O pecado não tem futuro

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Salmos 1.3-6

Quando Amós diz: “Eis que farei oscilar a terra debaixo de vós” (2.13, ARA), ele não aponta para o fato de que, quanto mais o mal avança, mais “[oscila] a terra”? O universo não irá sustentá-lo.

Mais uma vez, lemos: “Porque você se vendeu para fazer o que o Senhor reprova” (1Rs 21.20). Observe a expressão “para fazer o que o Senhor reprova”. Fazer aquilo que Deus não pode aprovar sempre resulta em futilidade? Tudo consiste em “fazer o que o Senhor reprova”?

Lucas 8.29 afirma: “Levado pelo demônio a lugares solitários”. É para onde – lugares solitários – o mal sempre leva você? Ele promete um jardim, mas acaba, inevitavelmente, em lugares solitários? “Não quero que você pense que estou feliz”, disse-me certa vez um devoto do pecado com um olhar malicioso. Ele não precisava me assegurar que não estava feliz; isso estava estampado nele.

“A condenação irrompeu, a vara brotou, a arrogância floresceu!” (Ez 7.10). Observe como a vara brotou e a arrogância floresceu. E o fruto? Condenação! Por sua própria natureza, o pecado produziu condenação. Não é necessário um “dia de condenação” para pronunciar uma sentença.

A própria natureza do mal produz destruição. Em 2 Tessalonicenses 2.3, lemos: “O homem do pecado, o filho da perdição”. Essas coisas estão unidas? Quando você é um “homem do pecado”, quebrando as leis de Deus escritas na natureza das coisas, você está condenado? Não importa como esse “homem do pecado” possa se manifestar – pelo dinheiro, pelo prestígio, pelo poder militar –, ele é necessariamente um “filho da perdição”. Talvez não hoje, nem amanhã, mas inevitavelmente o mal está condenado. Ele carrega em si mesmo as sementes de sua própria condenação.

Em Apocalipse 17.11, lemos: “A besta que era, e agora não é”. Observe: A besta era e não é; o mal tem um passado, mas não tem futuro; ele “era”, mas não será. Ela ficará enrugada, pois está sob a lei da decadência. Dê ao mal corda suficiente, e ele se enforcará. Se não estiver sendo constantemente amparado pelo bem ao redor, ele se despedaçará. Todo mal é um parasita do bem. Você tem de cercá-lo com atos suficientes de bondade para que ele continue. Quando é pura “besta”, é pura praga. Não tem futuro. É o não-caminho.

Gracioso Pai, tenho contemplado tanto o mal que meus olhos se cansaram; estão cansados de olhar para a morte. Agora, levanta meus olhos e deixa-me contemplar o bem – contemplar-te – e então contemplarei a Vida. Quero viver; ajuda-me a ver-te e obedecer a ti. Amém. 

Afirmação do dia: O mal é a Grande Ilusão; Deus é a Grande Iluminação. 

>> Retirado de O Caminho [Stanley Jones]. Editora Ultimato.

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