{"id":964,"date":"2015-08-13T00:00:18","date_gmt":"2015-08-13T03:00:18","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/?p=964"},"modified":"2015-08-14T12:10:25","modified_gmt":"2015-08-14T15:10:25","slug":"a-relacao-entre-a-igreja-e-o-mundo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/igreja\/a-relacao-entre-a-igreja-e-o-mundo\/","title":{"rendered":"A rela\u00e7\u00e3o entre a igreja e o mundo"},"content":{"rendered":"<h2><strong>A rela\u00e7\u00e3o entre a igreja e o mundo<\/strong><\/h2>\n<p><strong>Texto b\u00e1sico: <\/strong>Jo\u00e3o 17.9-18<\/p>\n<p><strong>Leitura di\u00e1ria<\/strong><br \/>\n<strong>D <\/strong>Ef 1.3-14 Bendito seja Deus<br \/>\n<strong>S <\/strong>Mt 5.9-16 Testemunhando no mundo<br \/>\n<strong>T <\/strong>Sl 67 B\u00ean\u00e7\u00e3o reconhecida<br \/>\n<strong>Q <\/strong>Rm 15.7-13 Para a gl\u00f3ria de Deus<br \/>\n<strong>Q <\/strong>1Pe 5.5-11 Sob os cuidados de Deus<br \/>\n<strong>S <\/strong>Cl 3.1-11 Com o c\u00e9u em perspectiva<br \/>\n<strong>S <\/strong>1Tm 1.12-19 A boa consci\u00eancia<\/p>\n<h3><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Alguns crist\u00e3os atuais t\u00eam vivido t\u00e3o alienados da realidade cotidiana que at\u00e9 parecem viver em mosteiros dom\u00e9sticos, ao passo que outros foram verdadeiramente dominados pelo mundo e seus valores \u00edmpios. Contudo, qual deve ser a rela\u00e7\u00e3o entre o crist\u00e3o e o mundo? Como poderemos conviver com essa tens\u00e3o de dupla cidadania, paralelamente, a celestial e a terrena? \u00c9 o que veremos nesta li\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3><strong>\u00a0I. <\/strong><strong>O Senhor Jesus intercede pela sua igreja<\/strong><\/h3>\n<p>No in\u00edcio dessa ora\u00e7\u00e3o, o Senhor Jesus havia rogado pela sua glorifica\u00e7\u00e3o a se realizar interiormente em todos os que cressem na sua obra. Esse foco no indiv\u00edduo, ressaltado no Evangelho de Jo\u00e3o, \u00e9 percebido pela \u00eanfase na obra realizada interiormente nos crentes. Da\u00ed a afirma\u00e7\u00e3o do Senhor: \u201cE a vida eterna \u00e9 esta: que te conhe\u00e7am a ti, o \u00fanico Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste\u201d (v.3). Jesus destaca essa realiza\u00e7\u00e3o na vida de todos aqueles que o Pai lhe tinha confiado, os quais creram e foram preservados pela Palavra de Deus. Esta foi recebida por eles e, atrav\u00e9s dela, vieram a reconhecer a Cristo e a sua obra (vs.1-8).<\/p>\n<p>A partir desse ponto, o Senhor Jesus come\u00e7ou a interceder mais especificamente pelos seus disc\u00edpulos. Dessa intercess\u00e3o destacamos uma s\u00e9rie de vers\u00edculos que enfocam a unidade de toda a sua igreja, incluindo aqueles que viriam a crer em Cristo em dias futuros, e a glorifica\u00e7\u00e3o de Cristo atrav\u00e9s do testemunho dos crentes (vs.19-26). Em Jo\u00e3o 17.9-18, n\u00f3s lemos sobre a intercess\u00e3o de Cristo pela sua igreja, acompanhando uma certa sequ\u00eancia cronol\u00f3gica da obra realizada no indiv\u00edduo, a saber, desde o seu resgate do mundo para uma vida com Deus, passando pelo cuidado divino e os benef\u00edcios da gra\u00e7a operante nos crentes, at\u00e9 a sua voca\u00e7\u00e3o no mundo. Tudo isso ocorre atrav\u00e9s da Palavra de Deus, que tem um papel central no desenvolvimento e na aplica\u00e7\u00e3o dessa voca\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<h3><strong>\u00a0II. <\/strong><strong>Resgatando um povo para Deus no mundo<\/strong><\/h3>\n<p>Ao interceder especificamente pelos seus disc\u00edpulos somente, o Senhor Jesus descreveu a sua igreja como aqueles que lhe foram dados pelo Pai (v.9). Ele ressaltou a \u00edntima rela\u00e7\u00e3o e a propriedade comum entre o que \u00e9 seu e o que \u00e9 do Pai, afirmando ser glorificado nesse povo especial (v.10). Prestes a retornar aos c\u00e9us, Cristo rogou a Deus Pai que mantivesse o seu povo unido em torno dessa f\u00e9 que os havia resgatado (v.11), terminando por afirmar que ele havia preservado todos os que lhe haviam sido dados, deixando perder-se apenas aquele cujo destino de perdi\u00e7\u00e3o j\u00e1 havia sido profetizado nas Escrituras Sagradas (v.12).<\/p>\n<p>Dessa parte da ora\u00e7\u00e3o sacerdotal do Senhor Jesus, destacamos um mist\u00e9rio glorioso: Deus Pai tem um povo especialmente preparado para si, o qual vem sendo entregue ao Filho por interm\u00e9dio da Palavra (2Ts 2.13,14). O prop\u00f3sito \u00e9 que, atrav\u00e9s de Cristo, esse povo seja conduzido mediante a f\u00e9 \u00e0quele a quem pertence: o Pai celestial. Atrav\u00e9s desse resgate e a comunh\u00e3o resultante do ajuntamento dos crentes, o seu Filho Jesus Cristo, \u00e9 glorificado. O que acabamos de ver \u00e9 um <em>mist\u00e9rio <\/em>(Rm 16.25-27; Ef 3.4-6), porque ningu\u00e9m sabe antecipadamente quantos e quem s\u00e3o os que far\u00e3o parte da igreja, nem quando essas pessoas ser\u00e3o resgatadas do mundo para uma vida com Deus. Sabemos que a Palavra \u00e9 o meio para que esse resgate seja feito (At 13.48). No entanto, ainda aqui h\u00e1 outro mist\u00e9rio, pois tamb\u00e9m apercep\u00e7\u00e3o da condu\u00e7\u00e3o espiritual que Deus d\u00e1 a essas pessoas, levando-as \u00e0 f\u00e9 em Cristo Jesus, como resultado do an\u00fancio da mensagem da cruz, \u00e9 oculta aos olhos humanos (1Co 1.21). \u00c9 assim que os preparados por Deus v\u00e3o ao Senhor Jesus, pela f\u00e9, na ocasi\u00e3o em que o Esp\u00edrito Santo torna eficaz a chamada divina durante o fiel an\u00fancio do evangelho de Cristo (Ef 1.11-13). Isso \u00e9 <em>glorioso <\/em>n\u00e3o apenas porque a a\u00e7\u00e3o que torna todo este processo eficaz \u00e9 sublime, mas tamb\u00e9m porque o projeto de vida que lhes est\u00e1 destinado por Deus \u00e9 majestoso (Ef 1.4,5). Esse projeto vai sendo conhecido \u00e0 medida que, junto com outros redimidos, o povo de Deus vai crescendo na f\u00e9 b\u00edblica e na comunh\u00e3o espiritual com o seu Redentor e com os seus irm\u00e3os na f\u00e9 (Ef 5.26,27). Estes professam a mesma e gloriosa confian\u00e7a na soberana e eficiente gra\u00e7a de Deus (Is 19.23-25) que resgata, transforma e santifica, ainda no mundo, um povo para o louvor exclusivo da sua gl\u00f3ria (Is 43.6,7). Sendo assim, podemos afirmar que, <em>no mundo, a igreja \u00e9 resgatada para Deus.<\/em><\/p>\n<h3><strong>III. Desfrutando no mundo do gozo e da prote\u00e7\u00e3o divinas<\/strong><\/h3>\n<p>Desde que foram salvas por Deus, as pessoas que comp\u00f5em a sua igreja devem desenvolver um projeto glorioso aqui na terra, o qual n\u00e3o se realiza sem lutas. Ao contr\u00e1rio, enfrentaremos dificuldades exatamente por abra\u00e7armos uma filosofia crist\u00e3 na vida (2Tm 3.12), pois assim como o Senhor Jesus enfrentou oposi\u00e7\u00e3o, os seus disc\u00edpulos tamb\u00e9m enfrentar\u00e3o (Jo 15.18-20). Na verdade, \u00e9 uma b\u00ean\u00e7\u00e3o sofrer por amor a Jesus (Mt 5.10-12). H\u00e1 um elemento glorioso e poderoso nesse testemunho de firmeza no evangelho, ainda que em meio a tribula\u00e7\u00f5es, pois fomos resgatados da impiedade do mundo para uma vida gloriosa (1Pe 2.21,25).<\/p>\n<p>Lembremos que s\u00f3 n\u00e3o conseguir\u00edamos resistir \u00e0s nossas lutas espirituais se o pr\u00f3prio Deus n\u00e3o impusesse limites \u00e0 a\u00e7\u00e3o infernal (Mt 24.21,22) e \u00e0s nossas tenta\u00e7\u00f5es (1Co 10.13). Cristo Jesus tamb\u00e9m venceu o mundo em sua real humanidade (Jo 16.33) e nos alertou sobre a rela\u00e7\u00e3o perigosa entre o mundo e a igreja (1Jo 2.15,17; 3.1,13). N\u00e3o devemos fugir do mundo e nos esconder em guetos, pois nesse caso nem nos livrar\u00edamos do mal que nos acompanha interiormente (Tg 1.14,15; Hb 12.3,4), nem cumprir\u00edamos a nossa miss\u00e3o.<\/p>\n<p>Para sermos eficientes na vida crist\u00e3, o Senhor Jesus nos alerta contra a ansiedade, pois Deus cuida dos seus (Mt 6.25,27; 1Pe 5.7) at\u00e9 quando n\u00e3o percebemos (Sl 127.2). \u00c9 devido \u00e0 certeza desse cuidado paternal, presente na igreja (Sl 37.4,5), que podemos ter a serenidade necess\u00e1ria para buscar o reino de Deus em nossa vida (Mt 6.33,34). Deus n\u00e3o apenas confirma em n\u00f3s esse cuidado paternal (Rm 8.16), como tamb\u00e9m enche o nosso cora\u00e7\u00e3o de gozo (Sl 22.8; Rm 15.13), \u00e0 medida que estreitamos a nossa rela\u00e7\u00e3o com Cristo (2Pe 3.18). A vida crist\u00e3 tem o seu ideal de conduzir toda a nossa exist\u00eancia para a gl\u00f3ria de Deus, do in\u00edcio ao fim, desde as coisas pequenas at\u00e9 \u00e0s grandes, pois encontramos o prazer maior da nossa vida no Senhor (Sl 73.25,26), quando estamos saud\u00e1veis e amadurecidos espiritualmente. Seria imposs\u00edvel viver essa voca\u00e7\u00e3o se n\u00e3o tiv\u00e9ssemos sido transformados espiritualmente, porque \u00e9 somente devido a essa nova natureza que o crist\u00e3o tem gozo nas coisas de Deus (Sl 1.2; 119.47). Fomos, no entanto, atra\u00eddos eficazmente pelo amor de Deus (Jr 31.3), o qual nos cativou e igualmente produz verdadeiro amor por ele em n\u00f3s (1Jo 4.19) Esse \u00e9 o motivo por que conseguimos vencer o mundo por interm\u00e9dio da nossa f\u00e9 (1Jo 2.2-5). Sendo assim, podemos afirmar que, <em>no mundo, a igreja tem gozo e prote\u00e7\u00e3o divina.<\/em><\/p>\n<h3><strong>\u00a0IV. <\/strong><strong>Desenvolvendo a santa voca\u00e7\u00e3o no mundo<\/strong><\/h3>\n<p>Se a voca\u00e7\u00e3o da igreja est\u00e1 relacionada ao seu destino eterno, o que significa viver a vida aqui no mundo olhando para a eternidade com Deus at\u00e9 que cheguemos l\u00e1 (Cl 3.1-4), ent\u00e3o devemos crescer no processo gracioso da santifica\u00e7\u00e3o, \u201csem a qual ningu\u00e9m ver\u00e1 o Senhor\u201d (Hb 12.14). Esta ocorre atrav\u00e9s do entendimento e a pr\u00e1tica das Escrituras (Sl 119.11; 2Tm 3.16,17). Embora a santifica\u00e7\u00e3o seja uma gra\u00e7a que Deus opera em n\u00f3s (Fp 2.13) atrav\u00e9s da obra do seu Filho (1Co 6.11; 1Pe 2.24,25), ela se desenvolve com a nossa coopera\u00e7\u00e3o (2Tm 2.21), pois n\u00e3o somos meros expectadores. Antes, a santifica\u00e7\u00e3o ser\u00e1 uma prova evidente de que aqueles que a perseguem compreenderam o projeto glorioso de Deus para si e buscam agrad\u00e1-lo como uma grata express\u00e3o sincera de amor por ele (Dt 10.12,13; 11.1). Para desenvolvermos essa gloriosa voca\u00e7\u00e3o, portanto, opera-se em nossa vida uma a\u00e7\u00e3o conjunta da gra\u00e7a de Deus e dos nossos esfor\u00e7os consequentes (1Co 1.2; Hb 10.14).<\/p>\n<p>Visto que essa voca\u00e7\u00e3o vem sendo vivenciada por todos aqueles que Deus alcan\u00e7ou ao longo da Hist\u00f3ria, aqueles que creram precisam assumir a sua responsabilidade de viver de acordo com ela nos seus pr\u00f3prios dias. N\u00e3o basta preservar os que j\u00e1 est\u00e3o em alian\u00e7a com Deus, confirmando-os na f\u00e9 (Cl 2.6,7), nem empenhar-nos para que nossos descendentes tamb\u00e9m se confirmem nessa voca\u00e7\u00e3o (Gn 17.7; Dt 6.2,5-7; 32.46); \u00e9 preciso tamb\u00e9m buscar aqueles que, estando fora da alian\u00e7a, foram preparados por Deus para entrar nela (Rm 9.23-26). A consci\u00eancia dessa parte essencial da voca\u00e7\u00e3o crist\u00e3 estava no cora\u00e7\u00e3o do ap\u00f3stolo Paulo e se refletia tamb\u00e9m na sua pr\u00e1tica, como conv\u00e9m aos que est\u00e3o sendo doutrinados corretamente pela Palavra de Deus. Porque a voca\u00e7\u00e3o crist\u00e3 \u00e9 para que toda a nossa vida mostre a todas as pessoas o evidente poder que o evangelho tem de santificar pecadores (Tt 2.11-14), o que \u00e9 apenas iniciado na sua salva\u00e7\u00e3o. Esse poder do evangelho deve nos levar ao empenho ousado de um testemunho crist\u00e3o integral, tanto atrav\u00e9s das nossas palavras, quanto por meio das nossas atitudes (1Pe 2.9-12). Esse testemunho deve ser dado ao mundo inteiro, para que a gl\u00f3ria de Deus seja reconhecida por todos e o seu nome seja honrado e glorificado na vida daqueles que o Senhor j\u00e1 preparou para si. Sendo assim, <em>no mundo, a igreja desenvolve a sua santa voca\u00e7\u00e3o. <\/em><\/p>\n<h3><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Analisando a ora\u00e7\u00e3o sacerdotal do nosso senhor Jesus Cristo em favor dos seus disc\u00edpulos, percebemos que ele intercede em favor do desenvolvimento vocacional da igreja no meio da sociedade. \u00c9 do meio deste mundo cheio de pecados e desvios que Deus resgata e santifica a sua igreja, bem como a protege, d\u00e1-lhe prazer e uma raz\u00e3o de viver. A igreja foi chamada para ser o povo de Deus e viver responsavelmente aqui, procurando manifestar a sua gl\u00f3ria mediante o resgate de pecadores e da forma\u00e7\u00e3o de uma gera\u00e7\u00e3o santificada, pois a nossa rela\u00e7\u00e3o com o mundo \u00e9 de envolvimento mission\u00e1rio, como disse Cristo em Jo\u00e3o 20.21: \u201cAssim como o Pai me enviou, eu tamb\u00e9m vos envio\u201d.<\/p>\n<h3><strong>Aplica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Quais s\u00e3o as maiores tenta\u00e7\u00f5es que a igreja contempor\u00e2nea enfrenta diante da sua voca\u00e7\u00e3o neste mundo perverso? Quais s\u00e3o os desafios reais para o cumprimento pleno dessa voca\u00e7\u00e3o no meio da sociedade? H\u00e1 algum meio de nos envolvemos com a nossa cidade de tal maneira que avancemos no cumprimento da nossa voca\u00e7\u00e3o crist\u00e3 em nossa sociedade?<\/p>\n<p>&gt;&gt; Texto publicado na revista Palavra Viva \u2013 Sua Cidade Para Cristo, pela <a href=\"https:\/\/editoraculturacrista.com.br\/\">Editora Cultura Crist\u00e3<\/a>.<\/p>\n<p>&gt;&gt; Autor do Estudo: Raimundo M. Montenegro Neto<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alguns crist\u00e3os t\u00eam vivido t\u00e3o alienados da realidade que at\u00e9 parecem viver em mosteiros dom\u00e9sticos, ao passo que outros foram verdadeiramente dominados pelo mundo e seus valores . Contudo, qual deve ser a rela\u00e7\u00e3o entre o crist\u00e3o e o mundo? 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