Esta foi a pergunta que foi levantada para mim quando li a reflexão por Augustus Nicodemus intitulada “Uma nova heresia sobre Paulo”, se referindo a uma linha de estudos paulinos conhecida como a “Nova Perspectiva sobre Paulo” (NPP).[1] Ao ler a sua descrição das perspectivas de E. P. Sanders e de N.T. Wright, confesso que tive grande dificuldade de reconhecer estes autores. O Sanders e o Wright do articulista não são os autores dos seus próprios livros, e sim, uma construção pelo articulista, de fácil destruição. Aliás, é difícil também reconhecer como genuíno o Lutero do articulista. Pergunto, estamos mesmo lidando com uma “nova heresia a respeito de Paulo”, promovida pelo Wright? O equívoco está mesmo com Wright ou com a avaliação a seu respeito? Precisamos duma segunda olhada à controvérsia.

O articulista nos apresenta quatro personagens principais: E. P. Sanders, Krister Stendahl, James Dunn e N. T. (Thomas) Wright. Destes quatro, a preocupação maior está com Wright, talvez porque seja recebido com entusiasmo por pessoas evangelicais, eu inclusive.[2] Ao longo da reflexão, percebemos que a maior deficiência apontada de Wright seria que ele, mesmo se identificando com o mundo evangelical, seguiria as ideias dos outros três. Entretanto, esta alegação simplesmente não é verdadeira e Wright não aceita as ideias destes outros três em todos os pontos que o articulista apresenta. Por exemplo, Wright afirma, sim, a morte substitutiva de Cristo, o pleno perdão por Deus em Cristo Jesus e a justificação pela fé. A incapacidade ou indisposição de distinguir o pensamento de Wright dos outros autores e assim reconhecer inúmeras vertentes da NPP revela uma deficiência muito grande por parte do articulista. Agora, vamos substanciar a nossa defesa de Wright, seguindo a mesma ordem de cinco partes usada pelo articulista…[3]

1. A representação pelo articulista de E. P. Sanders é tendenciosa. Por um lado, afirma corretamente que a obra, Paul and Palestininian Judaism, 1977, foi ocasião crucial para o surgimento da NPP. Entretanto, esta obra realiza o contrário do que o articulista alega. Basta uma olhada até ligeira às primeiras 400 páginas do livro para perceber que o judaísmo que Sanders nos apresenta se baseia firmemente em documentos e tradições dos períodos imediatamente anterior e contemporâneo do cristianismo emergente e não do judaísmo posterior dos séculos III-IV, como o articulista afirma. Sanders avalia e cita extensivamente documentos não só do Talmude e Mishná, como também dos Rolos de Qumrã e do Pseudepígrafo, e isto em contraposição aos reformadores que não tiveram acesso a estas últimas duas categorias. Vale a pena esclarecer que a citação criteriosa do Talmude e do Mishná, embora sejam dos séculos III e IV, também é válida quando estão citando ensinos anteriores que eram contemporâneos da igreja primitiva. O fato indiscutível, que o articulista nem menciona, é que temos literalmente centenas de documentos a nossa disposição hoje que os reformadores simplesmente não possuíam.[4]Portanto, estamos numa posição, sim, de entender o contexto judaico do Novo Testamento melhor que os reformadores.

Não estou dizendo que concordo com todas as conclusões de Sanders. Não concordo, e Wright já publicou incansavelmente que não concorda, especialmente com a interpretação por Sanders de como Paulo confrontava os seus opositores em Romanos e Gálatas.

2. Segundo, Wright também não segue a interpretação por Krister Stendahl, pelo menos quando Stendahl afirma que Paulo não havia passado por uma “conversão”, mas sim por um “chamado”. Wright simplesmente rejeita esta dicotomia, e afirma que, quando Paulo fala do seu chamado em Gálatas 1, não há dúvida de que na sua mente estava se referindo à sua conversão.

Mas nesta segunda parte do seu argumento, como na reflexão toda, o articulista lamenta que a perspectiva de Stendahl e outros questione a doutrina da justificação pela fé como o centro da pregação de Paulo. Confesso estranheza ao ouvir esta reclamação dum suposto calvinista, pois a insistência na centralidade da justificação pela fé na pregação de Paulo de modo geral e em Romanos especificamente sempre foi uma insistência luterana, e não calvinista, ou será que João Calvino e seus seguidores também se enquadram na mesma categoria de heresia que o articulista atribui a Wright? Calvino, como Wright, insistiu no conceito da aliança e por isso, grande continuidade entre o Velho e Novo Testamento, como chave para a interpretação do Novo Testamento, Paulo inclusive. Desde Calvino até Cranfield, esta “história da salvação” expressa especialmente na aliança de Deus com o seu povo é a chave tanto para entender a Carta aos Romanos quanto a teologia do Novo Testamento de modo geral. O articulista quer nos convencer que o protestantismo, desde a Reforma, seguia Lutero na sua afirmação da centralidade da justificação. Isto simplesmente não é o caso. Sim, Calvino, junto com Lutero, também afirmava que Deus imputa a sua justiça ou a justiça de Cristo para aqueles que creem, algo, por sinal, que Wright não nega. O que Wright nega é que Paulo esteja se referindo a isso em Romanos 3.21-26. E junto com Calvino e outros, nega que a doutrina da justificação pela fé seja a mensagem central de Paulo.[5]

3. Nesta parte, o articulista afirma corretamente que “a Reforma sempre entendeu que ‘as obras da lei’ em Gálatas e Romanos, contra as quais Paulo escreve, eram aqueles atos praticados pelos judeus em obediência aos estritos preceitos da lei de Moisés.” Depois, também corretamente disse que James G. Dunn “argumentou que ‘as obras da lei’ … eram a circuncisão, a guarda do calendário religioso e as leis dietárias de Moisés – sinais identificadores da identidade judaica do século I.” Mas a sua conclusão não compete: “Em outras palavras, a polêmica de Paulo não era contra o legalismo dos judaizantes, mas contra a insistência deles em manter os gentios distantes.” O articulista não entende nem a perspectiva de Dunn e nem de Wright (que também não segue toda a perspectiva de Dunn). Pelo menos para Wright, e acredito também para Dunn, a polêmica de Paulo era sim, contra o legalismo dos judaizantes o que mantinha os gentios distantes dentro do povo de Deus. E tal legalismo, na prática, se manifestava especialmente na exigência da circuncisão, na observância do sábado e nas leis alimentícias. O texto que o articulista cita contra Dunn e Wright, Atos 15.1, na verdade, ilustra esta posição dos dois. Acrescento mais ainda, se a polêmica de Paulo era contra um legalismo judaico que abrangia toda a lei, o argumento de Paulo em Gálatas 3.10 perderia a sua força, nem faria sentido o argumento de Paulo em Filipenses 3.6 contra os judaizantes que insistiam na circuncisão (Fp 3.2-3).

4. Já falamos que os críticos da NPP não distinguem suficientemente as diversas vertentes da NPP. O articulista distinguiu apenas duas, uma mais radical exemplificada por H. J. Schoeps e a outra exemplificada por H. Räisänen. Augustus Nicodemus não tenta enquadrar Wright dentro duma destas duas. E a razão é simples, Wright não se encaixa em nenhuma destas, o que desqualifica muitas da críticas do articulista. Hoje, as vertentes da NPP são tantas e tão distantes que a denominação NPP fica cada vez menos útil. Mas a pergunta que conclui esta seção merece uma resposta: “como a Igreja toda, mesmo contando com exegetas e teólogos do maior calibre, conseguiu se enganar por tanto tempo, do século XVI até hoje, em um assunto tão básico?” A resposta é múltipla.

Primeiro, não era “a Igreja toda”. Tirando os romanos e os ortodoxos diversos, mesmo os protestantes estão inquietos a este respeito por mais que um século, desde o surgimento de critérios históricos ao estudo da Bíblia auxiliado pelas descobertas e pela disponibilidade de um número cada vez maior de documentos judaicos do século I. Ignorar isto é simplesmente botar a cabeça num buraco, o que em nada ajuda.

Segundo, “os melhores teólogos e exegetas” jamais superam a falta de recursos que informam o seu trabalho. Pensem só na analogia de Agostinho. Por que demorou tanto para haver um “salto” no conhecimento pelos Reformadores? Era o capricho dos Reformadores? Ou o surgimento das universidades por toda a Europa e a tradução dos clássicos gregos para latim fornece não só o contexto para o surgimento do Iluminismo como também a Reforma Protestante? Isto não diminui a ação de Deus na vida corajosa dos Reformadores. Apenas forneceu o contexto social e intelectual necessário da mesma forma que a organização romana e as suas estradas pelo império forneceram parte do contexto para a expansão do cristianismo nascente.

E terceiro, não se trata de “engano” por parte dos Reformadores, pelo menos não na perspectiva de Wright.[6] Como já esclarecemos, a perspectiva de Wright afirma não só a soberania, justiça e poder de Deus, a morte substitutiva de Cristo, o perdão dos pecados e a salvação de todos aqueles que creem, unicamente pela graça de Deus, mas também a justificação pela fé, até mesmo justiça de Deus ou de Cristo imputada. Mas vamos esclarecer, a justificação pela fé é uma doutrina importante sim. E estamos falando, junto com Wright, de justiça atribuída de fato por Deus e não por nós, como na doutrina romana de justiça infundida. Mas a questão que Wright levanta é esta: a doutrina da justiça de Cristo imputada por Deus é o que Paulo está afirmando em Romanos? Este é o cerne da sua mensagem e preocupação ao escrever esta carta? E tal doutrina…isto é importante…para Paulo, descreve o processo da salvação ou é a declaração por Deus do status do já salvo pela fé, chamado antemão para servi-Lo? Ou seja, a linguagem da justificação em Romanos e Gálatas, para Paulo, se refere a que, um processo pelo qual alguém é salvo ou o status declarado por Deus do já salvo?

5. Novamente, Wright não simplesmente “abraça a ‘nova perspectiva’, seguindo Stendahl, Sanders, e Dunn”. Mas também não rejeita tudo que eles escreveram. Augustus Nicodemus tem razão: segundo Wright, “para Paulo a justificação não significa que Deus transfere a sua própria justiça ao pecador, como ensina a doutrina da imputação; Deus, à semelhança do se faz num tribunal, considera vindicado o pecador, sem, todavia, imputar-lhe a sua própria justiça…Deus absolve o pecador por causa de sua[7] fidelidade ao pacto, à aliança”. Absolutamente! Mas para Wright, esta justiça não é menos real ou efetiva. De todo jeito,  procede de Deus. O ponto de Wright é que isto é um veredito, consequência de algo que aconteceu: um chamado efetivo (usando a linguagem tanto de Wright quanto da Confissão de Westminster). Mas não se refere, como para Lutero e Calvino, ao processo de salvação. Para isto Paulo usa a linguagem do “chamado” (Gl 1.15-16).

Justiça imputada

A discussão a respeito da justiça imputada (perspectiva dos protestantes) ou a justiça infundida (perspectiva católico romana) é longa e exige muito mais atenção que podemos dar aqui. Basta dizer que a perspectiva de Wright acaba derrubando o fundamento de ambas as perspectivas por afirmar que Paulo não tinha nenhuma das duas em vista quando escreveu Romanos e Gálatas. Isto não significa que Wright negue a doutrina em si. Pelo contrário, a sua perspectiva é muito mais próxima da ideia de justiça imputada[8] e é possível usar a linguagem de justiça imputada para descrever outras passagens, como mencionamos acima. Para Wright e muitos outros, é preciso reexaminar o texto. A palavra que os Reformadores traduziram como “imputar” é logizomai. É muito difícil achar um recurso lexigráfico que traduza logizomai como “imputar”. Os significados habituais são “creditar”, “atribuir”, “ponderar”, “calcular”, “levar em conta”, e “considerar”. Romanos 4.3 usa o termo, citando a versão grega de Gênesis 15.6 onde a voz passiva do verbo explicitamente indica que foi a fé de Abraão que foi “atribuída” ou “contabilizada” como a sua justiça, e não uma justiça alheia como Lutero entendia.

Se a ideia não está em Romanos e Gálatas, de onde Lutero a tirou? Não podemos saber com certeza mas há fortes indícios que ele recebeu a ideia de Erasmo, o pai da Renascença. No século XVI, Erasmo procurou corrigir a tradução para latim da Bíblia que Jerônimo havia publicado no século IV, a Vulgata. Jerônimo havia traduzido logizomai como reputat (reputar). Erasmo, na publicação do seu Novo Testamento, corrigiu as onze ocorrências desta palavra em Romanos para imputat (imputar).[9] Este Novo Testamento teve grande influência na Reforma Protestante.

Uma nota final: Paulo elaborou a doutrina da justificação pela fé para dizer, entre outras coisas, que todos que creem, tanto judeus quanto gentios, são aceitos de igual forma diante de Deus. Um dos propósitos explícitos de Paulo, então era de unir uma igreja dividida (Romanos 15.1-3). É lamentável, e ocasião de arrependimento, que hoje a doutrina da justificação seja usada para dividir o povo de Deus.


[1] Em Apologética crista. Uma revista de teologia e doutrinas.  Ano 3 (2011), Edição 10.

[2] Outros líderes evangelicais que endossam o trabalho de Wright incluem I. Howard Marshall, Richard B. Hays, Darrell Bock, Carl Blomberg, Michael Bird (http://www.ivpress.com/cgi-ivpress/book.pl/review/code=3863) e Gordon Fee (http://en.wikipedia.org/wiki/N._T._Wright). Há alguns anos recomendei os escritos do Tom Wright para a Editora Ultimato, que desde então, traduziu alguns dos seus livros destinados à audiência leiga. Em seguida, a Editora Ultimato publicou Simplesmente Cristão em 2008, e em 2009, O Mal e a Justiça de Deus e Surpreendido pela Esperança. http://ultimato.com.br/sites/blogdaultimato/tag/n-t-wright/ . Ele já é aclamado por muitos como um dos maiores estudiosos de Novo Testamento da atualidade. Considerando a sua posição assumidamente evangelical isto é especialmente notório.

[3] É importante notar que as críticas do Augustus Nicodemus remedam um debate antigo acerca do livro de Wright, What Paul Really Said, 1997. Entretanto, o debate avançou muito de lá para cá, principalmente pela publicação do livro de John Piper em contraposição à perspectiva de Wright acerca da justificação (pode baixar o livro inteiro aqui: http://www.desiringgod.org/resource-library/online-books/the-future-of-justification) e a resposta de Wright com seu livro, Justification. God’s Plan and Paul’s Vision, publicado pela IVP em 2009. Também notória é a sua publicação de Paul in Fresh Perspective em 2006 e as suas respostas à debate: http://www.thepaulpage.com/the-shape-of-justification/ e http://www.ntwrightpage.com/Wright_New_Perspectives.htm. Uma busca na internet por “N. T. Wright” e “justification” trará um avalanche de reflexões de ambos os lados do debate. A continuação do debate bem ilustra posições energéticas e contrárias dentro do movimento evangelical.

[4] A perspectiva de Lutero sobre o judaísmo da época da igreja primitiva, que Augustus Nicodemus defende como ortodoxa, é especialmente problemática, não só porque, diferente de Sanders, não conhecia as fontes contemporâneas à igreja primitiva, mas porque esta perspectiva levou Lutero a rejeitar a posição canônica da Carta de Tiago. Provavelmente, na falta de conhecimento de fontes primárias sobre o judaísmo do século I, Lutero baseou a sua perspectiva do judaísmo antigo na sua perspectiva do judaísmo da sua época. A este respeito, chamamos atenção para o livro que Lutero publicou em 1.543, aos 60 anos, intitulado: Sobre os judeus e as suas mentiras (pode baixar o livro inteiro aqui: http://www.humanitas-international.org/showcase/chronography/documents/luther-jews.htm), onde propôs a queima das suas sinagogas, o confisco das suas residências, a proibição das suas orações ou ensino e até mesmo do uso do nome de Deus pelos judeus. Pediu que os oficiais de governo “se livrassem” dos judeus e afirmou “estamos errados por não matá-los” como forma de nos vingar da morte de Jesus Cristo. Não há dúvida que Lutero deixou um legado imensurável para o protestantismo. Mas, igualmente é claro que a sua apreciação do judaísmo, tanto antigo quanto da sua época, muito necessita de revisão. Dizer isto não é trair o legado reformado. É honrá-lo, por apoiar veementemente o seu princípio principal de interpretação: sola scriptura. Lutero desafiou corretamente a tradição religiosa ao oferecer uma nova interpretação de metanoeite como “arrependimento” ao invés de “penitência”. Lutero fez isso porque acreditou que sola scriptura está acima da tradição. Wright, diferente de Nicodemos, insiste no mesmo princípio.

[5] Wright, por exemplo, afirma a ideia da imputação da justiça de Cristo nos crentes em duas outras passagens: 1 Coríntios 1.30-31, junto com a imputação de sabedoria (o que Paulo mais enfatiza aqui), santificação e redenção; e 2 Coríntios 5.21, que fala não de soteriologia, mas da vocação apostólica.

[6] Mas muitos dos outros autores citados pelo articulista, Sanders, Dunn, e Stendahl, enfatizam o “engano”.

[7] De Deus, não a nossa, conforme Wright!

[9] Ben Witherington III. The Indelible Image: The Theological and Ethical World of the New Testament, Vol. 1: The Individual Witnesses. Intervarsity Press: 2009, pág.s 223-227.

  1. Pingback: Um reparo…
    • Michael: Reluto em atender o seu pedido porque, de certo modo, fazê-lo, será desrespeitar os autores acusados de serem da NPP, uma nomenclatura abrangente demais. E seria entrar no jogar daqueles que criticam, muitos obviamente ser lerem os autores, a NPP. O que é preciso é uma boa leitura dos próprios autores. Se quiser saber bem a perspectiva de Sanders, leia Sanders, se de Wright, leia Wright (que por sinal discorda de algumas posturas fundamentais de Sanders), e assim em diante…

      • O senhor têm toda a razão! Quando li o teu artigo dois anos atrás, vi que eu não estava entendendo o Wright errado (entre os nomes da NPP, só li os livros dele). Passei estes dois anos sem saber que o senhor havia me respondido (coisa que eu não esperava) e me dado esse conselho importantíssimo, mas o fiz conforme os meus estudos avançavam, percebendo por mim mesmo que, apesar de serem chamamos de “proponentes da NPP”, eles discordam entre eles. Muito obrigado pela atenção!

        Agora, aquele meu pedido foi equivocado, de fato, mas se me permite outro: poderia sugerir mais livros do Wright para a Ultimato, muitos mais, por favor? Rsrsrs

  2. Tim, parabéns pelo seu artigo que é um instrumento poderoso e acurado para desfazer vergonhosas falácias. Fico consternado ao ver teólogos de renome no Brasil se proporem a promover essas falácias e a difamar a reputação teológica, especialmente de NT Wright, por puro receio em ver ocorrer no Brasil o que ocorreu em grande parte da academia teológica nos EUA e na Europa que Abraçou NT Wright e o celebra como um dos maiores presentes que a Igreja contemporanea poderia receber, e isso segundo Calvinistas iminentes como JI Packer. NT Wright é uma benção para Minha espiritualidade e tem me ajudado a entender aspectos teológicos que reacenderam minha paixao e curiosidade teológica e meu amor pelas Escrituras.
    Sola Escriptura

  3. O conhecimento amplo de democrático ainda é algo muitos distante no meio cristão aqui no Brasil.
    Infelizmente a parcialidade e estigmatização são as marcas solares de muitos construtores da opinião cristã.
    Fica subtendido que as pessoas não podem e não devem conhecer o outro lado da moeda, por qual motivo?
    Estou lendo o James Dunn, muito bom..
    Quiça, se se instale uma democracia do saber no nosso meio chamado cristão…

  4. É uma batalha aqui no Brasil desenvolver conhecimento,existe verdadeiras ”ditaduras”,tem denominação que são verdadeiras ”fortalezas”com seus muros quase inpenetraves impedindo por vez algum conhecimento das pessoas.

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