O culto no Novo Testamento

O culto no Novo Testamento

Texto Básico: Atos 2.42-47

Texto Devocional: Salmo 100.1-5

Versículo-chave: Colossenses 3.16
“Habite ricamente, em vós a palavra de Cristo; instruí-vos e aconselhai-vos mutualmente em toda a sabedoria, louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração.”

Alvo da Lição: O aluno avaliará a prática de culto contemporâneo a luz dos princípios do culto no Novo Testamento.

Leia a Bíblia diariamente
S – Mt 5.23-26
T – Ef 5.19-21
Q – Hb 10.24,25
Q – Mt 21.12-27
S – Jo 4.19-26
S – Is 1.11-15
D – 1Co 14.20-25

Não há limites no que se refere a quão longe algumas igrejas avançarão no propósito de se tornarem relevantes e modernas em seus cultos. Qual a verdadeira adoração? Quais os elementos do culto neo-testamentário? Culto é uma questão de forma ou de essência?

A verdadeira adoração sugerida na frase de Jesus à mulher samaritana ( Jo 4.23) envolve tanto o intelecto quanto as emoções e salienta sua centralidade em Deus, não no adorador. Cada aspecto do culto tem de ser agradável a Deus e estar em harmonia com a Sua Palavra. Embora o critério adequado para avaliação do culto seja esse, o culto pode também ser agradável ao adorador.

O que o Novo Testamento tem a nos ensinar?

Assim como no Antigo Testamento, a igreja primitiva continuou olhando para a adoração como uma atividade diária e constante. Atos 2.46 e 47 ensina que culto acontece a todo momento e em todos os lugares, no templo e de casa em casa.

No Novo Testamento encontramos as três dimensões do culto: pessoal, familiar e público. Não é um episódio apenas. Ao terminar a liturgia do templo, deve começar a liturgia da vida.

I. O culto pessoal

Culto não é ritual, melodia, formas, estética, beleza, palavras, cânticos, dogmas, símbolos, ofertas ou qualquer outro detalhe que lhe possamos atribuir. Culto, antes de tudo, é vida em ação. Culto é um ato de resposta à ação bondosa de Deus, que nos chamou com finalidade bem clara: “Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome” (Hb 13.15). Por isto, aquele que se relaciona com Deus deve lembrar que o culto a Deus é o fruto natural (no sentido de normal) da comunhão com Jesus Cristo.

A compreensão do cristão, que cultua a Deus e pratica serviços religiosos, deve estar indissoluvelmente ligada à manutenção de cuidados com os mais necessitados. Isto faz da vida daqueles que servem a Deus expressão e reflexo daquilo que é apregoado e vivenciado pelo cultuante. O cultuante deve fazer para os outros o que crê que Deus faz consigo. Essa é uma afirmação importante de verdadeiro cristianismo, que acaba atribuindo expressão e sinceridade para as ofertas e demais atos de dedicação. Os atos cúlticos são expressões de gratidão por tudo o que Deus proporciona, manifestações de arrependimento pelos atos pecaminosos cometidos, expressões de fé e fidelidade, além de testemunhos eloquentes da busca da vontade de Deus. Isto é gerador de progresso, já que provoca a inclusão daqueles que, outrora excluídos por sua condição, encontram no fiel o cuidado e a proteção.

Assim acontecia na igreja primitiva.

II. O culto em casa

A igreja neo-testamentária estava também assentada sobre os pequenos grupos. Era a igreja de todos os dias, no templo e nas casas.

A palavra grega oikos (casa) ocorre mais de 10 vezes no NT, algumas delas referindo-se a um grupo de pessoas usando uma casa para reunir-se periodicamente.

  • At 2.46: A ceia do Senhor era celebrada em cada casa na sua refeição.
  • At 5.42: A casa do convertido era usada como local de adoração e ensino, identificando-o como cristão na comunidade.
  • At 20.20: Equilíbrio do programa – ensinando tanto na reunião pública quanto nafamiliar.
  • Rm 16.3 e 5: Priscila e Áquila recebiam em sua casa um grupo. A igreja cristã de Roma era composta desses vários grupos nos lares.
  • 1Co 16.19: Quando estavam em Éfeso, Áquila e Priscila também recebiam a igreja em sua casa. Assim vivia a igreja cristã: durante a semana a igreja se reunia nas casas, e no dia do Senhor a reunião ocorria num só local – o templo.

Veja também Colossenses 4.15 e Filemon 2.

III. O culto no templo

Segundo Atos 20.7, entendemos que o primeiro dia da semana era o dia em que a igreja apostólica se reunia para partir o pão – celebrar a ordenança da ceia. Esta ceia era entendida como um ato de comunhão com o Senhor (1Co 10.14-22), era tomada quando toda a congregação se reunia, como um ato de fraternidade entre os irmãos. 1Coríntios 11.17-22 mostra o que NÃO se deve fazer em reuniões como essa.

Ainda na carta aos coríntios, o apóstolo Paulo os instrui a que fizessem suas ofertas, sistematicamente, no primeiro dia da semana, deixando implícito que esse era o dia em que eles deveriam se reunir para adoração (1Co 16.2).

Notemos também que as reuniões regulares da igreja primitiva não visavam a propósitos evangelísticos e, sim, primordialmente, ao encorajamento mútuo e à adoração. Por essa razão, o autor de Hebreus escreve: “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vede que o Dia se aproxima”(Hb 10.24-25).

Por serem reuniões públicas, havia ocasiões em que os incrédulos vinham às reuniões dos crentes, mas isto era considerado apenas uma possibilidade (1Co 14.23). O evangelismo, segundo o texto de Atos 2, acontecia no contexto da vida diária, à medida que os crentes propagavam o evangelho.

Uma característica que não estava presente no culto neo-testamentário era o pragmatismo. Uma decisão pragmática é aquela tomada não pela essência, mas pelo efeito causado na maioria do povo. No que diz respeito ao culto, a aplicação desse princípio pode ser desastrosa, pois o juiz passa a ser o grupo de pessoas e não o Espírito Santo.

O culto público é a semelhança mais próxima que podemos ter do céu, enquanto estamos aqui na terra.

IV. Elementos do culto neo-testamentário

 1. Leitura e pregação da Palavra (Cl 3.16; 2Tm 4.2)

A mensagem deve expor e esclarecer um texto bíblico numa linguagem contemporânea e para a realidade do mundo de hoje. Segundo Klaus Douglass, a mensagem tem sete funções:

  1. explicar e esclarecer verdades profundas da fé;
  2. dar orientações sobre como devemos viver e agir como cristãos;
  3. edificar a igreja;
  4. levar pessoas à fé;
  5. fortalecer a fé;
  6. consolar e animar os que estão em dificuldades;
  7. tirar pessoas da sua inércia.

A esta suficiência das Escrituras no culto cristão os reformadores chamaram de princípio regulador do culto, que não deve se preocupar com coisas sem importância.

Na adoração coletiva, a pregação da Palavra é essencial. Em nosso texto-base lemos que as atividades da igreja do Novo Testamento eram centralizadas “na doutrina dos apóstolos, no partir do pão e nas orações”.

Em seu livro Entre dois mundos, John Stott afirmou: “A Palavra e a adoração pertencem indissoluvelmente uma à outra. Toda a adoração é uma resposta inteligente e amável à revelação de Deus, porque é a adoração do seu nome. Portanto, a adoração aceitável é impossível sem a pregação. Pregar é tornar conhecido o nome de Deus, e adorar é louvar o nome do Senhor sobre o qual fomos informados. Ao invés de ser uma intrusão alienígena à adoração, o ler e o pregar a Palavra são realmente indispensáveis à adoração.”

2. Oração (Ef 5.20; 1Tm 2.8; At 2.42)

As orações podem ser de adoração, invocação, confissão, petição, agradecimento, intercessão, etc. e devem ser dirigidas a Deus.

3. Hinos e cânticos espirituais (Cl 3.16; Hb 13.15)

A música pode, às vezes, nos comover pela beleza da melodia, mas esse sentimento, por si só, não é adoração. A música deve ter verdades bíblicas contidas em suas linhas para que seja um recurso legítimo e fomente a verdadeira adoração. A música:

  • expressa nossa relação com Deus (Hb 13.15);
  • deve caracterizar nossa comunhão com os irmãos e contribuir como veículo de proclamação da verdade de Deus (Ef 5.19; Cl 3.16).

4. Serviço mútuo (At 2.45; Cl 3.16)

Essencialmente, na Bíblia, culto é serviço, algo que fazemos para outros. Primeiramente, o culto cristão é um ato divino. Respondemos ao favor de Deus concedido a nós, Seus filhos. Ele veio ao nosso encontro, chamou-nos, aceitou-nos, deu-nos o Seu perdão e nos trouxe à Sua presença. À medida que, corretamente motivados, servimos o nosso próximo, estamos servindo a Deus.

Conclusão

Nós, que em resposta à ação bondosa de Deus amamos a Cristo e cremos na suficiência da Sua Palavra, não podemos moldar nossa adoração aos estilos e preferências de um mundo escravo do pecado e de suas paixões. Nosso objetivo principal deve ser adorar em espírito e em verdade. Para isto, as Escrituras precisam regular o nosso culto, a nossa adoração. Tudo em nossos cultos deve conduzir o adorador a um conhecimento mais profundo de Deus.

Como afirma Augustus Nicodemos Lopes, “é importante reconhecer… que o Espírito age principalmente a favor dos interesses de Cristo, visando glorificá-Lo e exaltá-Lo. Esse princípio aplica-se também ao culto cristão. Esse princípio litúrgico precisa ser resgatado: o culto é voltado para Deus. É teocêntrico – e nisso, cristocêntrico, não antropocêntrico. Nada mais deve ocupar o lugar de Cristo no culto.”

Aplicação

“Onde brilha o Sol da Justiça, não há lugar para o brilho de outras estrelas.”

>> Autor do Estudo: Pr. Silas Arbolato da Cunha

>> Publicado originalmente pela Editora Cristã Evangélica, usado com permissão.

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8 Comentários para “O culto no Novo Testamento”

  1. Clayton Augusto 30 de agosto de 2016 at 13:33 #

    Evidente a falta de conhecimento de quem escreveu esse texto. Vou dar resposta a respeito do domingo e espero que o autor responda.

    “”””””””Segundo Atos 20.7, entendemos que o primeiro dia da semana era o dia em que a igreja apostólica se reunia para partir o pão – celebrar a ordenança da ceia. Esta ceia era entendida como um ato de comunhão com o Senhor (1Co 10.14-22)”””””””””””

    – Texto não está certo, primeiro porque Analisando toda a narrativa de Atos 20, observa-se de imediato que Lucas faz uma descrição das viagens de Paulo relacionadas ao seu ministério de levar o evangelho de Cristo ao mundo (Mateus 28:18-20 cf Atos 13:46), e cita a ordem cronológica dessas viagens.

    Em uma dessas viagens, Paulo retorna a Trôade para se encontrar com os cristão que ali o aguardavam (Atos 20:5). Ele permanece por sete dias nessa cidade, e ao chegar o momento de deixá-la, reuni-se com eles para se despedir, e isto se deu em meio a uma refeição (“partir o pão”). Lucas cita que tal reunião de despedida ocorreu no “primeiro dia da semana” tão somente com fins cronológicos, e enfatiza isso, ao dizer que a viagem ocorreria no “dia imediato” ou “manhã seguinte”. Ele não ensina em momento algum que o sábado do “sétimo dia” tinha sido transferido para o “primeiro dia” da semana.

    “Não se pode assegurar que esta foi uma santa ceia, porque ‘partir o pão’ era um costume, uma refeição entre os cristão para desenvolvimento e perseverar o amor mútuo (Atos 2:42 e 44). Era uma prática gratificante em vários aspectos e auxiliava na unidade que o Espírito Santo precisava para o Pentecostes. Este costume proporcionava à eles um profundo sentimento humanitário; não havia necessitados entre eles (Atos 2:45), e os pobres de Jerusalém por eles foram socorridos (Romanos 15:25-26). Finalmente, não podia ser a santa ceia, pois não usaram o suco da vide, não procederam ao lava-pés (João 13:1-15; I Timóteo 5:10). Ademais, o costume era partir o pão em casa (de casa em casa – Atos 2:46-47), o que prova ser uma refeição amigável apenas.” – GONZALEZ, L. (1993). Assim Diz O Senhor, 7.ª ed.

    Comentando sobre o assunto o eminente historiador eclesiástico Augusto Neander, e observador do domingo, diz:

    “A passagem não é interiramente convincente, porque a iminente partida do apóstolo pôde ter determinado que a pequena igreja se reunisse para uma comida fraternal, em cuja ocasião o apóstolo pronunciou seu último sermão ainda que neste caso não tivesse uma celebração especial do domingo” – NEANDER, A. The History of the Christian Religion and Church, v. 1, p. 337.

    Lucas relata que Paulo “exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite”. O verbo grego “dialegomai”, usado tem o sentido de “dialogar”, “discutir”. O que revela que Paulo teve um diálogo ou uma conversa com os demais cristão durante aquela reunião de despedida, e não uma reunião regular da igreja, acompanhada de um sermão; e sim uma reunião mais familiar na qual se dialogou e conversou para contestar perguntas, eliminar dificuldades e dar instruções aos cristãos de Trôade.

    O destaque que Lucas expõe, ao dizer: “até à meia-noite”, denota que aquela reunião noturna de despedida (envolvida pelo companheirismo cristão e pelo fato de que o apóstolo estivesse a ponto de deixá-los), proporcionou que as perguntas e as respostas continuassem muito além dos limites previsto. Pode-se ainda acrescentar com base na expressão “até à meia-noite”, que tal reunião ocorreu após o pôr do Sol do sábado, porque Paulo deveria partir no navio na manhã daquele “primeiro dia da semana” para mais uma de suas viagens evangelísticas descritas em Atos 20.

    ________________________________________________________

    “””””””””Ainda na carta aos coríntios, o apóstolo Paulo os instrui a que fizessem suas ofertas, sistematicamente, no primeiro dia da semana, deixando implícito que esse era o dia em que eles deveriam se reunir para adoração (1Co 16.2).”””””””””””

    – 1. Não se tratava de culto nem de reunião de espécie alguma no primeiro dia da semana.

    2. A coleta não era feita na igreja.

    3. A coleta não era parte do culto nem se destinava à igreja local.

    4. Era uma separação de dinheiro que cada um devia fazer em sua casa.

    5. Quando Paulo viesse, cada um lhe entregaria o total de sua separação semanal, que Paulo levaria ou mandaria para os crentes pobres de Jerusalém. Não se faria coleta alguma quando Paulo viesse, porquanto esta já fora feita, já estava pronta. Paulo somente a tomaria para encaminhá-la ao seu destino.

    Note no texto a expressão “pôr de parte”, separar, reservar, depois de um balanço na situação, “conforme a prosperidade“. Ora, se se tratasse de coleta feita num culto, Paulo não usaria estas expressões. Notemos mais a demolidora expressão “em casa” que está no texto original, e também nas melhores traduções. Isto liquida a pretensão de ser a coleta feita na igreja. Notemos ainda a expressão “e vá juntando”, o que indica uma acumulação que se formava gradativamente mediante periódicas reservas de dinheiro.

    • Eder Silva 1 de junho de 2017 at 11:36 #

      Na minha simples opinião, quando Paulo fica durante uma semana em Trôade, se ele quisesse poderia ter feito o culto no sábado, já que ele só iria viajar na segunda feira, mas ele deliberadamente resolveu fazer o culto no domingo. Não creio com isto que não pode ter cultos também no sábado. Em meu modo de ver ele estava quebrando paradigmas.
      Quanto às coletas que foram feitas no domingo, ficou claro que as igrejas da Galaxia tinham este hábito de colhe-las neste dia. Acho que seria pouco lógico que se reunissem num dia para colher ofertas e noutro para cultuarem.

  2. Ten Lauro 13 de janeiro de 2017 at 20:26 #

    As igrejas em células estão enganando as incautas vítimas com mentiras sobre a Igreja Cristã primitiva. Alegam que todas as igrejas primitivas somente se reuniam nas casas dos cristãos e/ou em sinagogas dos judeus (se com a finalidade de convertê-los a Cristo). Há várias provas bíblicas, como Atos 22:17, afirmando que a igreja cristã de Jerusalém se reunia no templo, até o ano 70 d.C. (destruição de Jerusalém). Portanto, já desmascarei uma mentira. Nem sempre que descreve cultos nas casas era real casa. Por exemplo, como se poderia reunir mais de 3.000 pessoas em uma real casa? Há descoberta arqueológica que os 70 discípulos de Cristo se reuniam num templo secreto subterrâneo. Será que a escola de Tirano era uma casa (Atos 19:9)? Há três razões principais (dentre várias) pelas quais a maioria dos cultos era nas casas: a) Ainda não existiam templos cristãos públicos, porque com toda certeza seriam destruídos e queimados com os cristãos dentro dos templos, pelo Império Romano, que odiava e matava os cristãos; b) Com exceção do templo de Jerusalém e das sinagogas (tinham certo amparo legal) a única opção dos primeiros cristãos congregarem era em locais secretos. c) Os templos cristãos públicos somente puderam ser construídos à medida que o Império Romano diminuiu a perseguição aos cristãos. Será que, se existissem templos cristãos amparados em Lei a igreja cristã primitiva iria se submeter a fazer cultos secretos nas catacumbas subterrâneas debaixo dos cemitérios? Portanto, não me venham com falsas justificativas para cultos periódicos e coletivos (mais de uma família) nos lares. E com falsas justificativas, herético-maçônicas, para encher os atuais supostos “templos” (clubes sociais recreativos) sedes de células com vítimas enganadas, e com muito dinheiro na tesouraria. Ler o blog: http://www.laurohenchen.blogspot.com

  3. BARUQUE 15 de janeiro de 2017 at 22:15 #

    Mentes brilhantes!
    O que seria de nós, com nossos multiformes defeitos sem a multiforme Graças do pai, O qual faz de todos os dias da semana, alfa e omega, primeiro e derradeiro, princípio e fim.
    Obrigado por tamanha generosidade intelectual!
    Paz seja convosco !

  4. gilson 6 de dezembro de 2017 at 18:26 #

    podemos alugar salao de ritos pagaos para celebramos ate mesmo um culto de ceia.tem base biblica q sim e q nao?

  5. JOÃO 19 de março de 2019 at 8:35 #

    Os cristãos da igreja primitiva se reuniam no templo para orar .

    “quando voltei a jerusalém, estando eu a orar no templo, caí em êxtase e

    Atos 22:17.

    Certo dia pedro e joão estavam subindo ao templo na hora da oração, às três horas da tarde.

    Atos 3:1

    Queria saber se o culto que nós prestamos a deus nos dias atuais com instrumentos , louvores , oportunidades , microfones , altares , púlpitos , cadeiras ou bancos e etc,,, é a forma correta de cultuar ao senhor ? Tenho algumas dúvidas quanto a isso .

    Jesus declarou: “creia em mim, mulher: está próxima a hora em que vocês não adorarão o pai nem neste monte, nem em jerusalém.

    João 4:21

    Por favor não estou querendo discordar de ninguém . Só quero saber , com base bíblica , se a nossa forma de culto em nossos templos é a forma correta de adorarmos a deus .
    Obrigado !!

    • Alex 28 de abril de 2019 at 9:57 #

      Do sistema religioso nao sò os que estao em graca…..pergunta la no canal verdade certa que ele pode responder pois sua duvida pode ser a de muitos

  6. Liz 5 de julho de 2019 at 0:45 #

    Gostaria de receber liturgia
    Grata

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