{"id":97,"date":"2008-08-08T17:07:21","date_gmt":"2008-08-08T20:07:21","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ultimato.com.br\/blog\/2008\/08\/08\/prateleira\/o-encontro-que-nao-terminou.html"},"modified":"2008-08-08T17:07:21","modified_gmt":"2008-08-08T20:07:21","slug":"o-encontro-que-nao-terminou","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/2008\/08\/08\/o-encontro-que-nao-terminou\/","title":{"rendered":"O Encontro que n\u00e3o terminou"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" height=\"190\" width=\"161\" border=\"0\" align=\"right\" src=\"http:\/\/www.ultimato.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/image\/Prateleira\/2008\/agosto\/blog_08_08_ceia.jpg\" alt=\"\" class=\"direita\" \/>N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil narrar o que experimentamos na primeira semana de agosto, quando celebramos o <a href=\"http:\/\/www.ultimato.com.br\/blog\/2008\/08\/02\/40_anos\/jesus-desfigurado-e-jesus-transfigurado.html\" target=\"_blank\">Ultimato 40 Anos &mdash; Encontro de Amigos<\/a>. Quero evitar adjetivos, o que parece imposs&iacute;vel. Tenho medo de exageros e de holofotes. Ainda assim, fa&ccedil;o uso das palavras de J&oacute; para expressar uma surpresa comum vivida naqueles dias: &ldquo;Meus ouvidos j&aacute; tinham ouvido a teu respeito, mas agora os meus olhos te viram&rdquo; (J&oacute; 42.5).&nbsp;<!--more--><\/p>\n<p>Talvez n&atilde;o tenha acontecido um encontro, mas muitos. Sab&iacute;amos, avisados pelo poeta, que &ldquo;Minas s&atilde;o muitas&rdquo;. Agora tamb&eacute;m sabemos que Ultimato n&atilde;o &eacute; um, Ultimato s&atilde;o muitos. Muitos e diferentes, t&iacute;midos e barulhentos, de longe e de perto, alguns ortodoxos, outros nem tanto, velhos e novos, homens e mulheres, todos comunh&atilde;o. Mais do que leitores, autores ou colunistas, s&atilde;o amigos de diferentes estados, cidades e igrejas do pa&iacute;s. Partilhamos perguntas, dividimos experi&ecirc;ncias e conhecemos de perto aqueles de quem ouvimos falar e outros que n&atilde;o poder&iacute;amos imaginar. <\/p>\n<p>Falamos da nossa heran&ccedil;a comum, celebramos a centralidade de Jesus Cristo e contamos para os mais novos a velha hist&oacute;ria. Nas <a href=\"http:\/\/www.ultimato.com.br\/blog\/tag\/mesa-redonda\" target=\"_blank\">mesas-redondas<\/a> procuramos entender os desafios do nosso tempo, 40 anos depois do in&iacute;cio de tudo, em uma sociedade cada vez mais descrente, pluralista, midi&aacute;tica e emocionalmente doente. <\/p>\n<p>Em bancos duros, sem ar-condicionado e com alguma poeira, come&ccedil;amos e terminamos nosso Encontro de Amigos encharcados pela gra&ccedil;a e pela doce presen&ccedil;a do Esp&iacute;rito Santo. Ao que parece, 1968 para a revista e Editora Ultimato tamb&eacute;m n&atilde;o terminou. Quem sabe, &eacute; um novo come&ccedil;o, porque as miseric&oacute;rdias do Senhor n&atilde;o t&ecirc;m fim, renovam-se a cada manh&atilde;. Obrigado aos mais de 400 amigos que vieram, pelo carinho e generosidade. Nosso reconhecimento tamb&eacute;m &agrave; equipe Ultimato pelo afeto e dedica&ccedil;&atilde;o. A Deus toda honra.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil narrar o que experimentamos na primeira semana de agosto, quando celebramos o Ultimato 40 Anos &mdash; Encontro de Amigos. Quero evitar adjetivos, o que parece imposs&iacute;vel. Tenho medo de exageros e de holofotes. 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