{"id":420,"date":"2011-01-22T07:18:09","date_gmt":"2011-01-22T07:18:09","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/?p=420"},"modified":"2011-01-22T13:21:27","modified_gmt":"2011-01-22T13:21:27","slug":"3%c2%aa-semana-de-2011","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/2011\/01\/22\/3%c2%aa-semana-de-2011\/","title":{"rendered":"3\u00aa semana de 2011"},"content":{"rendered":"<p>\u201cH\u00e1 um Deus, a Cria\u00e7\u00e3o, o ser humano, uma miss\u00e3o, um destino, uma eternidade&#8230; Quem n\u00e3o faz filantropia vegeta neste mundo. E vai para um mundo ainda mais pobre do que o lugar de onde veio. A \u00fanica forma de levar alguma coisa positiva \u00e9 fazer o bem nesta Terra e levar isso junto com voc\u00ea para outro mundo. [&#8230;] O ideal \u00e9 doar tempo e dinheiro, mas cada um doa o que pode. Eu doo \u2018x\u2019 horas por semana e \u2018x\u2019 reais por ano. N\u00e3o vou falar quando porque \u00e9 um pouco \u00edntimo, mas no fim da vida mais da metade do que tenho ir\u00e1 para obras de caridade. [&#8230;] No come\u00e7o, pensava muito na quest\u00e3o da pobreza. Depois comecei a pensar que se a gente aproximasse as pessoas de Deus n\u00e3o haveria estupro, nem assassinatos. Portanto, a forma\u00e7\u00e3o moral \u00e9 fundamental. O mundo educado, o mundo moral, \u00e9 o mundo que n\u00e3o tem mal. Ou, diante dele, o mal diminui de forma bastante r\u00e1pida. Por isso, em primeiro lugar, hoje invisto na educa\u00e7\u00e3o moral. A\u00ed est\u00e1 o futuro. [&#8230;] Voc\u00ea tem de ajudar o pr\u00f3ximo, mas tamb\u00e9m tem de ajudar a humanidade. A obriga\u00e7\u00e3o do ser humano na Terra \u00e9 ajudar todos. [&#8230;] A \u00fanica moeda convers\u00edvel e interplanet\u00e1ria entre os mundos espiritual e f\u00edsico \u00e9 o bem. Essa \u00e9 a \u00fanica que n\u00e3o tem barreiras e n\u00e3o tem banco central. O resto fica aqui. Ent\u00e3o, qualquer pessoa que seja inteligente e com bom senso vai pensar: \u2018Por que vou levar meu dinheiro para o t\u00famulo ou deixar para algu\u00e9m que vai torrar tudo?\u2019. Se voc\u00ea deixar R$ 100,00 para o seu filho torrar, o que se ganha com isso? Nada. \u00c9 muito melhor doar a maior parte para obras de caridade, dando vida para muitas pessoas, milhares de pessoas. [&#8230;] No Shabat s\u00f3 trato de assuntos espirituais e n\u00e3o fa\u00e7o neg\u00f3cios. Nesse dia me espiritualizo, este \u00e9 o alimento da semana. Os neg\u00f3cios s\u00e3o cativantes. Se voc\u00ea n\u00e3o se espiritualiza, voc\u00ea fica preso na mat\u00e9ria. Para fugir da mat\u00e9ria um pouquinho, \u00e9 preciso se espiritualizar. [&#8230;] Leitura \u00e9 o maior prazer que tenho na vida.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Elie Horn, 64, empres\u00e1rio (construtora Cyrela \u2013 que fundou em 1978), bilion\u00e1rio discreto, o maior filantropo brasileiro, <em>Revista \u00c9poca Neg\u00f3cios<\/em> \u2013 janeiro de 2011<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cApesar de seguirem regras espec\u00edficas, n\u00e3o se constrangem com a modernidade. A comunidade interage com os vizinhos que n\u00e3o pertencem \u00e0 ordem religiosa. Tamb\u00e9m est\u00e3o a par dos avan\u00e7os da sociedade moderna, mas por uma op\u00e7\u00e3o volunt\u00e1ria e por quest\u00f5es religiosas, preferem n\u00e3o adot\u00e1-los. O principal motivo que determina se uma inova\u00e7\u00e3o, como dirigir um carro, por exemplo, ser\u00e1 incorporada ou n\u00e3o \u00e0 cultura amish \u00e9 o julgamento que fazem a partir de seus valores. Se entenderem que a inova\u00e7\u00e3o desvirtualiza a vida em fam\u00edlia e em comunidade, ela ser\u00e1 vetada. [&#8230;] A religi\u00e3o explica essas escolhas Ela \u00e9 onipresente e rege tudo, desde o modo como se vestem at\u00e9 o jeito como fazem os neg\u00f3cios. [&#8230;] Conhecidos pelo extremo rigor quanto \u00e0 ado\u00e7\u00e3o de novas tend\u00eancias, os amish est\u00e3o levando seu modo simples de vida e suas cren\u00e7as para os neg\u00f3cios que administram \u2013 com todas as vantagens e desvantagens que isso possa trazer. Nenhum empres\u00e1rio amish ilustra t\u00e3o bem o novo cen\u00e1rio quanto Am\u00f3s Miller, 32 anos. H\u00e1 cinco anos ele transformou a fazenda do pai na Miller Farm, uma produtora e distribuidora de produtos org\u00e2nicos que chega a 26 estados. Mesmo tendo de gerir uma empresa de alcance nacional, Miller n\u00e3o tem carro, n\u00e3o usa telefone celular \u2013 e jamais se sentou diante de um computador. Miller tamb\u00e9m n\u00e3o tem nenhuma educa\u00e7\u00e3o formal em neg\u00f3cios, j\u00e1 que os amish param de estudar na oitava s\u00e9rie. \u2018N\u00e3o me sinto frustrado por usar esses meios de comunica\u00e7\u00e3o modernos. Meu neg\u00f3cio n\u00e3o \u00e9 dependente de computadores e eletr\u00f4nicos, mas de produtos e pessoas\u2019, diz ele. [&#8230;] Os amish pertencem ao grupo dos anabatistas, surgido em 1525, na Su\u00ed\u00e7a. [&#8230;] Um dos l\u00edderes mais influentes era Menno Simons e, aos poucos, o grupo passou a ser chamado de Menonitas. Eram considerados e ala mais radical da reforma protestante e muitos foram perseguidos e mortos. [&#8230;] Cerca de 150 anos mais tarde, em 1693, um su\u00ed\u00e7o chamado Jakob Ammann tornou-se o l\u00edder do grupo dos anabatistas que ficou na Su\u00ed\u00e7a e resolveu fazer mais reformas. O que a princ\u00edpio seriam pequenos detalhes, levou a uma cis\u00e3o irrepar\u00e1vel. Os membros seguidores de Ammann passaram a ser chamados amish. Tudo o que fazem e todas as decis\u00f5es que tomam t\u00eam como princ\u00edpio preservar os valores nos quais acreditam. C\u00e2meras de v\u00eddeo, televis\u00f5es, computadores e mesmo a escola dos filhos s\u00e3o vistos como tenta\u00e7\u00f5es para desviar a aten\u00e7\u00e3o da vida em comunidade.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Marcos Todeschini, <em>Revista \u00c9poca Neg\u00f3cios<\/em> \u2013 janeiro de 2011<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cQuem come\u00e7ou a trabalhar no s\u00e9culo passado ouviu falar muito da necessidade de dominar um terceiro idioma, fazer p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o ou comprovar experi\u00eancia. Quem chega ao mercado de trabalho agora depara com exig\u00eancias adicionais bem mais abstratas. Os jovens precisam ser a \u2018atitude correta\u2019, seja l\u00e1 o que signifique isso. Para complicar, enfrentam uma impress\u00e3o difundida pelo mercado de trabalho, justa ou injustamente, de que t\u00eam ambi\u00e7\u00e3o demais e paci\u00eancia de menos. Uma pesquisa feita pela consultoria alem\u00e3 Trendence em 20 pa\u00edses oferece um panorama mais detalhado do que as companhias querem do jovem. [&#8230;]<\/p>\n<p>As grandes empresas brasileiras, de acordo com o estudo, buscam jovens flex\u00edveis (para assumir diferentes pap\u00e9is numa organiza\u00e7\u00e3o, n\u00e3o necessariamente ao mesmo tempo), capazes de liderar e decidir (dentro de seu raio de atua\u00e7\u00e3o), com facilidade para atuar em equipe, h\u00e1beis em an\u00e1lise (para entender cen\u00e1rios amplos), empreendedores (para criar e abra\u00e7ar projetos) e com \u2018integridade pessoal e \u00e9tica forte\u2019. Essas foram as mais mencionadas entre 19 caracter\u00edsticas que poderiam contribuir para o sucesso de um rec\u00e9m-formado numa companhia.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Marcos Coronato, <em>Revista \u00c9poca<\/em>, 17 de janeiro de 2011\u00a0<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cSomos muito pouco alfabetizados nas quest\u00f5es ambientais. N\u00e3o me refiro nem \u00e0 ignor\u00e2ncia inofensiva como a de n\u00e3o saber diferenciar uma sibipiruna de um pau-brasil.<br \/>\nRefiro-me \u00e0 ignor\u00e2ncia maior e imperdo\u00e1vel da intr\u00ednseca interdepend\u00eancia entre todos os sistemas e esp\u00e9cies da natureza. Convencionou-se que o ser humano \u00e9 a esp\u00e9cie mais importante e a natureza deve servir \u00e0s suas necessidades \u00e0s expensas da comunidade da vida. Portanto, h\u00e1 uma cultura de apropria\u00e7\u00e3o, abuso e desprezo em rela\u00e7\u00e3o ao meio ambiente, que, somada \u00e0 ignor\u00e2ncia, faz com que o principal resultado da cultura antropoc\u00eantrica seja amea\u00e7a constante ao meio ambiente em geral e \u00e0 condi\u00e7\u00e3o humana, em particular.\u00a0 N\u00e3o conhecer o meio ambiente e suas din\u00e2micas e n\u00e3o se comprometer com a vida faz com que nossos aglomerados urbanos assemelhem-se a hist\u00f3rias de horror, palcos de trag\u00e9dias sem fim e de um des\u00e2nimo inconsol\u00e1vel quanto ao &#8220;Nosso Futuro Comum&#8221; (ver Relat\u00f3rio Brundtland). [&#8230;]Somos literalmente objetos de pol\u00edticas publicas, hipotecamos direitos aos pol\u00edticos profissionais e ignoramos nossos deveres prim\u00e1rios.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Ricardo Young, <em>Folha de S.Paulo<\/em> \u2013 17\/01\/2011<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cF\u00e9rias s\u00e3o uma institui\u00e7\u00e3o em crise. Esque\u00e7a o ideal que nos leva a imaginar nelas um per\u00edodo de descanso, reflex\u00e3o, divers\u00e3o ou renova\u00e7\u00e3o de conhecimento. Esse tipo de desfrute das f\u00e9rias est\u00e1 em extin\u00e7\u00e3o. [&#8230;] Para todo lugar que ando, vejo pessoas de f\u00e9rias, mas apenas dando uma conferidinha nos e-mails e nas planilhas enviadas por seus assistentes. Desconectar? Nem pensar! O mundo depende de nossa aten\u00e7\u00e3o para continuar girando, certo? [&#8230;] Desconecte-se. Se quiser levar seu tablet na viagem, fa\u00e7a-se o favor de esquecer o carregador. A desculpa dos livros digitais tem feito muita gente ficar 24 horas respondendo a e-mails. [&#8230;] Lamento o que observo na vida daqueles que tanto batalham para sair de f\u00e9rias e, quando conseguem, entram em um per\u00edodo de intenso estresse. Para alguns, o estresse \u00e9 f\u00edsico, decorrente do vaiv\u00e9m com as crian\u00e7as. Para outros, \u00e9 um estresse psicol\u00f3gico, tentando esconder de si que est\u00e3o trabalhando de fato. Para a maioria, trata-se de um estresse financeiro, em raz\u00e3o dos pre\u00e7os de temporada que nos obrigam a receber muito menos pelo que pagamos. [&#8230;] Uma mente bem descansada n\u00e3o ter\u00e1 problemas em se reinventar.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Gustavo Cerbasi, , <em>Folha de S.Paulo<\/em> \u2013 17\/01\/2011<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cOs louros passageiros nada mais s\u00e3o do que s\u00edmbolo, assim como a beleza estereotipada, a riqueza que corrompe, o poder pol\u00edtico que trai, os rel\u00f3gios dourados e carr\u00f5es escandalosos que servem para encobrir fraquezas e limites, o luxo que desaparece quando se v\u00ea s\u00f3, a fama que engana e fantasia, e outros menos globalizados. Sentir-se bem com a pr\u00f3pria personalidade, car\u00e1ter, capacidade e sensibilidade deveria ser o mais importante.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">S\u00f3crates, <em>Carta Capital<\/em>, 19\/01\/2011<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cNo regime democr\u00e1tico em que vivemos, ningu\u00e9m assalta o poder, como nas ditaduras. Somos n\u00f3s que elegemos as autoridades e se elas, ao longo do tempo, n\u00e3o cuidam do bem p\u00fablico, a culpa \u00e9 nossa pelas defici\u00eancias daqueles que escolhemos para nos governar.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Carlos Heitor Cony, <em>Folha de S.Paulo<\/em> \u2013 20\/01\/2011<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cNovas expans\u00f5es do conceito de direitos humanos continuam em discuss\u00e3o. Na pauta, figuram direitos dos animais e da natureza como um todo. Como sublima Iara Pietricovsky, os desastres naturais deste in\u00edcio de s\u00e9culo segurem que talvez seja a hora de considerar a natureza como um ente de direito, no mesmo plano dos seres humanos.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Diego Viana, <em>Valor Econ\u00f4mico<\/em> \u2013 21-23\/01\/2011<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cEles s\u00e3o ricos, viajados, cosmopolitas \u2013 e sedentos. A crescente classe alta da \u00cdndia quer licores sofisticados e vinhos finos que definam a \u2018boa vida\u2019 que eles veem em suas viagens de f\u00e9rias e nos filmes de Hollywood. O velho h\u00e1bito de servir uma dose de rum barato em um copo qualquer simplesmente est\u00e1 \u2018proibido\u2019. \u2018A vida \u00e9 uma festa! Se podemos ter o melhor, por que n\u00e3o ter?\u2019, diz Vikrant Nath, um promotor de eventos de 49 anos de Nova D\u00e9li. [&#8230;] \u2018Queremos novas experi\u00eancias, saber mais sobre a boa vida\u2019, diz a esposa de Nath, Alka. [&#8230;] O n\u00famero de indianos com patrim\u00f4nio de pelo menos US$ 1 milh\u00e3o cresceu 51% em 2009, para 126 mil pessoas, segundo um estudo do Merrill Lynch e da consultoria Capgemini. [&#8230;] Embora parte da popula\u00e7\u00e3o seja abst\u00eamia, 5% &#8211; cerca de\u00a0 60 milh\u00f5es de pessoas, a popula\u00e7\u00e3o da Fran\u00e7a \u2013 \u00e9 alco\u00f3latra, a maioria pessoas pobres e viciadas em bebidas baratas fabricadas ilegalmente. A \u00ccndia \u00e9 a maior produtora de bebidas alco\u00f3licas da \u00c1sia, mas dois ter\u00e7os das cerca de 700 milh\u00f5es de caixas consumidas anualmente n\u00e3o s\u00e3o declaradas \u2013 fabricadas em vilarejos remotos ou compradas de embaixadas ou contrabandistas\u201d.<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Katy Daigle, <em>Valor Econ\u00f4mico<\/em> \u2013 21-23\/01\/2011<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cAl\u00e9m das perdas afetivas, as v\u00edtimas sofrem por n\u00e3o ter onde morar. \u2018A casa da gente n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 parede, ch\u00e3o e teto. Por isso, quando voc\u00ea perde isso, perde muito mais\u2019, diz a psic\u00f3loga ambiental Marlise Bassin. [&#8230;] Como o primeiro instinto \u00e9 sobreviver, s\u00f3 depois elas entendem o que aconteceu\u2019, afirma a psic\u00f3loga Fernanda Delgado, de um abrigo na cidade. Mesmo quem n\u00e3o perdeu parentes e amigos precisa de ajuda. A dona de casa Marcilene da Silva Rodrigues perdeu a casa no Jardim Salaco, mas conseguiu salvar a fam\u00edlia. Apesar de reconhecer a sorte que teve, tenta conseguir for\u00e7as para seguir em frente. \u2018Sei que muitas pessoas passaram por coisas piores. Eu estou com meu marido e meus tr\u00eas filhos, mas tento n\u00e3o pensar sobre o que vou fazer daqui para frente. N\u00e3o tenho ningu\u00e9m e n\u00e3o sei quando vou conseguir sair do abrigo\u2019, lamenta.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Paulo Sampaio\/Bruno Boghossian, <em>Estado de S.Paulo<\/em> \u2013 21\/02\/2011<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cH\u00e1 um Deus, a Cria\u00e7\u00e3o, o ser humano, uma miss\u00e3o, um destino, uma eternidade&#8230; Quem n\u00e3o faz filantropia vegeta neste mundo. E vai para um mundo ainda mais pobre do que o lugar de onde veio. 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