{"id":546,"date":"2019-05-06T17:00:19","date_gmt":"2019-05-06T20:00:19","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/caminhosdamissao\/?p=546"},"modified":"2019-04-30T16:09:26","modified_gmt":"2019-04-30T19:09:26","slug":"o-campo-missionario-transcultural-entrevista-parte-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/caminhosdamissao\/2019\/05\/06\/o-campo-missionario-transcultural-entrevista-parte-2\/","title":{"rendered":"Entrevista (parte 2): O campo mission\u00e1rio transcultural"},"content":{"rendered":"<p><em>Leia <a href=\"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/caminhosdamissao\/2019\/04\/29\/a-profissao-para-a-missao-entrevista-parte-1\/\">aqui<\/a> a primeira parte desta entrevista.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-543 alignright\" style=\"background-color: transparent; color: #333333; float: right; font-family: Georgia,&amp;quot; times new roman&amp;quot;,&amp;quot;bitstream charter&amp;quot;,times,serif; font-size: 16px; font-style: italic; font-variant: normal; font-weight: 400; height: 300px; letter-spacing: normal; max-width: 595.31px; orphans: 2; outline-color: #72777c; outline-style: solid; outline-width: 1px; text-align: left; text-decoration: none; text-indent: 0px; text-transform: none; -webkit-text-stroke-width: 0px; white-space: normal; word-spacing: 0px; margin: 8px 0px 8px 16px;\" src=\"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/caminhosdamissao\/files\/Matt-Mattod-215x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"215\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/caminhosdamissao\/files\/Matt-Mattod-215x300.jpeg 215w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/caminhosdamissao\/files\/Matt-Mattod.jpeg 597w\" sizes=\"auto, (max-width: 215px) 100vw, 215px\" \/><b><\/b><i><\/i><u><\/u><span style=\"text-decoration: line-through;\"><\/span><\/p>\n<p><i>Origin\u00e1rio do Mato Grosso do Sul, Matt Mattos (nome usado por seguran\u00e7a) \u00e9 mestre em zootecnia e trabalha com miss\u00f5es entre povos n\u00e3o-alcan\u00e7ado<\/i><i>s pelo mundo. Ele lidera a base americana da <a href=\"http:\/\/worldnationsusa.org\/\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=http:\/\/worldnationsusa.org\/&amp;source=gmail&amp;ust=1556736346110000&amp;usg=AFQjCNFAfzddFNTvvyYsmOGPoXWZxht_nw\">World Nations<\/a>, da qual \u00e9 um do<\/i><i>s fundadores. A miss\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o \u00e9 combater a fome e a pobreza por meio da agricultura sustent\u00e1vel, de projetos de desenvolvimento comunit\u00e1rio<\/i><i> e do acesso \u00e0 sa\u00fade, sendo estas plataformas para abrir portas entre povos n\u00e3o alcan\u00e7ados. Conversamos com ele sobre chamado mission\u00e1rio, o camp<\/i><i>o transcultural e povos n\u00e3o alcan\u00e7ados e neg\u00f3cios em miss\u00f5es. Confira abaixo a segunda parte desta entrevista.<\/i><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n<p><em>Nota: Matt foi para um pa\u00eds com certa liberdade religiosa para o protestantismo, por\u00e9m onde h\u00e1 persegui\u00e7\u00e3o. Por isso n\u00e3o mencionamos a na\u00e7\u00e3o do Sudeste Asi\u00e1tico onde ele ficou.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>No campo transcultural, qual foi tua experi\u00eancia em capacitar lideran\u00e7as locais para criar uma igreja autossuficiente?<\/strong><\/p>\n<p>N\u00f3s estamos nesse processo. O projeto come\u00e7ou em 2013 numa transi\u00e7\u00e3o ministerial que Deus estava falando ao meu cora\u00e7\u00e3o, modificando meu chamado em algumas \u00e1reas. Encontrei um pastor local, que na \u00e9poca trabalhava como gerente de karaok\u00ea durante a semana e no fim de semana era pastor de crian\u00e7as. E ele tinha um desejo muito grande de servir o povo dele. Meu interesse era caminhar com ele, realmente entender como eu poderia servi-lo e aben\u00e7o\u00e1-lo. Algumas reuni\u00f5es foram acontecendo, e ele foi se enchendo de um fogo e um zelo pela obra. Ele ficou muito inspirando em saber de hist\u00f3rias de obreiros que deixaram a sua na\u00e7\u00e3o para se tornarem mission\u00e1rios de tempo integral, ele ficou muito impactado. <em>\u201cN\u00f3s estamos aqui, e n\u00f3s n\u00e3o temos nossos pr\u00f3prios mission\u00e1rios daqui. Mas eu quero ir\u201d<\/em>, ele dizia. A esposa dele j\u00e1 tinha esse chamado, tinha forma\u00e7\u00e3o teol\u00f3gica. Ele resolveu voltar para a vila dele para come\u00e7ar um trabalho mission\u00e1rio. Ele, o primeiro mission\u00e1rio, sendo enviado por si pr\u00f3prio. E eu no processo com ele.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Esse pastor come\u00e7ou a florescer os dons e talentos dele de conector. Ele come\u00e7ou a conectar com outros pastores. Eu marcava de fazer uma visita, e ele fazia uma reuni\u00e3o especial. Eu ia, dormia no ch\u00e3o, cheio de pernilongo, no meio do mato da floresta. T\u00ednhamos reuni\u00f5es com os pastores, mais uns tr\u00eas ou quatro de outras denomina\u00e7\u00f5es que e ele come\u00e7ou a juntar. E eles come\u00e7avam a compartilhar as dificuldades do servir. E era uma vila que j\u00e1 tinha sido alcan\u00e7ada por mission\u00e1rios alem\u00e3es, ent\u00e3o no cora\u00e7\u00e3o eles tinham convic\u00e7\u00e3o do chamado do Senhor e queriam fazer algo mais, pois os jovens da igreja n\u00e3o estavam mais interessados. Uma das preocupa\u00e7\u00f5es eram os jovens, como engaj\u00e1-los no trabalho da obra, pois eles n\u00e3o viam que haveria sucess\u00e3o nas lideran\u00e7as das pequenas igrejas que eles tinham plantado. O povo era muito pobre, o pastor passou a viver da obra e era muito sofrido, n\u00e3o tinha condi\u00e7\u00e3o de nada, estava ali por zelo e amor ao senhor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea enfrentou alguma dificuldade no campo? Como superou?<\/strong><\/p>\n<p>O campo transcultural \u00e9 realmente um lugar fascinante. Amo cultura, l\u00ednguas e povos. Mas nem sempre \u00e9 agrad\u00e1vel, porque \u00e9 muito diferente da nossa zona de conforto. E se voc\u00ea estiver indo trabalhar com povos ind\u00edgenas \u00e9 realmente muito contr\u00e1rio, voc\u00ea precisa andar numa contram\u00e3o do que o homem moderno j\u00e1 construiu, voc\u00ea precisa se desfazer. Eu acho que a maior dificuldade do campo transcultural que eu enfrentei \u00e9 entender que eu preciso me despir de mim mesmo no sentido de que, mesmo se eu soubesse sobre algum t\u00f3pico, mesmo tendo conhecimento, muitas vezes eu preciso me manter calado, me despir de tudo isso e simplesmente entrar na cultura. N\u00e3o pelo tanto que eu sei, que eu fiz, que eu consegui de t\u00edtulos de educa\u00e7\u00e3o, experi\u00eancia, nada disso, simplesmente um processo de ser quebrado mesmo, remoldado. \u00c9 a olaria, esse lugar de sair da zona de conforto e ir servir algu\u00e9m \u00e9 sempre o processo de um vaso na m\u00e3o de um oleiro.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Teve um momento que eu n\u00e3o queria estar ali, n\u00e3o queria comer a comida local, tive infec\u00e7\u00e3o gastrointestinal. Ir contra sua pr\u00f3pria cultura, seu jeito de pensar, como voc\u00ea aprendeu, \u00e9 um processo de quebr\u00e1-lo e reconstruir de novo. E quando voc\u00ea tem o Senhor do seu lado, ele vai capacitando, ensinando pelo Esp\u00edrito. Quando estamos servindo nossa igreja local, n\u00f3s temos o Senhor, os irm\u00e3os, a comunidade. Quando voc\u00ea vai para fora, s\u00f3 tem voc\u00ea e o Senhor, e voc\u00ea se depara muito com voc\u00ea mesmo, com suas pr\u00f3prias mazelas, seus pecados de estima\u00e7\u00e3o, e precisa confrontar tudo isso. O Esp\u00edrito vai mostrando as pedras que precisam ser arrancadas do meio da massa do vaso.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Passei por momentos de solid\u00e3o muito grande. Eu me lembro num domingo que eu n\u00e3o tinha ningu\u00e9m para visitar, n\u00e3o tinha amigos, bem no come\u00e7o da minha vida no campo. Eu queria brasileiro, gente que falasse minha l\u00edngua, e n\u00e3o tinha. Fui para um restaurante num shopping. E pensei at\u00e9 em pagar uma refei\u00e7\u00e3o para algu\u00e9m almo\u00e7ar comigo, e n\u00e3o tinha ningu\u00e9m. Pensei <em>\u201cSenhor, sei que o Senhor est\u00e1 comigo\u201d<\/em>. Sentei numa mesa com mais tr\u00eas cadeiras e falei: <em>\u201cAqui tem lugar para o Senhor Jesus, Deus e o Esp\u00edrito Santo, n\u00e3o estou sozinho\u201d<\/em>. Almocei com a Trindade, chorando de dor e de solid\u00e3o, estava muito dif\u00edcil.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Muitas dessas l\u00e1grimas foram as sementes que plantaram. Hoje temos uma fam\u00edlia linda no pa\u00eds, um semin\u00e1rio teol\u00f3gico com 55 estudantes de tempo integral, fam\u00edlias de l\u00e1 trabalhando conosco. Al\u00e9m da minha fam\u00edlia, Deus foi sempre ouvindo o choro. Nesses momentos de solid\u00e3o que comecei a ver o quanto \u00e9 importante orar por uma fam\u00edlia, por uma esposa, que tamb\u00e9m tinha o chamado.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>[Hoje Matt \u00e9 casado.]<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea tem trabalhado bastante com neg\u00f3cios em miss\u00f5es e agricultura: o que \u00e9 e como tem sido esse trabalho?<\/strong><\/p>\n<p>Nesse processo de come\u00e7ar a avan\u00e7ar o trabalho da miss\u00e3o e usar a profiss\u00e3o como uma chave que abre a porta, e atrav\u00e9s disso abordar neg\u00f3cios em miss\u00f5es, transfer\u00eancia de conhecimento para gerar sustento e renda, e come\u00e7ar um projeto de sempre incluir a capacita\u00e7\u00e3o de obreiros locais, l\u00edderes e tamb\u00e9m ter planta\u00e7\u00e3o de igrejas e povos n\u00e3o alcan\u00e7ando na equa\u00e7\u00e3o, um dos livros que me marcou foi <a href=\"https:\/\/www.amazon.com.br\/Pobreza-das-Na%C3%A7%C3%B5es-Solu%C3%A7%C3%A3o-Sustent%C3%A1vel\/dp\/8527505983\" data-saferedirecturl=\"https:\/\/www.google.com\/url?q=https:\/\/www.amazon.com.br\/Pobreza-das-Na%25C3%25A7%25C3%25B5es-Solu%25C3%25A7%25C3%25A3o-Sustent%25C3%25A1vel\/dp\/8527505983&amp;source=gmail&amp;ust=1556736346110000&amp;usg=AFQjCNFu6EMciBdnnhUK7pRKcW8_3m6pcg\"><em>A Pobreza das Na\u00e7\u00f5es \u2013 Uma solu\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel<\/em><\/a>, Wayne Grudem. Porque ele fala que n\u00e3o podemos simplesmente entregar na m\u00e3o das pessoas os recursos, mas precisamos capacit\u00e1-las. Fala sobre transfer\u00eancia de conhecimento, que \u00e9 algo que eu j\u00e1 tinha trabalhado no mestrado. Uma das coisas mais importantes \u00e9 ensin\u00e1-las a ter pensamento cr\u00edtico, para realmente questionar circunst\u00e2ncias em que est\u00e3o e a\u00ed, para os pr\u00f3prios crist\u00e3os,<em> \u201co que o Senhor est\u00e1 me ensinando nesse tempo?\u201d.<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O livro fala que a produ\u00e7\u00e3o de riquezas n\u00e3o \u00e9 contra a B\u00edblia, isso traz sustento. A forma de quebrar o ciclo de pobreza \u00e9 capacitar as pessoas para que produzam ou servi\u00e7os ou produtos. A\u00ed fiquei pensando, ent\u00e3o o que eu posso ensinar as pessoas a produzir? Eu j\u00e1 sou formado nessa \u00e1rea de ensinar conhecimento t\u00e9cnico de produ\u00e7\u00e3o de alimento, algo muito importante. Tanto que hoje o frango \u00e9 o foco do nosso trabalho, j\u00e1 fui em outros pa\u00edses criar granjas para sustentar pastores que est\u00e3o em tempo integral no minist\u00e9rio. Pode come\u00e7ar de uma necessidade b\u00e1sica, como produ\u00e7\u00e3o de alimento, para combater a fome, a pobreza e a mis\u00e9ria, e atrav\u00e9s disso capacitar as pessoas, adicionar valor na vida delas. Fazer disso uma plataforma para criar conex\u00e3o com os vizinhos e alcan\u00e7ar, assim, os vilarejos, as pessoas, as fam\u00edlias&#8230; tudo parte dos princ\u00edpios de servi\u00e7o. Como eu posso servir? Como eu posso doar, em vez de s\u00f3 receber? Hoje temos algumas frentes de neg\u00f3cio que estamos trabalhando com produtos locais, mas a agricultura tem sido o carro chefe.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Nesse tempo, trabalhando com os pastores, chegamos a conclus\u00e3o que quer\u00edamos montar um centro de treinamento em miss\u00f5es. Para onde os pastores enviariam jovens deles por carta de recomenda\u00e7\u00e3o para serem treinados conosco. O processo de constru\u00e7\u00e3o come\u00e7ou do zero, sem nada. O Senhor nos deu a terra, come\u00e7amos a funda\u00e7\u00e3o, muitas vezes limpando a terra na m\u00e3o, \u00e9 no meio da floresta mesmo. Come\u00e7ou com um sonho. Mateus 17:20 fala da f\u00e9 do tamanho de um gr\u00e3o de mostarda, ent\u00e3o uma de nossas cartas \u00e9 chamada \u201cA semente do gr\u00e3o de mostarda\u201d. Deus construiu essa escola em cinco anos e hoje temos 55 alunos estudando tanto produ\u00e7\u00e3o de animais e agricultura quanto a quest\u00e3o de agente comunit\u00e1rio de sa\u00fade, que levamos do Brasil. Al\u00e9m de teologia e miss\u00f5es. Esses jovens ser\u00e3o o futuro dessas igrejas e ser\u00e3o times plantadores de igrejas em povos n\u00e3o alcan\u00e7ados, e eles est\u00e3o aprendendo neg\u00f3cios em miss\u00f5es dentro da escola. Como usar um neg\u00f3cio, como solucionar um problema, como produzir produto ou servi\u00e7o e junto com isso pensar em planta\u00e7\u00e3o de igreja, em fazer disc\u00edpulos e alcan\u00e7ar povos que n\u00e3o conhecem Jesus.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><i>Se quiser entrar em contato com Matt, mande um e-mail para matt@worldnationsusa.org.<\/i><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Leia aqui a primeira parte desta entrevista. &nbsp; Origin\u00e1rio do Mato Grosso do Sul, Matt Mattos (nome usado por seguran\u00e7a) \u00e9 mestre em zootecnia e trabalha com miss\u00f5es entre povos n\u00e3o-alcan\u00e7ados pelo mundo. Ele lidera a base americana da World Nations, da qual \u00e9 um dos fundadores. 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