{"id":1184,"date":"2023-10-17T15:15:34","date_gmt":"2023-10-17T18:15:34","guid":{"rendered":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/caminhosdamissao\/?p=1184"},"modified":"2023-10-17T15:35:44","modified_gmt":"2023-10-17T18:35:44","slug":"mais-uma-vez-angola","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/caminhosdamissao\/2023\/10\/17\/mais-uma-vez-angola\/","title":{"rendered":"Mais uma vez Angola"},"content":{"rendered":"<p><em>Por Antonia Leonora van der Meer (Tonica)<\/em><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-9488\" src=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2023\/10\/blog_cm_angola_1.jpeg\" alt=\"\" width=\"323\" height=\"568\" \/><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.ultimato.com.br\/conteudo\/um-tributo-a-tonica-50-anos-de-ministerio\">Vivi pouco mais de 10 anos em Angola, no tempo da Guerra Civil Angolana<\/a>. Voltei ao Brasil em agosto de 1995. Mudei-me para Vi\u00e7osa, MG, para trabalhar no CEM (Centro Evang\u00e9lico de Miss\u00f5es), e experimentei um tempo com muitos desafios e b\u00ean\u00e7\u00e3os por 17 anos. Em outubro de 2013, voltei para Carambe\u00ed, PR, minha cidade de origem para estar mais perto da fam\u00edlia e procurar influenciar minha igreja com vis\u00e3o mission\u00e1ria transcultural, que v\u00e1 al\u00e9m do contexto imediato de plantar igrejas no Estado e exercer minist\u00e9rio nas escolas. Demorou um pouco para ver frutos, mas agora est\u00e3o brotando, gra\u00e7as a Deus.<\/p>\n<p>Em setembro de 2023, fui para Angola acompanhada de Susane Biersteker, uma jovem e din\u00e2mica fisioterapeuta, que h\u00e1 anos mostrou interesse em me acompanhar. Ela foi uma companhia aben\u00e7oada nesta viagem.<\/p>\n<p><strong>O que me trouxe mais alegria e tamb\u00e9m dores?<\/strong><\/p>\n<p>Foi motivo de alegria a <a href=\"https:\/\/fenador.wordpress.com\/\">Associa\u00e7\u00e3o Felicidade na Dor<\/a> (FENADOR), para pessoas com defici\u00eancia f\u00edsica, seja por causa da guerra, que s\u00f3 acabou em 2002, por minas terrestres colocadas em tempos de guerra, por paralisia infantil ou outras causas. A vacina contra P\u00f3lio ainda n\u00e3o foi aplicada com a mesma efici\u00eancia, infelizmente. A FENADOR cresceu muito e continua crescendo, valorizando as pessoas com defici\u00eancia. A Associa\u00e7\u00e3o tem uma cooperativa de artesanato produzindo, principalmente, a galinha do cacuaco \u2013 bastante apreciada e divulgada \u2013 que ajuda no sustento, e uma escola com classes desde a pr\u00e9-escola at\u00e9 a 6\u00aa classe, com pouco mais de duzentos alunos. Dos oito professores, sete s\u00e3o pessoas com defici\u00eancia. A lideran\u00e7a \u00e9 quase toda formada por pessoas com defici\u00eancias. Mas a FENADOR precisa de ajuda.<\/p>\n<p>O casal Simonton e Renata, ex-alunos do CEM, que viveu alguns anos em Angola e deu muito apoio \u00e0 Associa\u00e7\u00e3o, voltou ao Brasil por um per\u00edodo e, agora, finalmente conseguiu o visto e deve voltar ao pa\u00eds em novembro. Renata ajuda muito a escola e Simonton, engenheiro civil, ajudou na constru\u00e7\u00e3o das salas de aula. Antes, s\u00f3 havia o \u201cjango\u201d (constru\u00e7\u00e3o ligeira e com paredes baixas, circular e coberta de colmo), onde cada turma de 1\u00aa a 4\u00aa classe tinha duas horas de aula. Agora, h\u00e1 quatro salas de aula prontas e tr\u00eas em constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sou considerada a m\u00e3e da FENADOR. Dei muito apoio ao falecido Jos\u00e9 Gomes, o tetrapl\u00e9gico idealizador do projeto. Os mais antigos membros e l\u00edderes s\u00e3o meus filhos na f\u00e9 do tempo em que eu visitava o Centro de Medicina F\u00edsica e Reabilita\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"wp-image-9489 alignleft\" src=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2023\/10\/blog_cm_angola_2.jpeg\" alt=\"\" width=\"198\" height=\"288\" \/><\/p>\n<p>Na recente viagem a Angola, visitei algumas pessoas em casa. Diogo, o atual diretor de FENADOR, estava muito fraco, desnutrido e desidratado, com um problema no intestino que deixava sua barriga inchada e dolorida. Ele n\u00e3o conseguia engolir quase nada. Mas a grande apoiadora, Dra.Cesaltina conseguiu interna-lo no hospital Am\u00e9rico Boavida, onde foi submetido a mais uma cirurgia, que desobstruiu o seu intestino. Diogo tomou\u00a0soro e conseguiu voltar a se alimentar com l\u00edquidos. Ele ficava muito feliz de me rever e de receber fisioterapia da Susane. Com sua voz fraca ele dizia que ela foi um anjo mandado por Deus.<\/p>\n<p>Outra pessoa que visitei foi a Maria Domingas, que quando jovem m\u00e3e, na prov\u00edncia, foi v\u00edtima de uma granada que lhe cortou as duas pernas. Tamb\u00e9m a conheci no hospital h\u00e1 v\u00e1rios anos. Na \u00e9poca, ela recebeu alta e por um tempo voltou para casa, mas o marido n\u00e3o queria mulher sem pernas e a abandonou. Os toquinhos das pernas come\u00e7aram a infeccionar e Maria Domingas voltou ao hospital muito triste e desanimada. Dei muita aten\u00e7\u00e3o a ela, falando do amor de Deus e de como Jesus podia ajud\u00e1-la e dar nova esperan\u00e7a. Ela creu e tornou-se uma pessoa corajosa e din\u00e2mica. Conseguiu uma casinha numa favela distante, um pequeno pick-up e um lote para plantar verduras e legumes. Ia para o lote com motorista e ajudantes, mas o carrinho estava com problemas, a cadeira de rodas tamb\u00e9m e Maria Domingas ficou presa a sua casa, com alguns netos. Algum tempo depois, conseguimos pagar um mec\u00e2nico para consertar o carro, um irm\u00e3o de grupo conseguiu consertar a cadeira de rodas, e assim ela pode continuar suas atividades, sempre animada.<\/p>\n<p>Durante a viagem preguei em uma igreja diferente a cada domingo. Estive na igreja no Centro de Luanda, que frequentava quando vivi ali, e tive felizes reencontros. Em outro domingo foi a alegre celebra\u00e7\u00e3o de 22 anos da FENADOR. E, em outro, fui, com a Susane, na igreja do Pastor Zeca, um dos primeiros filhos na f\u00e9 do hospital. Era enfermeiro, viajava a servi\u00e7o do governo quando aconteceu o acidente que o deixou parapl\u00e9gico. O Pastor Zeca \u00e9 muito ativo na FENADOR. Apesar de suas limita\u00e7\u00f5es, (inclusive glaucoma que limita sua vis\u00e3o) ele conseguiu estudar no CEM e fez muitas amizades no Brasil. Com sua esposa Alice, o Pastor Zeca e irm\u00e3s da igreja preparam panel\u00f5es de alimento aos s\u00e1bados para distribuir \u00e0s crian\u00e7as pobres do favel\u00e3o Samizanga. Participei desta a\u00e7\u00e3o em um s\u00e1bado em que houve por volta de mil crian\u00e7as famintas na fila, cada uma com seu potinho na m\u00e3o.<\/p>\n<h4 style=\"text-align: center;\"><a href=\"https:\/\/loja.ultimato.com.br\/livros\/eu-um-missionario\"><strong>&gt;&gt;EU, UM MISSION\u00c1RIO?&lt;&lt;<\/strong><\/a><\/h4>\n<p>Dei aulas em dois s\u00e1bados, 10 horas-aula por s\u00e1bado no CETEMIS \u2013 um centro de treinamento b\u00edblico e mission\u00e1rio para l\u00edderes de pequenas igrejas da periferia, localizado em uma grande favela. O l\u00edder \u00e9 o pastor Manza\u00edla, que estudou no Brasil e fez o mestrado no CEM. Ele \u00e9 um homem com vis\u00e3o e cora\u00e7\u00e3o pronto para servir, junto com sua esposa Rosana, que \u00e9 brasileira. Al\u00e9m dos cursos de treinamento b\u00edblico e mission\u00e1rio, o CETEMIS oferece complemento e ajuda no contraturno das escolas. Sempre h\u00e1 lista de espera. E a Rosana d\u00e1 v\u00e1rios cursos de prendas dom\u00e9sticas para as mulheres. Que alegria testemunhar esse minist\u00e9rio aben\u00e7oado.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright wp-image-9491\" src=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/jovem\/files\/2023\/10\/blog_cm_angola_3.jpeg\" alt=\"\" width=\"278\" height=\"371\" \/><\/p>\n<p>Susane conseguiu treinar mo\u00e7as e mulheres, a maioria com defici\u00eancia f\u00edsica, a fazer massagem umas nas outras. Com isso, elas podem oferecer seus servi\u00e7os a outros e conseguir mais um ganho financeiro. Susane ensinou o sobrinho do pastor Zeca a fazer fisioterapia no tio e deu assist\u00eancia a um beb\u00ea que sofreu de convuls\u00f5es poucos dias ap\u00f3s o nascimento, e estava bem limitado no desenvolvimento motor. Susane ensinou a m\u00e3e da crian\u00e7a a fazer fisioterapia no seu filho. Depois de quatro sess\u00f5es a melhora j\u00e1 era vis\u00edvel. <a href=\"https:\/\/loja.ultimato.com.br\/livros\/eu-um-missionario\">Susane tamb\u00e9m ajudou professoras da Escola Dominical, e deu aula \u00e0s crian\u00e7as. Foi muito \u00fatil e o povo gostou muito dela<\/a>.<\/p>\n<p>Na d\u00e9cada de 1980, fui a Angola enviada pela ABU (Alian\u00e7a B\u00edblica Universit\u00e1ria) e comecei o trabalho entre estudantes, com apoio do Dr. Filipe Matuba. O trabalho cresceu pouco a pouco e surgiram bons l\u00edderes nacionais, um deles, o Paulo Mandavela, um l\u00edder muito din\u00e2mico, morreu inesperadamente. Depois houve a pandemia da Covid-19 e por anos tudo permaneceu fechado. Nas prov\u00edncias ainda aconteciam algumas atividades, mas em Luanda tudo parou, o que foi muito triste. Mas um jovem m\u00e9dico, Adalberto, que estudou e participou ativamente em Huambo, foi aprovado em concurso para trabalhar em um hospital de Luanda e foi com o firme prop\u00f3sito de reativar o trabalho do GBECA (grupo b\u00edblico de estudantes crist\u00e3os em Angola, o governo n\u00e3o permitia nenhum nome que inclu\u00edsse a palavra Universidade) nas Universidades. Na viagem de setembro, tive boa conversa com ele, vou apoi\u00e1-lo \u00e0 dist\u00e2ncia. Coloquei Adalberto em contato com a ABUB, e com o professor Santareno Miranda, o organizador do curso Perspectivas em Angola.<\/p>\n<p>Falando em Santareno, conheci-o em Luanda, quando tinha 16 anos. Ele se interessou pela miss\u00e3o depois de ouvir uma palestra minha. Ainda jovem, foi for\u00e7ado a entrar no ex\u00e9rcito, e o carro militar em que estava com v\u00e1rias pessoas passou sobre uma mina e explodiu. Houve mortos e ele ficou com problemas no p\u00e9. Santareno conseguiu vir ao Brasil, onde tratou o p\u00e9, estudou, casou com uma angolana, e tornou-se um professor muito respeitado nos col\u00e9gios franciscanos. Hoje \u00e9 tamb\u00e9m pastor, e um dos palestrantes preferidos do curso Perspectivas da Miss\u00e3o da Igreja, no Brasil. Embora a vida estivesse indo bem, Santareno sempre quis aben\u00e7oar a igreja em Angola. Certa vez, apresentou o curso Perspectivas em v\u00e1rias igrejas e semin\u00e1rios e conseguiu lev\u00e1-lo para Angola. No primeiro ano, houve por volta de 80 alunos, agora j\u00e1 s\u00e3o centenas, e essa experi\u00eancia mudou a perspectiva de miss\u00e3o nas igrejas de Angola. Antes miss\u00e3o era algo que estrangeiros traziam, agora eles entendem que podem e devem se envolver. Que alegria!<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-1186 alignleft\" src=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/caminhosdamissao\/files\/2023\/10\/blog_cm_angola_4-200x300.png\" alt=\"\" width=\"200\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/caminhosdamissao\/files\/2023\/10\/blog_cm_angola_4-200x300.png 200w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/caminhosdamissao\/files\/2023\/10\/blog_cm_angola_4.png 256w\" sizes=\"auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px\" \/>Fui professora por muitos anos no ISTEL (Instituto Superior de Teologia Evang\u00e9lica do Lubango). O ISTEL organizou o segundo Congresso de Miss\u00f5es, sob o tema \u201cA Angola que Deus quer\u201d, com pouco mais de 300 participantes de muitas denomina\u00e7\u00f5es e de quase todas as prov\u00edncias nos dias 15 a 19 de setembro, pudemos participar. Esse Congresso mostra mais uma vez a mudan\u00e7a de vis\u00e3o da igreja. E havia mais participa\u00e7\u00e3o p\u00fablica de mulheres.<\/p>\n<p>A pobreza \u00e9 muito aguda em Angola. Muitas fam\u00edlias s\u00f3 conseguem uma refei\u00e7\u00e3o por dia, que muitas vezes \u00e9 um prato de arroz. H\u00e1 algum tempo, quase n\u00e3o conseguiam leite para as crian\u00e7as, a\u00ed davam ch\u00e1, mas agora o a\u00e7\u00facar ficou muito caro. Assim, a mis\u00e9ria aumenta, h\u00e1 muita mal\u00e1ria e com os corpos debilitados h\u00e1 muita morte. Isso \u00e9 muito triste!<\/p>\n<p>Assim, apesar do muito cansa\u00e7o, devido a longas dist\u00e2ncias em avenidas engarrafadas, a viagem foi um tempo que trouxe muita alegria, e tamb\u00e9m l\u00e1grimas. Louvado seja o Senhor, e que ele tenha miseric\u00f3rdia do povo angolano.<\/p>\n<hr \/>\n<p><strong>Saiba mais:<\/strong><\/p>\n<p>\u00bb <a href=\"https:\/\/www.ultimato.com.br\/conteudo\/um-tributo-a-tonica-50-anos-de-ministerio\">Um tributo a Tonica \u2013 50 anos de minist\u00e9rio<\/a><br \/>\n\u00bb <a href=\"https:\/\/loja.ultimato.com.br\/livros\/eu-um-missionario\">Eu, Um Mission\u00e1rio? \u2013 Quando o jovem crist\u00e3o leva a s\u00e9rio o seu chamado,<\/a> Antonia Leonora van der Meer<br \/>\n\u00bb <a href=\"https:\/\/loja.ultimato.com.br\/livros\/a-missao-da-igreja-hoje\">A Miss\u00e3o da Igreja Hoje \u2013 A B\u00edblia, a hist\u00f3ria e as quest\u00f5es contempor\u00e2neas,<\/a> Michael W. Goheen<br \/>\n\u00bb <a href=\"https:\/\/loja.ultimato.com.br\/livros\/missionarios-feridos\">Mission\u00e1rios Feridos \u2013 Como cuidar dos que servem,\u00a0<\/a>Antonia Leonora van der Meer<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Antonia Leonora van der Meer (Tonica) Vivi pouco mais de 10 anos em Angola, no tempo da Guerra Civil Angolana. Voltei ao Brasil em agosto de 1995. Mudei-me para Vi\u00e7osa, MG, para trabalhar no CEM (Centro Evang\u00e9lico de Miss\u00f5es), e experimentei um tempo com muitos desafios e b\u00ean\u00e7\u00e3os por 17 anos. 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