Rabi, sabemos que és Mestre vindo da parte de Deus; porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não estiver com ele. João 3.2
João Batista dizia que Jesus era tão importante que ele — o precursor — não poderia nem desamarrar as correias de suas sandálias (Jo 1.27). Para João, Jesus era “o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1.29). Nicodemos tinha a certeza de que Jesus era um mestre enviado por Deus (Jo 3.2) e os apóstolos afirmavam que ele era “o Messias, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.16).
Porém, nem todos faziam o mesmo juízo de Jesus. Seus próprios irmãos por parte de mãe julgavam-no megalomaníaco (Jo 7.1-5). Outros sugeriam indiretamente que o Senhor era um bastardo, alguém que nasceu fora do matrimônio (Jo 8.41). Jesus era chamado de blasfemo por alguns mestres da lei (Mt 9.3; 26.65). Ele foi entregue a Pilatos como agitador do povo (Lc 23.14) e chamado de mentiroso pelos chefes dos sacerdotes (Mt 27.63).
De todas as irreverências cometidas contra Jesus, nenhuma foi maior do que atribuir a Belzebu o poder que ele tinha de expulsar demônios (Lc 11.15). Ora, Belzebu era um deus pagão considerado pelos judeus como o “maioral dos demônios”.
Creio que Jesus é o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
>> Retirado de Refeições Diárias com Jesus [Elben César]. Editora Ultimato.
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