{"id":2062,"date":"2018-04-24T08:47:51","date_gmt":"2018-04-24T11:47:51","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/?p=2062"},"modified":"2018-04-24T11:39:02","modified_gmt":"2018-04-24T14:39:02","slug":"jesus-e-o-nosso-sofrimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/vida-crista\/jesus-e-o-nosso-sofrimento\/","title":{"rendered":"Jesus e o nosso sofrimento"},"content":{"rendered":"<h3><strong>Jesus e o nosso sofrimento<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Texto b\u00e1sico: <\/strong>Hebreus 2.17,18<\/p>\n<p><strong>Leitura di\u00e1ria<\/strong><br \/>\n<strong>D <\/strong>Is 53.1-12 Fruto do penoso trabalho<br \/>\n<strong>S <\/strong>Mt 16.13-23 Perfeita consci\u00eancia<br \/>\n<strong>T <\/strong>Mt 16.24-28 Tome a cruz e siga-me<br \/>\n<strong>Q<\/strong>Cl 2.8-15 O triunfo na cruz<br \/>\n<strong>Q<\/strong>Jo 16.25-33 Afli\u00e7\u00f5es e vit\u00f3ria<br \/>\n<strong>S <\/strong>Mt 26.31-35,56 A aparente solid\u00e3o<br \/>\n<strong>S <\/strong>Hb 4.14-16 Acheguemo-nos a ele<\/p>\n<h4><strong>Introdu\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p><em>O Credo Apost\u00f3lico <\/em>declara que Jesus \u201cPadeceu sob o poder de P\u00f4ncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado&#8230;\u201d. Essa confiss\u00e3o, feita pela Igreja at\u00e9 os nossos dias, \u00e9 ampla e fortemente embasada nas Escrituras. Estudemos agora o que a B\u00edblia nos ensina a respeito dos sofrimentos de Cristo e como esse aspecto t\u00e3o vis\u00edvel em seu minist\u00e9rio terreno tem rela\u00e7\u00e3o direta conosco.<\/p>\n<h4><strong>I. As causas do sofrimento de Cristo<\/strong><\/h4>\n<h5><strong>&nbsp;A.&nbsp;<\/strong><strong>O pecado humano<\/strong><\/h5>\n<p>O pecado de nossos primeiros pais bem como o de toda a humanidade (Rm 3.23; 5.12), mergulhou a natureza em maldi\u00e7\u00e3o e ju\u00edzo (Gn 3.17-19; Rm 8.20-23); tendo agora o homem de arcar com as conseq\u00fc\u00eancias de sua escolha, estando irremediavelmente perdido, impossibilitado de agradar a Deus, de se reconciliar com ele. Agora, o homem se tornou escravo do pecado, tendo a sua vontade governada por esse tirano (Jo 8.34).<\/p>\n<p>\u00c9 na impossibilidade do homem que muitas vezes ele se lembra do Deus Todo-Poderoso. O pecado do homem, permitido por Deus, p\u00f4s em andamento a execu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica do plano eterno e s\u00e1bio de Deus, para salvar o seu povo escolhido desde a eternidade. Sem o pecado n\u00e3o seria necess\u00e1rio o sacrif\u00edcio de Cristo. As conseq\u00fc\u00eancias do pecado foram levadas voluntariamente por Cristo na cruz, a fim de conduzir o seu povo de forma definitiva a vencer o mal.<\/p>\n<h5><strong>B. A justi\u00e7a e o amor de Deus<\/strong><\/h5>\n<p>Deus sempre age em harmonia com o seu Ser. O homem \u00e9 pecador e, por isso, precisa ser punido pela sua rebeli\u00e3o; a disciplina faz parte da execu\u00e7\u00e3o da justi\u00e7a divina. Por outro lado, em seu amor eterno e infinito, Deus deseja salvar o homem (Jr 31.3; Ef 1.3-14). A justi\u00e7a de Deus \u00e9 santa e o seu amor \u00e9 real; a gra\u00e7a de Deus n\u00e3o \u00e9 barata, o pre\u00e7o para ele foi alto. Ela \u00e9 a pr\u00f3pria fonte do evangelho; sem ela n\u00e3o haveria boas novas de salva\u00e7\u00e3o; todos n\u00f3s herdar\u00edamos as conseq\u00fc\u00eancias eternas dos nossos pecados. Todavia, a gra\u00e7a reina e Jesus \u00e9 a sua personifica\u00e7\u00e3o; ele encarna a gra\u00e7a e a verdade (Jo 1.17; 14.6). Jesus \u00e9 a causa, o conte\u00fado e a manifesta\u00e7\u00e3o da gra\u00e7a de Deus; falar de Cristo \u00e9 falar da gra\u00e7a. Desse modo, Deus tornou-se um de n\u00f3s (Jo 1.14; Gl 4.4,5), a fim de resgatar-nos do poder e maldi\u00e7\u00e3o do pecado.<\/p>\n<p>Os sacrif\u00edcios do Antigo Testamento falam da iniciativa do Deus Justo e Amoroso que providencia a reconcilia\u00e7\u00e3o de seu povo pecador consigo mesmo. Cristo, o Verbo Encarnado, \u00e9 a plenitude desse processo. Mesmo no Antigo Testamento, os patriarcas, os profetas e o povo em geral foram perdoados, n\u00e3o porque ofereceram sacrif\u00edcios, mas sim, pela f\u00e9 no Cristo que viria. A obra de Cristo envolve todos os crentes do passado, presente e futuro. Envolve todo o seu povo. Jamais houve ou haver\u00e1 reden\u00e7\u00e3o fora do sacrif\u00edcio \u00fanico e vic\u00e1rio de Cristo. Sua obra \u00e9 completa e suficiente.<\/p>\n<p>\u00c9 importante observar que a B\u00edblia n\u00e3o faz distin\u00e7\u00e3o entre o amor de Deus Pai, do Deus Filho e do Deus Esp\u00edrito Santo. O sacrif\u00edcio do Filho revela o amor do Trino Deus: o Filho morreu por n\u00f3s porque o Trino Deus eternamente nos amou e confiou-nos ao Filho (Jo 3.16; 10.22-30; 15.16; 17.6-26; Rm 5.8; 1Jo 4.9). O Filho reconciliou-nos com o Pai e com o nosso pr\u00f3ximo por meio da cruz (Ef 2.11-22; Cl 1.19,20).<\/p>\n<h5><strong>C. A voluntariedade do Filho<\/strong><\/h5>\n<p>A vinda de Cristo e todos os seus atos foram norteados pela sua obedi\u00eancia ao Pai, tendo sempre como meta glorificar a Deus e salvar o seu povo (Jo 4.34; 5.30; 6.38,39; 10.10-18; 17.1-8). Dessa forma, a obra de Cristo foi feita com esp\u00edrito volunt\u00e1rio; ele assumiu o nosso lugar morrendo sob o estigma da maldi\u00e7\u00e3o, resgatando-nos da condena\u00e7\u00e3o por sua livre gra\u00e7a (Gl 3.13,14). Assim, o que era imposs\u00edvel ao homem \u2013 ter acesso a Deus e expiar o seu pr\u00f3prio pecado \u2013, Jesus realizou perfeita e vicariamente (1Pe 3.18; Hb 7.26-28; 9.23-28; 10.10-18).<\/p>\n<h4><strong>II. A consci\u00eancia de Jesus<\/strong><\/h4>\n<p>Jesus tinha perfeita consci\u00eancia do que teria de passar (Is 53), sabia que a sua vida de obedi\u00eancia espont\u00e2nea ao Pai tinha como rota obrigat\u00f3ria a cruz. Ele sempre soube que n\u00e3o havia desvios nem atalhos; a cruz era a sua miss\u00e3o. N\u00e3o que houvesse com isso um prazer na pr\u00f3pria morte, mas, sim, a certeza de ser essa a \u00fanica op\u00e7\u00e3o para a salva\u00e7\u00e3o de seu povo. As profecias do Antigo Testamento, na esteira de G\u00eanesis 3.15, j\u00e1 indicavam as dores do Messias e ele as conhecia bem, j\u00e1 que tais profecias foram reveladas pelo Esp\u00edrito de Cristo (Lc 24.26,46; Is 53.1-12; At 3.18; Jo 17.1-3; 1Pe 1.10,11). Por isso, ap\u00f3s a declara\u00e7\u00e3o por parte de Pedro de ser ele o Cristo (Messias, Ungido; Mt 16.13-17), \u201c&#8230;come\u00e7ou Jesus Cristo a mostrar a seus disc\u00edpulos que lhe era necess\u00e1rio seguir para Jerusal\u00e9m e sofrer muitas coisas dos anci\u00e3os, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto, e ressuscitado no terceiro dia\u201d (Mt 16.21; Mt 17.12; Lc 17.25). Jesus n\u00e3o tinha ilus\u00f5es; por isso, ele administrava o tempo do qual era Senhor, levando adiante a sua obra, tendo ci\u00eancia perfeita da sua hora; do momento de se revelar, ser preso, torturado, morrer e ressuscitar (Lc 22.14-16; Jo 7.1-9; 12.23-33; 16.32; 17.1).<\/p>\n<h4><strong>III. A obedi\u00eancia perfeita<\/strong><\/h4>\n<p>\u00c9 poss\u00edvel que algu\u00e9m assuma uma miss\u00e3o sem saber seu alcance, perigos e implica\u00e7\u00f5es; todavia, caso esses dados tenham sido ocultados propositadamente, ao tomar ci\u00eancia deles, a tend\u00eancia do ser humano \u00e9 de se revoltar contra quem o enganou. Como j\u00e1 vimos, esse n\u00e3o foi o caso de Jesus; ele sabia perfeitamente o que teria de realizar e os sofrimentos pelos quais passaria; contudo, ele veio assim mesmo para cumprir a sua miss\u00e3o, conforme o Pacto selado na eternidade entre ele mesmo, como representante dos eleitos e o Pai, como representante da Trindade.<\/p>\n<p>A grandeza da obedi\u00eancia de Cristo assume um papel ainda mais not\u00e1vel se atentarmos para o fato de que ele \u00e9 igual ao Pai, mas, que abriu m\u00e3o de sua gl\u00f3ria para cumprir o seu minist\u00e9rio terreno (Fp 2.6-8). A obedi\u00eancia de Cristo foi em favor do seu povo; ele viveu em constante harmonia com a vontade do Pai; o pre\u00e7o da obedi\u00eancia era o sofrimento; assim nosso Senhor foi batizado, submeteu-se \u00e0s leis do povo, foi ultrajado, torturado, contado entre os transgressores, morto e sepultado (Is 50.4- 7; 53.4-7; Jo 4.34; Hb 5.8).<\/p>\n<p>A obedi\u00eancia de Cristo foi volunt\u00e1ria e ativa; se ele n\u00e3o se dispusesse a cumprir as demandas da lei em nosso lugar, apresentando um sacrif\u00edcio perfeito, expiando os nossos pecados, a gra\u00e7a de Deus n\u00e3o seria diminu\u00edda; mas n\u00e3o haveria salva\u00e7\u00e3o para ningu\u00e9m. Jesus foi o \u00fanico homem que n\u00e3o precisava padecer, todavia, ele voluntariamente o fez por n\u00f3s (Jo 10.17,18; Hb 2.9), deixando-nos exemplo (1Pe 2.21), a fim de nos conduzir a Deus em santidade (Hb 13.12; 1Pe 3.18).<\/p>\n<h4><strong>IV. Intensidade e extens\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p>Quando assim pensamos nos sofrimentos de Cristo apenas no Calv\u00e1rio, nos esquecemos da extens\u00e3o terrena dos sofrimentos que o acompanharam durante todo o seu minist\u00e9rio.<\/p>\n<p>O que j\u00e1 foi estudado aqui real\u00e7a ainda mais a extens\u00e3o e intensidade dos seus sofrimentos. Basta recordar que o Logos eterno sempre soube dos seus futuros sofrimentos na carne (1Pe 4.1). Durante todo o seu minist\u00e9rio terreno, Jesus convivia numa atmosfera pecaminosa e hostil. Satan\u00e1s o tentou mais de uma vez, inclusive usando o pr\u00f3prio Pedro (Lc 4.1- 13; Mt 16.21-23; Hb 2.18); a incredulidade do povo e at\u00e9 mesmo de seus familiares (Mt 17.17; Jo 7.5); as armadilhas das autoridades judaicas (Jo 11.47-52); a trai\u00e7\u00e3o de Judas, a omiss\u00e3o de Pedro e o abandono de todos os seus disc\u00edpulos (Mt 26.14-16,20-25,35,56; Jo 18.1- 11,15-18,25-27); o tipo de morte que teria, fazendo-se maldi\u00e7\u00e3o em nosso lugar (Gl 3.13,14), etc., tudo isso contribuiu para intensificar a sua dor e sofrimento.<\/p>\n<p>Embora santo, Jesus morreu como um maldito condenado (2Co 5.21); morreu em sacrif\u00edcio por aqueles que nem ainda criam nele (Jo 1.29; 17.20,21; 1Co 5.7; Ef 5.2; Hb 7.14,27; 9.23,26; 10.12). Jesus tornou-se respons\u00e1vel por n\u00f3s, levando sobre si os nossos pecados que lhe foram imputados; a justi\u00e7a condenat\u00f3ria de Deus caiu sobre ele.<\/p>\n<p>Os sofrimentos de Cristo foram f\u00edsicos e espirituais (Mt 26.36-42; 1Pe 4.1); no Gets\u00eamani, horas antes do seu mart\u00edrio, ele sente o peso ainda mais forte da aproxima\u00e7\u00e3o da experi\u00eancia mais temida: a separa\u00e7\u00e3o de Deus, que \u00e9 a morte; a ira de Deus sendo derramada sobre ele, o Justo (Is 53.3), como representante do seu povo. Jesus, por\u00e9m, entregouse \u00e0 vontade do Pai, vontade determinante para ele e para o seu minist\u00e9rio. Nessa autoentrega est\u00e1 a vit\u00f3ria de Deus sobre o pecado e sobre Satan\u00e1s, redimindo para si um povo comprado com o \u201csangue de Deus\u201d (At 20.28; 1Co 6.20; 1Pe 1.18,19).<\/p>\n<p>\u00c9 imposs\u00edvel descrever de forma perfeita os sofrimentos de Cristo; ningu\u00e9m jamais poder\u00e1 aquilatar de forma completa as dores do Messias; elas foram \u00fanicas e suficientes. Mas todos os eleitos desfrutam dos benef\u00edcios salvadores da obra sacrificial de Cristo. A Igreja \u00e9 o resultado efetivo e hist\u00f3rico do minist\u00e9rio sacrificial; o sacrif\u00edcio de Cristo n\u00e3o foi em v\u00e3o.<\/p>\n<h4><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p>A Igreja \u00e9 conclamada a participar dos sofrimentos e das vit\u00f3rias de Cristo (1Pe 4.12-19). Um desafio constante a n\u00f3s \u00e9 deixar de olhar para o problema e concentrarmos a nossa aten\u00e7\u00e3o em Deus, colocando diante dele as nossas ang\u00fastias, esperando nele a sua resposta. Davi, quando fugia de seu filho Absal\u00e3o escreveu o salmo 3; ali ele narra o aumento de seus advers\u00e1rios e o ju\u00edzo condenat\u00f3rio deles, no entanto, longe de se deter nisso, exp\u00f5e a Deus as suas ang\u00fastias, confiante de que Deus \u00e9 o seu escudo, gl\u00f3ria e salva\u00e7\u00e3o. Calvino (1509-1564) comentando essa passagem, diz: \u201cDavi, assim, nos ensina, por meio de seu pr\u00f3prio exemplo, que, mesmo que o mundo inteiro, a uma s\u00f3 voz, tente infundir-nos desespero, em vez de atentar para ele, devemos, antes, dar ouvidos unicamente a Deus, e acalentar sempre a esperan\u00e7a da salva\u00e7\u00e3o que ele prometeu; e como os \u00edmpios empregam seus esfor\u00e7os com o fim de destruir nossas almas, temos de defender-nos deles recorrendo \u00e0s nossas ora\u00e7\u00f5es\u201d.<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>1<\/p>\n<h4><strong>Aplica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h4>\n<p>Jesus se identificou com as nossas fraquezas e tenta\u00e7\u00f5es. Essa identifica\u00e7\u00e3o foi poss\u00edvel porque ele se tornou \u201csemelhante aos irm\u00e3os\u201d (Hb 2.17; Hb 4.15). Cristo se identificou completamente com o homem. O socorro amparador de Deus deve ser um est\u00edmulo \u00e0 nossa resist\u00eancia na f\u00e9, a permanecermos firmes diante das variadas tenta\u00e7\u00f5es que visam nos afastar de Deus e da sua Palavra.<\/p>\n<hr>\n<h6><strong><span style=\"color: #808080;\">Nota<\/span><br \/>\n<\/strong><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a>&nbsp;<span style=\"color: #808080;\">Jo\u00e3o Calvino, <em>O Livro dos Salmos<\/em>, S\u00e3o Paulo: Paracletos, 1999, Vol. 1, (Sl 3.1-2), p. 83.<\/span><\/h6>\n<hr>\n<p>&gt;&gt; Estudo publicado originalmente na revista&nbsp;<em>Palavra Viva,&nbsp;<\/em>s\u00e9rie publicada pela&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.editoraculturacrista.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?hl=pt-BR&amp;q=https:\/\/www.editoraculturacrista.com.br\/&amp;source=gmail&amp;ust=1523102064319000&amp;usg=AFQjCNEbiqNqyDRgovNLt4MndU_KdqVEzw\">Editora Cultura Crist\u00e3<\/a>. Usado com permiss\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Credo Apost\u00f3lico declara que Jesus \u201cPadeceu sob o poder de P\u00f4ncio Pilatos, foi crucificado, morto e sepultado&#8230;\u201d. Essa confiss\u00e3o, feita pela Igreja at\u00e9 os nossos dias, \u00e9 ampla e fortemente embasada nas Escrituras. 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