Estamos saindo de uma das paralisações mais importantes dos últimos tempos. O Brasil todo parou e sofreu muito com isso. Mesmo assim, a grande maioria da população ficou do lado dos caminhoneiros.
Esse apoio pode ter vários motivos: cansaço da corrupção, da incompetência do governo, da crise do país, do sofrimento dessa categoria…
Quero destacar aqui o motivo que eu acho que fez dessa greve algo único: Ela foi politizada e não politiqueira.
Depois que esse atual governo mudou a política de preços dos combustíveis, os caminhoneiros foram os mais afetados, pois não tinham segurança nenhuma para estipularem seus fretes e acabavam pagando para trabalhar.
Como, para funcionar, nosso país está preso às estradas, foi só a categoria se organizar e parar de trabalhar que nada chegava aonde devia!
Até aí, já vimos paralisações similares. A diferença é que, nesse caso, não estávamos vendo bandeiras de partidos ou de movimentos sociais já manchados por terem se vendido a governos ou a políticos. Nem mesmo os sindicatos respondiam pelos grevistas. Isso o sistema corrupto ainda não tinha visto.
Os governantes ficaram perdidinhos, pois não conseguiram repetir o velho formato de fazer acordos espúrios com líderes que já ‘mamavam’ neles – aqueles acordos que beneficiam as lideranças por debaixo dos panos e deixam apenas migalhas para a categoria.
Nem todas as greves que têm esses elementos são politiqueiras; a ausência deles é algo diferente. É uma ‘desorganização institucional’ da qual estávamos precisando.
Toda a greve é politizada: é uma forma democrática de pressionar um governo para conseguir direitos e o que consideram justo. E essa paralisação fez essa política MUITO bem. O fato de os caminhoneiros não deixarem que ela se tornasse politiqueira, ainda mais em ano eleitoral, conquistou o coração da nação.
Fica o grande aprendizado de que podemos parar esse país a hora que quisermos. Podemos pressioná-los até eles cederem. Podemos não aceitar as migalhas das primeiras ofertas. Podemos exigir o corte de impostos atrelado ao corte de gastos com regalias dos três poderes. E, principalmente, podemos fazer política sem sermos politiqueiros oportunistas e polarizados.

O Teologeeks dessa vez vai mergulhar na obra de um dos melhores diretores de cinema de Hollywood! Com nosso especialista de cinema Silas Chosen e o teólogo Marcos Botelho vamos pensar sobre a importância de mostrar a violência de forma honesta.

Assine o canal do Youtube para ver os videos antes https://goo.gl/cPdVoC

O Teologeeks dessa vez vai mergulhar no filme Mãe (Mother) do diretor Darren Aronofsky (com spoilers). Com nosso especialista de cinema Silas Chosen e o pastor Marcos Botelho, vamos pensar sobre a critica que filme faz sobre a da criação bíblica e o próprio deus.

Assine o canal do Youtube para ver os videos antes https://goo.gl/cPdVoC

Por muitos anos fui pastor de jovens e adolescentes. Sou da geração seguinte à “revolução” musical nas igrejas, com a entrada da guitarra, bateria e atabaque (esse ainda está se convertendo). Por isso, me sentia na obrigação de, sempre que íamos nos reunir em culto, fazer um louvor “completo”, com todos os instrumentos, os cantores, microfone, Datashow, luzes… igual eu via nos vídeos das igrejas grandes.

O problema era que a maioria dos grupos de que eu estava à frente tinha entre 20 a 50 pessoas. Somando-se a isso o fato de, na nossa cultura, não ser um grande problema chegar atrasado, boa parte do louvor era torturante. Muitas vezes começamos o culto com mais gente no palco do que nos bancos. O som alto e os vários microfones impediam que ouvíssemos as vozes da congregação cantando.

Hoje vejo o tanto que sofremos à toa. Poderíamos ter sentado em roda ao som de apenas dois violões (desplugados). Algumas pastas com todas as músicas que cantávamos resolveriam o problema de quem chegou antes e escolheu umas canções que sentiu da alma de cantar. Não gastaríamos horas com ensaios cheios de brigas, confrontos constrangedores com bateristas reclamando que precisavam ensaiar mais, entre tantos outros contratempos. E talvez o melhor benefício: não teria essa falácia de que ou você tem o dom musical ou vai sobrar pouca coisa para você fazer no ministério de juventude. Continue lendo →

As mentiras impares sairão no canal do Marcos Botelho 
As mentiras pares sairão no canal do Victor Fontana 

Estes vlogs tem como objetivo esclarecer muitas duvidas que surgem ao longo da caminhada com o Evangelho de Cristo, lembrando de milhares de novos crentes que já sofreram nas mãos de líderes religiosos picaretas que só queriam dinheiro, poder e fama ou outros líderes insanos ou mesmo ignorantes que sequer sabiam o que queriam. Continue lendo →

As mentiras impares sairão no canal do Marcos Botelho 
As mentiras pares sairão no canal do Victor Fontana 

Estes vlogs tem como objetivo esclarecer muitas duvidas que surgem ao longo da caminhada com o Evangelho de Cristo, lembrando de milhares de novos crentes que já sofreram nas mãos de líderes religiosos picaretas que só queriam dinheiro, poder e fama ou outros líderes insanos ou mesmo ignorantes que sequer sabiam o que queriam. Continue lendo →

 

Vou explicar em breve o porquê desse título. Antes, preciso contar como esse monstro foi criado.

Desde de que fui ao seminário, em 1999, aprendi que teologia de nada vale se não aterrizar no nosso coração e na sociedade em que vivemos. Com isso, comecei a me interessar mais por política e sociologia.

Sei que hoje todo mundo tem uma opinião sobre política, mas nem sempre foi assim. Naquela época, pouca gente falava a respeito do tema, muito menos pastores e missionários.

Sempre escrevi sobre o evangelho sem dissociá-lo da sociedade em que vivemos, da política partidária e apartidária. Por isso, para mim, depois de estar uns anos ligado aos fatos políticos do Brasil, tais acontecimentos se tornaram, além de relevantes, “parte” do meu trabalho e vocação. Continue lendo →