{"id":605,"date":"2012-06-08T12:37:27","date_gmt":"2012-06-08T12:37:27","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/?p=605"},"modified":"2012-06-08T21:39:00","modified_gmt":"2012-06-08T21:39:00","slug":"21a-semana-de-2012","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/2012\/06\/08\/21a-semana-de-2012\/","title":{"rendered":"21\u00aa semana de 2012"},"content":{"rendered":"<p>\u201cO registro de um trauma depende da pele ps\u00edquica de cada um, do quanto aquela agress\u00e3o fere a pela ps\u00edquica do indiv\u00edduo. [&#8230;] Freud tem uma passagem sobre o desamparo em que o localiza no nascimento do ser humano. O beb\u00ea humano, diferentemente do de outras esp\u00e9cies, \u00e9 indefeso. Deixado \u00e0 pr\u00f3pria sorte, n\u00e3o consegue nem se virar, morre. Isso cria um registro na mente infantil, que gera o medo do desamparo.\u201d<br \/>\nReinaldo Morano O Estado de S.Paulo, 20\/05\/2012<\/p>\n<p>\u201cDefinitivamente, sustentabilidade n\u00e3o \u00e9 abra\u00e7ar \u00e1rvores. \u00c9 adotar uma nova postura com respeito \u00e0s pessoas, ao neg\u00f3cio, aos fluxos financeiros, aos investimentos e \u00e0s decis\u00f5es comerciais. \u00c9 a forma pela qual as empresas alcan\u00e7ar\u00e3o resultados a partir de agora: inovando nas rela\u00e7\u00f5es.\u201d<br \/>\nAltair Assump\u00e7\u00e3o, Antonio Lombardi e Marcelo T\u00f4rres &#8211; O Estado de S.Paulo, 21\/05\/2012<\/p>\n<p>\u201cO sistema \u00e9 corrupto e feio. E mudar isso \u00e9 quase imposs\u00edvel. A pol\u00edtica \u00e9 igual \u00e0 educa\u00e7\u00e3o: zero.\u201d<br \/>\nRom\u00e1rio, Revista Caros Amigos \u2013 maio de 2012<\/p>\n<p>\u201cUm bom l\u00edder deve ter coragem para defender aquilo que acredita. Mas lideran\u00e7a tamb\u00e9m significa dar e receber, n\u00e3o entrar numa negocia\u00e7\u00e3o com seu ego em jogo. O que fez de Nelson Mandela um grande l\u00edder depois de quase 28 anos de pris\u00e3o? Mandela n\u00e3o acreditava num jogo de soma zero. N\u00e3o acreditava que o outro lado tinha de ser esmagado a fim de vencer. [&#8230;] \u00c9 poss\u00edvel superar diferen\u00e7as. O segredo \u00e9 minimizar os extremos em qualquer tipo de relacionamento e permanecer em um sensato centro.\u201d<br \/>\nChristiane Amanpour \u2013 Harvard Business Review \u2013 maio de 2012<\/p>\n<p>\u201cSeis em cada dez trabalhadores ingleses consideram a possibilidade de trocar de carreira para voltar a crescer profissionalmente. Entre os empregados canadenses, americanos e franceses, tr\u00eas em cada dez pensam  em fazer o mesmo movimento. Essa \u00e9 a conclus\u00e3o de uma pesquisa recente, feita com mais de 4600 funcion\u00e1rios de empresas na Europa, na Am\u00e9rica de Norte e na \u00c1sia. Os profissionais querem trocar de carreira para fugir da estagna\u00e7\u00e3o que assolou companhias e setores inteiros em seu pa\u00eds. Segundo o levantamento da recrutadora Monster Worldwide, apenas 15% dos empregados afirmam n\u00e3o ter sido impactados pela desacelera\u00e7\u00e3o da economia.\u201d<br \/>\nLuiz de Fran\u00e7a \u2013 Revista Voc\u00eaS\/A \u2013 maio de 2012<\/p>\n<p>\u201cA rela\u00e7\u00e3o entre ess\u00eancia e apar\u00eancia, ou entre \u2018quem somos\u2019 e \u2018o que mostramos para os outros\u2019 \u00e9 um tema antigo, que sugere que o problema tem caminhado junto com a humanidade. O que mudou bastante, principalmente nos \u00faltimos anos, \u00e9 a quest\u00e3o da exposi\u00e7\u00e3o. Hoje, nos mostramos muito mais aos outros \u2013 e as redes sociais est\u00e3o a\u00ed para comprovar isso. Sabemos mais na vida alheia, conhecemos mais suas prefer\u00eancias, seus gostos. \u2018Atualmente, \u00e9 n\u00edtido que h\u00e1 mais espa\u00e7os para a exposi\u00e7\u00e3o de si mesmo, mas o problema existencial continua\u2019, explica Lu\u00eds Mauro S\u00e1 Martino, doutor em ci\u00eancias sociais pela PUC-SP. Afinal, se a apar\u00eancia est\u00e1 mais vis\u00edvel, a ess\u00eancia, essa linha mestra que nos define, muitas vezes fica para segundo plano, o que leva as pessoas mais a aparentar do que, de fato, ser. E o que somos \u2013 ou como achamos que somos \u2013 leva em conta, no mundo contempor\u00e2neo, um conjunto de caracter\u00edsticas culturais e individuais: g\u00eanero, comunidade, afeto, emo\u00e7\u00e3o e v\u00ednculos pol\u00edticos, por exemplo. \u2018A moderna no\u00e7\u00e3o de pessoa come\u00e7a no s\u00e9culo 18, com o princ\u00edpio de que todos os seres humanos s\u00e3o livres e iguais. Hoje essa no\u00e7\u00e3o, ganhou outras dimens\u00f5es \u2013 o afeto, a emo\u00e7\u00e3o e o respeito \u00e0s diferen\u00e7as, por exemplo\u2019, afirma  Martino.\u201d<br \/>\nRafael Tonon \u2013 Revista Simples \u2013 maio de 2012 <\/p>\n<p>\u201cNum contexto cultural patriarcal e machista como o nosso, a agredida tende a ser condescendente com o agressor. A lei precisa proteger a agredida dela mesma, de sua vulnerabilidade hist\u00f3rica\u201d.<br \/>\nCarlos Ayres Britto, Revista Claudia \u2013 maio de 2012<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cO registro de um trauma depende da pele ps\u00edquica de cada um, do quanto aquela agress\u00e3o fere a pela ps\u00edquica do indiv\u00edduo. [&#8230;] Freud tem uma passagem sobre o desamparo em que o localiza no nascimento do ser humano. O beb\u00ea humano, diferentemente do de outras esp\u00e9cies, \u00e9 indefeso. 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