{"id":1848,"date":"2010-06-09T10:55:08","date_gmt":"2010-06-09T13:55:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ultimato.com.br\/blog\/?p=1848"},"modified":"2010-06-09T10:55:08","modified_gmt":"2010-06-09T13:55:08","slug":"assinante-numero-1-visita-ultimato","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ultimato.com.br\/sites\/blogdaultimato\/2010\/06\/09\/assinante-numero-1-visita-ultimato\/","title":{"rendered":"Assinante n\u00famero 1 visita Ultimato"},"content":{"rendered":"<p><em>Enviado por Paula Mendes<\/em><\/p>\n<p>\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" class=\"imagemesquerda\" height=\"190\" src=\"http:\/\/www.ultimato.com.br\/blog\/wp-content\/uploads\/image\/Ultimas_de_ca\/2010\/2010\/junho\/blog_09_06_numeroum.jpg\" width=\"143\" \/>Tio Patinhas, o famoso rica&ccedil;o das hist&oacute;rias em quadrinhos, guardava em sua caixa-forte uma rel&iacute;quia: a primeira moeda que conseguiu em toda a sua vida de multimilion&aacute;rio. Quem conhece o desenho sabe que a moedinha era guardada a sete chaves e era alvo de todo tipo de ataque dos irm&atilde;os Metralha, que achavam que toda a sorte do muquirana estava na moeda.<\/p>\n<p>\tDeixando de lado as supersti&ccedil;&otilde;es, a motiva&ccedil;&atilde;o do pato &eacute; entend&iacute;vel; afinal, tudo come&ccedil;a com o primeiro passo.<\/p>\n<p>\tSebasti&atilde;o Lisboa Vargas &eacute; o n&uacute;mero 1 da Ultimato. Quando ele se tornou assinante, em 1968, a revista era s&oacute; um jornal e n&atilde;o havia tantas hist&oacute;rias para contar. Tudo estava apenas come&ccedil;ando. <!--more--><\/p>\n<p>\tNo feriado de Corpus Christi, o n&uacute;mero 1 veio conhecer a sede da editora, acompanhado de uma caravana de Leopoldina e arredores. Foi uma tarde de fotos, lembran&ccedil;as e apresenta&ccedil;&otilde;es. Os mais de quarenta visitantes foram recebidos pelo reverendo Elben C&eacute;sar, que fez quest&atilde;o de recepcionar o grupo e deix&aacute;-los bem &agrave; vontade.<\/p>\n<p>\tRegados a doce de leite, queijo e caf&eacute; mineiro, eles ouviram muitas hist&oacute;rias.<\/p>\n<p>\tOuviram, por exemplo, o reverendo Elben contando como seu irm&atilde;o &Eacute;ber havia sa&iacute;do de Kombi pelas cidades vizinhas de Vi&ccedil;osa em busca de assinantes, e havia parado justamente no Armaz&eacute;m do Sebasti&atilde;o. E tamb&eacute;m a hist&oacute;ria de como surgiu o nome da revista &mdash; um ultimato de um padre para que o dono da r&aacute;dio n&atilde;o concedesse um programa aos evang&eacute;licos, ou ele retiraria seu apoio. &ldquo;Perdi o programa, mas ganhei o nome&rdquo; &mdash; conta o reverendo para os visitantes.<\/p>\n<p>\tSebasti&atilde;o levou de lembran&ccedil;a um cart&atilde;o assinado por todos os funcion&aacute;rios da editora, al&eacute;m, &eacute; claro, do doce de leite de Vi&ccedil;osa.<\/p>\n<p>\tJ&aacute; o reverendo ganhou um chap&eacute;u caipira, uma alus&atilde;o ao mineiro com Cara de Matuto. E ele gostou tanto que ficou com o chap&eacute;u durante toda a visita.<\/p>\n<p>\tAinda bem que depois do n&uacute;mero 1 vieram outros. E como o Tio Patinhas, nos orgulhamos por saber que tudo come&ccedil;ou com apenas um.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enviado por Paula Mendes<br \/>\n\tTio Patinhas, o famoso rica&ccedil;o das hist&oacute;rias em quadrinhos, guardava em sua caixa-forte uma rel&iacute;quia: a primeira moeda que conseguiu em toda a sua vida de multimilion&aacute;rio. 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