{"id":411,"date":"2011-01-02T18:20:11","date_gmt":"2011-01-02T18:20:11","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/?p=411"},"modified":"2011-01-02T20:41:41","modified_gmt":"2011-01-02T20:41:41","slug":"02-de-janeiro-de-2011","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/2011\/01\/02\/02-de-janeiro-de-2011\/","title":{"rendered":"02 de janeiro de 2011"},"content":{"rendered":"<p>\u201cEssa \u00e9 a era da inclus\u00e3o, da participa\u00e7\u00e3o, da dissemina\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, da busca da igualdade de oportunidades. A complexidade de lidar com esse mundo da inclus\u00e3o \u00e9 muito maior e ao mesmo tempo fascinante, pois reflete o fato de estarmos construindo um mundo melhor e mais digno. Enfim, n\u00e3o d\u00e1 para poucos irem bem num mundo que vai mal!\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">F\u00e1bio Colletti Barbosa, 55, administrador de empresas, \u00e9 presidente do Grupo Santander Brasil e da Febraban, <em>\u00a0Folha de S.Paulo<\/em> \u2013 02\/01\/2011<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cA palavra religi\u00e3o vem de &#8220;religare&#8221;, reconectar. Mas com o qu\u00ea? Escolhas diferentes para religi\u00f5es diferentes. Ao buscarmos as leis que descrevem a natureza e suas cria\u00e7\u00f5es, estamos nos reconectando com nossas origens c\u00f3smicas. Esse \u00e9 o meu &#8220;religare&#8221;, que traz sentido \u00e0 minha vida e lhe d\u00e1 dire\u00e7\u00e3o. Se a vida \u00e9 fruto da luta contra o inexor\u00e1vel crescimento entr\u00f3pico e o decaimento material, \u00e9 ainda mais bela por isso. Por que n\u00e3o cham\u00e1-la, afinal, de sagrada?\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Marcelo Gleiser, professor de f\u00edsica, <em>Folha de S.Paulo<\/em> \u2013 02\/01\/2011<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cMais de um s\u00e9culo atr\u00e1s, Nietzsche observou: \u2018Quase 2 mil anos e nenhum Deus novo!\u2019 De fato, embora centenas de novas religi\u00f5es apare\u00e7am e desapare\u00e7am a cada ano, faz s\u00e9culos desde que uma grande religi\u00e3o realmente nova surgiu no planeta. N\u00f3s j\u00e1 estouramos o prazo para um Deus novo. Nossa atual ordem religiosa formou-se no que Karl Jaspers chamou de \u2018era axial\u2019 \u2013 aquele per\u00edodo extraordin\u00e1rio entre 800 a.C. e 200 d.C. que testemunhou a ascens\u00e3o do monote\u00edsmo com o zoroastrismo, o surgimento do budismo, a cria\u00e7\u00e3o do confucionismo e a floresc\u00eancia da filosofia humanista grega. [&#8230;] Tr\u00eas tecnologias nos trouxeram para o limiar de outra mudan\u00e7a axial hoje. O transporte a\u00e9reo deu \u00e0s popula\u00e7\u00f5es uma mobilidade sem precedentes. O cont\u00eainer intermodal distribuiu uma cornuc\u00f3pia de produtos para todos os cantos do mundo. E o ciberespa\u00e7o tornou-se um prom\u00edscuo viveiro de ideias seminais. Agregue a isso tudo a dose atual de mis\u00e9ria humana com as guerras, revolu\u00e7\u00f5es e desastres naturais, e o resultado \u00e9 um potente caldo de cultura a partir do qual um novo Deus poderia surgir. A ascens\u00e3o do fundamentalismo \u00e9 um indicador seguro de insatisfa\u00e7\u00e3o com a atual ordem religiosa. Os crentes descontentes olham primeiro para suas ra\u00edzes em busca de conforto, mas as origens raramente reconfortam e, assim, eles inevitavelmente procuram por um novo Deus.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Paul Saffo, diretor-gerente e de previs\u00e3o da Discern Analytics, e professor visitante da Universidade de Stanford, \u201cO Mundo em 2011\u201d \u2013 <em>Revistas The Economist\/Carta Capital<\/em> \u2013 janeiro-fevereiro de 2011<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cEssa \u00e9 a era da inclus\u00e3o, da participa\u00e7\u00e3o, da dissemina\u00e7\u00e3o da informa\u00e7\u00e3o, da busca da igualdade de oportunidades. A complexidade de lidar com esse mundo da inclus\u00e3o \u00e9 muito maior e ao mesmo tempo fascinante, pois reflete o fato de estarmos construindo um mundo melhor e mais digno. 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