{"id":1766,"date":"2011-09-07T11:00:06","date_gmt":"2011-09-07T14:00:06","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/paralelo10\/?p=1766"},"modified":"2011-09-06T17:30:57","modified_gmt":"2011-09-06T20:30:57","slug":"mortalidade-infantil-em-filhos-de-maes-adolescentes-poderia-ser-evitada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/paralelo10\/2011\/09\/mortalidade-infantil-em-filhos-de-maes-adolescentes-poderia-ser-evitada\/","title":{"rendered":"Mortalidade infantil em filhos de m\u00e3es adolescentes poderia ser evitada"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright\" src=\"http:\/\/www.adital.com.br\/site\/mostrafoto_cortada.asp?lrg=280&amp;alt=200&amp;img=destaques\/5_meninas_ok.jpg\" alt=\"\" width=\"280\" height=\"200\" \/>Realizado pela organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o-governamental <a href=\"http:\/\/www.visaomundial.org.br\/\" target=\"_blank\">Vis\u00e3o Mundial<\/a>, o\u00a0Estudo sobre as pol\u00edticas p\u00fablicas de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade infantil e materna no Brasil: um olhar especial para filhos de m\u00e3es adolescentes foi lan\u00e7ado nesta segunda-feira, 5 de setembro, no\u00a0Cinema da Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco, em Recife (PE), de acordo com a ag\u00eancia de not\u00edcias <a href=\"http:\/\/www.adital.com.br\/site\/noticia.asp?lang=PT&amp;cat=2&amp;cod=59976\" target=\"_blank\">Adital<\/a>.<\/p>\n<p>O estudo, que \u00e9 parte da campanha <em>Sa\u00fade para as Crian\u00e7as Primeiro<\/em>, quer contribuir para a redu\u00e7\u00e3o da mortalidade infantil e materna com foco na adolesc\u00eancia no Brasil, que aponta que os principais motivos das mortes se d\u00e3o por dois fatores: nascimento pr\u00e9-maturo e baixo peso. Esses fatores se agregam n\u00e3o somente \u00e0 falta de informa\u00e7\u00e3o das adolescentes, mas \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de vida em que essas adolescentes vivem.<\/p>\n<p>Segundo Neilza Alves Buarque Costa, coordenadora t\u00e9cnica da Campanha, &#8220;a mortalidade \u00e9 um desafio no primeiro m\u00eas de gesta\u00e7\u00e3o, e ela pode ser evit\u00e1vel se a adolescente for bem acompanhada e realizar os primeiros exames do pr\u00e9-natal\u201d.\u00a0Ela aponta que o processo n\u00e3o se faz t\u00e3o simples, j\u00e1 que as adolescentes sofrem quando descobrem que est\u00e3o gr\u00e1vidas. &#8220;Existem particularidades na vida de cada uma delas, como medo, inseguran\u00e7a, rejei\u00e7\u00e3o da fam\u00edlia, do namorado, gravidez n\u00e3o planejada, valores morais, quest\u00f5es que levam as adolescentes a n\u00e3o procurar um atendimento de sa\u00fade\u201d, revela.<!--more--><\/p>\n<p>A coordenadora ainda afirma que os n\u00fameros poderiam ser diferentes se as adolescentes recebessem n\u00e3o somente o atendimento cl\u00ednico, mas atendimento estrat\u00e9gico e especializado com a presen\u00e7a de uma equipe multidisciplinar. &#8220;\u00c9 um direito que cabe a elas e que consta no estatuto da crian\u00e7a e do adolescente (ECA) sobre direito \u00e0 vida e \u00e0 sa\u00fade\u201d, falou.<\/p>\n<p>Ela segue, afirmando que a soma de esfor\u00e7os resolveria a quest\u00e3o. &#8220;Mecanismos como Programas de preven\u00e7\u00e3o, acompanhamento para crian\u00e7as dentro e fora da escola, qualidade do ensino, conscientiza\u00e7\u00e3o da sociedade agregado \u00e0 constru\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas seriam alguns dos caminhos para evitar a mortalidade infantil entre adolescentes\u201d.<\/p>\n<p>A campanha <em>Sa\u00fade para Crian\u00e7as Primeiro <\/em>est\u00e1 em sintonia com os Objetivos 4 e 5 de Desenvolvimento do Mil\u00eanio, que t\u00eam como foco redu\u00e7\u00e3o da mortalidade na inf\u00e2ncia e melhoras na sa\u00fade materna, respectivamente. A campanha quer, at\u00e9 2015, priorizar a\u00e7\u00f5es e decis\u00f5es que diminuam a mortalidade, para tanto, pretendem engajar os esfor\u00e7os entre governo e sociedade civil.<\/p>\n<p><strong>Os n\u00fameros da mortalidade infantil<\/strong><\/p>\n<p>O Norte e o Nordeste brasileiros s\u00e3o apontados como regi\u00f5es de maior propor\u00e7\u00e3o da mortalidade infantil em m\u00e3es adolescentes. As crian\u00e7as nascidas nessas regi\u00f5es t\u00eam 2,2 vezes mais chances de morrer do que uma crian\u00e7a que nasce no Sul. Enquanto a m\u00e9dia nacional de mortalidade infantil foi de 19 por mil nascidos vivos em 2007, em Alagoas esse dado foi de 47 por mil nascidos vivos.<\/p>\n<p>Para Neilza, esses motivos se d\u00e3o por diversos fatores dentre eles a desigualdade regional, \u00e9tnica e de oportunidades.\u00a0A taxa de mortalidade infantil em m\u00e9dia nacional est\u00e1 em 19 para 1000 nascidos vivos. Das mortes ocorridas em 2008, foram totalizadas 44,8% de crian\u00e7as pretas e pardas. J\u00e1 em 2009, das mortes ocorridas, 20% foram filhos de m\u00e3es adolescentes, ou seja, 8.544 beb\u00eas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Realizado pela organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o-governamental Vis\u00e3o Mundial, o\u00a0Estudo sobre as pol\u00edticas p\u00fablicas de prote\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade infantil e materna no Brasil: um olhar especial para filhos de m\u00e3es adolescentes foi lan\u00e7ado nesta segunda-feira, 5 de setembro, no\u00a0Cinema da Funda\u00e7\u00e3o Joaquim Nabuco, em Recife (PE), de acordo com a ag\u00eancia de not\u00edcias Adital. 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