Diante deles a terra é como o jardim do Éden, atrás deles, um deserto arrasado. Joel 2.3
De fato, houve um jardim lá na antiga Mesopotâmia, no Iraque de hoje. Um rio nascia lá mesmo e irrigava o jardim. Havia nele toda sorte de árvores – a figueira, o cedro, o carvalho, a oliveira e muitas outras. Elas enfeitavam, perfumavam, produziam sombra e forneciam alimento bom para se comer (Gn 2.8-9).
Isso está indelevelmente guardado na memória, no consciente, no inconsciente e na história bíblica.
Essa foi a primeira morada do homem. Ali se passou a primeira lua de mel. Perto dali nasceu o primeiro bebê. É por isso que o jardim do Éden está na memória coletiva. Todos estávamos potencialmente lá.
O jardim quase acabou. A desobediência, o pecado, a espoliação da natureza, a ambição desmedida, a poluição, a guerra, a loucura e a morte derrubaram as árvores, secaram os rios e sujaram de sangue a relva verde. No lugar do jardim, hoje há um deserto e esse deserto é um deserto arrasado!
Mas, graças à providência de Deus, o jardim será recuperado e renovado, com um rio de águas claríssimas e uma árvore cujas folhas curam qualquer mal (Ap 22.1-2).
>> Retirado de Meditações Diárias [Elben César]. Editora Ultimato.
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