{"id":5812,"date":"2017-01-18T08:30:36","date_gmt":"2017-01-18T11:30:36","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/paralelo10\/?p=5812"},"modified":"2017-01-18T08:30:36","modified_gmt":"2017-01-18T11:30:36","slug":"amazonia-perde-7-989-km%c2%b2-de-floresta-maior-desmatamento-desde-2008","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/paralelo10\/2017\/01\/amazonia-perde-7-989-km%c2%b2-de-floresta-maior-desmatamento-desde-2008\/","title":{"rendered":"Amaz\u00f4nia perde 7.989 km\u00b2 de floresta, maior desmatamento desde 2008"},"content":{"rendered":"<p><div id=\"attachment_5813\" style=\"width: 310px\" class=\"wp-caption alignright\"><a href=\"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/paralelo10\/files\/2017\/01\/desmatamento-amazonia.jpg\" class=\"lightview\" data-lightview-group=\"group-5812\" data-lightview-options=\"skin: 'dark', controls: 'relative', padding: '10', shadow: { color: '#000000', opacity: 0.08, blur: 3 }\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" aria-describedby=\"caption-attachment-5813\" class=\"wp-image-5813 size-medium\" src=\"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/paralelo10\/files\/2017\/01\/desmatamento-amazonia-300x201.jpg\" width=\"300\" height=\"201\" srcset=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/paralelo10\/files\/2017\/01\/desmatamento-amazonia-300x201.jpg 300w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/paralelo10\/files\/2017\/01\/desmatamento-amazonia-150x100.jpg 150w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/paralelo10\/files\/2017\/01\/desmatamento-amazonia.jpg 580w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><p id=\"caption-attachment-5813\" class=\"wp-caption-text\">Desmatamento de 2016 na Amaz\u00f4nia \u00e9 o maior desde 2008, segundo levantamento do Ipam [Foto: Arquivo\/Ag\u00eancia Brasil]<\/p><\/div>Entre agosto de 2015 e julho de 2016 (calend\u00e1rio oficial para medir o desmatamento), a Amaz\u00f4nia perdeu 7.989 quil\u00f4metros quadrados (km\u00b2) de floresta, a maior taxa desde 2008, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (Ipam) a partir de dados oficiais divulgados pelo governo federal no fim do ano passado.<\/p>\n<p>O desmatamento no per\u00edodo equivale \u00e0 derrubada de 128 campos de futebol por hora de floresta, segundo a entidade. O perfil fundi\u00e1rio dos respons\u00e1veis pela devasta\u00e7\u00e3o teve pouca varia\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o aos \u00faltimos anos: a maior derrubada ocorreu nas propriedades privadas (35,4%), seguida de assentamentos (28,6%), terras p\u00fablicas n\u00e3o destinadas e \u00e1reas sem informa\u00e7\u00e3o cadastral (24%), e pelas unidades de conserva\u00e7\u00e3o, que registraram 12% de todo o desmatamento verificado nos 12 meses analisados.<\/p>\n<p>De acordo com o Panorama do desmatamento da Amaz\u00f4nia 2016, os estados que registraram maior aumento da taxa de desmatamento foram Amazonas, Acre e Par\u00e1, com incremento de 54%, 47% e 41%, respectivamente. Em n\u00fameros absolutos, o estado que mais desmatou foi o Par\u00e1, 3.025 km\u00b2 de floresta a menos; seguido de Mato Grosso, que perdeu de 1.508 km\u00b2 de vegeta\u00e7\u00e3o nativa; e Rond\u00f4nia, com 1.394 km\u00b2 de derrubadas. Os tr\u00eas estados respondem por 75% do total desmatado em 2016.<!--more--><\/p>\n<p>Segundo o levantamento do Ipam, o ranking de dez munic\u00edpios que lideram o desmatamento na Amaz\u00f4nia permanece praticamente inalterado nos \u00faltimos anos. Cinco munic\u00edpios da lista s\u00e3o do Par\u00e1: Altamira, S\u00e3o Feliz do Xingu, Novo Repartimento, Portel e Novo Progresso. O ranking tamb\u00e9m tem dois munic\u00edpios amazonenses: L\u00e1brea e Apu\u00ed; dois de Rond\u00f4nia: Porto Velho e Nova Mamor\u00e9; e um de Mato Grosso: Colniza, que lidera o desmatamento no estado h\u00e1, pelo menos, quatro anos.<\/p>\n<p>O estudo aponta a necessidade de envolvimento da sociedade no controle do desmatamento \u201ccom uma nova estrutura\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de comando e controle, cria\u00e7\u00e3o de uma agenda positiva de incentivos \u00e0 efici\u00eancia da produ\u00e7\u00e3o em \u00e1reas j\u00e1 desmatadas e mais apoio para quem mant\u00e9m seu ativo florestal, bem com participa\u00e7\u00e3o do mercado e do sistema banc\u00e1rio no controle do desmatamento\u201d.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3rico<\/strong><\/p>\n<p>Desde 2004, o desmatamento na Amaz\u00f4nia foi reduzido em mais de 70%, ap\u00f3s o segundo pico mais alto da hist\u00f3ria do monitoramento do bioma, com 27.772 km\u00b2. De 2009 a 2015, o ritmo da derrubada manteve-se estagnado em um patamar m\u00e9dio de 6.080 km\u00b2 por ano. Em 2012, foi registrada a taxa de desmatamento mais baixa dos \u00faltimos 20 anos na Amaz\u00f4nia, com 4.571 km\u00b2. No entanto, ap\u00f3s essa data, o cen\u00e1rio de desmatamento apresentou sucessivos aumentos e pequenos recuos.<\/p>\n<p>Os dados analisados pelo Ipam s\u00e3o do Projeto de Monitoramento do Desflorestamento na Amaz\u00f4nia Legal (Prodes).<\/p>\n<p>*****<\/p>\n<p><em>Fonte: <\/em><a href=\"http:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/geral\/noticia\/2017-01\/amazonia-perde-7989-km2-de-floresta-maior-desmatamento-desde-2008\"><em>Heloisa Cristaldo\/Ag\u00eancia Brasil.<\/em> <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entre agosto de 2015 e julho de 2016 (calend\u00e1rio oficial para medir o desmatamento), a Amaz\u00f4nia perdeu 7.989 quil\u00f4metros quadrados (km\u00b2) de floresta, a maior taxa desde 2008, segundo levantamento do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amaz\u00f4nia (Ipam) a partir de dados oficiais divulgados pelo governo federal no fim do ano passado. 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