A vida eterna é certa

sexta-feira
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Enoque andou com Deus; e já não foi encontrado, pois Deus o havia arrebatado. (Gênesis 5.24)

As primeiras pessoas da terra anteviam ansiosamente a vida eterna porque sabiam que Abel e Enoque estavam vivendo com Deus. Nós temos uma expectativa ainda maior, pois sabemos que Cristo já veio e voltou para o Pai, a fim de preparar um lugar para nós. A nossa natureza humana gasta toda a sua energia procurando as coisas fugazes deste mundo, mas não aguarda as alegrias da vida eterna. Nada pode ser mais certo do que a vida eterna. Nós temos tantas evidências! Sabemos que Abel, Enoque e Elias estão vivendo com Deus – até mesmo com o próprio Cristo. Cristo é o primeiro daqueles que morreram para voltar a viver (1Co 15.20, 23).

As pessoas que se dedicam a procurar prazeres mundanos são dignas de desprezo. Semelhantemente, a nossa própria natureza humana, que nos faz procurar o prazer, é digna de desdém. Por estarmos tão absortos nos interesses deste mundo, pouco nos importamos com as riquezas da vida eterna.

Nós devemos prestar atenção a essa passagem e mantê-la em nossos corações. Enoque não foi retirado deste mundo por um dos seus ancestrais devotos ou por um anjo, mas pelo próprio Deus. Esse é o conforto que aliviou a dor da morte para os cristãos do Antigo Testamento. Eles tinham tão pouco medo da morte que nem mesmo a denominavam morte, mas se referiam a ela como um mero sono do qual eles seriam despertados na vida eterna. Para os cristãos, morte não é morte; é apenas um sono. Quando a morte deixa de trazer pavor ou medo – quando ela não tem mais aguilhão nem poder –, não pode mais ser chamada de morte. Consequentemente, à medida que a fé se torna mais forte, a morte se torna mais fraca. Falta de fé, por outro lado, aumenta a amargura da morte. 

>> Retirado de Somente a Fé – Um Ano com Lutero. Editora Ultimato.

Confira abaixo a devocional de hoje. Disponível também no Spotify!

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