{"id":6818,"date":"2018-05-30T09:12:55","date_gmt":"2018-05-30T12:12:55","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/?p=6818"},"modified":"2018-05-30T09:12:55","modified_gmt":"2018-05-30T12:12:55","slug":"por-que-a-juventude-sem-amor-odeia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/2018\/05\/30\/por-que-a-juventude-sem-amor-odeia\/","title":{"rendered":"Por que a juventude sem amor odeia?"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"color: #ff6600;\"><em>Como parte da celebra\u00e7\u00e3o dos 50 anos de Ultimato, resgatamos conte\u00fados hist\u00f3ricos da revista. Confira abaixo o texto \u201cPor que a juventude sem amor odeia?\u201d, do reverendo da Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro, Zaqueu Ribeiro, publicado na edi\u00e7\u00e3o n\u00ba 5 de Ultimato, em maio de 1968.<\/em><\/span><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-6819\" src=\"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/Ult_Jovem_29_05_18_odeia2-300x207.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"207\" srcset=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/Ult_Jovem_29_05_18_odeia2-300x207.jpg 300w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/Ult_Jovem_29_05_18_odeia2-768x530.jpg 768w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/Ult_Jovem_29_05_18_odeia2-1024x707.jpg 1024w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/Ult_Jovem_29_05_18_odeia2-732x505.jpg 732w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/Ult_Jovem_29_05_18_odeia2-1140x787.jpg 1140w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/>Feita assim, a pergunta d\u00e1 a impress\u00e3o de que o \u00f3dio \u00e9 sentimento oposto ao amor, quando na verdade \u00e9 a limita\u00e7\u00e3o do amor. Como criaturas de Deus, temos em n\u00f3s, inerente, a potencialidade do amor grandioso de Deus. Contudo, no decurso do tempo, os homens represaram em si mesmos os poderes de seu amor, permitindo somente que, vez por outra, alguma gota furtiva escoe. Ao seu redor tudo se fez deserto, enquanto ele se afoga no seu amor-pr\u00f3prio.<\/p>\n<p>O jovem n\u00e3o odeia. Apenas n\u00e3o aprendeu a amar. Cercaram-lhe o amor. Negaram-lhe o amor \u2013 e ele aprendeu a amar limitadamente, com as for\u00e7as que chamamos de \u00f3dio. E o que eu vejo nos adolescentes e jovens \u00e9 simplesmente o anseio de amar, com toda a pot\u00eancia do amor represado. Toda a sua vitalidade, todas as suas reivindica\u00e7\u00f5es, toda a sua revolta s\u00e3o um grito de amor contido e exprimem a busca de uma f\u00f3rmula de amor que n\u00e3o conhecem e a que se desejam dedicar.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-thumbnail wp-image-6725\" src=\"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/marca50anos_blog-150x150.jpg\" alt=\"\" width=\"150\" height=\"150\" \/>At\u00e9 nos seus desregramentos, vejo o jovem como um pedinte de amor, do amor puro e verdadeiro, pelo qual a sua consci\u00eancia clama e do qual s\u00f3 conhece as limita\u00e7\u00f5es. Quando se encontrar com Deus, as paredes que reprimem seu amor h\u00e3o de cair como as velhas muralhas de Jeric\u00f3, porque Deus, e s\u00f3 Deus, \u00e9 amor \u2013 e nEle aprendemos a amar com seu amor infinito, paciente, benigno, sem ard\u00eancia de ci\u00fames, sem ufania nem soberba, sem atitudes inconvenientes nem ego\u00edsmos, nem exaspera\u00e7\u00e3o, nem ressentimentos, nem injusti\u00e7as, mas com a alegria do amor imperec\u00edvel at\u00e9 no sofrimento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como parte da celebra\u00e7\u00e3o dos 50 anos de Ultimato, resgatamos conte\u00fados hist\u00f3ricos da revista. Confira abaixo o texto \u201cPor que a juventude sem amor odeia?\u201d, do reverendo da Catedral Presbiteriana do Rio de Janeiro, Zaqueu Ribeiro, publicado na edi\u00e7\u00e3o n\u00ba 5 de Ultimato, em maio de 1968. 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