{"id":306,"date":"2013-11-07T16:30:17","date_gmt":"2013-11-07T19:30:17","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/?p=306"},"modified":"2013-11-07T16:32:29","modified_gmt":"2013-11-07T19:32:29","slug":"crises-e-sucesso-na-jornada-missionaria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/missoes\/crises-e-sucesso-na-jornada-missionaria\/","title":{"rendered":"Crises e sucesso na jornada mission\u00e1ria"},"content":{"rendered":"<p><strong>CRISES E SUCESSO NA JORNADA MISSION\u00c1RIA<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><b style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">Texto b\u00e1sico: <\/b><span style=\"font-size: 13px; line-height: 19px;\">Atos 16.5-11<\/span><\/p>\n<p><b>Leitura di\u00e1ria<br \/>\n<\/b><b>D <\/b>Rm 7.7-25 Gra\u00e7as a Deus por Jesus<br \/>\n<b>S <\/b>Rm 8.1-17 Guiados pelo Esp\u00edrito<br \/>\n<b>T <\/b>Rm 8.18-27 Salvos na esperan\u00e7a<br \/>\n<b>Q <\/b>Rm 8.28-39 Todas as coisas cooperam<br \/>\n<b>Q <\/b>Rm 9.1-18 Nem todos s\u00e3o israelitas<br \/>\n<b>S <\/b>Rm 11.25-32 Miseric\u00f3rdia para todos<br \/>\nS Rm 11.33-36 Para ele, todas as coisas<\/p>\n<p><b>Introdu\u00e7\u00e3o<\/b><\/p>\n<p><b><\/b>Todos passamos por per\u00edodos de crises. Crise, decep\u00e7\u00e3o e fracasso acompanham a vida humana em praticamente todas as suas dimens\u00f5es, \u00e0 semelhan\u00e7a das vit\u00f3rias e sucessos. Como servos de Deus, tamb\u00e9m n\u00e3o estamos livres de enfrentar as dificuldades comuns aos seres humanos. Al\u00e9m disso, de forma espec\u00edfica, passamos por certas lutas relacionadas \u00e0s posturas assumidas em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 f\u00e9 (1Pe 4.12-19).<\/p>\n<p>Em sua jornada mission\u00e1ria, a igreja \u2013 povo de Deus (n\u00e3o apenas seus obreiros e mission\u00e1rios), passa tamb\u00e9m por momentos em que crises e sucessos se alternam. \u00c0 vezes, nos per\u00edodos de crescimento, ficamos com a impress\u00e3o de que as dificuldades foram totalmente vencidas e n\u00e3o voltar\u00e3o mais. J\u00e1 nos per\u00edodos de d\u00favidas, crises ou fracassos perdemos a motiva\u00e7\u00e3o e nos guiamos pelas gl\u00f3rias do passado ou pelos sucessos dos demais. Parece que, em ambas as situa\u00e7\u00f5es, n\u00e3o vemos com clareza a hist\u00f3ria dos caminhos de Deus refletidos em sua Palavra.<\/p>\n<p>Como igrejas, obreiros e fam\u00edlias crist\u00e3s, vivemos constantemente crises e sucessos na jornada mission\u00e1ria que recebemos de Deus. Ao longo dessa jornada mission\u00e1ria, \u00e9 de fundamental import\u00e2ncia encontrar nos par\u00e2metros da Palavra de Deus a sustenta\u00e7\u00e3o para que n\u00e3o desanimemos por completo com as crises, nem nos tornemos triunfalistas com os sucessos. \u00c9 muito importante encontrar tanto nos bons quanto nos maus momentos a a\u00e7\u00e3o e os prop\u00f3sitos de Deus para nossa jornada mission\u00e1ria e ministerial.<\/p>\n<p><b>1. <\/b><b>Fases de vit\u00f3ria e de sucesso<\/b><\/p>\n<p><b><\/b>A narrativa de Atos 16 nos auxilia de forma especial nesse sentido. Ap\u00f3s o conc\u00edlio realizado em Jerusal\u00e9m (15.1-21), o envio da carta de orienta\u00e7\u00e3o do conc\u00edlio aos crist\u00e3os gentios (15.22-35), e a resolu\u00e7\u00e3o do s\u00e9rio desentendimento que separou Barnab\u00e9 de Paulo (15.36-41), o texto narra a partida de Paulo e Silas retornando \u00e0s igrejas para as fortalecer (15.40-41) e para as instruir quanto \u00e0s decis\u00f5es do Conc\u00edlio de Jerusal\u00e9m (16.4). O in\u00edcio dessa segunda viagem mission\u00e1ria foi marcado por alegrias, reencontros e vit\u00f3rias. Vemos que esse conjunto de a\u00e7\u00f5es pastoral-mission\u00e1rias, realizado por Paulo, Silas e Tim\u00f3teo (16.1-3) foi marcado por muito sucesso: \u201cassim as igrejas eram fortalecidas na f\u00e9 e, dia a dia, aumentavam em n\u00famero\u201d (16.5). Na verdade, as palavras do v. 5 representam a vit\u00f3ria com que essa fase do trabalho pastoral-mission\u00e1rio de Paulo e sua equipe foi completada.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s essa fase de vit\u00f3ria e sucesso, a equipe de Paulo perambulou por uma extensa regi\u00e3o (Fr\u00edgia e Gal\u00e1cia) buscando oportunidades concretas, dadas por Deus, \u201cde pregar a palavra na \u00c1sia\u201d, mas foram impedidos pelo Esp\u00edrito Santo (16.6). Foram at\u00e9 a fronteira da M\u00edsia, tentaram entrar na Bit\u00ednia, deram a volta pela M\u00edsia at\u00e9 chegarem a Tr\u00f4ade (16.7-8). Toda essa andan\u00e7a em busca de defini\u00e7\u00f5es e oportunidades ministeriais, no m\u00ednimo, tomou-lhes um enorme tempo e custou a eles investimento em viagens, hospedagens e alimenta\u00e7\u00e3o. Mas, al\u00e9m disso, certamente, essa situa\u00e7\u00e3o os levou a diversas indefini\u00e7\u00f5es, a \u201ctentativas e erros\u201d e ao cansa\u00e7o. Ligado a isso, notamos que, ap\u00f3s a fase de tantas vit\u00f3rias e sucessos, Paulo e sua equipe estavam cientes de que eram impedidos de pregar a Palavra pelo \u201cEsp\u00edrito Santo\u201d (16.6) ou pelo \u201cEsp\u00edrito de Jesus\u201d (16.7). O que haviam feito de errado? Por que isso estava acontecendo justamente com eles, que haviam deixado tudo e se dedicaram de corpo e alma \u00e0 obra mission\u00e1ria? Certamente eles n\u00e3o compreendiam com clareza as raz\u00f5es, os porqu\u00eas e os prop\u00f3sitos de Deus com tudo aquilo. De uma fase de muito sucesso, passaram a viver uma crise.<\/p>\n<p><b>2.\u00a0<\/b><b>Deus nas tentativas e erros<\/b><\/p>\n<p><b><\/b>\u00c9 muito edificante observar que eles associaram as v\u00e1rias circunst\u00e2ncias adversas que os impediram de atuar naquelas prov\u00edncias (nem sabemos que adversidades foram essas) com uma a\u00e7\u00e3o espec\u00edfica de Deus. N\u00e3o se contentaram em analisar os impedimentos como meras dificuldades humanas ou como se fosse uma persegui\u00e7\u00e3o de Satan\u00e1s tentando impedi-los de realizar a obra de Deus. Ao contr\u00e1rio, quando associaram a crise com a a\u00e7\u00e3o de Deus, fizeram uma leitura teol\u00f3gica adequada de todo o contexto, procurando a a\u00e7\u00e3o de Deus nos eventos que ocorreram. Nesse sentido, produziram uma teologia que tanto respondeu \u00e0quela demanda espec\u00edfica, como a transformou de forma qualitativa. Na viv\u00eancia da crise, encontraram-se com Deus e leram a situa\u00e7\u00e3o pelos olhos divinos: n\u00e3o foram impedidos por elementos humanos, mas pelo pr\u00f3prio Deus. Na crise estavam sens\u00edveis ao redirecionamento de seus minist\u00e9rios e \u00e0 transforma\u00e7\u00e3o de suas prioridades. A prova\u00e7\u00e3o veio da parte de Deus como uma forma de dirigi-los para as prioridades de Deus naquele determinado momento hist\u00f3rico. E os mission\u00e1rios sabiam disso. Eles n\u00e3o se entregaram ao fatalismo; tentaram entrar em v\u00e1rias regi\u00f5es demonstrando assim que reconheciam que Deus dirigia soberanamente suas vidas. Estavam em busca da vontade de Deus para aquele momento de sua vida e de seu minist\u00e9rio. E o pr\u00f3prio Deus os guiou por meio do sucesso e da crise.<\/p>\n<p>Em Tr\u00f4ade, \u201c\u00e0 noite, sobreveio a Paulo uma vis\u00e3o\u201d (16.9). A vis\u00e3o de um maced\u00f4nio suplicando ajuda foi a resposta final para a crise, o elemento que faltava para o t\u00e9rmino daquele processo teol\u00f3gico de avalia\u00e7\u00e3o dos impedimentos enviados por Deus. Eles se prepararam para partir \u201cimediatamente\u201d para a Maced\u00f4nia, \u201cconcluindo que Deus nos havia chamado para lhes anunciar o evangelho\u201d (16.10). A conclus\u00e3o a que Paulo e seus companheiros chegaram indica que realmente havia entre eles um amplo di\u00e1logo teol\u00f3gico em busca da vontade de Deus e de uma compreens\u00e3o mais ampla de suas pr\u00f3prias voca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><b>3.\u00a0<\/b><b>Efeitos da crise<\/b><\/p>\n<p><b><\/b>O fim da crise trouxe, em primeiro lugar, o crescimento no relacionamento deles com Deus. Eles cresceram na compreens\u00e3o do modo como Deus age na hist\u00f3ria. Cresceram na paci\u00eancia que precisavam ter consigo mesmos e com os colegas de minist\u00e9rio em tempos de prova\u00e7\u00f5es. Tamb\u00e9m cresceram na capacidade de abordar teologicamente o conceito de miss\u00e3o e a rela\u00e7\u00e3o existente entre igreja, mundo e os prop\u00f3sitos de Deus. Al\u00e9m de crescerem no entendimento de suas pr\u00f3prias voca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O fim da crise tamb\u00e9m trouxe uma nova dimens\u00e3o de trabalho mission\u00e1rio. Eles compreenderam que a voca\u00e7\u00e3o ou o chamado de Deus est\u00e1 restrita basicamente ao que se deve fazer, \u201cpregar-lhes o evangelho\u201d (16.10), mas n\u00e3o est\u00e1 restrita ao \u201conde\u201d ou \u201ccomo\u201d fazer. \u201cH\u00e1 um s\u00f3 Senhor e um s\u00f3 evangelho, embora exista uma ampla variedade de maneiras de se realizar a obra de evangeliza\u00e7\u00e3o.\u201d1 Ou seja, sabiam o que deveria ser feito e estavam certos de que poderiam faz\u00ea-lo em qualquer lugar do mundo e em qualquer circunst\u00e2ncia. N\u00e3o se iludiam com as \u201cregi\u00f5es e alvos priorit\u00e1rios da miss\u00e3o da igreja\u201d, nem criam que Deus os havia chamado especificamente para trabalhar com este ou aquele povo espec\u00edfico. Estavam livres para seguir a dire\u00e7\u00e3o divina em sua vida e seu minist\u00e9rio. Estavam livres para servir!<\/p>\n<p>Com o fim da crise se dedicaram \u00e0 a\u00e7\u00e3o concreta: \u201cimediatamente, procuramos partir para aquele destino\u201d (16.10), \u201cnavegado de Tr\u00f4ade, seguimos em direitura a&#8230;\u201d (16.11). Uma nova a\u00e7\u00e3o mission\u00e1ria foi impressa em suas vidas. Definiram trabalhar em Filipos por ser a \u201cprimeira do distrito e col\u00f4nia\u201d (16.12). Sabemos que os relatos registrados ao longo do cap\u00edtulo mostram apenas alguns fatos ocorridos durante o per\u00edodo em que estiveram em Filipos: convers\u00f5es em meio a sofrimentos e adversidades. Entretanto, o mais importante dessa narrativa s\u00e3o as express\u00f5es que marcaram esses acontecimentos: \u201ccerta mulher(&#8230;) o Senhor lhe abriu o cora\u00e7\u00e3o para atender \u00e0s coisas que Paulo dizia\u201d (16.14); \u201cPaulo, j\u00e1 indignado, voltando-se, disse ao esp\u00edrito(&#8230;) na mesma hora, saiu\u201d (16.18); \u201coravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de pris\u00e3o escutavam\u201d (16.25); \u201cque devo fazer para que seja salvo?\u201d (16.30); \u201cE lhe pregaram a palavra de Deus\u201d (16.32); \u201cfoi ele batizado, e todos os seus\u201d (16.33); \u201ccom todos os seus, manifestava grande alegria, por terem crido em Deus\u201d (16.34); \u201cvendo os irm\u00e3os, os confortaram\u201d (16.40).<\/p>\n<p>Essas express\u00f5es indicam que, em meio \u00e0s prova\u00e7\u00f5es sofridas, o minist\u00e9rio mission\u00e1rio se desenvolveu de maneira aben\u00e7oada e s\u00f3lida, com o estabelecimento de uma nova comunidade de f\u00e9 e com a chegada da igreja em terras europeias. Houve, sim, momentos de crise com resist\u00eancia e pris\u00e3o. Uma crise diferente da anterior, que fora marcada por indefini\u00e7\u00f5es de campo ministerial. Agora, a crise vem simultaneamente com a b\u00ean\u00e7\u00e3o da prega\u00e7\u00e3o da Palavra, da convers\u00e3o de fam\u00edlias e da forma\u00e7\u00e3o de uma nova igreja.<\/p>\n<p><b>Conclus\u00e3o<\/b><\/p>\n<p><b><\/b>Em sua jornada mission\u00e1ria, a igreja n\u00e3o pode se ver abatida com as diversas e constantes crises que lhe chegam, nem pode se considerar \u201csuprema\u201d pelos sucessos e vit\u00f3rias alcan\u00e7ados. Entre crises e sucessos, precisamos ser sens\u00edveis \u00e0 voz do Senhor que redireciona nossos minist\u00e9rios e transforma nossas prioridades de acordo com suas inten\u00e7\u00f5es salvadoras eternas. Desse modo, precisamos crescer na compreens\u00e3o da voca\u00e7\u00e3o da igreja e das nossas pr\u00f3prias voca\u00e7\u00f5es pessoais. Crescer no relacionamento com Deus, vislumbrando sua a\u00e7\u00e3o salvadora na hist\u00f3ria humana. Com crises e\/ou sucessos na jornada mission\u00e1ria, sigamos com f\u00e9 na miss\u00e3o de Deus!<\/p>\n<p><b>Perguntas para reflex\u00e3o<\/b><\/p>\n<p>1. Quais s\u00e3o atualmente os principais fatores de crise no trabalho mission\u00e1rio?<br \/>\n2. As diversas crises enfrentadas na obra mission\u00e1ria, por parte da igreja, s\u00e3o sinais de fraqueza espiritual, estrat\u00e9gias equivocadas, ou falta de f\u00e9 e desobedi\u00eancia a Deus?<br \/>\n3. Que conclus\u00f5es podemos tirar quando, \u00e0 luz da B\u00edblia, revisamos os nossos conceitos seculares de \u201ccrises\u201d e \u201csucessos\u201d aplicados ao trabalho mission\u00e1rio?<\/p>\n<p>&gt;&gt; Estudo publicado originalmente pela\u00a0<a href=\"http:\/\/www.editoraculturacrista.com.br\/categorias.asp?codigo=17\">Editora Cultura Crist\u00e3<\/a>, na s\u00e9rie\u00a0<i>Palavra Viva \u2013 Caminhos Mission\u00e1rios da Igreja<\/i>. Usado com permiss\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A igreja n\u00e3o pode se ver abatida com as diversas e constantes crises que lhe chegam, nem pode se considerar \u201csuprema\u201d pelos sucessos e vit\u00f3rias alcan\u00e7ados. \u00c9 preciso crescer na compreens\u00e3o da voca\u00e7\u00e3o da igreja e das nossas pr\u00f3prias voca\u00e7\u00f5es pessoais. 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