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O ministério integral (parte 2)

O Ministério Bidimensional da Igreja

Talvez a expressão mais precisa, mais abrangente, e mais integral do ministério da igreja se encontre resumida em Efésios 3.10. Tanto a introdução a este versículo quanto a conclusão reforçam a natureza superlativa deste ministério. Aqui lemos que a missão da igreja é uma tarefa cósmica. Diversas vezes na carta aos Efésios, encontramos a frase “principados e potestades nas regiões celestiais” (1.3, 20-21, 2.2, 6, 3.10, 6.12) como o âmbito da vida e testemunho da igreja. Em outros lugares no Novo Testamento a esfera da missão se confina mais restritamente às “nações” ou aos “gentios e judeus”. Mais >

O ministério integral (parte 1… de 5)

Na casa dos meus pais tem uma videira plantada como muda da videira do meu bisavô. Infelizmente está abandonada há décadas. Por falta de cuidado, já voltou a produzir uvas selvagens. Dizem que é recuperável com o tratamento e podas técnicos certos. No meu quintal em Florianópolis, tenho atualmente sete mudas. A primeira produz bem porque a terra foi muito bem preparada por mim mesmo. A terra das outras mudas foram preparadas por um jardineiro, algumas, mais que uma vez. E ainda estão pegando. Todos tem boa formação e pedigree pessoal e todas necessitam tanto de boa nutrição de água, adubo e sol, e todas também necessitam dum encaminhamento técnico.  Mais >

A natureza missionária da igreja

Qual é a natureza missionária da igreja? Aqui se encontrará uma apresentação em PowerPoint que procure responde a esta pergunta.

A natureza missionária da igreja

Calvino e missões

Recentemente publiquei duas reflexões sobre a perspectiva missionária de João Calvino. Veja aqui e aqui

Um reparo…

Houve um erro na formatação da reflexão intitulada, “Uma Nova Heresia”. Deve ter sido erro meu mesmo. Corrigi e republiquei no mesmo lugar:

http://ultimato.com.br/sites/timcarriker/2011/09/26/uma-nova-heresia/

A missão social da igreja…

desde Romanos 13.1-7 até Constantino

 

Neste ensaio queremos refletir sobre a missão social da igreja desde a igreja primitiva até Constantino. Para realizar esta tarefa, começaremos com uma reflexão sobre Romanos 13.1-7, e depois, consideraremos como as primeiras igrejas cristãs contribuíram para a transformação do império romano até o ano 300 d.C. Em ambos os casos, sugiro uma interpretação diferente da usual. No caso da injunção de Romanos e diferente da interpretação comum de conformidade passiva, sugiro que a parênese participa duma perspectiva subjacente de transformação social, tanto pela participação nas estruturas da sociedade quanto pela subversão dos seus valores de privilégio e status. No caso do impacto do cristianismo no império romano durante seus primeiros 300 anos de vida, sugiro, contra a interpretação tradicional que não foi Constantino a razão do crescimento da igreja a custo do seu testemunho social. Pelo contrário, foi o crescimento e impacto do testemunho social da igreja que praticamente impôs o seu reconhecimento por Constantino.

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Brasil é a Segunda Maior “Força Missionária” do Mundo

Notícias Notáveis que vi hoje AQUI:

Na década de 1980, o Brasil passou a ser chamado de “celeiro de missões” por estudiosos que percebiam o potencial do país. Juntamente com outras nações emergentes, foi chamado de NPE (Novo País Enviador) juntamente com países como Coreia do Sul, Cingapura e Filipinas. De acordo com Todd Johnson, diretor do Centro para o Estudo do Cristianismo Global do Seminário Teológico Gordon-Conwell, que estuda o avanço do cristianismo, o Brasil já se tornou o segundo país que mais envia missionários para o exterior. Dos 400.000 missionários globais enviados para países estrangeiros em 2010, o Brasil enviou 34.000. Ficou apenas atrás dos Estados Unidos, que enviou 127.000. As estatísticas foram apresentadas por Todd Johnson este mês. Curiosamente, apesar de os Estados Unidos serem o país que mais envia missionários ao exterior, também é o país que mais recebe missionários estrangeiros. Cerca de 32.400 obreiros cristãos foram enviados para lá e a maioria veio justamente do Brasil. Mais >

Fé e Ciência: gêmeas amigas, ou inimigas?

O divórcio entre a fé e a ciência, ou entre a física e a metafísica, marcou o fim da Idade Medieval e o início do Iluminismo. Não me entenda mal. Creio que este divórcio trouxe inestimáveis benefícios para ambos os lados, mas não sem um alto preço. Como os divórcios são caraterizados por brigas, mal entendidos, rotulações preconceituosas ou até mesmo xingações dos dois lados, também a ciência e a teologia sofrem de grande dificuldade de comunicação. Além disto, com o amadurecimento da ciência, cresce a convicção popular que a ela pertence o campo de fatos enquanto à religião pertence o campo de valores. Curiosamente ao campo de fatos se aplica a regra de singularidade e dogma. Isto é, a respeito de determinado fenômeno, cientificamente falando, os fatos são únicos, e uma vez estabelecidos, se tornam dogmas. O inverso ocorre na percepção do papel da religião para quem é relegado campo de valores. Estes valores, não como fatos, são múltiplos e por isso culturalmente não devem ser entendidos como dogmas universais, apenas do gosto do freguês. Mais >