{"id":8766,"date":"2021-10-14T09:27:53","date_gmt":"2021-10-14T12:27:53","guid":{"rendered":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/?p=8766"},"modified":"2021-10-26T11:54:11","modified_gmt":"2021-10-26T14:54:11","slug":"ensina-nos-a-viver-como-quem-morre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/2021\/10\/14\/ensina-nos-a-viver-como-quem-morre\/","title":{"rendered":"Ensina-nos a viver como quem morre"},"content":{"rendered":"<div class=\"n\">\n<div>\n<div>\n<div class=\"bx\" role=\"tooltip\" aria-hidden=\"false\" aria-describedby=\"5\" aria-labelledby=\"5\">\n<h4>Ou, um apelo sobre viver a vida consciente da finitude.<\/h4>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p class=\"bc b bd be fd\"><em>Por Tiago Melo<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-8778\" title=\"Jacob Mejicanos\" src=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2021\/10\/blog_jovem_14-10-21_ensina-300x235.jpeg\" alt=\"\" width=\"400\" height=\"313\" srcset=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2021\/10\/blog_jovem_14-10-21_ensina-300x235.jpeg 300w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2021\/10\/blog_jovem_14-10-21_ensina-1024x802.jpeg 1024w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2021\/10\/blog_jovem_14-10-21_ensina-768x602.jpeg 768w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2021\/10\/blog_jovem_14-10-21_ensina-1536x1203.jpeg 1536w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2021\/10\/blog_jovem_14-10-21_ensina-2048x1605.jpeg 2048w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2021\/10\/blog_jovem_14-10-21_ensina-732x573.jpeg 732w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2021\/10\/blog_jovem_14-10-21_ensina-1140x893.jpeg 1140w\" sizes=\"auto, (max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/>Gosto de pensar que conforme vou vivendo, mais saberei sobre como viver. Meio que eu me il<span id=\"rmm\">u<\/span>do, conscientemente. Penso que auto sabotagem \u00e9 uma habilidade inerente ao ser humano, que vem sendo arrastada pela nossa ra\u00e7a, pela via do ego\u00edsmo ao longo dos s\u00e9culos, desde que o homem decidiu que sabia viver por si mesmo. Coitado. Coitada. Erraram feio. Na verdade, parece que quanto mais vivemos (e eu n\u00e3o vivi quase nada), somos mais incapazes ainda de perceber que nosso fim est\u00e1 sempre \u00e0 espreita. \u00c9 ir\u00f4nico, ao estilo Eclesiastes, que quanto mais as coisas d\u00e3o certo na vida, menos temos o privil\u00e9gio de imagin\u00e1-la se esvaindo de n\u00f3s. Deve ser porque quando as coisas correspondem ao nossos intentos, o intento prim\u00e1rio por vida eterna grita dentro de n\u00f3s achando que ele tamb\u00e9m ser\u00e1 saciado. De alguma forma, viver \u00e9 ir esquecendo que iremos morrer, mas gradualmente, ilusoriamente, esperan\u00e7osamente (\u00e0s vezes) e, sempre, lamentavelmente.<\/p>\n<p><em>Me parece que vivemos como quem nunca morrer\u00e1. Planejamos como quem n\u00e3o ser\u00e1 frustrado. Refletimos como quem alcan\u00e7ar\u00e1 o pleno conhecimento. Vivemos como quem se esquece que um dia n\u00e3o viver\u00e1 mais.<\/em><\/p>\n<h4 id=\"a52a\" class=\"ju jv gv bc db jw jx jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq hs\"><strong>Lembrar que vai morrer \u00e9 um exerc\u00edcio de quem est\u00e1 vivo<\/strong><\/h4>\n<p>Temos algo pela frente: a nossa morte. Temos isso em comum a todos os homens e mulheres que j\u00e1 existiram (exceto por Jesus, tinha certeza que voc\u00ea ia se lembrar dele), todos que existem e todos que ir\u00e3o existir. \u00c9 uma realidade. Afinal de contas, morrer \u00e9 um privil\u00e9gio de quem est\u00e1 vivo. Ali\u00e1s, lembrar que vai morrer \u00e9 uma tarefa que s\u00f3 quem est\u00e1 vivo pode fazer.<\/p>\n<blockquote><p>\u00c9 melhor ir a funerais que ir a festas; afinal, todos morrem, e \u00e9 bom que os vivos se lembrem disso. A tristeza \u00e9 melhor que o riso, pois aperfei\u00e7oa o cora\u00e7\u00e3o. O s\u00e1bio pensa na morte com frequ\u00eancia, enquanto o tolo s\u00f3 pensa em se divertir. (Ec. 7:2\u20134)<\/p><\/blockquote>\n<p>Imagino que Salom\u00e3o ao escrever esses versos n\u00e3o imaginava que iriam chegar t\u00e3o longe. A Saraiva de sua \u00e9poca tamb\u00e9m devia conter auto-ajuda nos best-sellers. Falar de morte n\u00e3o vende, n\u00e3o \u00e9 agrad\u00e1vel e, as vezes, nem aceit\u00e1vel. Fato \u00e9 que quanto mais deixamos de falar dela, mais ela se torna uma coisa em si mesma. E ta\u00ed uma coisa que ela n\u00e3o \u00e9: uma coisa \u2014 um ente. A morte, pela\u00a0<em class=\"jf\">via negationis,\u00a0<\/em>n\u00e3o \u00e9 a vida, mas tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 algo a que podemos pegar, ou que nos pega. Portanto, parece que a morte est\u00e1 menos para um ente e mais para um acontecimento. Ela est\u00e1, por assim dizer, mais como o contr\u00e1rio da vida. Est\u00e1 mais para um fen\u00f4meno. Assim, a morte \u00e9 esse estranho, inevit\u00e1vel e n\u00e3o premidit\u00e1vel fen\u00f4meno que acomete a todos, \u00e9 algo a ser lembrado, n\u00e3o como algo que j\u00e1 vivemos, mas como algo que viveremos.<\/p>\n<p>Estranho, n\u00e3o \u00e9?<em class=\"jf\">\u00a0Diferente de tudo que lembramos, a morte \u00e9 o lembrete do que ainda n\u00e3o vivemos<\/em>. \u00c9 a lembran\u00e7a que n\u00e3o vem por meio da mem\u00f3ria, afinal, tudo que vivemos pode ser lembrado, mas a morte \u00e9 in\u00e9dita nesse sentido. Ela causa em n\u00f3s uma estranheza (certa anomia, sabe?), porque n\u00e3o sabemos como \u00e9 t\u00ea-la, mesmo sabendo que saberemos um dia. Nossa tarefa, penso eu, \u00e9 a de lembrar da morte enquanto vivemos.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter wp-image-8782 size-full\" src=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2021\/10\/blog_jovem_14-10-21_ensina2.png\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"117\" srcset=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2021\/10\/blog_jovem_14-10-21_ensina2.png 700w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2021\/10\/blog_jovem_14-10-21_ensina2-300x50.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px\" \/>Antes que voc\u00ea imagine que essas linhas parecem um tanto quanto niilistas, quero, em minha defesa, dizer que n\u00e3o tenho simpatia pela falta de sentido. Na verdade, peco por amar viver. Talvez voc\u00ea tenha o mesmo pecado que eu, e por isso vamos ter que lidar com esse paradoxo: viver sabendo que morreremos. E mais, amar viver sabendo que morreremos.<\/p>\n<\/div>\n<h4 id=\"98a5\" class=\"ju jv gv bc db jw jx jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq hs\"><strong>Aceitar o paradoxo: diariamente entre a morte e a vida<\/strong><\/h4>\n<p>Parece que a consci\u00eancia de que vamos morrer j\u00e1 percorreu toda hist\u00f3ria da humanidade, que por sua vez lida com essa verdade de diversas formas: h\u00e1 quem por amar viver, a aproveita virtuosamente pois acredita que ela \u00e9 o fim. H\u00e1 quem por amar viver e tamb\u00e9m acreditar que ela \u00e9 o fim, minimiza suas dores e maximiza seus prazeres. H\u00e1 quem por amar viver, espera a vida que nos alcan\u00e7ar\u00e1 depois da morte, numa outra vida como essa. <em class=\"jf\">E h\u00e1 quem por receber a vida de outro, decidiu viver para quem o garantiu a vida eterna<\/em>. Dentre estes, estamos provavelmente com a \u00faltima op\u00e7\u00e3o, que nos d\u00e1 a capacidade de viver uma vida significativa, mesmo com a morte batendo a porta. De qualquer forma, s\u00f3 imagina uma vida eterna, quem est\u00e1 vivo agora, mas sabe que morrer\u00e1 antes de viver de novo. Assim, \u00e9 melhor aceitar o paradoxo, aceitar que viver \u00e9 ir se esvaindo, mas que esse processo vale e valer\u00e1 a pena. S\u00f3 n\u00f3s, os que vivemos, podemos saber disso. S\u00f3 n\u00f3s temos a consci\u00eancia de que o fen\u00f4meno da morte, enquanto estivermos nesta forma de vida, n\u00e3o nos acometeu ainda. Quem morre j\u00e1 n\u00e3o pode saber disso mais.<\/p>\n<blockquote><p>Os vivos pelo menos sabem que v\u00e3o morrer, mas os mortos nada sabem. J\u00e1 n\u00e3o t\u00eam recompensas para receber e caem no esquecimento. Amar, odiar, invejar, tudo que j\u00e1 fizeram ao longo da vida passou h\u00e1 muito tempo. J\u00e1 n\u00e3o participam de coisa alguma que acontece debaixo do sol. (Ec. 9.5\u20136)<\/p><\/blockquote>\n<p>Parece que teremos de nos acostumar com ela. Este sussurro inc\u00f4modo que fala e canta aos nossos ouvidos, de que n\u00e3o somos imortais. O aviso que eclode do fundo d&#8217;alma (tipo Otto com o Numinoso) de que tanto as alegrias, conquistas e supera\u00e7\u00f5es, quanto as tristezas, dores e perdas, passar\u00e3o. O fato \u00e9 que seremos lembrados, por n\u00f3s, pelas pessoas, pelas perdas, que o fen\u00f4meno morte vai nos cercando, enquanto vamos fugindo, como quem sabe que ser\u00e1 assaltado e n\u00e3o importa o quanto tente atravessar a rua ou apertar o passo, algo seu ser\u00e1 tirado. Neste caso, a vida.<\/p>\n<h4 id=\"09fa\" class=\"ju jv gv bc db jw jx jy jz ka kb kc kd ke kf kg kh ki kj kk kl km kn ko kp kq hs\"><strong>Viver como quem sabe que morrer\u00e1 \u00e9 algo a ser apre(e)ndido<\/strong><\/h4>\n<p>At\u00e9 aqui, uma coisa j\u00e1 entendemos: que inevitavelmente morreremos um dia, e que devemos tentar nos lembrar disso como um paradoxo a ser aceito. No entanto, <em class=\"jf\">saber que morreremos n\u00e3o necessariamente nos ensina como viver melhor<\/em>. Na verdade, algo nada natural precisa ser importado para dentro de n\u00f3s para que o senso de finitude da vida humana seja mais ben\u00e9fico do que depreciativo. Que raios isso significa? Veja, n\u00e3o basta saber que n\u00e3o viveremos para sempre, pois isso\u00a0<em class=\"jf\">qualquer gentio sabe<\/em>. Precisamos ter em mente que saber que somos finitos, pequenos, passageiros e necessitados \u00e9 a \u00fanica maneira de apre(e)nder a Vida. Quem sabe viver \u00e9 quem tem consci\u00eancia de sua finitude, pois encontrou a fonte da vida. Nessa l\u00f3gica, meu problema (aquele que te contei de amar demais viver) acaba se tornando uma garantia ego\u00edsta de que a sufici\u00eancia da vida se encontra em mim mesmo. Em outras palavras, a vida, quando \u00e9 tida como tudo que h\u00e1, fica por demais pequena, pois se tornou maior do que deveria.<\/p>\n<p>Portanto amigos, amar demais a vida parece ser\u00a0<em class=\"jf\">o<\/em>\u00a0grande problema, porque pressup\u00f5e que o eu que vive \u00e9 o que h\u00e1 de mais precioso no universo. Como diria nosso colega da fam\u00edlia, Agostinho:<\/p>\n<blockquote><p>Dois amores fundaram, pois, duas cidades, a saber: o amor pr\u00f3prio, levado pelo desprezo a Deus, a terrena; o amor a Deus, levando pelo desprezo de si pr\u00f3prio, a celestial. (Cidade de Deus, 14.28)<\/p><\/blockquote>\n<p>Isso quer dizer que a maneira como decidimos viver enquanto n\u00e3o morremos s\u00e3o como cidades onde moramos. Por\u00e9m, essas cidades est\u00e3o mais para formas de vida do que para locais onde morar, porque s\u00e3o onde habitamos com o nosso cora\u00e7\u00e3o, onde repousamos nossos amores. Ou seja, os dois tipos de cidades s\u00e3o duas formas de encarar que a vida humana \u00e9 guiada pelo peso de nossos amores (estou meio smithiano ultimamente, desculpe), a come\u00e7ar pelo amor primeiro \u2014aquele amor que devotamos a Deus ou a n\u00f3s mesmo, isto \u00e9, a base dos outros amores. Ent\u00e3o, amar demais a vida e o eu que a vive, \u00e9 desprezar a Vida, que morreu pra quem n\u00e3o pode viver mais. Como diria outro amigo da fam\u00edlia, Karl Barth:<\/p>\n<blockquote><p>A pessoa que \u00e9 chamada a seguir Jesus, tem que simplesmente renunciar, anular e retirar-se de um relacionamento existente de obedi\u00eancia e lealdade. Este relacionamento \u00e9 consigo mesmo. (Chamado ao discipulado, 2006, p. 30)<\/p><\/blockquote>\n<p id=\"aa5e\" class=\"il im gv in b io jg ip iq ir jh is it iu ji iv iw ix jj iy iz ja jk jb jc je do hs\" data-selectable-paragraph=\"\">Mas ser\u00e1 que, disto que estamos falando, resulta-se que amar viver \u00e9 um problema? Veja, n\u00e3o se trata disso. O problema, ao que me parece, \u00e9 amar viver enquanto viver significar amar a si mesmo. Portanto, continuaremos a amar a vida at\u00e9 morrermos, mas sem prestar lealdade a nossa vida,\u00a0<em class=\"jf\">porque pra viver a vida como quem sabe que vai morrer \u00e9 preciso apreender a Vida<\/em>. Sim, a Vida. Essa Vida n\u00e3o \u00e9 nada natural, comum, conquist\u00e1vel. \u00c9 somente apreens\u00edvel, porque \u00e9 importada, vem de fora de n\u00f3s, apesar de n\u00e3o caber l\u00e1 dentro.<\/p>\n<p id=\"a246\" class=\"il im gv in b io jg ip iq ir jh is it iu ji iv iw ix jj iy iz ja jk jb jc je do hs\" data-selectable-paragraph=\"\"><em class=\"jf\">Paradoxalmente, viver \u00e9 se esvair at\u00e9 a morte. Morrer \u00e9 um fen\u00f4meno que nos acometer\u00e1. Saber disso \u00e9 uma d\u00e1diva de quem est\u00e1 vivo. Mas viver \u00e9 apre(e)nder a Vida.<\/em><\/p>\n<pre style=\"text-align: center;\">Ensina-nos, Senhor, a viver como quem morrer\u00e1, viver\u00e1 por causa de Ti, apesar de n\u00f3s.<\/pre>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ou, um apelo sobre viver a vida consciente da finitude. &nbsp; Por Tiago Melo Gosto de pensar que conforme vou vivendo, mais saberei sobre como viver. Meio que eu me iludo, conscientemente. 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