{"id":7234,"date":"2016-01-13T10:54:53","date_gmt":"2016-01-13T13:54:53","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/?p=7234"},"modified":"2016-01-13T11:02:10","modified_gmt":"2016-01-13T14:02:10","slug":"desde-1968-ultimato-no-lixo-no-aeroporto-na-prisao-na-igreja-na-delegacia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/2016\/01\/13\/desde-1968-ultimato-no-lixo-no-aeroporto-na-prisao-na-igreja-na-delegacia\/","title":{"rendered":"Desde 1968. Ultimato no lixo, no aeroporto, na pris\u00e3o, na igreja, na delegacia&#8230;"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/www.ultimato.com.br\/revista\/edicoes-anteriores\">Ultimato<\/a> completa hoje 48 anos de publica\u00e7\u00e3o ininterrupta.<a href=\"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2016\/01\/48_anos_imagem_blog.jpg\" class=\"lightview\" data-lightview-group=\"group-7234\" data-lightview-options=\"skin: 'dark', controls: 'relative', padding: '10', shadow: { color: '#000000', opacity: 0.08, blur: 3 }\" rel=\"attachment wp-att-7235\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignright size-medium wp-image-7235\" src=\"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2016\/01\/48_anos_imagem_blog-300x220.jpg\" alt=\"48_anos_imagem_blog\" width=\"300\" height=\"220\" srcset=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2016\/01\/48_anos_imagem_blog-300x220.jpg 300w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2016\/01\/48_anos_imagem_blog-150x110.jpg 150w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2016\/01\/48_anos_imagem_blog.jpg 340w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p>Nestes 48 anos de hist\u00f3ria, a revista\u00a0<strong>Ultimato<\/strong>\u00a0tem sido encontrada tanto no lixo como no aeroporto de Frankfurt, tanto no \u00f4nibus como na barbearia, tanto no \u00f4nibus como na delegacia. Acompanhe algumas hist\u00f3rias dos leitores.<\/p>\n<p><strong>No lixo<\/strong><br \/>\nMeu primeiro contato com\u00a0<strong>Ultimato<\/strong>\u00a0foi na rua. Vi uma revista aberta e meio molhada no ch\u00e3o, pr\u00f3ximo ao lixo que algu\u00e9m colocara na cal\u00e7ada. Olhei para um lado e para o outro e, como n\u00e3o havia ningu\u00e9m olhando, peguei a revista. S\u00f3 percebi que era uma revista evang\u00e9lica por causa da mat\u00e9ria de capa\u00a0<em>Quem \u00e9 Deus?<\/em>(janeiro de 1995). Por perceber o seu grande valor b\u00edblico e crist\u00e3o, tornei-me assinante. Ainda guardo a revista que achei na rua.<br \/>\n<em>Jo\u00e3o Batista Greg\u00f3rio J\u00fanior<\/em>,\u00a0Recife, PE<br \/>\nJaneiro de 1998<\/p>\n<p><strong>Na barbearia<\/strong><br \/>\nEm um sal\u00e3o de barbeiro, olhando v\u00e1rias revistas e jornais velhos, encontrei uma que me chamou a aten\u00e7\u00e3o por trazer assuntos da atualidade em geral. Quanto mais eu a lia, mais queria ler, por nos ensinar a nos prevenir dos males do futuro. Gostei tanto que quero ser assinante da conceituada\u00a0<strong>Ultimato<\/strong>.<br \/>\n<em>Abmael Marcelo dos Santos<\/em>,\u00a0Guaruj\u00e1, SP<br \/>\nAbril de 1987<\/p>\n<p><strong>No aeroporto<\/strong><br \/>\nFomos ao aeroporto de Frankfurt levar um amigo que ia tomar um avi\u00e3o para os Estados Unidos. Procuramos um carrinho para colocar as malas dele. Para nossa surpresa, encontramos no carrinho um exemplar de\u00a0<strong>Ultimato<\/strong>\u00a0sobre a Turquia (mar\u00e7o de 1996). No alto estavam as iniciais HK e a data 14\/06\/96. N\u00e3o podemos imaginar como a revista foi parar ali. Como uma hora antes tinha sa\u00eddo um avi\u00e3o para o Brasil, ficamos desconfiados de que talvez fosse de um brasileiro.<br \/>\n<em>Raquel e Peter Robe<\/em>,\u00a0Frankfurt, Alemanha<br \/>\nJulho de 1997<\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p><strong>No \u00f4nibus<\/strong><br \/>\nNo trajeto de \u00f4nibus de Nil\u00f3polis para a pra\u00e7a Mau\u00e1, ao meu lado, no \u00f4nibus, um jovem folheava uma revista\u00a0<strong>Ultimato<\/strong>. Comecei a ficar intrigado. Da\u00ed a pouco ele cochilou e eu, na primeira oportunidade, pedi-lhe que me emprestasse a revista. Como est\u00e1vamos quase no final da viagem, perguntei-lhe se eu poderia ficar pelo menos com o encarte. Foi assim que conheci e me tornei assinante da revista.<br \/>\n<em>R.S. Bolivar<\/em>,\u00a0Rio de Janeiro, RJ<br \/>\nJulho de 1994<\/p>\n<p><strong>Na delegacia<\/strong><br \/>\nEnquanto eu aguardava na delegacia de minha cidade para um depoimento, tomei conhecimento de\u00a0<strong>Ultimato<\/strong>. Gostei demais e, perguntando a um escriv\u00e3o, ele me disse que quase ningu\u00e9m lia aquela revista na delegacia. Ent\u00e3o pedi que lessem e, depois, lessem aos presos, pois poderiam encontrar nela a salva\u00e7\u00e3o. Por coincid\u00eancia, o artigo de capa era\u00a0<em>O homem que foge&#8230;<\/em><br \/>\n<em>Antonio Maestreldo<\/em>,\u00a0Salto, SP<br \/>\nAgosto de 1973<\/p>\n<p><strong>No hotel<\/strong><br \/>\nAo ler a revista\u00a0<strong>Ultimato<\/strong>\u00a0no Hotel Primus, em S\u00e3o Louren\u00e7o, MG, gostei muito dos artigos e resolvi fazer uma assinatura para coloc\u00e1-la em meu consult\u00f3rio no Rio de Janeiro.<br \/>\n<em>Dr. M\u00e1rio A. Mendon\u00e7a<\/em>,\u00a0Rio de Janeiro, RJ<br \/>\nSetembro de 1978<\/p>\n<p><strong>No avi\u00e3o<\/strong><br \/>\nParab\u00e9ns pela revista\u00a0<strong>Ultimato<\/strong>. Fui muito aben\u00e7oado com a leitura do n\u00famero de maio, que providencialmente li num v\u00f4o para Imperatriz, MA. N\u00e3o pude conter as l\u00e1grimas, devido \u00e0 categoria e un\u00e7\u00e3o de todos os artigos. Louvo a Deus por voc\u00eas, pois o minist\u00e9rio dos irm\u00e3os \u00e9 e ser\u00e1 uma grande b\u00ean\u00e7\u00e3o para tornar o nome do Senhor Jesus conhecido no Brasil e (por que n\u00e3o?) no mundo!<br \/>\n<em>Nelson Ned<\/em>,\u00a0S\u00e3o Paulo, SP<br \/>\nSetembro de 1995<\/p>\n<p><strong>No ber\u00e7o<\/strong><br \/>\nQuando chegou a nossas m\u00e3os o primeiro n\u00famero de\u00a0<strong>Ultimato<\/strong>, em janeiro de 1968, meu esposo, Gedeon Lid\u00f3rio, era pastor em Nanuque, MG. Nosso filho ca\u00e7ula, Ronaldo Lid\u00f3rio, que de vez em quando escreve para a revista, estava com um ano e dois meses. Foi amor \u00e0 primeira vista. Gedeon lia, compartilhava, fazia propaganda nas igrejas. Ele colecionou todos os n\u00fameros at\u00e9 1993, quando o Senhor o chamou. A mat\u00e9ria<a href=\"http:\/\/www.ultimato.com.br\/revista\/artigos\/341\/ultimato-nasceu-na-cidade-da-loucura\">Ultimato nasceu na cidade da loucura<\/a>\u00a0(mar\u00e7o\/abril de 2013) me trouxe \u00e0 mem\u00f3ria o vers\u00edculo de Zacarias sobre o \u201cdia dos humildes come\u00e7os\u201d (<a href=\"http:\/\/www.bibliaonline.com.br\/acf\/zc\/4\">Zc 4.10<\/a>). Como o nosso Deus gosta e aben\u00e7oa o dia dos humildes come\u00e7os! O evento mais importante da hist\u00f3ria &#8212; o nascimento do Rei dos reis &#8212; tem muito a ver com o dia dos humildes come\u00e7os.\u00a0<strong>Ultimato<\/strong>\u00a0tem sido uma ferramenta para os crist\u00e3os, uma preciosa atalaia para os incautos e uma fiel testemunha nestes tempos dif\u00edceis. De leitura gostosa, seus artigos s\u00e3o profundos, mas f\u00e1ceis de entender, tanto para eruditos, quanto para leigos. \u00c9 uma voz prof\u00e9tica.<br \/>\n<em>Euza Lid\u00f3rio<\/em>, Manaus, AM<br \/>\nNovembro de 2013<\/p>\n<p><strong>Na pris\u00e3o<\/strong><br \/>\nSou grato a Deus por ter sido alimentado por mais de cinco anos com o conte\u00fado s\u00f3lido e edificante de Ultimato. Al\u00e9m de me nutrir espiritualmente, ela me ajudou muito nos momentos de des\u00e2nimo. Voc\u00eas foram o instrumento que Deus usou para que eu sobrevivesse no ex\u00edlio, sem perder a esperan\u00e7a nas coisas melhores que estavam por vir. No dia 4 de setembro, conquistei a t\u00e3o sonhada liberdade. E, como o leproso que voltou para agradecer a Jesus, aqui estou para fazer o mesmo. Repito as palavras do Senhor: \u201cEstive preso, e voc\u00eas me visitaram\u201d (<a href=\"http:\/\/www.bibliaonline.com.br\/acf\/mt\/25\">Mt 25.36<\/a>).<br \/>\n<em>Natanael Gonzaga<\/em>, S\u00e3o Bernardo do Campo, SP<\/p>\n<p><strong>Na igreja cat\u00f3lica<\/strong><br \/>\nSou padre casado. Recebo\u00a0<strong>Ultimato<\/strong>\u00a0gratuitamente h\u00e1 muito tempo. Depois de lhes agradecer profundamente, se me permitem, quero lhes pedir com muito carinho que continuem insistindo na quest\u00e3o da espiritualidade. \u00c9 isso que une todos os crist\u00e3os na mensagem de Jesus e na Trindade. As normas e as pr\u00e1ticas dividem as igrejas, mas a espiritualidade as une. Construir o projeto de Jesus, de que \u201ctodos sejam um\u201d, d\u00e1 \u00e0 igreja, a come\u00e7ar com a romana, o direito de falar em paz. Pois \u201cs\u00f3 haver\u00e1 paz no mundo quando houver paz entre as igrejas\u201d. Depois de dois eventos graves de sa\u00fade, tive de alterar minha rotina e atividades. Por essa raz\u00e3o, a partir de agora, podem disponibilizar a revista para outra pessoa.<br \/>\n<em>Dion\u00edsio Sfredo<\/em>, Goi\u00e2nia, GO<br \/>\n<em>Setembro de 2015<\/em><\/p>\n<p><strong>No design<\/strong><br \/>\nSou designer e amante de logos, dos mais simples aos mais sofisticados. Por\u00e9m, a logo da Editora Ultimato salta aos meus olhos! \u00c9 a obra de Deus retratada em uma marca. Algo t\u00e3o forte e t\u00e3o simples como a mensagem de Deus por meio de Jesus, a mensagem da reconcilia\u00e7\u00e3o. A miss\u00e3o de Jesus contada numa simples forma.<br \/>\n<em>Francisco Avelardo<\/em>, Itaperu\u00e7u, PR<br \/>\nJulho de 2014<\/p>\n<p><strong>No semin\u00e1rio<\/strong><br \/>\nEu estava no Semin\u00e1rio Presbiteriano de Belo Horizonte quando a conheci. Ela tinha apenas 13 anos. Fiquei impressionado com sua maturidade, equil\u00edbrio e lucidez. Senti que ela era a companheira que eu precisava para a vida e para o minist\u00e9rio. Formei-me em 1985 e comecei meu minist\u00e9rio em fevereiro do ano seguinte e a levei comigo para a pequena cidade de Concei\u00e7\u00e3o de Ipanema, MG. J\u00e1 s\u00e3o 26 anos de conviv\u00eancia bem-sucedida e harmoniosa. \u00c0s vezes nos divergimos em alguns assuntos, mas at\u00e9 nas diverg\u00eancias eu a respeito, pois ela \u00e9 consistente em seus argumentos. Embora mais velho seis anos, n\u00e3o receio em reconhecer que ela amadureceu mais do que eu. Est\u00e1 mais bem formada e com apar\u00eancia renovada. Ela tamb\u00e9m cresceu mais e exerce mais influ\u00eancia do que eu. Sem nenhuma d\u00favida, suas opini\u00f5es me influenciam cada vez mais. Acho que \u00e9 por que ela absorve bem a sabedoria do que h\u00e1 de bom no meio evang\u00e9lico e sabe escolher seus colaboradores. Sem d\u00favida,\u00a0<strong>Ultimato<\/strong>\u00a0tem sido uma boa companheira! Deus a aben\u00e7oe e a fa\u00e7a prosperar ainda mais.<br \/>\n<em>Pr. P\u00fablio Ronaldo Fonseca<\/em>,\u00a0Ipatinga, MG<br \/>\nMar\u00e7o de 2008<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ultimato completa hoje 48 anos de publica\u00e7\u00e3o ininterrupta.<br \/>\nNestes 48 anos de hist\u00f3ria, a revista\u00a0Ultimato\u00a0tem sido encontrada tanto no lixo como no aeroporto de Frankfurt, tanto no \u00f4nibus como na barbearia, tanto no \u00f4nibus como na delegacia. Acompanhe algumas hist\u00f3rias dos leitores.<br \/>\nNo lixo<br \/>\nMeu primeiro contato com\u00a0Ultimato\u00a0foi na rua. 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