Sustentabilidade_ambientalOs cristãos deveriam se importar com o meio ambiente? Às vezes, os cristãos relutam em levar as questões ambientais a sério. Em alguns casos, isto ocorre porque não compreendemos as questões ambientais do ponto de vista de Deus. Isto significa compreender os propósitos de Deus para a criação, desde o princípio, atualmente e para o futuro. Não devemos nos esquecer de que fazemos parte da criação de Deus. Jesus morreu e ressuscitou não apenas para nos reconciliar com Deus, mas para reconciliar o resto da criação com Ele também. Por este motivo, o nosso ministério para o meio ambiente deve ser levado a sério.

Vejamos o que a Bíblia nos mostra sobre o que Deus pensa sobre o meio ambiente e qual deve ser a nossa resposta.

Os seres humanos fazem parte da criação, porém, o nosso papel é único. Continue lendo →

5 - CONPLEI RIO NEGROO grande desafio do Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (Conplei) é estabelecer uma igreja genuinamente indígena. Para isso, o Conplei desenvolve várias atividades de formação, treinamento e mobilização em diversos lugares do Brasil.

No período de 4 a 7 de junho, por exemplo, aconteceu o II Congresso Regional do Conplei no Acampamento Vitória Imperatriz, em Matopa, Maranhão, com o objetivo de reunir representantes das igrejas do Maranhão, Tocantins e Pará, e promover o intercâmbio entre igrejas indígenas.

Outros dois eventos do Conplei, só que em setembro, acontecerão em Santa Isabel do Rio Negro — município localizado no interior do Amazonas, entre São Gabriel da Cachoeira e Barcelos. O primeiro é o “Impacto Evangelístico”, que será realizado pela Igreja Indígena em Santa Isabel, no período de 1 a 5, e o segundo é o Conplei Regional na Amazônia, nos dias 5 a 7. Será uma semana de setembro cheia de atividades. Continue lendo →

P10_08_07_15_Paletó_gravata_PQUma das questões que tanto o pastor como a Igreja que servem à cidade precisam considerar é quanto ao estilo de vida. Se adotarmos como postura teologicamente verdadeira que o Deus que pregamos é o Deus dos pobres e que Jesus é o Messias dos pobres, então a Igreja e, por conseguinte, seus pastores, devem existir em função dos pobres. Constitui um escândalo o fato de a Igreja não ser a festa dos pobres na celebração da salvação em Jesus Cristo e na superação da pobreza, fruto de injustiça e opressão.

A imagem do pastor é representada pelo uso de paletó e gravata, vestes que indicam uma série de identificações e uma alienação teológica. Ao vestir o paletó (numa cidade quente como Maceió), o pastor está adotando um estilo de roupa estrangeira, que o identifica com uma cultura estranha. Trata-se também de uma roupa cara, o que o identifica com a classe dominante, e uma roupa distintiva, o que o identifica com uma teologia clerical.

Esse costume é tão arraigado em nossas igrejas que muitas são duramente criticadas por seus pastores deixarem de usar paletó e gravata. Porém a quebra desse símbolo constitui uma verdadeira libertação para muitos pastores, principalmente nas cidades quentes do Nordeste. Continue lendo →

Por Lucimar Rocha (PróSertão)

O que vou lhes contar aconteceu na última viagem que fiz em companhia do pastor Ignácio Pinto, ao sul do estado do Piauí. Dirigindo o seu carro, o pastor deixou a BR e adentrou por uma estrada vicinal, por mim desconhecida, nas proximidades da cidade de Regeneração. Perguntei para onde estávamos indo. “Vou lhe mostrar um homem valente”, respondeu.

Alguns minutos depois, o reverendo para o carro à porta de uma casa, daquelas interioranas mesmo, no meio da mata, cuja vegetação neste período de estiagem parece morta. Dada a ausência da sua folhagem, não oferecia nenhuma sombra e o sol estava muito quente.

“Bom dia, cadê o Foboca?”, cumprimentou meu colega a uma mulher que estava no pátio daquela solitária residência. Era a mulher do Seu Argemiro, um maranhense da gema, há muitos anos morando naqueles interiores. Vi chegar um homem de pequena estatura, franzino, aparentando seus 70 anos. Era o Foboca, que foi logo abraçando o pastor Pinto.

Conversa vai conversa vem, Foboca começou a falar do seu passado. “Fui um homem ruim, mal pra desgraça. Eu tinha prazer em fazer bagunça. Acabei muitas festas naqueles interiores, só na panada de facão”. Continue lendo →

Por Ismênia Noleto

Fonte: http://www.prosertao.org/Paulo* cresceu e morou mais de 20 anos no sertão do Ceará. Ele, a mãe e os irmãos trabalhavam na roça e tiravam daí a sua subsistência, mas Paulo queria ir mais além.

Ele tinha sonhos. Queria estudar, trabalhar, crescer profissionalmente e dar estabilidade a sua família já que o pai os abandonou quando ainda eram crianças. No sertão nordestino, o jovem não via crescimento. Movido pela esperança, resolveu ir atrás de seus sonhos. Para isso, resolveu estudar e trabalhar em São Paulo. Lá, matriculou-se no colégio, estudou com seriedade e responsabilidade, e após alguns anos, com muito sacrifício, formou-se em Direito. Algum tempo depois conseguiu um excelente trabalho num escritório de advocacia e com esse dinheiro ajudava sua família no sertão. Sua mãe e irmãos, não passavam mais necessidades. Paulo mandava mensalmente um bom dinheiro, reformou a casa da mãe e os ajudava em todas as suas necessidades. Continue lendo →

Por Josué Silvestre

Alagoa Grande é um antigo município do Brejo Paraibano, distando 110 km da capital, João Pessoa. Hoje, tem cerca de 30 mil habitantes. Sempre foi o centro de uma microrregião geoeconômica do Estado. Em 1932, o número de municípios na Paraíba era bem menor do que o atual e a cidade exercia influência política, econômica e social sobre as comunas limítrofes. Para lá se dirigiu o frei Damião, numa de sua primeiras “santas missões”. Mas ele jamais imaginara o que lhe aguardava em Lagoa Grande: a fé, a coragem, a voluntariedade e o conhecimento bíblico de uma adolescente salva por Jesus. Aluna do Agnes Erikyne – colégio presbiteriano que funciona no Recife há mais de cem anos, Isnal estava de férias em Lagoa Grande.[1] Continue lendo →