{"id":471,"date":"2011-05-26T17:16:46","date_gmt":"2011-05-26T17:16:46","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/?p=471"},"modified":"2011-05-26T22:29:40","modified_gmt":"2011-05-26T22:29:40","slug":"20%c2%aa-semana-de-2011","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/2011\/05\/26\/20%c2%aa-semana-de-2011\/","title":{"rendered":"20\u00aa semana de 2011"},"content":{"rendered":"<p>\u201cAs psic\u00f3logas holandesas Elianne van Steenbergen e Naomi Ellermers, da Universidade de Leiden, entrevistaram mulheres que tinham grande sucesso profissional e eram engajadas em v\u00e1rias causas e projetos pessoais. Segundo as entrevistas, \u2018as supertrabalhadoras\u2019 se sentiam ainda mais ativas quando se dedicavam \u00e0 vida afetiva, aos parceiros, filhos e amigos. J\u00e1 as que se dedicavam apenas \u00e0 profiss\u00e3o, em detrimento de rela\u00e7\u00f5es pessoais, mostravam-se mais cansadas e insatisfeitas. O resultado indica que n\u00e3o h\u00e1, necessariamente, contradi\u00e7\u00e3o entre trabalho e fam\u00edlia \u2013 o maior desafio parece ser encontrar tempo para diversificar os interesses e investimentos afetivos e, assim, ter a possibilidade de viver experi\u00eancias mais satisfat\u00f3rias em diversas \u00e1reas.\u201d<br \/>\n                                                                                                                                                                                                                     Nikolas Westerhoff, Revista Mente e C\u00e9rebro, maio de 2011<\/p>\n<p>\u201cSe algu\u00e9m perguntar se sua vida foi, at\u00e9 agora, um sucesso ou um fracasso, o que voc\u00ea vai responder? O que \u00e9 ter tido uma vida de sucesso? Bem, depende de cada um. [&#8230;] Temos todos -quase todos- excelentes raz\u00f5es para achar que nossa vida foi gloriosa ou um vale de l\u00e1grimas. Voc\u00ea, por exemplo, j\u00e1 deve ter passado por \u00f3timos e por p\u00e9ssimos momentos; quais ficaram na sua cabe\u00e7a, ou melhor, no seu cora\u00e7\u00e3o? Os melhores ou os piores?\u201d<br \/>\n                                                                                                                                                                                                                                            Danuza Le\u00e3o, Folha de S.Paulo, 15\/05\/2011<\/p>\n<p>\u201cPesquisa da faculdade de sa\u00fade p\u00fablica de Harvard revela que sim: tanto a tristeza como a felicidade \u2018pegam\u2019. Usando recursos da epidemiologia, os pesquisadores mediram como pessoas que demonstram alegria propagam uma atitude mais positiva entre familiares e amigos, gerando um cont\u00e1gio. Viram tamb\u00e9m que a tristeza passa por fen\u00f4meno semelhante, mas (felizmente) sem a mesma intensidade da felicidade. A informa\u00e7\u00e3o \u00e9 baseada no acompanhamento de 5.000 pessoas durante 20 anos.<br \/>\nOs cientistas da felicidade, usando equipamentos de resson\u00e2ncia magn\u00e9tica e grupos de controle, est\u00e3o dando car\u00e1ter cient\u00edfico a pr\u00e1ticas milenares, como a medita\u00e7\u00e3o. Esse conhecimento j\u00e1 vem sendo experimentado nos hospitais para ajudar na recupera\u00e7\u00e3o de pacientes.<br \/>\nTamb\u00e9m nos hospitais s\u00e3o feitos testes que revelam como pessoas alto-astrais t\u00eam menos propens\u00e3o a problemas do cora\u00e7\u00e3o, hipertens\u00e3o, diabetes ou infec\u00e7\u00f5es respirat\u00f3rias. Vemos, assim, como determinadas sensa\u00e7\u00f5es provocam rea\u00e7\u00f5es bioqu\u00edmicas no corpo.\u201d<br \/>\n                                                                                                                                                                                                                                   Gilberto Dimenstein, Folha de S.Paulo, 15\/05\/2011<\/p>\n<p>\u201cHoje, n\u00e3o queremos apenas ser felizes. Sentimos a obriga\u00e7\u00e3o esmagadora de o ser: de acumular os objetos, as experi\u00eancias e as apar\u00eancias de uma utopia pessoal t\u00e3o devastadora como as utopias coletivas do passado. [&#8230;] Quem vive para um \u00fanico fim perfeito n\u00e3o pode tolerar uma multid\u00e3o de momentos imperfeitos.\u201d<br \/>\n                                                                                                                                                                                                                               Jo\u00e3o Pereira Coutinho, Folha de S.Paulo, 17\/05\/2011<\/p>\n<p>\u201cEm muitas dessas vezes, a origem da depress\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma perda, nem propriamente uma frustra\u00e7\u00e3o, mas a apari\u00e7\u00e3o de um desejo novo que n\u00e3o foi reconhecido. E os novos desejos, sobretudo quando s\u00e3o silenciados, desvalorizam a vida que estamos vivendo.\u201d<br \/>\n                                                                                                                                                                                                                                    Contardo Calligaris, Folha de S.Paulo, 19\/05\/2011<\/p>\n<p>\u201cAcho que as corpora\u00e7\u00f5es s\u00e3o abatedouros da alma humana. Ainda temos um longo caminho pela frente at\u00e9 encontrar o equil\u00edbrio entre vida pessoal e trabalho. A natureza das empresas \u00e9 fazer o profissional trabalhar o m\u00e1ximo poss\u00edvel. Elas querem fazer dinheiro\u201d.<br \/>\n                                                                                                                                                                Nigel Marsh, 48, presidente de uma empresa do grupo Young &#038; Rubicam, Voc\u00ea S\/A, maio de 2011<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 muitas oportunidades no Brasil, em todos os setores da economia \u2013 agricultura, petr\u00f3leo, g\u00e1s, etanol, energia el\u00e9trica, avia\u00e7\u00e3o. O setor privado brasileiro \u00e9 um dos mais fortes do mundo.\u201d<br \/>\n                                                                                                                                                                                                             William Rhodes, banqueiro americano, Revista \u00c9poca, 16\/05\/2011<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cAs psic\u00f3logas holandesas Elianne van Steenbergen e Naomi Ellermers, da Universidade de Leiden, entrevistaram mulheres que tinham grande sucesso profissional e eram engajadas em v\u00e1rias causas e projetos pessoais. Segundo as entrevistas, \u2018as supertrabalhadoras\u2019 se sentiam ainda mais ativas quando se dedicavam \u00e0 vida afetiva, aos parceiros, filhos e amigos. 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