A ponte sou eu

 

No dia 01 de agosto iniciamos a segunda Escola de Treinamento e Discipulado deste ano da JOCUM Maceió (AL). A abertura aconteceu pela manhã com um belo café nordestino. Com todos os obreiros presentes, desfrutamos de um bom momento de apresentações e comunhão. Muito felizes, recebemos nove alunos aqui em nossa base de treinamento, sendo um deles pernambucano, dois goianos, um mineiro e cinco alagoanos.

Contagiados com o tema deste ano, “A ponte sou eu”, iniciamos mais uma escola com o objetivo de transmitir a visão missionária para cada um dos alunos, fortalecendo-os no compromisso de conhecer a Deus e fazê-lo conhecido entre as nações, colocando-se como resposta para sua geração. Mais >

Impacto Evangelístico em Palestina, AL – Participe!

A velha e boa canja de galinha

A receita enviada pela nossa mestre-cuca é um prato comum em diversas regiões do Brasil. Será que tem algum canto deste país onde não se conhece a canja de galinha? Deixe seu comentário dizendo se este é um prato conhecido ou não em sua região.
—-
Canja de Galinha
Com arroz ou macarrão, a canja sempre faz parte de nossas memórias, e diria até, das melhores memórias. Quentinha, perfumada e simples de preparar, dá aquela boa dose de carinho e aconchego em dias frios. E além disso, é um anti inflamatório natural para quando aquela gripe nos atropela, ou seja, tomar uma bela canja de galinha é como tomar um remédio que cura o corpo e acalenta a alma. E como quem está doente não tem muito tempo pra ficar na cozinha, a receita tem que ser simplificada:  Mais >

25 anos da AMBB

Em João Pessoa, PB.

7º CONPLEI: uma grande pororoca

Casamento indígena no CONPLEI

Por Héber Negrão

Um dos fenômenos da natureza mais belos da região Norte do nosso país é a pororoca, também chamada de encontro das águas. A pororoca ocorre quando o rio se encontra com o mar ou quando as águas de dois rios se encontram. Às vezes, a Pororoca gera ondas grandes em extensão, outras vezes a beleza está em ver duas águas tão diferentes se encontrando sem se misturar.
Esse exemplo ilustra muito bem o que ocorreu em uma das festas mais esperadas entre as igrejas indígenas do Brasil: o 7º Congresso do Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (CONPLEI), realizado de 18 ao 22 de julho no Centro de Treinamento AMI, na Chapada dos Guimarães, MT. O evento reuniu 2.300 irmãos indígenas provenientes de mais de 81 etnias de dentro e fora do Brasil (haviam 15 outros países representados) e foi marcado pela alegria em celebrarmos os 100 anos de evangelização dos povos indígenas do país. Esse fato foi frequentemente enfatizado e reforçado por cada pessoa que tomava a palavra no palco do evento.

Três ondas

O 7º CONPLEI contou com representantes das chamadas “três ondas missionárias” do Brasil. Segundo o missiólogo Isaac Costa, a primeira onda refere-se aos missionários estrangeiros que chegaram ao país e se importaram o suficiente com os indígenas para morarem com eles, Mais >

P10_31_07_12_Caminho_sol

Igrejas peregrinas – Uma análise do perfil missionário brasileiro (parte 3)

Após termos analisado as igrejas do tipo gueto e também aquelas que absorvem o seu contexto sem restrições, descaracterizando a proposta missionária do povo de Deus, apresentamos a terceiro e último tipo, a igreja “peregrina”. Trata-se da opção que abraçamos e deve ser entendida como peregrina, porque está de passagem no mundo, mas vive, marca e altera o contexto por onde passa. Faz-se necessário, logo de início, estabelecer que a proposta de uma teologia peregrina para a missão da igreja é inquestionavelmente de Deus, pois é assim que o povo de Deus é descrito nas Escrituras. Seu objetivo final não é aqui, nem ser sucesso aqui, nem ajuntar tesouros daqui. A igreja deve ser entendida como o povo escolhido por Deus e por ele vocacionado e enviado com uma missão no mundo (1 Pe 2.9-10), seja na cidade, na tribo ou na área rural.  Isto posto, pode-se afirmar que a igreja está no mundo, mas não é do mundo. Por causa disto vive um ideal que “já é” e, ao mesmo tempo, “ainda não” chegou em plenitude. É a partir desse pressuposto que se torna possível estabelecer uma teologia sadia e equilibrada que fundamente a ação missionária da igreja em qualquer lugar. Mais >

Vem aí o VII Encontro Renas