A conta funciona mais para a cabeça dos homens, mas dizem que serve para algumas mulheres.

A conta é simples, não precisa ser nenhum matemático. O real problema é o porquê devemos fazer esta conta.

A maioria dos homens se preocupa muito em como será a sua vida sexual no casamento. Na cabeça dos jovens, o sexo é responsável por 70% da felicidade de um homem no casamento. Se este numero está certo e como eles mediram, quem é que sabe?

O problema é que no afinco da procura de uma namorada que se tornará sua esposa e realizará suas fantasias sexuais, a super valorização dessa área tem atrapalhado os jovens a escolherem a mulher mais adequada para casar.

Vamos dar um exemplo que mostra como a matemática do sexo é lógica e clara:

Se você é daqueles que está namorando, acha ela linda, bonitona de corpo, beija bem, sabe que você vai se dar bem com ela sexualmente, mas não consegue ficar com ela nem por uma hora sem brigar e fica de cara fechada um com o outro o dia todo, parece que você não vive sem ela, mas também não vive em paz com ela, está na hora de fazer uma continha para ver se você deve casar ou acabar o namoro imediatamente: a Matemática do Sexo.

Dizem que o tempo médio de uma relação sexual no Brasil é de 5 a 7 minutos. Vamos supor que vocês se dêem muito bem juntos e você já prevê que irá se dar muito bem na cama com ela. Por isso, no seu caso, duraria 15 minutos.

Dizem que a freqüência média de relação sexual de um casal é 3 vezes por semana.Digamos que você seja um garanhão; aí eu diria que, no futuro, você terá relação sexual com sua esposa 5 vezes por semana.

Vamos lá: 15 minutos X 5 = 1 hora e 15 minutos X 4 semanas que temos no mês = 5 horas.

Pois é, chegou a hora de você decidir!

Quando você casar com ela você terá 5 horas de puro prazer sexual, mas o que você fará nos outros 29 dias e 19 horas do mês? Vai brigar e ficar com a cara emburrada o dia todo?

12 Sei o que é passar necessidade, mas hoje eu tenho fartura. Aprendi o segredo de viver contente , pois hoje vivo bem alimentado e não tenho fome, pois tenho muito e não passo necessidade.
13 Tudo posso naquele que me fortalece.

[Está é uma serie de versículos da Bíblia NVTP (Nova inVersão da Teologia da Prosperidade) que tem como objetivo confortar e encorajar o leitor a prosperar na vida. Para isso, usamos a Bíblia NVTP que mudou detalhes da Palavra para adaptar-se melhor a teologia da prosperidade e ao capitalismo.]


Questiono-me sobre qual foi o pecado de Lúcifer? O porquê em certo ponto da eternidade ele teve essa idéia de ser igual a Deus. Assim, do nada, ele, um anjo de luz, em um dos mais altos cargos celestiais, ele que já estava no status mais alto alcançado por uma criatura, tem a idéia de ser mais do que é? A bíblia não conta a história de Lúcifer, e graças a Deus que não, pois, mesmo não contando, tem gente que gasta mais tempo falando dele do que de Cristo. Tudo que falamos de sua queda é especulação da revelação. Mas esta pergunta especulativa, de qual foi o verdadeiro pecado de lúcifer me intriga até hoje e gostaria de escrever algumas idéias sobre o assunto.

É um pouco difícil entender a origem das quedas. Sempre “pisamos em ovos”, esbarrando em valores filosóficos. Mas, parece que qualquer ação primária de uma criatura contra Deus é fruto de um estímulo externo, como, por exemplo, em Adão e Eva, quando houve a necessidade de algo externo, a serpente (satanás), para estimular algo no ser humano e tentá-lo a ser (ou fazer) algo que para o qual não foi criado. O primeiro pecado da humanidade só veio depois de um estimulo externo, e não interno como é hoje, pois a criatura de Deus sempre é perfeita (pura), porque Deus é perfeito.

A grande questão no caso de Lúcifer é saber qual foi o estímulo externo que ele teve para cometer o primeiro pecado. Supostamente não surgiu de dentro dele, pois todas as criaturas de Deus, em sua origem são perfeitas como Deus é. Em Ezequiel 28.15 está escrito que Lúcifer era perfeito desde o dia em que foi criado até o dia da sua iniqüidade.

A bíblia nos fala que Lúcifer quis ser igual a Deus. O que quer dizer com ser igual a Deus? De onde veio esta idéia na cabeça de Lúcifer, de achar que podia ser igual a Deus, sendo que não havia nenhum anjo ou algo criado que estivesse acima dele? Ele realmente achou que poderia ser Deus? Não penso que ele era tão ingênuo. Então, qual fator externo foi a faísca para estimular o pecado de Lúcifer? Eu diria: A criação do ser humano.

Quando Deus criou, ou então, anunciou na eternidade os seus planos de uma criatura com a imagem e semelhança Dele, Ele anunciou o fato de que uma criatura seria maior do que os anjos. Isso caiu como uma bomba para os ouvidos de um anjo tão belo e tão poderoso como Lúcifer. Até hoje discutimos o que realmente é a Imago dei, isso que chamamos de imagem e semelhança de Deus, mas o que não se discute é que só o ser humano a tem, e que nenhuma outra criatura, inclusive os anjos, teve este privilégio.

Quando Deus anuncia (ou cria) o ápice de toda Sua criação, o ser humano, ainda o criou com livre arbítrio (pelo menos Adão e Eva), igual aos anjos, mas com um grande detalhe: Jesus ofereceu a sua própria vida na eternidade para garantir a preservação do ser humano “caso” a raça humana escolhesse desobedecer a Deus. É isso que o apóstolo Pedro (IPe. 1:20) nos fala em sua carta. Isso foi demais para Lúcifer! Não pode ser! Alem de ter uma criatura acima dele, o próprio Deus garante sua preservação eterna.

Foi quando Lúcifer, “levado seu coração por sua formosura”, e um terço dos anjos celestiais exigiram perante o trono de Deus: nós queremos ser iguais a Deus, queremos ser a imagem e semelhança de Deus também.

E aí nos leva a grande questão: qual o pecado de Lúcifer? Isso explicaria o ódio que Satanás tem de nós seres humanos, e o texto de Apocalipse 12:10, que fala que ele é o acusador dos homens, que acusa de dia e de noite diante do trono de Deus. Acusa o que para Deus? Acusa de ter sido injusto com eles, os anjos caídos, pois, a final de contas, os seres humanos eram iguais a eles na transgressão!

Quando pensei em tudo isso, veio a sacada que achei estar correta: O pecado de Lúcifer foi querer ser igual ao homem!

Mas, depois, pensando bem, descobri que esta “especulação teológica” estava incompleta. Pois o mesmo texto de Apocalipse fala, um verso antes, “que agora veio salvação, o poder, e a autoridade de seu Cristo”. Como pode esta salvação? Pela autoridade do verdadeiro Adão, pois quem o expulsa do céu, segundo este texto, é o próprio Cristo por causa do sangue do cordeiro!

Então pude aterrizar em minha especulação teológica de descobrir o verdadeiro pecado de Lúcifer. Não foi apenas ser igual ao homem, a imagem e semelhança de Deus, o pecado de Lúcifer foi querer ser igual a Jesus Cristo encarnado, o verdadeiro projeto de Deus, o ser humano na sua essência. Isso talvez explique que, ao se frustrar em querer determinar ser à imagem e semelhança de Deus, Lúcifer se tornou o antiprojeto criacional de Deus, o anti-homem em sua plenitude, mais conhecido como o Anti-Cristo!

17 A figueira florescerá e haverá fruto na vide; e me surpreenderá o produto da oliveira, e os campos produzirão mantimento; pois as ovelhas da malhada serão abrigadas, e nos currais haverá gados;

18 porque eu me alegrarei no SENHOR; exultarei no Deus da minha salvação, pois ele sempre honra os que os servem.

[Está é uma serie de versículos da Bíblia NVTP (Nova inVersão da Teologia da Prosperidade) que tem como objetivo confortar e encorajar o leitor a prosperar na vida. Para isso, usamos a Bíblia NVTP que mudou detalhes da Palavra para adaptar-se melhor a teologia da prosperidade e ao capitalismo.]

Se você me perguntasse qual Super Herói de desenhos animados mais mexeu comigo nos últimos quinze anos, eu responderia, rapidamente, Wolverine. Sempre gostei da “fera indomável”, como diria o professor Xavier. Das garras que saem de sua mão, da sua estrutura de Adamantium indestrutível, e da sua audição e faro aguçado. Mas o super poder que o colocou como destaque dos X-Man e dos personagens da Marvel foi o seu poder de regeneração (fator de cura).

O cara não tem medo de quase nada, pois no final das contas, se ele se machucar, suas células vão se regenerar. Digo quase porque mesmo com a regeneração ele pode morrer.

Na vida real esta tem sido a busca mais ferrenha da ciência, conseguir inventar uma substância que acelere a regeneração celular, curando mais rápido e evitando a morte de muitos. Mas, não conseguimos nem inventar a cura das células cancerígenas, quanto mais uma regeneração rápida do corpo.

Na bíblia, eu me lembro de alguns episódios de regeneração celular que ficaram bem claras: quando Jesus ressuscitou Lázaro depois de três dias de putrefação. Jesus usa o milagre da regeneração com dezenas de leprosos e outros doentes. E o Pai o ressuscita no terceiro dia, o regenerando no corpo glorificado.

Realmente o poder dos dois personagens é parecido, mas qual seria a diferença entre os dois personagens no uso de seus poderes, tirando o fato muito relevante de que um, pela fé, é verdadeiro e o outro, temos certeza, é apenas um HQ?

Se “grandes habilidades requerem grandes responsabilidades”, a grande diferença da regeneração dos dois é o propósito final.

Enquanto os escritores de Wolverine o colocam como um cara descontrolado, que usa seu dom para atacar os seus inimigos e, é até legal nos filmes e desenhos, vemos na bíblia Cristo usando o dom do Espírito para regenerar o próximo.

Não tenho o poder de regeneração, acho até que demoro muito para estancar quando me corto, mas me questiono: caso tivesse, usaria para meus sonhos de aventura? Para me tornar indestrutível? Ou, usaria com os que estão enfermos?

Jesus nunca usou o dom de cura para seu benefício e isso o torna O mestre, pois o versículo é que o bom pastor dá sua vida pelas ovelhas, e não que as protege com um poder indestrutível. Quando Jesus morreu, foi o Pai que o ressuscitou, o glorificando.

Precisamos aprender a usar o dom que nos foi dado em benefício do próximo, pois, afinal, foi para isso que nos foi dado.

[Com Grandes Poderes Vem Grandes Responsabilidades é uma “série teen” de artigos que tem por objetivo fazer um paralelo entre os super-poderes dos heróis de HQ e os personagens bíblicos. Além de destacar o fato de que os poderes de uns são, pela fé ,verdadeiros e, dos outros são apenas poderes fictícios. Os textos também querem mostrar que, na bíblia, o que transforma uma pessoa em um herói não são os super-poderes e sim o evangelho do Reino de Deus.]


Lembro-me de um encontro de pastores e líderes da SEPAL onde um líder de uma igreja na Bahia me chamou no canto e pediu para eu orar por ele, pois há muito tempo não conseguia produzir uma peça nova. Contou-me que, quando entrou na igreja, sua mente era muito fértil, ele sempre criava algo novo na área de teatro e isso o deixava realizado no chamado que Deus tinha lhe dado. Ele só não sabia o porque tinha estagnado, algo havia paralisado a mente dele.

Naquela noite eu orei com ele, mas também expliquei rapidamente alguns problemas que o crente enfrenta no ambiente eclesiástico e que ele precisava identificá-los para poder superá-los.

Muita gente vem conversar comigo e até pedir oração, pois alegam que não conseguem criar algo novo, belo e impactante. Me pedem conselhos e técnicas para eles exercitarem e conseguirem no final escrever e produzir uma peça.

Não sei ao certo onde fica o limite entre a disciplina e a inspiração, mas é verdade que podemos treinar nossa mente para ser mais criativa quanto à criação de peças.

Um dos problemas é que existe uma idéia nas igrejas, explícitas ou implícitas, de que imaginar, fantasiar é pecado. Um bom crente não inventa moda na hora de falar uma verdade, pois a forma figurada é o ultimo passo para a idolatria.

Mas quando voltamos à bíblia percebemos que as figuras, principalmente no antigo testamento, e a imaginação são soltas na linguagem poética, contos e textos apocalípticos. O próprio Jesus não era a favor de ir direto ao assunto, sempre imaginava e contava uma historia para ilustrar uma verdade.

Usando uma figura para os criadores de peças, diria que a bíblia é o quadro mais lindo que existe, um quadro de contornos em preto e branco, mas cada intérprete o colori de acordo com sua realidade ou seu sentimento no momento. Intencionalmente ou não, quando expomos este quadro ele é apresentado com as cores que nós colocamos, podendo ser algo acinzentado ou bem colorido, de acordo com o intérprete.

Assim, quando colocamos a nossa imaginação para reinterpretar algo do cotidiano ou bíblico, devemos colorir os detalhes, as lacunas em branco sem passar por cima dos traços principais da pintura, pois não devemos esquecer que a cor que colocamos sem tirar o contorno pode apenas ressaltar os traços ou borrá-los.

Não é pecado imaginar, não é pecado ter fantasias, as crianças podem nos ensinar isso muito bem, elas são PhD’s na arte de fantasiar. Temos que nos tornar mais crianças se quisermos trabalhar na criação de peças. Não estou falando em peças para crianças (apenas), estou falando de peças que usam a fantasia e a imaginação para todas as idades.

Não tenha medo de imaginar as histórias bíblicas, de remontar os detalhes e de ir além. Não apenas falar o que não foi registrado pelos personagens, falar o que os objetos falariam se pudessem falar, porque, na verdade, eles podem através da fantasia, através de você.

O seu limite é a graça de Deus, é o amor ao próximo, pois você está colocando a arte e a imaginação a serviço dEle e apontando para Ele.

Cada vez está acontecendo mais cedo entre os jovens, já chegou na fase da adolescência: O dia do acerto de contas com Deus!

Vai haver um dia, ou todos os dias, que você do nada sente falta de alguém que não conheceu, sente falta de uma namorada, ou no caso das meninas um namorado, sente falta de estar com alguém. Você olha para sua vida vê que tem até certo ponto se cuidado, está levando a vida a sério e até já ora pelo assunto namoro e casamento, e nada, nada de Deus te dar um namoro.

Ai, pela graça de Deus, você chega na presença Dele e fala: Pai tenho feito tudo para te servir, eu mereço estar namorando! Por que Você está fazendo isso comigo?
Para responder este questionamento, peço licença para usar uma experiência na minha vida onde fiz esta exigência para Deus e ele me respondeu de uma forma que jamais esquecerei.

Já tinha me formado do seminário e estava no ministério, com um namoro com mais de três anos nas costas, com planos de casar e tal. Foi quando nesses furacões da vida acabou tudo, sem chance de voltar.

Estava arrasado, muito mal mesmo, estava vendo-a se dando bem com outro cara e eu aqui sem nada, foi quando decidi ir conversar com um dos meus mentores, afinal de conta pastor é pra isso, não é?

Cheguei para esse mentor e amigo de ministério para me abrir com ele. Estava contando sobre minha vida e como tinha me dedicado nos últimos anos para Deus, colocando Ele em primeiro lugar na minha vida, fazendo tudo o que é certo, e como minha vida tinha caído por terra naqueles últimos meses por causa daquele fim de namoro. Entramos na madrugada naquela noite, e ele foi ouvindo todo o meu desabafo e tudo que eu precisava falar. Foi quando estávamos chegando no fim daquele aconselhamento e já estava esperando as famosas palavras que os pastores costumam dizer nesta hora. Você sabe quais são né? Não se preocupe meu jovem, Deus tem reservado alguém especial para você!

Mas aquele meu mentor, não era igual a maioria dos pastores. Como eu gostaria naquela hora que ele fosse igual e me dissesse estas palavras mágicas, mas ele não era. Ele virou para o meu lado, olhou nos meus olhos e perguntou: Você já entregou sua vida por completa a Jesus Cristo?

Não entendi o porque ele estava perguntando aquilo aquela hora, será que ele não tinha ouvido tudo que eu tinha falado até então, de todo o meu ministério e o tanto que estava dedicando minha vida ao Senhor? Mas ele me explicou. Marcos, tenho ouvido você falar o tanto que você esta fazendo para Deus, mas a única coisa que ele te pede é que você entregue a sua vida toda para ele. Você já entregou o seu direito de se casar para Deus.

Eu respondi depressa e com ironia: você me conhece, se Ele fosse pedir isso não me faria tão hetero como sou. Rimos um pouco e ele me explicou, se alguém que já se deparou com Cristo na cruz ainda achar que tem algum direito a exigir dele, não se converteu, não entregou a sua vida na cruz de Cristo.

A paulada foi tão grande que eu não dormi naquela noite, pois descobri que era o filho mais velho da parábola do filho prodigo, fazia tudo para Deus para ganhar as bênçãos que achava que tinha direito.

Se aquele amigo tivesse falado as palavras mágicas dos pastores eu teria ido dormir bem naquela noite, e acordaria com o coração bem confortado longe de Deus.
Hoje entendo um pouco sobre os planos de Deus e creio que ele faz coisas maravilhosas para os que os amam. Mas sei que se Deus der o que merecemos por direito, Deus nos daria a cruz e a morte! Graças a Jesus que não ganho o que eu mereço, e sim o que não mereço: a salvação.

Por isso, quando chegar o dia do acerto de contas com Deus sobre o seu namoro que não chega, não vem me procurar para se aconselhar, procura aqueles pastores que vão falar: Não se preocupe, Deus tem preparado alguém especial para você! Porque, a final de contas, na maioria das vezes Deus tem mesmo, não é?