{"id":2418,"date":"2011-04-27T08:22:28","date_gmt":"2011-04-27T11:22:28","guid":{"rendered":"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/?p=2418"},"modified":"2011-04-27T08:25:12","modified_gmt":"2011-04-27T11:25:12","slug":"a-mensagem-da-cruz","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/2011\/04\/27\/a-mensagem-da-cruz\/","title":{"rendered":"A mensagem da Cruz"},"content":{"rendered":"<p>Ainda em tempo de P\u00e1scoa, relembramos a coluna &#8220;M\u00fasica sacra&#8221; de\u00a0Henriqueta Rosa Fernandes Braga que conta a hist\u00f3ria de hinos conhecidos por crist\u00e3os de v\u00e1rias denomina\u00e7\u00f5es. Esta coluna foi publicada em 1973. O texto est\u00e1 abaixo.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2011\/04\/Musica_Sacra1.jpg\" class=\"lightview\" data-lightview-group=\"group-2418\" data-lightview-options=\"skin: 'dark', controls: 'relative', padding: '10', shadow: { color: '#000000', opacity: 0.08, blur: 3 }\" data-lightview-title=\"Musica_Sacra1\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-2419\" title=\"Musica_Sacra1\" src=\"http:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2011\/04\/Musica_Sacra1.jpg\" alt=\"\" width=\"320\" height=\"214\" srcset=\"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2011\/04\/Musica_Sacra1.jpg 320w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2011\/04\/Musica_Sacra1-300x200.jpg 300w, https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/files\/2011\/04\/Musica_Sacra1-150x100.jpg 150w\" sizes=\"auto, (max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Salmos e Hinos com M\u00fasicas Sacras em sua nova edi\u00e7\u00e3o, que j\u00e1 se acha no prelo, apresentar\u00e1 o hino de George Bennard \u2013 The Old Rugged Cross &#8211; mundialmente conhecido. Dele existem em portugu\u00eas tr\u00eas tradu\u00e7\u00f5es distintas: uma usada pelos Metodistas (\u201cA Mensagem da Cruz\u201d); outra, pelos Batistas (\u201cA cruz, emblema do amor\u201d &#8211; de Alina Muirhead); e, a terceira, divulgada pelo Ex\u00e9rcito de Salva\u00e7\u00e3o (\u201cA Cruz\u201d). Esta \u00faltima e a primeira s\u00e3o an\u00f4nimas. Salmos e Hinos incluir\u00e1 a vers\u00e3o metodista, por\u00e9m revisada, que \u00e9 a seguinte:<\/p>\n<p>A Mensagem da Cruz<\/p>\n<p>1. No Calv\u00e1rio se ergueu uma cruz contra o c\u00e9u,<\/p>\n<p>Como emblema de afronta e de dor.<\/p>\n<p>Mas eu amo essa cruz: foi ali que Jesus<\/p>\n<p>Deu a vida por mim, pecador.<\/p>\n<p>Sim, eu sempre amarei essa cruz!<\/p>\n<p>Seu triunfo meu gozo ser\u00e1,<\/p>\n<p>Pois um dia, em lugar de uma cruz,<\/p>\n<p>A coroa Jesus me dar\u00e1!<\/p>\n<p>2. Desde a gl\u00f3ria dos c\u00e9us, o Cordeiro de Deus<\/p>\n<p>Ao Calv\u00e1rio humilhante baixou;<\/p>\n<p>Tem a cruz para mim atrativos sem fim:<\/p>\n<p>Nela foi que Jesus me salvou.<\/p>\n<p>3. L\u00e1 na cruz padeceu, desprezado morreu<\/p>\n<p>Meu Jesus, para dar-me perd\u00e3o;<\/p>\n<p>Dela agora por\u00e9m para mim todo o bem<\/p>\n<p>Tenho nela real salva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>4. Eu aqui, com Jesus, a vergonha da cruz<\/p>\n<p>Quero sempre levar e sofrer.<\/p>\n<p>Quando Cristo voltar para aqui me buscar,<\/p>\n<p>Sua gl\u00f3ria eu irei receber<\/p>\n<p>Nasceu o rev. George Bennard (1873-1958) num lar humilde em Youngstown, Ohio, Estados Unidos, mas a fam\u00edlia mudou-se sucessivamente para Albia, Iowa, e depois para Lucas onde o menino, aos dez anos de idade, se converteu. Aos dezesseis perdeu o pai e sobre seus ombros de adolescente recaiu a responsabilidade da fam\u00edlia, constitu\u00edda da m\u00e3e e quatro irm\u00e3s. Lutou bravamente, inclusive por sua pr\u00f3pria educa\u00e7\u00e3o. Alguns anos ap\u00f3s a morte do pai, a fam\u00edlia mudou-se para o estado de Illinois onde o rev. Bennard, que se casara, fixou resid\u00eancia. Ali, ele e a esposa tornaram-se oficiais do Ex\u00e9rcito de Salva\u00e7\u00e3o, prestando valiosa ajuda a esse extraordin\u00e1rio movimento crist\u00e3o at\u00e9 que, resignando o posto, se uniram \u00e0 Igreja Metodista Episcopal. Depois, durante mais de vinte anos, viajaram pelos Estados Unidos e Canad\u00e1 realizando um trabalho de evangeliza\u00e7\u00e3o interdenominacional.<\/p>\n<p>Foi em 1913, quando residia em Albion, Michigan, que, ao fazer um estudo especial sobre a cruz no plano de Deus, se sentiu impelido a escrever um hino sobre ela. Precisou interromper o trabalho algumas vezes por motivo de suas atua\u00e7\u00f5es evangel\u00edsticas, o que lhe proporcionou uma nova vis\u00e3o da cruz e do seu profundo significado. Ao hino, j\u00e1 quase pronto, s\u00f3 faltava a dem\u00e3o final quando mais uma vez se dirigiu \u00e0 par\u00f3quia de um colega \u2013 rev. Bostwick \u2013 para uma s\u00e9rie de cultos de reavivamento. Foi nessa oportunidade que conseguiu concluir a contento o c\u00e2ntico t\u00e3o cuidadosamente elaborado. Satisfeito, procurou o rev. Bostwick e depois a sua esposa para contar-lhes a nova produ\u00e7\u00e3o. Encontrou-a atarefada, na cozinha, preparando o jantar. Comunicou-lhes o fato e, apesar de a dona da casa estar mais preocupada com os alimentos do que com o novo hino, cantou-o mansa e expressivamente. \u00c0 medida que a sua bem timbrada voz se elevava para enunciar o c\u00e2ntico, nota por nota, parece que as verdades entoadas se tornavam mais n\u00edtidas e convincentes. O jantar foi esquecido. Quando a \u00faltima nota se extinguiu, o sil\u00eancio comovido revelava que uma nova experi\u00eancia da cruz, mais profunda, alcan\u00e7ara seus cora\u00e7\u00f5es. E foi com emo\u00e7\u00e3o que a sra. Bostwick pediu ao rev. Bennard que lhe concedesse o privil\u00e9gio de custear as despesas da primeira impress\u00e3o de The Old Rugged Cross.<\/p>\n<p>Hoje, traduzido para v\u00e1rias l\u00ednguas, continua este hino a sua aben\u00e7oada trajet\u00f3ria despertando almas para o sublime amor de Deus t\u00e3o maravilhosamente manifestado no sacrif\u00edcio de Cristo na cruz do Calv\u00e1rio.<\/p>\n<p>Letra e m\u00fasica foram escritas no mesmo ano de 1913 pelo Rev. George Bennard.<\/p>\n<p>Fonte: Ultimato, set. 1973, p. 6.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ainda em tempo de P\u00e1scoa, relembramos a coluna &#8220;M\u00fasica sacra&#8221; de\u00a0Henriqueta Rosa Fernandes Braga que conta a hist\u00f3ria de hinos conhecidos por crist\u00e3os de v\u00e1rias denomina\u00e7\u00f5es. Esta coluna foi publicada em 1973. 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