{"id":5674,"date":"2014-07-04T11:24:40","date_gmt":"2014-07-04T14:24:40","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/?p=5674"},"modified":"2014-07-04T11:32:10","modified_gmt":"2014-07-04T14:32:10","slug":"caras-como-eu-estao-ficando-velhos-titas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/2014\/07\/04\/caras-como-eu-estao-ficando-velhos-titas\/","title":{"rendered":"&#8220;Caras como eu est\u00e3o ficando velhos&#8221; [Tit\u00e3s]"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2014\/07\/CAPA_saber_Envelhecer_web.jpg\" class=\"lightview\" data-lightview-group=\"group-5674\" data-lightview-options=\"skin: 'dark', controls: 'relative', padding: '10', shadow: { color: '#000000', opacity: 0.08, blur: 3 }\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-5677 alignright\" alt=\"CAPA_saber_Envelhecer_web\" src=\"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2014\/07\/CAPA_saber_Envelhecer_web-300x87.jpg\" width=\"300\" height=\"87\" srcset=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2014\/07\/CAPA_saber_Envelhecer_web-300x87.jpg 300w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2014\/07\/CAPA_saber_Envelhecer_web-150x43.jpg 150w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2014\/07\/CAPA_saber_Envelhecer_web.jpg 800w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/a><\/p>\n<p><span style=\"color: #808000;\">&#8212; Por Kl\u00eania Fassoni<\/span><\/p>\n<p>Por raz\u00f5es \u00f3bvias, li\u00a0<a href=\"http:\/\/www.ultimato.com.br\/loja\/produtos\/e-preciso-saber-envelhecer\">\u00c9 Preciso Aprender a Envelhecer<\/a> antes de ser impresso.<\/p>\n<p>E por ter sido impactada, divido alguns coment\u00e1rios com voc\u00eas. \u00c9\u00a0uma leitura \u00a0envolvente, e\u00a0interessa a leitores de diferentes idades. Para\u00a0n\u00f3s que nos aproximamos da aposentadoria ele traz uma contribui\u00e7\u00e3o ainda mais rica.\u00a0H\u00e1 bons motivos para l\u00ea-lo:<\/p>\n<p>&#8211; primeiro, o autor. Paul Tournier \u00e9 amoroso com os leitores, conhecedor e simp\u00e1tico \u00e0s lutas internas que todos n\u00f3s temos. Ele escreve este livro aos 73 anos, n\u00e3o omitindo a &#8220;dureza&#8221; da velhice, mas tratando-a como algo natural que ele pr\u00f3prio experimenta<\/p>\n<p>&#8211; o conte\u00fado: \u00e9 sobre a vida em todas as suas fases. Ele enfatiza no decorrer do livro: seremos na velhice o que somos hoje, ou, a vida que teremos \u00e9 fruto das escolhas que fazemos hoje. H\u00e1 um longo texto com o sugestivo t\u00edtulo &#8220;Cultivemo-nos!&#8221;<\/p>\n<p>&#8211; ele aprofunda o conceito de &#8220;segunda ocupa\u00e7\u00e3o&#8221;. Para Tournier, a maturidade (ou a aposentadoria formal)\u00a0n\u00e3o \u00e9 apenas uma etapa da vida para\u00a0desfrutarmos do lazer e do descanso. \u00c9\u00a0oportunidade de nos &#8220;expandirmos&#8221;, isto \u00e9, aprender novas coisas, exercer novas tarefas, continuar sendo guiados pelo sentido da vida<\/p>\n<p>&#8211; ele demonstra que o assunto &#8220;envelhecimento&#8221; \u00e9 apenas o ponto culminante na montanha da vida; a nossa ang\u00fastia real \u00e9 com a &#8220;incompletude&#8221; da vida<\/p>\n<p>&#8211; na primeira parte, embora os dados sejam desatualizados [Tournier escreveu este livro em 1971], fica evidente o seu empenho em advogar em favor dos velhos (assim como crian\u00e7as, doentes mentais, os &#8216;fracos&#8217;) para que estes tenham seu lugar na sociedade como pessoas de direito. O fundador da &#8220;medicina da pessoa&#8221; era tamb\u00e9m um lutador pela justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Algumas frases:<\/p>\n<p>&#8220;As for\u00e7as diminuem e podem aparecer doen\u00e7as, mas o cora\u00e7\u00e3o, a capacidade de amar e a necessidade de dar sentido \u00e0 pr\u00f3pria vida est\u00e3o intactos.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;A vida tem uma \u00fanica dire\u00e7\u00e3o. Suas leis s\u00e3o iguais para todos e caminha sempre para frente. Uma vida normal flui harmoniosamente, sem passos para tr\u00e1s, nem saltos bruscos. Preparamos a nossa velhice quando, ao longo da vida, tomamos atitudes positivas.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;A dor do inconcluso \u00e9 privativa da condi\u00e7\u00e3o humana e inata no eterno desgarramento que experimentamos entre nossa aspira\u00e7\u00e3o ao absoluto, ao ilimitado e as barreiras &#8211; internas e externas &#8211; contra as quais nos chocamos sem que possamos evitar.&#8221;<\/p>\n<p>&#8220;Jogar o jogo do velho na juventude ou do jovem na velhice, comportar-se como solteiro sendo casado, fingir amor a algu\u00e9m que se detesta ou pretender uma coragem que n\u00e3o se tem, s\u00e3o situa\u00e7\u00f5es que deixam um mal estar e (demonstram) o descompasso consigo mesmo, com a pr\u00f3pria verdade.&#8221;<\/p>\n<p>Boa leitura.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&#8212; Por Kl\u00eania Fassoni<br \/>\nPor raz\u00f5es \u00f3bvias, li\u00a0\u00c9 Preciso Aprender a Envelhecer antes de ser impresso.<br \/>\nE por ter sido impactada, divido alguns coment\u00e1rios com voc\u00eas. \u00c9\u00a0uma leitura \u00a0envolvente, e\u00a0interessa a leitores de diferentes idades. 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