{"id":2,"date":"2009-06-05T12:07:15","date_gmt":"2009-06-05T15:07:15","guid":{"rendered":""},"modified":"2009-06-12T09:44:57","modified_gmt":"2009-06-12T12:44:57","slug":"sobre","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/cartas_freud_pfister\/","title":{"rendered":"O livro"},"content":{"rendered":"<h3>Apresenta&ccedil;&atilde;o<\/h3>\n<p>De um lado, um cura de almas mundano &mdash; Freud era judeu e ateu. De outro, um &ldquo;cura de almas espiritual&rdquo; &mdash; Pfister era pastor protestante &mdash;, que se refere a Freud como &ldquo;o amado advers&aacute;rio&rdquo;. O que havia de comum entre eles era, acima de tudo, a busca pela compreens&atilde;o do homem. Essa busca resultou num fecundo di&aacute;logo sobre temas como o complexo relacionamento entre psican&aacute;lise e religi&atilde;o, a psican&aacute;lise como t&eacute;cnica a servi&ccedil;o da cura anal&iacute;tica de almas, os prim&oacute;rdios da an&aacute;lise laica, a an&aacute;lise de crian&ccedil;as e adolescentes e a an&aacute;lise de pessoas &ldquo;n&atilde;o doentes no sentido cl&iacute;nico&rdquo;.<\/p>\n<p>&Eacute; fascinante acompanhar o di&aacute;logo e a constru&ccedil;&atilde;o da amizade entre Freud e Pfister. Pouco a pouco trocam ideias, textos e, acima de tudo, compartilham vida. Visitam-se, presenteiam-se, fazem confid&ecirc;ncias e influenciam-se mutuamente. Ao mesmo tempo, parecem c&atilde;o e gato.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.ultimato.com.br\/file\/capitulos\/Cartas-Freud-Pfister-car2.pdf\" target=\"_blank\" class=\"lightview\" rel=\"iframe\" title=\"Cartas entre Freud e Pfister (3&ordf; edi&ccedil;&atilde;o) :: Um di&aacute;logo entre a psican&aacute;lise e a f&eacute; crist&atilde; :: fullscreen: true\">Leia um trecho<\/a><br \/>\n&nbsp;<\/p>\n<h3>Foi assim<\/h3>\n<p>Cartas entre Freud e Pfister tem um pai e uma boa m&atilde;e. A m&atilde;e, claro, &eacute; a Editora Ultimato, que lhe deu a luz e comemora, de roupa nova, dez anos de publica&ccedil;&atilde;o de um dos seus filhos mais ilustres. O pai, na verdade, s&atilde;o muitos. &Eacute; que a ideia da publica&ccedil;&atilde;o nasceu do Corpo de Psic&oacute;logos e Psiquiatras Crist&atilde;os, a come&ccedil;ar da tradutora, e tamb&eacute;m autora, Karin Wondracek. Ao lado dela, do psic&oacute;logo Ageu Lisboa e do m&eacute;dico-psiquiatra Uriel Heckert, entre outros, come&ccedil;amos uma longa trilha para fazer nascer o primeiro Freud da Editora. Ningu&eacute;m esquece.<\/p>\n<p>A tradu&ccedil;&atilde;o para a edi&ccedil;&atilde;o em portugu&ecirc;s, como fariam as melhores casas do ramo, aconteceu do original em alem&atilde;o. Ali&aacute;s, traduzir o contrato foi uma novela. Tr&aacute;gica e c&ocirc;mica.<\/p>\n<p>A tradu&ccedil;&atilde;o do livro&#8230; recebemos em velhos e bons disquetes, enviados pela Karin. Naqueles dias, 1997 e 1998, tamb&eacute;m receb&iacute;amos cartas. Algumas mal tra&ccedil;adas linhas do Ageu, que sobravam entusiasmo e ansiedade, e do velho amigo, doutor Uriel, uma carta s&oacute;bria, &agrave; m&aacute;quina e n&atilde;o &agrave; m&atilde;o. E, surpresa, logo nos primeiros dias do lan&ccedil;amento, uma carta de agradecimento assinada de pr&oacute;prio punho do rabino Henry Sobel.<\/p>\n<p>Acesse <a href=\"http:\/\/www.ultimato.com.br\/?pg=show_conteudo&amp;util=1&amp;categoria=1&amp;registro=1023\" target=\"_blank\">Deu na Folha, no Jornal do Brasil, no Estado de Minas<\/a> e tamb&eacute;m <a href=\"http:\/\/www.ultimato.com.br\/?pg=show_conteudo&amp;util=1&amp;categoria=1&amp;registro=1058\" target=\"_blank\">O pastor que &quot;explica&quot; Freud<\/a> para ler mais sobre o que cercou a publica&ccedil;&atilde;o do livro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apresenta&ccedil;&atilde;o De um lado, um cura de almas mundano &mdash; Freud era judeu e ateu. De outro, um &ldquo;cura de almas espiritual&rdquo; &mdash; Pfister era pastor protestante &mdash;, que se refere a Freud como &ldquo;o amado advers&aacute;rio&rdquo;. 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