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	<title>Tais Machado &#187; Espiritualidade</title>
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		<title>Cadê?</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 10:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>taismachado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Onde está Deus? Nas luzes e árvores de natal? No consumismo feroz e avassalador? Onde está Deus? Nos hospitais, com os sem-teto, nas prisões? Nos parques de diversões, nas telas de cinema, nas canções? Onde está Deus? Nos templos, nas reuniões religiosas, nas baladas da fé? No deserto, nos cantos e centros destruídos pelo aquecimento&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Onde está Deus?</p>
<p>Nas luzes e árvores de natal?</p>
<p>No consumismo feroz e avassalador?</p>
<p>Onde está Deus?</p>
<p>Nos hospitais, com os sem-teto, nas prisões?</p>
<p>Nos parques de diversões, nas telas de cinema, nas canções?</p>
<p>Onde está Deus?</p>
<p>Nos templos, nas reuniões religiosas, nas baladas da fé?</p>
<p>No deserto, nos cantos e centros destruídos pelo aquecimento global?</p>
<p>Onde está Deus?</p>
<p>Deus está em Cristo, reconciliando consigo o mundo.</p>
<p>Onde está Cristo?</p>
<p>No coração de alguns que creem e o ouvem</p>
<p>com o coração comprometido em obediência.</p>
<p>Uma habitação e audição pelos ouvidos coração</p>
<p>que se dá por seu Espírito que aponta e traduz</p>
<p>como a vida pode ser,</p>
<p>transformando relacionamentos, trazendo saúde aos doentes,</p>
<p>luz aos que não veem e alívio aos cansados.</p>
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		<title>Onde e quando vamos parar?</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Sep 2010 16:25:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>taismachado</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[mundo digital]]></category>
		<category><![CDATA[silêncio]]></category>

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		<description><![CDATA[Assim como na música a pausa faz parte e o silêncio contribui para e na a composição, nós também necessitamos de pausas cotidianas, de espaços meditativos, de tempo especial para o fôlego de nossa alma, de silêncio acolhedor e acolhido dentro de nós. Inclusive nosso cérebro precisa de pausas para guardar melhor as informações. Se&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Assim como na música a pausa faz parte e o silêncio contribui para e na a composição, nós também necessitamos de pausas cotidianas, de espaços meditativos, de tempo especial para o fôlego de nossa alma, de silêncio acolhedor e acolhido dentro de nós. Inclusive nosso cérebro precisa de pausas para guardar melhor as informações. Se ele fica ocupado o tempo todo, sobrecarrega-se, e impede nosso aprendizado.</p>
<p>Em tempos de excesso de dados digitais, informações nos chegando continuamente, a tendência é de esgotamento. Com os olhos em monitores em boa parte do dia (celular, televisão, computador, etc.), e por vezes, em mais de um quase ao mesmo tempo, dividindo nosso atenção e confundindo o armazenamento das informações, sofremos com muito estímulo e pouco tempo para assimilação.</p>
<p>Começa-se a estudar melhor as implicações desse contexto nas gerações mais novas. Antes especialmente as mulheres eram obrigadas a encararem a dinâmica multitarefas, agora, as crianças já estão se habituando a viverem assim. O estranho passa a ser quando se faz uma só coisa por vez. Facilmente esses podem ser rotulados de lentos, culpados por estarem perdendo muito, e, e o sentimento de inadequação cresce num contexto de aceleração e imposição de velocidades.</p>
<p>O processamento de muitas informações cansa, mas, o que afinal temos conseguido processar no dia-a-dia? Num mundo de novidades sempre recebemos ofertas de entretenimento e opções para “ganharmos tempo”, que muitas vezes, apenas sugam mais de nós, de nossa atenção quando deveríamos preservar e valorizar uma saudável pausa.</p>
<p>Um dos fundadores da empresa PlayFish, que cria jogos, diz orgulhoso que o avanço e grande descoberta é investir no desenvolvimento de jogos que preencham os micromomentos das pessoas. E o marketing passa por não “desperdiçar ou perder seu tempo”. Fuja do tédio agora é a arma de convencimento.</p>
<p>O que é desperdiçar e perder tempo atualmente? E da onde vem esse tédio do qual precisamos fugir espertamente?</p>
<p>Assim sendo, o silêncio é visto e vivido como tesouro ou como angústia?</p>
<p>Ao que parece, hoje em dia, o que vivemos é a falta de silêncio. Nosso contexto nos favorece a acostumarmos com os barulhos. Já nem sempre nos damos conta da poluição sonora que nos cerca, aliás, nós a promovemos muitas vezes.</p>
<p>No ouvido da maioria sempre tem algo, além de brincos e alargadores. Pode ser um celular ou um fone de ouvido qualquer. Além disso, é cada vez mais comum estar plugado o tempo todo. Você não está conectado? Está perdendo&#8230;</p>
<p>Claro que precisamos acompanhar os avanços, conhecer algumas novidades bem interessantes, saber aproveitar a tecnologia e usá-la a nosso favor. Mas, a questão é qual o limite? Sabemos nos impor limites?</p>
<p>Quem sente falta do silêncio? Se lembra dele? Chegou a desfrutá-lo, a conhece-lo bem?</p>
<p>A Yoga e outras alternativas escolas de meditação tem se proposto a auxiliar as pessoas na melhora da concentração, numa respiração mais adequada e consciente, e a aprender a silenciar-se.</p>
<p>Quando lemos na Bíblia os relatos a respeito de Jesus Cristo vemos o quanto ele optava pelo silêncio, valorizava a solitude e priorizava momentos a sós, em oração.</p>
<p>Ser um discípulo de Jesus, ao que me parece, tem a ver com aprender a viver assim. Mas, quanto há ao nosso redor para nos distrair! Leonardo Boff, diz que “A vida interior representa, atualmente, a dimensão esquecida da humanidade. Importa resgatá-la, pois nela se encontra o segredo da felicidade, da responsabilidade diante de toda a vida, do cuidado para com todas as coisas. Ela significa o sagrado em nós, que nos propicia o sentimento de dignidade, de respeito e de reverência”.</p>
<p>As palavras de Jesus são tão provocativas e convidativas a refletirmos mais profundamente sobre nosso estilo de vida, e mais, a atentarmos para nossa agenda oculta. Se realmente queremos compreender melhor o significado de seu ensino, necessariamente teremos que diminuir o ritmo, desacelerar e cultivar momentos a sós, aprender ou reaprender a orar, valorizarmos o silêncio.</p>
<p>Henri Nouwen, por sua vez, comenta que “Assim como as palavras perdem a força quando não nascem do silêncio, a abertura perde seu significado quando não existe a capacidade de se fechar. [...] Muitas vezes, as ilusões são mais passíveis de serem vividas que as realidades. [...] Para viver uma vida espiritual, primeiro devemos ter coragem de entrar no deserto de nosso isolamento e transformá-lo por meio de esforços sutis e persistentes em um jardim de solidão”. Que venham novos espaços! Coragem!</p>
<p>No Evangelho de Marcos lemos: “De madrugada, quando ainda estava escuro, Jesus levantou-se, saiu de casa e foi para um lugar deserto, onde ficou orando” (Mc 1.35).</p>
<p>Boas saídas para se encontrar.</p>
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		<title>O amor é mais</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Aug 2010 19:01:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Ultimato</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[Deus]]></category>

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		<description><![CDATA[O amor é essencial à vida. Com tantas demandas, tantas necessidades criadas, o crescimento da oferta de supérfluos, dívidas geradas, pressões variadas, vamos nos distraindo do que é essencial. E não raro, vai para a periferia da vida. São de Peter Wust, filósofo de Münster, disse: “Uma pessoa nunca pode ser medida como pessoa segundo&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O amor é essencial à vida. Com tantas demandas, tantas necessidades criadas, o crescimento da oferta de supérfluos, dívidas geradas, pressões variadas, vamos nos distraindo do que é essencial. E não raro, vai para a periferia da vida.</p>
<p>São de Peter Wust, filósofo de Münster, disse: “Uma pessoa nunca pode ser medida como pessoa segundo aquilo que sabe e o quanto sabe, mas antes apenas segundo aquilo que ama e em que medida ela é capaz de – e está preparada para amar até o fim. Isto é válido tanto a época da velhice quanto para a época da juventude”.</p>
<p>Cabe-nos perguntar se bem sabemos qual o poder do amor.</p>
<p>O que mudaria em nossa vida se permitíssemos que o amor fosse central? E se nossas decisões tivessem esse parâmetro prioritário, como seria o mundo?</p>
<p>Há espaço para tanta coisa, tanta “novidade”, que parece o amor tem se perdido, tem se tornado secundário. Como se a alma se satisfizesse com outra coisa.</p>
<p>De que amor estamos falando? Não se trata de mero amor romântico, incentivado e fantasiado por Hollywood com sua indústria cinematográfica, e, cultivado em músicas populares.</p>
<p>O amor que se traduz em compromisso, em lealdade, em fidelidade, em bondade, em equilíbrio, em liberdade, em longanimidade, em alegria, em paz, em mansidão. Mostra-se nas relações bem cuidadas, sinceras, em atitudes éticas, em doação, em entrega, em serviço e ajuda ao próximo.</p>
<p>O apóstolo João, em sua primeira epístola, faz uma preciosa definição de Deus: “Deus é amor”. E explica melhor quando diz: “O amor procede de Deus; e todo aquele que ama é nascido de Deus, e conhece a Deus” (I Jo 4.7).</p>
<p>Quando aprendo a amar posso, simultaneamente, aprender a fazer Deus conhecido. Ele é a fonte, e jorrou seu amor em e através de Jesus. João continua explicando: “Nisto se manifestou o amor de Deus em nós, em haver Deus enviado o seu Filho unigênito ao mundo, para vivermos por meio dele” (I Jo 4.9).</p>
<p>Há uma vida possível de ser vivida em amor, uma vida vivida por meio de Jesus. Que tal descobrir mais a respeito?</p>
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