{"id":1857,"date":"2017-08-11T18:07:19","date_gmt":"2017-08-11T21:07:19","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/?p=1857"},"modified":"2017-08-11T18:09:32","modified_gmt":"2017-08-11T21:09:32","slug":"deus-permite","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/vida-crista\/deus-permite\/","title":{"rendered":"Deus permite?"},"content":{"rendered":"<h3>Deus permite?<\/h3>\n<p><strong>Texto b\u00e1sico:<\/strong> Atos 4.23-28<\/p>\n<p><strong>Leitura di\u00e1ria:<\/strong><br \/>\nD Tg 1.12-18 &#8211; Todo dom perfeito<br \/>\nS Mt 26.24 &#8211; Predi\u00e7\u00e3o e puni\u00e7\u00e3o<br \/>\nT Lm 3.38 &#8211; O bem e o mal<br \/>\nQ 2Sm 24.1-10 &#8211; Deus incitou<br \/>\nQ Fp 2.13 &#8211; O querer e o realizar<br \/>\nS Pv 6.16-19 &#8211; Odeia e abomina<br \/>\nHb 1.9 &#8211; Odiaste a iniquidade<\/p>\n<h3>Introdu\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Como explicar as a\u00e7\u00f5es malignas no mundo? Esta li\u00e7\u00e3o, e as pr\u00f3ximas, tratar\u00e3o de uma quest\u00e3o mais complexa: o relacionamento entre Deus, os homens e o mal. Vamos buscar respostas nas Escrituras, sabedores de que aquilo que foi revelado nos pertence, e aquilo que n\u00e3o foi revelado pertence somente ao Senhor (Dt 29.29).<\/p>\n<h3>I. Modelos equivocados<\/h3>\n<p>A discuss\u00e3o sobre o relacionamento entre Deus e o mal \u00e9 antiga. Ao longo da Hist\u00f3ria essa discuss\u00e3o foi ganhando corpo e chegou at\u00e9 n\u00f3s de maneira que podemos coloc\u00e1-la em \u201ccercas\u201d maiores, sob \u201cguarda-chuvas\u201d mais amplos de posicionamentos. Obviamente os modelos que abordaremos, a seguir, n\u00e3o esgotam a totalidade nem a particularidade de cada um, mas ajudam a categorizar e identificar padr\u00f5es de pensamento.<\/p>\n<h4>A. O mal como priva\u00e7\u00e3o<\/h4>\n<p>Aqueles de tradi\u00e7\u00e3o arminiana nor\u00acmalmente se alinham a essa ideia. Eles entendem que, pelo fato de Deus ser bom e ter criado tudo de maneira boa e perfeita, a corrup\u00e7\u00e3o e a degrada\u00e7\u00e3o das coisas criadas foram produzidas pelo pecado, que pertence somente \u00e0s criatu\u00acras de Deus, como homens e anjos, por exemplo, e que esses \u00faltimos agiram de modo totalmente livre.\u00a0 Quem pensa assim certamente tenta preservar os textos das Escrituras que en-sinam que o pecado \u00e9 gerado no cora\u00e7\u00e3o do homem e Deus \u00e9 a fonte de todo bem (Tg 1.12-18). Assim, dizem eles, tudo o que \u00e9 bom procede de Deus e tudo que \u00e9 mal n\u00e3o procede dele. Essa vis\u00e3o, embora pare\u00e7a ser boa, pois tenta preservar Deus de ser considerado mau, falha por n\u00e3o reconhecer a sua soberania e o seu plano eterno.\u00a0 Se Deus realmente fosse somente o agente iniciador e sustentador de coisas boas em sua cria\u00e7\u00e3o, como ele teria controle sobre as m\u00e1s? Ser\u00e1 que ele poderia fazer uma promessa e garantir que ela fosse cumprida? O diabo seria um concorrente de sua vontade? Haveria uma guerra c\u00f3smica entre o bem (Deus) e o mal (Satan\u00e1s)? N\u00e3o \u00e9 isso que a B\u00edblia ensina. A morte de Cristo Jesus na cruz foi o evento mais cruel, injusto e desumano realizado na hist\u00f3ria do mundo, e ele foi claramente prometido por Deus e cumprido nos seus m\u00ednimos detalhes (Is 53.1-12; Lc 22.3-6; Mt 26.20-25,53-54,74-75; 27.9-10; Mc 15.27-28).<\/p>\n<h4>B. Permiss\u00e3o divina<\/h4>\n<p>Sendo uma deriva\u00e7\u00e3o do modelo anterior, a ideia de permiss\u00e3o divina tenta explicar, de maneira um pouco mais profunda o relacionamento de Deus com o pecado do que a ideia do mal como priva\u00e7\u00e3o. Diz Paul Helm: \u201cMesmo que a priva\u00e7\u00e3o [do mal] n\u00e3o fa\u00e7a sentido, ela ainda admite o car\u00e1ter impec\u00e1vel de Deus, em virtude do qual ele n\u00e3o poderia realizar uma a\u00e7\u00e3o m\u00e1; ele n\u00e3o poderia (na frase que se tornou comum) \u201cser o autor do pecado\u201d. Ent\u00e3o como o pecado acontece, se a provid\u00eancia de Deus est\u00e1 no controle de todas as coi\u00acsas, e ele n\u00e3o pode produzir o pecado? A resposta para isso \u00e9 a permiss\u00e3o de Deus. Deus permite o pecado\u201d (A Provid\u00eancia de Deus, Editora Cultura Crist\u00e3). Podemos entender a permiss\u00e3o divina de duas maneiras: geral e espec\u00edfica. A permiss\u00e3o geral \u00e9 como se Deus fosse o presidente de uma empresa. Ele sabe tudo o que acontece, direciona os acontecimen\u00actos, envolve os funcion\u00e1rios para que sua vontade seja realizada, mas ele n\u00e3o est\u00e1 efetivamente controlando ningu\u00e9m. Essa vis\u00e3o falha por querer manter a liberdade dos agentes em detrimento da determina\u00ac\u00e7\u00e3o de Deus. A quest\u00e3o \u00e9 que ela, logica\u00acmente, tamb\u00e9m n\u00e3o encaixa e n\u00e3o faz jus ao que ensina a Palavra de Deus. A permiss\u00e3o tamb\u00e9m pode ser vista de maneira espec\u00edfica, isto \u00e9, em uma situa-\u00e7\u00e3o de pecado ou mal, Deus simplesmente permite que ela aconte\u00e7a porque ele n\u00e3o age para impedi-la. Sendo Todo-Poderoso, Deus poderia evitar que determinado mal fosse praticado, mas n\u00e3o o faz porque tem prop\u00f3sitos (fins) s\u00e1bios e santos. Talvez algu\u00e9m pergunte: Permitir o mal n\u00e3o seria t\u00e3o mal quanto pratic\u00e1-lo? Se Deus pode evitar que algo aconte\u00e7a, mas n\u00e3o o faz, sua bondade n\u00e3o estaria comprome\u00actida, mesmo que seus fins sejam santos e justos? \u00c9 por isso, que precisamos de um modelo fundamentado nas Escrituras.<\/p>\n<h3>II. Compatibilismo<\/h3>\n<p>Na li\u00e7\u00e3o anterior aprendemos que o relacionamento entre Deus e o homem se d\u00e1 de uma maneira a que denominamos de &#8220;concursus&#8221;. O compatibilismo seria uma aplica\u00e7\u00e3o do &#8220;concursus&#8221;, principalmente no que diz respeito ao relacionamento de Deus com o pecado e com o mal.\u00a0 O compatibilismo procura manter as verdades da soberania de Deus e da responsabilidade e liberdade do homem juntas, sem prejudicar qualquer um dos pontos. Deus \u00e9 ampla e exaustivamente soberano, ele dirige e disp\u00f5e de tudo e de todos para realizar os seus planos. Quanto aos agentes morais, que s\u00e3o livres e respons\u00e1veis, eles realizam o plano eterno de maneira que a culpa pelos seus erros seja s\u00f3 deles porque eles desejaram praticar o mal. As pessoas que n\u00e3o concordam com essa vis\u00e3o dizem que, desse modo, o homem seria somente uma marionete, um rob\u00f4 nas m\u00e3os de Deus. Na verdade, essa \u00e9 mais uma daquelas argumenta\u00e7\u00f5es sem sentido \u2013 j\u00e1 expusemos algumas nas li\u00e7\u00f5es anteriores. O fato \u00e9 que os advers\u00e1rios do compatibilismo precisam levantar espan-talhos para a n\u00e3o aceita\u00e7\u00e3o das verdades das Escrituras. Ent\u00e3o, vamos relembrar novamente o que a Palavra ensina.<\/p>\n<h4>A. A participa\u00e7\u00e3o de Deus no mal<\/h4>\n<p>Na pr\u00f3xima li\u00e7\u00e3o abordaremos de maneira espec\u00edfica o \u201cproblema do mal\u201d. Por enquanto, vamos relembrar o ensino b\u00edblico de que Deus tem participa\u00e7\u00e3o na maldade dos homens, embora essa participa\u00e7\u00e3o seja diferente com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 bondade que eles praticam. N\u00f3s assumimos que Deus est\u00e1 por detr\u00e1s tanto do bem como do mal, mas de uma maneira que o mal \u00e9 realizado pelos agentes livres \u2013 que desejam realizar o mal \u2013, e o Senhor utiliza a instrumentalidade desses agentes secund\u00e1rios para a realiza\u00e7\u00e3o do seu prop\u00f3sito soberano.\u00a0 Alguns textos das Escrituras s\u00e3o muito claros a esse respeito: \u201cSuceder\u00e1 algum mal \u00e0 cidade, sem que o Senhor o tenha feito?\u201d (Am 3.6b); \u201cAcaso, n\u00e3o procede do Alt\u00edssimo tanto o mal como o bem?\u201d (Lm 3.38); \u201cEu formo a luz e crio as trevas; fa\u00e7o a paz e crio o mal; eu, o Senhor, fa\u00e7o todas estas coisas\u201d (Is 45.7; cf. Sl 105.25; Rm 9.18; Pv 21.1; 2Ts 2.11).<\/p>\n<h4>B. A a\u00e7\u00e3o do homem no mal<\/h4>\n<p>N\u00e3o \u00e9 porque Deus determina e utiliza o homem para realizar o seu plano que o homem fica isento dos seus erros. Na realidade, todos os homens agem de forma livre e s\u00e3o respons\u00e1veis pelos seus atos, sem compuls\u00e3o ou coer\u00e7\u00e3o; eles realizam o que desejam. Dois exemplos podem ser analisados aqui. O primeiro se refere ao censo realizado pelo rei Davi. O texto come\u00e7a dizendo, claramente, o que aconteceu: \u201cTornou a ira do Senhor a acender-se contra os israelitas, e ele incitou a Davi contra eles, dizendo: Vai, levanta o censo de Israel e de Jud\u00e1\u201d (2Sm 24.1). Por enquanto, diremos que Deus fez isso por meio de Satan\u00e1s (1Cr 21.1), na pr\u00f3xima li\u00e7\u00e3o retomaremos esse assunto.<\/p>\n<p>Embora Deus, soberanamente, de forma direta ou indireta, tenha \u201cincitado\u201d o rei Davi a levantar o censo; o autor da a\u00e7\u00e3o foi somente de Davi. Joabe, comandante do ex\u00e9rcito, ainda tentou demover o rei dessa ideia (2Sm 24.3-4; 1Cr 21.3), pois o censo demonstraria o poder b\u00e9lico de Davi, tornaria orgulhoso o seu cora\u00e7\u00e3o e faria com que tanto o povo como o rei confiassem mais nesse \u00faltimo do que no poder do Senhor (1Sm 14.6; Is 31.1). Depois de nove meses o rei recebeu o relat\u00f3rio (2Sm 24.8). Diz a passagem que \u201cSentiu Davi bater-lhe o cora\u00e7\u00e3o, depois de haver recenseado o povo, e disse ao Senhor: Muito pequei no que fiz; por\u00e9m, agora, \u00f3 Senhor, pe\u00e7o-te que perdoes a iniquidade do teu servo; porque procedi mui loucamente\u201d (2Sm 24.10). A soberania de Deus estava agindo de forma ativa, mas Davi foi culpado pelo seu pecado; ele reconheceu seu erro e arrependeu-se. Outro texto \u00e9 Atos 4.23-28. Depois de ouvir o relato dos ap\u00f3stolos sobre a proibi\u00e7\u00e3o de pregar o evangelho, a igreja reunida orou adorando ao Senhor e pedindo a ele que lhes concedesse mais intrepidez para pregar a palavra (At 4.29). Mas o que eles afirmam \u00e9 que os homens maus se ajuntaram contra Jesus. Dentre esses homens, estava Herodes, P\u00f4ncio Pilatos, gentios e gente de Israel. Como diz Heber Carlos de Campos:<\/p>\n<p>\u201cAlguns detalhes da trai\u00e7\u00e3o de Cristo foram at\u00e9 planejados cuidadosamente, como \u00e9 o caso da a\u00e7\u00e3o dos fariseus e membros do Sin\u00e9drio. Nenhum deles fez coisa alguma contr\u00e1ria \u00e0 sua natureza. Eles fizeram tudo o que estava de acordo com as disposi\u00e7\u00f5es dominantes da alma deles. O prazer deles foi cuspir em Jesus, dar-lhe bofetadas, zombar dele, prend\u00ea-lo, a\u00e7oit\u00e1-lo, sentenci\u00e1-lo \u00e0 morte e, por fim, serem instrumentos malignos da sua execu\u00e7\u00e3o na cruz [&#8230;] Todas essas coisas foram feitas voluntariamente, sem serem for\u00e7ados por nada de fora a fazerem o que fizeram. Simplesmente, eles deram ouvidos \u00e0 sua pr\u00f3pria natureza\u201d (A Provid\u00eancia, Editora Cultura Crist\u00e3).<\/p>\n<p>Aqueles homens se ajuntaram \u201c&#8230; para fazerem tudo o que a tua m\u00e3o e o teu prop\u00f3sito predeterminaram\u201d (At 4.28). Deus providencialmente n\u00e3o apenas planejou esses acontecimentos, como conduziu esses homens para fazerem tudo isso. Ainda assim, eles s\u00e3o completamente culpados por seu pecado, sua incredulidade e sua maldade.<\/p>\n<h3>III. Todas as a\u00e7\u00f5es de todos os homens e anjos<\/h3>\n<p>Provavelmente, voc\u00ea j\u00e1 compreendeu que a permiss\u00e3o a que nos referimos n\u00e3o \u00e9 aquela que simplesmente \u201cdeixa as cosias acontecerem\u201d, como se Deus n\u00e3o estivesse envolvido no processo. Por isso, a Confiss\u00e3o de F\u00e9 de Westminster ensina: \u201cA onipot\u00eancia, a sabedoria inescrut\u00e1vel e a infinita bondade de Deus, de tal maneira se manifestam em sua provid\u00eancia, que esta se estende at\u00e9 a primeira Queda e a todos os outros pecados dos anjos e dos homens, e isto n\u00e3o por uma mera permiss\u00e3o, mas por uma permiss\u00e3o tal que, para os seus pr\u00f3prios e santos des\u00edgnios, s\u00e1bia e poderosamente os limita, e regula, e governa em uma m\u00faltipla dispensa\u00e7\u00e3o, mas essa permiss\u00e3o \u00e9 tal, que a pecaminosidade dessas transgress\u00f5es procede t\u00e3o somente da criatura e n\u00e3o de Deus, que, sendo sant\u00edssimo e just\u00edssimo, n\u00e3o pode ser o autor do pecado nem pode aprov\u00e1-lo\u201d (V.IV). Para fins did\u00e1ticos, dividimos o compatibilismo da seguinte maneira: atos bons dos homens bons, atos bons dos homens maus, atos maus dos homens bons e atos maus dos homens maus. Observe o quadro a seguir:<\/p>\n<h5><strong>Atos bons dos homens bons:<\/strong>\u00a0Fp 2.13; Jo 8.32,34,36; Gl 5.13; 1Pe 2.16; 2Co 7.1<\/h5>\n<h5><strong>Atos bons dos homens maus:\u00a0<\/strong>Is 44.24-26;45.1-7; 2Tm 1.16-18<\/h5>\n<h5>Atos maus dos homens bons:\u00a0Gn 37.11,18-19; 45.5-8; 50.15-21<\/h5>\n<h5>Atos maus dos homens maus:\u00a0Jr 25.9-14; 51.20-24; 52.4-30;Hc 1.3-13<\/h5>\n<p>Por homens bons queremos dizer aqueles que s\u00e3o regenerados e habitados pelo Esp\u00edrito; por homens maus s\u00e3o aqueles que est\u00e3o distantes de Deus e vivem deliberadamente pecando, tendo um cora\u00e7\u00e3o escravo dos seus prazeres. Por atos bons daqueles que s\u00e3o regenerados deve-se entender a obedi\u00eancia \u00e0 Palavra, o produzir e praticar o fruto do Esp\u00edrito. Nos homens maus, os atos bons t\u00eam outro sentido: embora suas inten\u00e7\u00f5es nunca sejam puras, eles produziram alguma consequ\u00eancia boa cujos efeitos foram ben\u00e9ficos. Os atos maus, dos homens maus, referem-se somente ao processo natural da sua natureza ca\u00edda (cf. A Provid\u00eancia, Editora Cultura Crist\u00e3).<\/p>\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio, portanto, cultivar a humildade e reconhecer que mesmo que os ensinos das Escrituras sejam muitos e claros, essa doutrina \u00e9 bastante complexa, e de certo modo, misteriosa. H\u00e1 pessoas que n\u00e3o creem dessa maneira e temem apontar Deus como o \u201cautor do pecado\u201d ou \u201ccompactuando com o mal\u201d. A Confiss\u00e3o sabiamente enfatiza a responsabilidade moral do homem, que vive por aquilo que est\u00e1 revelado, ou seja, embora Deus tenha todo esse envolvimento nas a\u00e7\u00f5es e inten\u00e7\u00f5es dos homens, n\u00f3s devemos viver pelo que Deus, que \u00e9 bom e justo, diz, e temer sua disciplina e justa condena\u00e7\u00e3o, pois ele odeia o pecado (1Jo 2.15-16; Pv 6.16-19; Hb 1.9).<\/p>\n<h3>Conclus\u00e3o<\/h3>\n<p>O relacionamento de Deus com o mal e com os homens \u00e9 complexo. Todavia, as Escrituras nos oferecem respaldo para pensar sobre esse tema de modo que enxerguemos o compatibilismo nas a\u00e7\u00f5es soberanas de Deus e na responsabilidade de cada homem. Ningu\u00e9m est\u00e1 alheio ao poder providencial de Deus, e ele ser\u00e1 cada vez mais glorificado por meio da verdade registrada em sua Palavra.<\/p>\n<h3>Aplica\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Como voc\u00ea enxergava a permiss\u00e3o de Deus? Como a compreende agora? Por que o compatibilismo \u00e9 uma proposta mais b\u00edblica? Voc\u00ea teme apresentar a Deus exatamente como ele \u00e9 revelado nas Escrituras a outras pessoas?<\/p>\n<p>&gt; Autor do Estudo: Andr\u00e9 Scordamaglio<br \/>\n&gt;&gt; Estudo publicado originalmente na na s\u00e9rie Palavra Viva, revista &#8220;Soberania Banida&#8221;, da <a href=\"https:\/\/www.editoraculturacrista.com.br\/\">Editora Cultura Crist\u00e3<\/a>. Usado com permiss\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Como combinar as a\u00e7\u00f5es soberanas de Deus e a responsabilidade de cada pessoa? Como voc\u00ea enxerga a &#8220;permiss\u00e3o&#8221; de Deus?<\/p>\n<p>O relacionamento de Deus com o mal e com os homens \u00e9 complexo. O que a B\u00edblia diz e, mais ainda, como explicar a presen\u00e7a do mal no mundo?<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":47,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"categories":[7636,6051,164],"tags":[],"class_list":["post-1857","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-etica","category-teologia","category-vida-crista"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1857","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1857"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1857\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1887,"href":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1857\/revisions\/1887"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/wp-json\/wp\/v2\/media\/47"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1857"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1857"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/estudos-biblicos\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1857"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}