{"id":337,"date":"2010-12-10T17:49:21","date_gmt":"2010-12-10T17:49:21","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/?p=337"},"modified":"2010-12-10T21:28:25","modified_gmt":"2010-12-10T21:28:25","slug":"09-de-dezembro-de-2010","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/taismachado\/2010\/12\/10\/09-de-dezembro-de-2010\/","title":{"rendered":"09 de dezembro de 2010"},"content":{"rendered":"<p>\u201cA falta de coragem dos negociadores \u00e9 o principal obst\u00e1culo ao sucesso na confer\u00eancia do clima de Canc\u00fan. Quem diz \u00e9 o negociador malt\u00eas Michael Zammit Cutajar. \u2018Os pa\u00edses est\u00e3o se posicionando para n\u00e3o serem culpados pelo fracasso, o que \u00e9 uma posi\u00e7\u00e3o muito pouco ambiciosa\u2019, disse Cutajar.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Claudio Angelo, Marcelo Leite,<em> Folha<\/em> <em>de S.Paulo<\/em> \u2013 09\/12\/2010<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cA principal coisa a mudar deveriam ser as pr\u00f3prias pessoas. \u00c9 muito mais barato preservar as condi\u00e7\u00f5es ambientais de forma a evitar trag\u00e9dias do que remediar e ter de reconstruir infraestruturas e patrim\u00f4nios. No entanto, as pessoas n\u00e3o pensam em garantir o bem estar da sociedade como um todo, mas, sim, em garantir apenas seus bens particulares. [&#8230;] Enquanto acreditarmos que bens comuns n\u00e3o s\u00e3o de ningu\u00e9m e que servi\u00e7os ambientais n\u00e3o valem nada e, consequentemente, n\u00e3o t\u00eam pre\u00e7o, n\u00e3o vamos mudar a forma como a economia age. Os servi\u00e7os ambientais n\u00e3o t\u00eam pre\u00e7o, por\u00e9m, a falta deles \u00e9 profundamente catastr\u00f3fica para qualquer modelo de economia que se tenha.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Antonio Nobre \u2013 um dos mais respeitados nomes entre os especialistas em clima e servi\u00e7os ambientais no Brasil, <em>Revista Carta Capital<\/em> &#8211; 08\/12\/2010<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u201cNa hist\u00f3ria da cultura humana, o livro da natureza \u00e9 como o Evangelho. Cada um l\u00ea nele o que quiser, da toler\u00e2ncia \u00e0 intoler\u00e2ncia, do altru\u00edsmo \u00e0 gan\u00e2ncia.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Elias Thom\u00e9 Saliba, <em>Revista Carta Capital<\/em> &#8211; 08\/12\/2010<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">\u00a0<\/p>\n<p>\u201cO risco de um jovem negro ser assassinado cresceu entre 2005 e 2007 no pa\u00eds, chegando a uma probabilidade 3,7 vezes maior em rela\u00e7\u00e3o a um jovem branco.<br \/>\nEsse \u00edndice \u00e9 maior que o verificado em 2005, quando o risco era tr\u00eas vezes maior em rela\u00e7\u00e3o a jovens brancos. As informa\u00e7\u00f5es fazem parte do (IHA) \u00cdndice de Homic\u00eddios na Adolesc\u00eancia, que tamb\u00e9m cresceu, divulgado ontem pela Secretaria Especial dos Direitos Humanos. O chamado IHA estima o n\u00famero de adolescentes de 12 anos, num grupo de 1.000, que ser\u00e1 assassinado antes dos 19 anos. O IHA nacional em 2007 ficou em 2,67, considerando-se os 266 munic\u00edpios com mais de 100 mil habitantes. O valor \u00e9 maior que o de 2006 (2,39) e 2005 (2,51). Valores acima de um indicam &#8220;risco inaceit\u00e1vel de viol\u00eancia letal contra adolescentes&#8221;, diz a pesquisa. Estima-se que 32.912 adolescentes ser\u00e3o assassinados entre 2007 e 2013. O estudo tamb\u00e9m aponta aumento no risco de homic\u00eddio de jovens por arma de fogo e no Nordeste do pa\u00eds. Em 2005, o risco de assassinato por arma de fogo era 5,47 maior que por outros meios. Em 2007, 5,97.\u201d<\/p>\n<p style=\"text-align: right;\">Johanna Nublat, <em>Folha<\/em> <em>de S.Paulo<\/em> \u2013 09\/12\/2010<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cA falta de coragem dos negociadores \u00e9 o principal obst\u00e1culo ao sucesso na confer\u00eancia do clima de Canc\u00fan. 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