido algo assim: \u2018Quando eu morrer e estiver na presen\u00e7a de Deus, n\u00e3o temo que Ele me pergunte pela raz\u00e3o de n\u00e3o ter conseguido ser um Mois\u00e9s ou um Elias, temo que Ele me pergunte pela raz\u00e3o de eu n\u00e3o ter conseguido ser eu mesmo\u2019. Trata-se de um dos milhares de contos hass\u00eddicos, contos esses que comp\u00f5em a sabedoria do hassidismo, cultura m\u00edstica judaica que nasce, \u2018oficialmente\u2019, com o Rabi Baal Shem Tov, que teria nascido por volta de 1700 na Pol\u00f4nia. [&#8230;] S\u00e3o muitas as ang\u00fastias de quem acredita haver um encontro com Deus ap\u00f3s a morte. Mas ningu\u00e9m precisa acreditar em Deus ou num encontro como esse para entender a for\u00e7a de uma narrativa como esta: o primeiro encontro, em nossa vida, que pode vir a ser terr\u00edvel, \u00e9 consigo mesmo. Claro que se Deus existe, isso assume dimens\u00f5es abissais. [&#8230;] Enfrentar-se a si mesmo, reconhecer suas mazelas, suas inseguran\u00e7as e ainda assim assumir-se \u00e9 atravessar um inferno de sil\u00eancio e solid\u00e3o. [&#8230;] Ao contr\u00e1rio do que dizia o velho Sartre, o inferno n\u00e3o s\u00e3o os outros, mas sim n\u00f3s mesmos.\u201d<br \/>\nLuiz Felipe Pond\u00e9 \u2013 Folha de S.Paulo, 04\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cO condom\u00ednio fechado \u00e9 uma privatiza\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o. Isso, para a cidade, n\u00e3o \u00e9 bom, porque, a partir do momento em que voc\u00ea diz que aqui s\u00f3 entra quem \u00e9 dono, est\u00e1 dizendo que milh\u00f5es de pessoas est\u00e3o ficando fora. Talvez esse milh\u00e3o de pessoas n\u00e3o fique muito contente. Teses na USP j\u00e1 evidenciaram que, ao mesmo tempo em que cresceram os condom\u00ednios fechados, a viol\u00eancia tamb\u00e9m cresceu. A segrega\u00e7\u00e3o, tecnicamente, aumenta a viol\u00eancia. Seja a segrega\u00e7\u00e3o do rico no condom\u00ednio, seja a reprodu\u00e7\u00e3o disso nas camadas mais pobres. A integra\u00e7\u00e3o \u00e9 contra a viol\u00eancia.\u201d<br \/>\nEvandro Spinelli \u2013 Folha de S.Paulo, 04\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cO Brasil tem uma grande escolha diante de si. Quem ele quer impressionar? Quer erguer pr\u00e9dios que digam ao mundo qu\u00e3o incr\u00edvel o Brasil \u00e9 ou quer construir pr\u00e9dios que mostrem aos pr\u00f3prios brasileiros a for\u00e7a do Brasil? A Olimp\u00edada fracassou, em v\u00e1rios pa\u00edses, em produzir dividendos econ\u00f4micos e legados depois dos eventos. [&#8230;] Um teto melhor e um encanamento que funcione n\u00e3o s\u00e3o suficientes para criar uma boa comunidade. Cresci em uma \u00e1rea pobre da periferia de Londres. N\u00e3o interessava a qualidade da constru\u00e7\u00e3o, as ruas viviam vazias, era um lugar inseguro, meu \u00fanico sonho era sair dali. Dependendo de como essas casas sejam constru\u00eddas, sem urbanismo, sem transporte p\u00fablico, podem virar as favelas do futuro. Sem falar que ainda h\u00e1 muito trabalho para melhorar as favelas j\u00e1 existentes, formaliz\u00e1-las.\u201d<br \/>\nCameron Sinclair \u2013 Folha de S.Paulo, 05\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cVoc\u00ea est\u00e1 contente com o seu corpo? Pense bem. Olhe-se bem. Os ingleses n\u00e3o est\u00e3o. Informa a BBC Brasil que um grupo de deputados auscultou a popula\u00e7\u00e3o nativa a respeito. As conclus\u00f5es do estudo, intitulado &#8220;Reflections on Body Image&#8221; (&#8220;reflex\u00f5es sobre a imagem do corpo&#8221;), s\u00e3o dram\u00e1ticas: ningu\u00e9m gosta da respectiva carca\u00e7a. Nas escolas, o cen\u00e1rio \u00e9 particularmente aterrador: um em cada cinco meninos de 10 anos despreza a pr\u00f3pria figura; uma em cada tr\u00eas meninas tamb\u00e9m. [&#8230;] Quando existe um horizonte de eternidade pela frente, e quando a eternidade se assume como prolongamento da exist\u00eancia terrena e compensa\u00e7\u00e3o de suas mis\u00e9rias, \u00e9 normal que o olhar humano n\u00e3o atribua ao corpo e \u00e0s suas imperfei\u00e7\u00f5es o lugar hist\u00e9rico de hoje. Esse horizonte de eternidade perdeu-se.\u201d<br \/>\nJo\u00e3o Pereira Coutinho \u2013 Folha de S.Paulo, 05\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cEmo\u00e7\u00f5es existem, sempre existiram, nem a idade nem o controle interior que adquirimos \u00e0 custa das porradas da vida conseguem risc\u00e1-las dentro da gente.\u201d<br \/>\nCarlos Heitor Cony \u2013 Folha de S.Paulo, 05\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cDepois de invadir uma casa e furtar dois envelopes com dinheiro, o ladr\u00e3o se arrependeu e, al\u00e9m de devolver a maior parte da import\u00e2ncia levada, deixou uma carta com pedido de desculpas. O caso, divulgado ontem pela Pol\u00edcia Civil, aconteceu em Tatu\u00ed, a 142 km de S\u00e3o Paulo. [&#8230;] \u2018Te roubei, mas estou devolvendo o dinheiro, pois sou evang\u00e9lico e conhe\u00e7o as leis de Deus.\u2019 Ele conta como praticou o furto e pede \u20181.000 perd\u00f5es\u2019. No final, d\u00e1 um conselho \u00e0 v\u00edtima: \u2018Coloque cadeado nas janelas. Abra\u00e7os.\u2019\u201d<br \/>\n O Estado de S.Paulo, 06\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cNo Dia do Meio Ambiente, os governantes costumam posar para fotos plantando uma \u00e1rvore. Seria interessante conhecer o destino de todas elas, plantadas em solenidades, talvez abandonadas logo depois. Mas o problema real n\u00e3o \u00e9 plantar -gesto simb\u00f3lico positivo-, se n\u00e3o fosse a devasta\u00e7\u00e3o ambiental que a maioria de seus plantadores pratica nos outros dias do ano. [&#8230;] Em acelerado retrocesso, vamos \u00e0 Rio+20. O que se anuncia \u00e9 um vexame de governos titubeantes diante de uma sociedade mais consciente e exigente. As negocia\u00e7\u00f5es deixam antever documentos sem metas ou a\u00e7\u00f5es efetivas. A opini\u00e3o p\u00fablica global reclama por isso, enquanto os governos e seus operadores se empenham para baixar as expectativas. Resta-nos a tarefa de continuar alertando para os graves problemas da perda de biodiversidade, da desertifica\u00e7\u00e3o e do aquecimento do clima -h\u00e1 20 anos anunciados como a mais perigosa amea\u00e7a ao equil\u00edbrio da Terra. Tudo isso se mant\u00e9m no mais alto n\u00edvel de risco \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o da vida. Por isso, a cobran\u00e7a por medidas urgentes, urgent\u00edssimas e efetivas, para enfrentar esses graves problemas, deve permanecer no patamar mais elevado de nossas exig\u00eancias \u00e9ticas e pol\u00edticas.\u201d<br \/>\nMarina Silva \u2013 Folha de S.Paulo, 08\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cContra todas as advert\u00eancias, o homem est\u00e1 fazendo o poss\u00edvel para arruinar de vez o burgo que teve a infelicidade de abrig\u00e1-lo. \u00c9 s\u00f3 atentar para certos n\u00fameros revelados h\u00e1 pouco pela ONU. Em 2050, a popula\u00e7\u00e3o mundial (que hoje \u00e9 de 7 bilh\u00f5es) chegar\u00e1 a 9 bilh\u00f5es, dos quais 6,3 bilh\u00f5es viver\u00e3o em cidades (quase o dobro dos 3,5 bilh\u00f5es atuais). Significa que \u00e1reas do tamanho de v\u00e1rios pa\u00edses europeus somados ser\u00e3o desmatadas, urbanizadas e tomadas por autom\u00f3veis, tendo a bordo uma nova e monumental classe m\u00e9dia faminta de consumo, produtora de lixo e cega para as consequ\u00eancias de sua f\u00faria predat\u00f3ria.\u201d<br \/>\nRuy Castro \u2013 Folha de S.Paulo, 08\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cO di\u00e1logo entre as religi\u00f5es n\u00e3o pode ser uma simples compara\u00e7\u00e3o de hierarquias de valores. Um di\u00e1logo \u00e9 aut\u00eantico quando acolhemos o outro, sem anular as diferen\u00e7as. Creio que seja este, hoje, o desafio para todas as grandes religi\u00f5es.\u201d<br \/>\nMauro Maldonato \u2013 Folha de S.Paulo, 09\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cOs autistas s\u00e3o estrangeiros onde quer que estejam. Nosso mundo para eles \u00e9 assustador. Mas n\u00f3s podemos busc\u00e1-los. Quem trata esse tipo de altera\u00e7\u00e3o precisa gostar muito de gente. \u00c9 preciso exercitar a solidariedade.\u201d<br \/>\nAna Beatriz Barbosa \u2013 Folha de S.Paulo, 09\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cOs EUA perdem mais membros do Ex\u00e9rcito em suic\u00eddios do que em combate. O n\u00famero chegou a 154 nos cinco primeiros meses deste ano, m\u00e9dia de aproximadamente um por dia, contra 130 no mesmo per\u00edodo do ano passado.\u201d<br \/>\n O Estado de S.Paulo, 09\/06\/2012<\/p>\n<p>\u201cNo Ocidente, temos vivido desde o s\u00e9culo 20 a desconstru\u00e7\u00e3o dos valores tradicionais. Ela teve efeitos negativos, mas tamb\u00e9m formidavelmente positivos, em especial para os homossexuais e as mulheres. Observe que um pa\u00eds como a Su\u00ed\u00e7a, o \u00faltimo cant\u00e3o a conceder o direito de voto \u00e0s mulheres o fez, pense bem, em 29 de abril de 1991! Isso quer dizer que, at\u00e9 ent\u00e3o, as mulheres ainda eram vistas como crian\u00e7as. Na Fran\u00e7a, foi um pouco mais cedo, mas, enfim, foi preciso esperar o fim da 2\u00aa Guerra para que as mulheres tivessem direito de voto. Quanto aos homossexuais, lembre-se que a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade definia a homossexualidade como doen\u00e7a at\u00e9 1990! Sim, nosso mundo ocidental mudou mais nos 50 anos da segunda metade do s\u00e9culo 20 do que nos 500 anos anteriores! [&#8230;] O verdadeiro motor da desconstru\u00e7\u00e3o dos valores tradicionais foi o capitalismo moderno.\u201d<br \/>\nLuc Ferry &#8211; O Estado de S.Paulo, 09\/06\/2012<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cPed\u00f3filos sempre existiram, existem e existir\u00e3o, mais do que se imagina, mais do que se sabe. S\u00e3o pessoas com desordem mental, e quem n\u00e3o ouviu falar que em regi\u00f5es mais atrasadas pais tiveram rela\u00e7\u00f5es com uma ou mais filhas, tendo at\u00e9 engravidado algumas, que se tornaram m\u00e3es de suas pr\u00f3prias irm\u00e3s. 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