O relativismo pós-moderno

O RELATIVISMO PÓS-MODERNO

 

Texto Básico: 1 Timóteo 3.14-15

Leitura Diária:
Domingo:  Sl 19 – O valor da verdade de Deus
Segunda:  Sl 119 – A lei e a verdade
Terça:  Rm 1.18-32 – O pecado e a verdade
Quarta:  Jo 14.1-14 – Jesus Cristo e a verdade
Quinta:  Jo 16.1-24 – O Espírito Santo e a verdade
Sexta:  1Jo 1.5–2.6 – O teste da verdade
Sábado:  2Jo – Santificação e verdade

 

Introdução

De maneira geral, é possível afirmar que a vida cristã possui características e objetivos comuns em todos os momentos da história. A ordem de “santificar a Cristo no coração” (1Pe 3.15), por exemplo, se aplica a todos os cristãos em todos os momentos históricos. No entanto, é possível afirmar que cada momento histórico apresenta desafios próprios para o cristianismo. Nóssomos chamados por Deus para viver a vida cristã num tempo específico. Por isso, no exercício de santificar a Cristo no coração, por exemplo, cristãos de diferentes épocas se deparam com diferentes dilemas e desafios.

Nesta lição procuraremos avaliar à luz da Bíblia, um desafio próprio para os cristãos contemporâneos, que vivem na chamada pósmodernidade.

I. O relativismo dos tempos pós-modernos

Estudiosos de nosso tempo têm o denominado de pós-modernidade. Esta nomenclatura revela que o momento histórico em que vivemos é um momento que segue o período moderno. No entanto, a relação entre um momento histórico (modernidade) e outro (pós-modernidade) não é apenas temporal ou histórica, mas também conceitual e cultural. Em outras palavras, a pósmodernidade não é apenas um período que segue a modernidade em termos temporais, mas um período que segue a modernidade conceitual e culturalmente, rompendo, de certa forma, com aspectos do modo de pensar, viver e se organizar, próprio da modernidade.

Uma das características mais marcantes da pós-modernidade é o rompimento com o que poderíamos chamar de universal ou geral, em prol do particular ou individual. Na modernidade se pensava na história humana de modo geral, em termos de uma história universal. Hoje em dia o que importa é a história individual, quando muito a de um grupo de pessoas, mas não se costuma falar mais em uma história da humanidade.Na modernidade se falava também em uma verdade universal e absoluta. Para nossos dias, no entanto, falar em uma verdade universal e absoluta é algo quase que inaceitável. Por fim, a modernidade podia falar de um modo de agir universal e norteado por valores absolutos, enquanto para a pós-modernidade este é um discurso ultrapassado. Isto não significa que a modernidade tenha sido necessariamente cristã, mas apenas que ela teve em comum com a visão de mundo cristã o fato de assumir o universal e absoluto.

Ao contrário da modernidade, nosso tempo tem como princípio o relativismo. Tendo valorizado o particular, em detrimento do universal, a pós-modernidade abandonou a ideia de absolutos e assumiu o relativismo. O relativismo é a teoria de que a base para os julgamentos sobre conhecimento, cultura ou ética difere de acordo com as pessoas, com os eventos e com as situações (Dicionário de Ética Cristã, Carl Henry, Editora Cultura Cristã).

Esse relativismo contemporâneo se aplica aos três elementos apresentados no parágrafo anterior: história, conhecimento e ética. A pós-modernidade questiona, primeiramente, a existência de uma história comum que possa, de alguma forma, identificar os homens de modo universal. Em segundo lugar, no âmbito do conhecimento, questiona a existência de uma verdade que seja universal e absoluta. Por consequência, questiona por fim a possibilidade de se estabelecer princípios morais que devam reger a conduta de todas as pessoas universalmente. Nosso tempo rejeita qualquer critério universalmente aceito para se medir valores (Carl Henry).

Esta teoria consideravelmente complexa (o relativismo) pode ser vista nas palavras e ações do dia a dia das pessoas em nosso tempo. Provavelmente a maioria dos leitores já consegue perceber o quanto o homem contemporâneo se preocupa com a sua história individualmente, como se ela não estivesse relacionada à história de modo geral. Provavelmente, a maioria dos leitores deste texto já teve uma discussão encerrada com as seguintes palavras: “não vale a pena discutir, afinal, você tem a sua verdade e eu tenho a minha”. Ou, quem nunca foi perguntado de forma retórica, depois de ter emitido um juízo de valor sobre algo ou alguém: “quem é você para julgar?”. Essas palavras e ações revelam como o relativismo tomou conta de nossos dias.

A igreja, enquanto comunidade plantada e imersa em seu tempo histórico sofre as consequências deste relativismo. Uma das maiores evidências da influência do relativismo na igreja contemporânea é sua tendência ao ecumenismo. A defesa da aceitação indiscriminada de toda e qualquer crença revela o quanto o caráter exclusivista do evangelho soa mal aos ouvidos contemporâneos. Outra característica que tem se tornado cada vez mais comum no meio da igreja é o questionamento da necessidade e a ausência da disciplina eclesiástica. Esta prática revela que não apenas o relativismo quanto ao conhecimento tem adentrado a igreja, mas também o relativismo ético-moral.

II. O relativismo e a Bíblia

O relativismo é uma teoria coerente com os pressupostos que a definem. Mas seria coerente com a cosmovisão cristã? Uma rápida consideração das verdades bíblicas é suficiente para revelar que o relativismo não se sustenta diante de alguns elementos fundamentais da fé cristã.

A. A Bíblia e a história

Ao considerarmos a história à luz da Bíblia, concluímos que, embora seja possível falar em histórias individuais, existem elementos fundamentais que na história humana que identifica todos os indivíduos, universalmente.

Pense no tema bíblico básico: Criação, Queda, e Redenção. A narrativa bíblica afirma que Deus é o autor da realidade. Tudo aquilo que existe foi criado por Deus (Gn 1.1). O homem não é mero produto de uma evolução biológica, mas um ser criado à imagem e semelhança de Deus (Gn 1.26). A origem do homem, portanto, identifica-nos todos uns com os outros. Além da criação, somos identificados pela queda em pecado. A rebeldia não fora uma característica específica do primeiro casal, mas é algo que se perpetua nas gerações. A Bíblia é contundente em afirmar que “todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Rm 3.23); ou ainda que “não há um justo sequer” (Rm 3.10). Deste modo, nossa história se identifica com a história de todos os demais homens, não apenas pela criação, mas também pela queda. Por fim, nossa história se identifica com a história de todos os demais pela redenção. É claro que a identificação, neste ponto, não se dá pelo fato de serem todos salvos, mas pelo fato de que nosso destino eterno se define pela nossa relação com Jesus Cristo e o plano redentor de Deus nele proposto. Mesmo distinguindo entre salvos e perdidos, a Bíblia identifica todos eles em termos finais, ao afirmar, por exemplo, que todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Jesus Cristo é Senhor, para a glória de Deus Pai (Fp 2.10-11).

A tríade Criação, Queda e Redenção é oelemento unificador da história humana. Embora existam particularidades na história dos indivíduos, existem aspectos em que a história é universal; a história do homem criado à imagem de Deus, que se rebelou contra ele, e foi alvo da graça de Deus em Cristo Jesus.

B. A Bíblia e a verdade

Segundo a Bíblia, Deus não apenas trouxe a realidade e o homem à existência, mas se revelou. Aliás, o próprio ato criador é revelação. Deus criou todas as coisas pela sua Palavra (E disse Deus… Jo 1.1-2). Esta é a razão pela qual a realidade criada revela quem Deus é; “os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras de suas mãos” (Sl19.1).

O Deus da Bíblia, portanto, não é imóvel, mudo, mas é um Deus que vai ao encontro do homem e fala com ele. Desde muito cedo somos informados pela Bíblia deste movimento de Deus em relação ao homem. De acordo com os capítulos iniciais do Gênesis, ouvir a voz de Deus, que andava no jardim pela viração do dia, parece ser algo com o qual Adão e Eva estavam acostumados (Gn 2.16; 3.8). Mesmo após a Queda, Deus fala com o homem (Gênesis 3.8). Durante toda a história, Deus continuou falando ao homem, e à medida que falava, Deus tomava providências para que suas palavras fossem preservadas para toda a posteridade (Êx 17.14; 34.27).

Até que ele falou de modo pessoal, pela pessoa de Cristo Jesus. Ele, a Palavra que se fez carne e habitou entre nós (Jo 1.14) é a revelação maior de Deus. Ele é a expressão exata do seu Ser (Hb 1.3), que se apresentou dizendo: “quem me vê, vê aquele que me enviou” (Jo 12.45). Este mesmo Jesus se define como o caminho, a verdade e a vida (João 14.6), aquele cujo conhecimento significa liberdade (Jo 8.32).

Deus é a verdade, e ele se revelou a nós por meio de sua Palavra. Por isso, a verdade não é uma questão meramente subjetiva ou de construto social. Ainda que o homem atribua significados à realidade, a verdade é objetiva. Nós nos aproximamos da verdade, todas as vezes que nos aproximamos do que Deus revelou por sua Palavra. O contrário também é verdadeiro. Sempre que nos distanciamos da revelação que Deus deu por intermédio de sua Palavra, nos distanciamos da verdade. A Palavra de Deus é a verdade (Jo 17.17).

C. A Bíblia e a moralidade

Assim como o relativismo ético é resultado do relativismo no âmbito do conhecimento, assim também a crença de que Deus se revela em sua Palavra tem como consequência a existência de valores morais universais e absolutos. Ao se revelar, Deus demonstrou sua vontade ao homem; o modo como Deus deseja que o homem viva neste mundo.

Desde o princípio o relacionamento de Deus com o homem é marcado pelo fato de que Deus é Senhor, e o homem é servo. Este fato de que Deus tem direitos sobre o homem para requerer dele obediência, é uma implicação natural da crença na verdade bíblica da criação. É possível dizer que, como criador do homem, Deus tem direitos autorais sobre o homem, e este direito se revela no fato de que Deus se relaciona com o homem na posição de seu Senhor.

A narrativa bíblica da criação apresenta Deus não apenas criando o homem, mas definindo, por meio de ordenanças, seu propósito e significado. Logo em Gênesis 1, encontramos o imperativo: “sede fecundos, multiplicai-vos”. Apenas um capítulo depois encontramos a ordem divina, que por ter sido desobedecida, deu origem a toda sorte de males que experimentamos ainda hoje; “de toda árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás” (Gn 2.16-17). Quando, depois da Queda, o mal havia se alastrado sobre a terra, e Deus se apresentou a Noé, foi com imperativos que ele o fez: “Contigo, porém, estabelecerei a minha aliança; entrarás na arca, tu e teus filhos, e tua mulher, e as mulheres de teus filhos” (Gn 6.18). Posteriormente, Deus se apresentou a Abrão, e mais uma vez o fez de forma imperativa: “Ora, disse o Senhor a Abrão: Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai e vai para a terra que te mostrarei”(Gn 12.1). Todas estas passagens revelam que Deus se relaciona com o homem como Senhor, e o  tem como seu servo. E, na qualidade de Senhor, Deus estabelece os princípios por meio dos quais o homem deve viver neste mundo.

Os dez mandamentos são característicos desta vontade divina revelada em sua Palavra. Eles têm sido chamados de a lei moral de Deus, isto é, o conjunto de preceitos divinos absolutos e atemporais. A causa pela qual são atemporais e absolutos é o fato de que se fundamentam no caráter de Deus. E, sendo Deus imutável em seu ser, as perfeições de seu caráter, nas quais se baseiam os mandamentos, são imutáveis também. Essa é a razão pela qual se pode dizer que os dez mandamentos revelam a vontade atemporal e absoluta de Deus. “A tua justiça é justiça eterna, e a tua lei é a própria verdade” (Sl 119.142).

III. A igreja: coluna e baluarte da verdade

Como temos visto, uma visão cristã do mundo pressupõe a existência de absolutos. Deus se revelou e em sua Revelação apresenta a história universal, nos oferece a verdade e os padrões morais para a vida. 1Timóteo 3.14-15afirma que a igreja é coluna e baluarte da verdade. As duas palavras, “coluna” e “baluarte”, indicam algo que sustenta e dá firmeza. Se pensarmos na metáfora de um edifício, por exemplo, e considerarmos o papel das colunas, como parte das estruturas que mantém um prédio de pé, perceberemos bem o que a Escritura deseja ensinar nesta passagem.

Essa metáfora não ensina que a igreja seja a fonte originadora da verdade. Ao contrário do que pensa o romanismo, não é a igreja quem define e estabelece o que é a verdade. A fonte originadora da verdade é Deus mesmo. E a igreja é a guardiã, a protetora, a defensora da verdade revelada e estabelecida por Deus. Esta lição sobre a igreja chama a nossa atenção para a necessidade de avaliarmos nosso compromisso com a verdade em tempos em que ela é tão questionada. Um detalhe importante é que 1Timóteo 3.14-15não está falando sobre algo que a igreja deve se esforçar para ser, mas sim o que a igreja é. O texto está definindo a igreja. Isto significa que um dos maiores compromissos da igreja é seu compromisso com a verdade, de modo que, se uma comunidade não é uma coluna e fundamento da verdade, ela não é uma verdadeira igreja de Cristo.

Conclusão

Vivemos tempos de desconsideração para com a verdade. Cada um parece defender e viver de acordo com o que pensa ser mais correto. No entanto, a Bíblia nos ensina que temos uma história comum, uma Revelação absoluta e princípios éticos normativos. E Deus estabeleceu sua igreja como coluna e baluarte da verdade. Isto significa que uma caraterística fundamental da igreja de Cristo é seu apego à verdade e sua proclamação.

Aplicação

Lembre-sede seu papel enquanto membro da igreja do Senhor. Você é uma pedra desta coluna que deve sustentar a verdade de Deus. Para cumprir este ministério: conheça a verdade; estude a Escritura com afinco até que você domine a verdade de Deus e seja dominado por ela; viva a verdade; seja uma referência nesses tempos onde os valores éticos e morais estão se tornando cada vez mais vulneráveis.

Proclame a verdade com coragem e ousadia. Não tenha medo. Ainda que isto custe a você um alto preço, lembre-se de que Deus não tem nos dado espírito de covardia, mas de moderação.

Boa leitura!
Tempos pós-modernos, Gene Edward Jr., Editora Cultura Cristã.
Verdade, realidade, identidade individual, tudo foi implodido pelo pós-modernismo, como produtos da sociedade, prisões da linguagem, máscaras de poder. Essas ideias estão nas escolas, na televisão, nos filmes, jornais e revistas. Então passando para o cidadão comum. Desafiam e minam a fé cristã. Fomos chamados para testemunhar a esta época. Vamos conhecê-la.

>> Estudo publicado originalmente pela Editora Cultura Cristã, na série Expressão, 2013. Usado com permissão.

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13 Comentários para “O relativismo pós-moderno”

  1. Stefany 13 de dezembro de 2013 at 16:26 #

    gostei muito. eu gostaria que vcs continuassem postando esses lindos textos.
    Eu sou de jordania-mg e tenho quase 12 anos

  2. Antonio Cordeiro de Melo 14 de maio de 2014 at 13:09 #

    O relativismo é um termo moderno que falta dar a última palavra. Em termos bíblicos o que podemos dizer é que Jesus relativizou a metodologia e a epistemologia do VT e sugeriu mudança no NT. Os 10 mandamentos de Moisés tornou em dois (cf. Mt 22.36ss). A mulher pego em adultério (cf. João 8) Jesus relativizou para socorre-la. No VT tudo girava se expressou na Lei (Torah) em torno do Sinai. O NT se expressa na Graça e tudo girou em torno do Gólgota. Jesus relativizou a Graça pela Lei em benefício do homem. Jesus relativizou o sacerdócio em benefício do homem em torno de si mesmo. Isto é uma questão de abordagem e aplicação do termo. Antonio Cordeiro estudou teologia e engenharia civil.

    • eliel oliveira 18 de julho de 2014 at 13:46 #

      Discordo de você Antonio Cordeiro. Jesus não relativizou a graça. O texto que você citou em relação a mulher pega em adultério não deve ser levada somente pela maneira como Cristo tratou a mulher. Na realidade, relativização no caso seria: “mulher, eles não te entendem, mas eu sim…a sua vida é difícil mesmo…” Jesus praticou a lei de maneira perfeita ao submeter os acusadores no mesmo nível da mulher: pecadores. E a resposta dele à mulher desfaz qualquer relativização pois ele disse”Vá e não peques mais”. Em outras palavras, siga a Torá.
      Outro ponto: “Jesus relativizou a Graça pela lei em benefício do homem”. A graça é convite universal, mas não é relativizado (“o homem como medida de si mesmo”). Muito pelo contrário: Negue-se a si mesmo (totalmente contrário ao conceito relativista que prega a autossuficiência), aprendei de mim (contrário a ideia de verdade não-absoluta), aquele que não crê em mim já está condenado (onde está a relativização nisso?). Você está confundindo com o conceito de renovação mental, que não pressupõe mudanças de principios ou paradigmas, mas a forma como eles são expressos e defendidos.

      • Danilo Matos 27 de junho de 2017 at 8:32 #

        Concordo plenamente!!!!

      • Alice 29 de julho de 2019 at 7:55 #

        Acho que Jesus não relativizou a lei pela graça porque recebemos de “graça”, mas o preço da redenção foi pago na cruz. Deus não disse “vamos esquecer tudo isso”…. O resgate da nossa alma tinha um preço e esse preço NÃO foi “negociado”., não foi relativizado.. foi pago integralmente. A Lei exigia o pagamento e ele foi cumprido.

  3. Ubiratã 24 de agosto de 2014 at 14:37 #

    Não há como afirmar que JESUS relativizou nessas passagens citadas. Não se trata disso e sim de uma contextualização JUDAÍSMO/CRISTIANISMO (conforme você mesmo, Cordeiro, complementou).
    Só usando um dos exemplos – mulher adúltera – haveria relativização se JESUS dissesse: “fique tranquila, todos fazem isso, não tem problema, a vida é sua”.
    JESUS aplica uma visão/verdade divina (e não relativa).
    Ubiratã estudou História e Teologia.

    • Antonio Cordeiro de Melo 22 de novembro de 2014 at 21:02 #

      No contexto do VT A TORAH DIZ que A mulher pego no ato adulterando deve ser apedrejada. A GRAÇA DIZ (que reduziu 10 Mitzvah em 2 mandamentos): A vida deve ser preservada. Jesus preservou a vida (graça é um favor imerecido). O judeu era testemunha de Jeová (exclusiva para UMA Nação). Nós (depois de Cristo), somos Testemunha de Cristo. É uma questão de abordagem entre a Lei (TORAH) e a Graça para TODAS as Nações.

      • Carlos Humberto Pereira Vieira 13 de janeiro de 2015 at 15:50 #

        Sr. Antonio Cordeiro, me desculpe, acho que o Sr. se enquadra no grupo de pessoas relativistas, aquelas que recebem as explicações reais do fato ou da história, e insiste em procurar algum argumento individual, e não a verdade da história escrita. Isso já não é mais relativismo, é teimosia mesmo!!! Eu só cursei o 2º Grau Completo, e mesmo assim, leio muitos artigos sobre relativismo, sobre toda a história da igreja. Bem, como eu procuro em nome do Espírito Santo saber da VERDADE VERDADEIRA
        de todas as coisas, e pedir iluminação a Jesus Cristo, então eu não preciso ser tão inteligente e estudado como muitos. Nesse caso a inteligência, nem vem guiada pela mente, mas sim, pela razão do coração. Sr. Antônio, ame as pessoas, como se fosse vc, então vc conseguirá encontrar todas as interpretações reais das passagens bíblicas. Ah! Se o Sr por acaso achar q talvez eu não entenda nada, vamos entrar em debate, aí então eu lhe mostrarei a surpresa, que vc desconhece….. Um abraço meu amigo.

  4. José Luis Domingues Branco 22 de abril de 2015 at 12:26 #

    Parabéns! Fiquei pensando o quanto você está comprometido com a Bíblia. Num tempo em não encontramos facilmente cristãos fundamentalistas, vejo que você não redefiniu o conceito bíblico de pecado, e não reclassificou o pecador como vítima da sociedade. Pensei, sinceramente, que você é um adventista do sétimo dia, e se não é, está faltando muito pouco para ser um.
    Cremos que somos justiçados pela fé, salvos pela graça, e julgados pelas obras.

    Meu abraço, meu irmão em Cristo.

  5. José 9 de dezembro de 2015 at 22:36 #

    RELATIVISMO: O NOVO CONTEXTO
    Tempos de relativismo

    Já praticamos o Modernismo,
    Agora estamos no tempo do Relativismo
    Nascido do desejo de liberdade exacerbada.

    Agora é tudo a mesma coisa!
    Não temos parâmetros para nada…
    Tudo é arte! Até “Exploração Anal” é arte

    A palavra preconceito é redundante…
    É preconceituoso quem tem opinião diferente dá nossa,
    Logo estamos certos e os outros estão errados…
    Se afirmamos que o outro está errado somos preconceituosos.
    Então ficamos assim correndo atrás do próprio rabo.

    Para não ser preconceituoso é preciso que não afirmemos nada,
    Que aceitemos à opinião do outro sem retrucar…,
    Que não coloquemos qualquer condição para o outro.
    Para que funcionem as idéias contemporâneas
    De direitos, liberdades e inclusão
    É necessário que entremos de vez
    No relativismo e no nivelamento absoluto.

    A religião e a espiritualidade,
    Na sociedade dos entretenimentos e das liberdades,
    Não deve impor suas condições,
    Deve ser reduzida à inclusão social;
    Desfazer seus propósitos elevadíssimos
    De virtudes, pureza e santidades,
    Aceitar o pecado, o mal e o vício
    Caído no mais completo relativismo
    Que destrói a identidade e a forma.

    Virtude, pureza e santidade
    São as razões da existência da religião e da espiritualidade
    A aceitação do vício e do pecado,
    Com o propósito de inclusão social,
    Será o fim da igreja,
    Soprada ao sabor dos desejos e dos vícios na Sociedade do Prazer.

    J.Nunez

  6. Adil Reis 19 de janeiro de 2016 at 9:48 #

    Lamentavelmente pessoas interpretam erroneamente o ensino bíblico afirmando que o Senhor relativizou certos assuntos, quando na verdade Ele apresentou a interpretação certa em demonstração de amor.

  7. Valdemar Trevenzoli 7 de março de 2016 at 22:25 #

    Segundo os parâmetros e paradigma exarados na Carta Magna do cristianismo – a Bíblia Sagrada – que afirmo ser a Constituição do Reino de Deus, não há lugar para o relativismo. A verdade do homem é relativa, mas a VERDADE DIVINA É ABSOLUTA. Deus não se molda Ele molda; a Verdade, Suprema Verdade não aceita mesclagem com a verdade relativa forjada pela mente humana. O mundo não é um hospício por causa de bilhões de pessoas que creem e se rendem à Verdade Absoluta. O homem que não crê no Deus que o criou, usa o relativismo e sua capacidade cognitiva para criar o seu próprio deus manipulável. A Bíblia, Palavra de Deus, não é adaptável ao pensamento do homem moderno. Ele, sim, tem de adaptar-se à Verdade absoluta. Professor e Pastor Valdemar Trevenzoli

  8. Amalia Cardoso 25 de julho de 2017 at 23:08 #

    Entendo o relativismo com pressupostos contrários aos princípios e mandamentos de Deus para nossa vida.
    Permitir que o relativismo tome forma e mova algumas ações na igreja é rejeitar as verdades bíblicas.
    Muito perigoso para a igreja a ação relativista, pois a verdade de Deus não é ambígua, ela é pontual e objetiva.
    A Bíblia diz sim, sim. Não, não o que foge disso é de procedência malígna. A Palavra de Deus está alertando ser contra a respeito da subjetividade e da relatividade pois ambas são perigosas para a conduta humana, uma vez que facilitam ao homem perder suas convicções a respeito dos ensinamentos de Deus e assim sua conduta não será diferencial ao mundo para ser o sal dessa Terra.

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