{"id":7340,"date":"2019-04-09T17:57:55","date_gmt":"2019-04-09T20:57:55","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/?p=7340"},"modified":"2019-04-18T08:49:32","modified_gmt":"2019-04-18T11:49:32","slug":"a-resposta-da-misericordia-joao-8-1-11","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/2019\/04\/09\/a-resposta-da-misericordia-joao-8-1-11\/","title":{"rendered":"A resposta da miseric\u00f3rdia (Jo\u00e3o 8.1-11)"},"content":{"rendered":"<p><i><span style=\"font-weight: 400;\">Por Leandro Duarte<\/span><\/i><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-7342\" src=\"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/UltJovem_09_04_19_misericordia-200x300.jpg\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/UltJovem_09_04_19_misericordia-200x300.jpg 200w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/UltJovem_09_04_19_misericordia.jpg 346w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/>Tudo era c\u00e9u, areia e calor. Lembro-me de haver passado a noite na rua, perambulando, pensativo, tentando responder as perguntas de todos n\u00f3s. N\u00e3o havia muita atividade naquela hora do dia e apenas alguns mercadores montavam suas tendas de trocas aos arredores do Templo. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Um marco em Jerusal\u00e9m era essa constru\u00e7\u00e3o, que havia demorado mais de 40 anos para ser terminada. Sempre me senti intimidado diante do tamanho e do movimento que o Templo produzia na cidade, al\u00e9m do impacto que trazia em nossa vida: \u201cvoc\u00ea est\u00e1 errado, independentemente do que estiver fazendo, e estou aqui para lembr\u00e1-lo disso\u201d parecia sempre ser a mensagem. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa mensagem n\u00e3o era interpretada espontaneamente por qualquer um de n\u00f3s na \u00e9poca. Era simplesmente ensinada por aqueles homens que se vestiam diferente \u00a0falavam diferente em nome de Yahweh, a quem era dedicada a constru\u00e7\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Lembro que me sentia profundamente incompetente e vazio diante de Yahweh: como posso me relacionar com o dono do Templo se a mensagem que ou\u00e7o \u00e9 que jamais vou conseguir satisfazer suas eternas exig\u00eancias? <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Mas apareceu um homem no p\u00e1tio enquanto todo esse devaneio acontecia. Era o homem de sempre, que enfurecia os doutores que passavam a mensagem para n\u00f3s. N\u00e3o havia ouvido o que ele tinha a dizer at\u00e9 aquele dia, quando o vi se aproximar, vindo do Monte das Oliveiras. Realmente aquele homem n\u00e3o descansava. Parecia sempre t\u00e3o comum e identificado a qualquer um de n\u00f3s, mas ao mesmo tempo t\u00e3o distante e t\u00e3o diferente de qualquer outro homem&#8230; <\/span><!--more--><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o havia nada em seu aspecto que pudesse atrair quem quer que fosse. Falavam que seu of\u00edcio era a carpintaria, mas ele possu\u00eda uma clareza de racioc\u00ednio e um discurso t\u00e3o fora do comum que arrebanhava multid\u00f5es. Lembro-me que naquele mesmo dia, o homem, sentado, se p\u00f4s a ensinar umas poucas pessoas na parte de fora do Templo e, claro, como sempre acontecia, aquelas pessoas logo se transformaram em outra multid\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\u00c9 claro que havia lugar<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\"> dentro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> do Templo para esse tipo de reuni\u00e3o, mas o homem nunca o utilizava. Sempre deu prioridade para ensinar o que quer que fosse em lugares p\u00fablicos, de f\u00e1cil acesso a qualquer um que passasse, e quase sempre assentado, na mesma posi\u00e7\u00e3o dos grandes professores de Jerusal\u00e9m. Esse era outro motivo pelo qual os doutores se enfureciam com ele. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De longe, tudo era massa e sil\u00eancio para ouvir o que o homem tinha a dizer. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Como um vaso de barro seco quando cai no ch\u00e3o, o sil\u00eancio foi repentinamente quebrado por uma agita\u00e7\u00e3o e gritos que, se me lembro bem, vinham de encontro ao centro da multid\u00e3o. Havia uma mulher sendo arrastada. Lembro-me como se fosse ontem de suas roupas: seda transparente e pinturas que revelavam para quem quisesse ver onde estivera e o que estivera fazendo. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; Adult\u00e9rio! Esta mulher foi pega em adult\u00e9rio! &#8211; dizia a turba olhando fixamente ao homem no centro da multid\u00e3o. Ora, se ele se revelava como um grande professor, talvez tentando concorrer com os mestres do Templo, que resolvesse o caso dessa mulher ad\u00faltera. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; Mestre, esta mulher foi surpreendida em ato de adult\u00e9rio. Mois\u00e9s, que recebeu a Lei de Yahweh, nos ordena apedrejar mulheres ad\u00falteras. E o senhor, que diz? \u2013 disse um dos homens ensandecidos que traziam a mulher arrastada. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Lembro-me que de onde eu estava era poss\u00edvel distinguir as vestes e o vocabul\u00e1rio deles: os <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">mestres do Templo<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Com certeza, estavam tentando apanhar o homem que ensinava em uma armadilha, a fim de desacredit\u00e1-lo diante daquela multid\u00e3o que insistia em ouvir o que ele tinha a dizer. Humilh\u00e1-lo publicamente talvez fosse uma boa ideia e, quem sabe, um passo mais pr\u00f3ximo de um prop\u00f3sito maior: cal\u00e1-lo de uma vez por todas. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Era percept\u00edvel para n\u00f3s a tens\u00e3o entre os sacerdotes de Yahweh e o carpinteiro. Era quase poss\u00edvel tocar a inten\u00e7\u00e3o que eles tinham de mat\u00e1-lo, a fim de impedi-lo de interferir nos neg\u00f3cios de Deus. Quem era ele, um mero artes\u00e3o, para ir contra todos os ensinamentos de homens que passavam a vida estudando os escritos de Mois\u00e9s? <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O carpinteiro, calado, ouvindo o que eles tinham a dizer sobre a mulher humilhada, permaneceu guardando sil\u00eancio. Talvez este tenha sido o primeiro dos grandes golpes que estavam por vir sobre os sacerdotes. O homem sabia bem o que nenhum de n\u00f3s jamais soube: o momento correto para falar e o momento correto para calar. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Lembro que vi terror nos olhos da mo\u00e7a de p\u00e9 no centro da multid\u00e3o, enquanto a pr\u00f3pria multid\u00e3o se voltava aos sacerdotes. O apedrejamento em Jerusal\u00e9m era comum e extremamente doloroso. Para mim, uma das piores formas de morrer, tirando o m\u00e9todo aplicado frequentemente pelos romanos. Esses mesmos olhos suplicavam uma segunda chance. Havia arrependimento genu\u00edno nela, e a turba que a trazia s\u00f3 conseguia enxergar competi\u00e7\u00e3o e assass\u00ednio. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O tempo havia congelado e a cena, logo cedo, era digna das trag\u00e9dias gregas. A multid\u00e3o ao redor do homem prendia a respira\u00e7\u00e3o com a mesma intensidade que os sacerdotes guardavam sentimentos de triunfo. Inesperadamente, sentado, o carpinteiro se inclinou um pouco mais perto do ch\u00e3o de areia batida e come\u00e7ou a escrever com o dedo, igual as crian\u00e7as de Jerusal\u00e9m faziam em suas brincadeiras. Era imposs\u00edvel para qualquer um ver o que ele sentia. Era imposs\u00edvel ver seus olhos ou desvendar sua express\u00e3o. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; Esta mulher foi pega em adult\u00e9rio! Adult\u00e9rio! A quebra do s\u00e9timo mandamento! <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; O terceiro rolo da Torah nos diz que ela deve ser apedrejada! <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; Por que se cala, carpinteiro? Onde foi parar toda a sua eloqu\u00eancia? \u2013 E os gritos dos acusadores continuavam, se aproveitando do sil\u00eancio. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ficar velho \u00e9 refletir. Quantas vezes n\u00e3o interpretamos de forma correta o sil\u00eancio? Talvez este seja o motivo pelo qual estamos t\u00e3o cercados de ru\u00eddos. O sil\u00eancio nos confronta de uma forma que qualquer barulho jamais vai fazer, seja ele com sentido ou sem. As repeti\u00e7\u00f5es dos <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">homens de Yahweh<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> s\u00f3 confirmaram tudo isso: o sil\u00eancio constrange e exige. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Engra\u00e7ado, pensando e escrevendo agora com calma sobre aquele dia, tamb\u00e9m gostaria de fazer algumas perguntas \u00e0quela turba de sacerdotes, do mesmo modo como eles incitavam o homem a tomar alguma atitude: \u201cesta mulher n\u00e3o foi apanhada em adult\u00e9rio <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">sozinha<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">! Onde est\u00e1 o homem com o qual ela estava?\u201d, \u201ca puni\u00e7\u00e3o n\u00e3o deveria cair sobre o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">casal ad\u00faltero<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, de acordo com o que est\u00e1 escrito?\u201d, \u201cpor que o homem tamb\u00e9m n\u00e3o est\u00e1 aqui?\u201d. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Da mesma forma que o carpinteiro havia abaixado para escrever no ch\u00e3o, continuando a ouvir enquanto gritavam, ele se endireitou, fixando neles os olhos. Muitos foram os que fitaram aqueles olhos: a ponte que ligava o que havia dentro do carpinteiro com o que aparecia por fora. Qu\u00e3o d\u00f3ceis e qu\u00e3o terr\u00edveis eram os olhos daquele homem! <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; Se algum de voc\u00eas estiver sem pecado, seja o primeiro a atirar pedra nela. \u2013 disse, abaixando logo em seguida e continuando a escrever no ch\u00e3o batido. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">J\u00e1 estou idoso. Passei por muitas esta\u00e7\u00f5es em minha vida e hoje, depois de muito aprender sobre o que o carpinteiro ensinou, percebo a profundidade dessas palavras e que elas mesmas s\u00e3o a resposta para as perguntas que fiz logo acima. Parece-me muito claro agora o motivo pelo qual o ad\u00faltero n\u00e3o estava aparentemente presente, mas n\u00e3o quero contaminar a hist\u00f3ria com as conclus\u00f5es e as reflex\u00f5es de um velho. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Lembro-me ainda que a resposta do homem foi um choque para todos: para a multid\u00e3o que o escutava atentamente, para a turba de sacerdotes j\u00e1 n\u00e3o t\u00e3o ensandecidos depois de mais um golpe, para mim que estava ao longe observando e, principalmente, para a mulher. Quem iria prever que a pergunta que exigia uma resposta direta seria respondida dessa maneira? <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Para mim, somente hoje faz sentido o motivo pelo qual o ad\u00faltero n\u00e3o estava l\u00e1, mas para os mestres, a resposta trouxe imediatamente o sentido e hoje percebo o porqu\u00ea de um a um os grandes sacerdotes terem sa\u00eddo de perto do carpinteiro, desde o mais velho at\u00e9 o mais mo\u00e7o, abandonando suas pedras que, ao ca\u00edrem ao ch\u00e3o, respondiam a pergunta melhor do que qualquer palavra. Todos eles sa\u00edram, abandonando a mulher ainda tr\u00eamula, n\u00e3o sabendo o que o homem que emudecera os sacerdotes havia de fazer com ela. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">De longe, o vi se levantar devagar, olh\u00e1-la longamente nos olhos e, enfim, perguntar: <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; Mulher, onde est\u00e3o eles? Ningu\u00e9m a condenou? \u2013 a voz era terna, mas firme. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; Ningu\u00e9m, senhor \u2013 veio a resposta, aos borbot\u00f5es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; Eu tamb\u00e9m n\u00e3o a condeno. Agora v\u00e1 e abandone sua vida de pecado \u2013 disse, consistente com tudo o mais que ensinava. <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">N\u00e3o me lembro o que aconteceu \u00e0 mulher, nem mesmo qual foi sua postura ao terminar de ouvir a senten\u00e7a, mas uma coisa era certa, talvez uma das pessoas que mais foram impactadas pela cena, tenha sido eu, por isso gosto de lembr\u00e1-la sempre. Como podia isso? As respostas \u00e0s minhas perguntas de antes mesmo do homem chegar estavam respondidas de uma forma que nunca ouvira antes! Ele n\u00e3o a condenara, e isso trazia um profundo significado e uma rela\u00e7\u00e3o ainda mais estreita com o que estava escrito na <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Torah<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Somente um podia condenar ou absolver algu\u00e9m: o pr\u00f3prio autor da Lei! <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Ainda lamento muito n\u00e3o ter visto o que o homem escreveu na areia, mas tenho minhas convic\u00e7\u00f5es particulares. Esta, segundo dizem, foi a \u00fanica coisa que o carpinteiro escreveu em toda a sua vida, nada mais foi escrito por suas pr\u00f3prias m\u00e3os. Suspeito que o carpinteiro simplesmente tenha escrito uma palavra curta ali. Uma palavra que havia muito sido esquecida pelos homens nas roupas bonitas e que continua sendo esquecida por n\u00f3s at\u00e9 hoje. Talvez o que a areia trazia em si era a palavra <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">checed<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Era <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">miseric\u00f3rdia <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">em hebraico.<\/span><\/p>\n<ul>\n<li><strong>Leandro Duarte<b>, <\/b>26 anos.<\/strong> Te\u00f3logo e bacharel em ci\u00eancia da computa\u00e7\u00e3o, \u00e9 f\u00e3 de literatura, m\u00fasica e design. \u00c9 mineiro e tem profunda consci\u00eancia da pr\u00f3pria situa\u00e7\u00e3o, permanecendo escondido \u00e0 sombra da cruz.<strong><br \/>\n<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Leandro Duarte Tudo era c\u00e9u, areia e calor. Lembro-me de haver passado a noite na rua, perambulando, pensativo, tentando responder as perguntas de todos n\u00f3s. N\u00e3o havia muita atividade naquela hora do dia e apenas alguns mercadores montavam suas tendas de trocas aos arredores do Templo. 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