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As redes sociais mostram apenas o lado bem sucedido e as conquistas das pessoas. Isso cria uma ilusão, uma falsa impressão de que os outros são mais felizes e bem sucedidos que a gente.

Isso acontece comigo como pastor. No Facebook, Twitter, Instagram, Periscope, etc., acabo mostrando as festas de casamento que faço, lançamentos de livro, viagens para pregar, almoços com amigos, etc.

Mas não tem espaço para os velórios, os enterros, o aconselhamentos com muito choro, compromissos desmarcados na nossa família para atendermos a nossa vocação, a insegurança nas decisões que temos que tomar que envolvem vidas.

Sempre bom lembrar que somos muito mais do que aparece na rede social, no chão da vida tem muito mais tristezas, dificuldades, lutas e choro. É off line que encaramos a nossa humanidade, nossas fraquezas, a nossa vocação. Não se iluda achando que só você passa por muitas lutas e que não é bem sucedido.

Hoje foi um dos dias que chorei com os que choram, onde as redes sociais não abrem espaço para a dor.

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O que tem te deixado com medo nos últimos dias? Saiba que geralmente com o medo vem a ansiedade e a paralisia.

Quando eu estava aprendendo a dirigir, às vezes eu trocava de marcha e acelerava sem tirar o pé da embreagem. O carro fazia o barulho de aceleração, mas não saia do lugar.

É assim que alguns medos fazem com a gente, mesmo colocando nossa potência máxima não saímos do lugar.

Ser corajoso não é não ter medo, é mesmo com medo continuar seguindo firmemente!

Entender melhor os perigos e ameaças nos ajuda a enfrentar nossos medos, mas acreditar que não vamos mais tê-los é uma ilusão.

Temos que aprender a conviver com os nossos medos, e a melhor forma de fazer isso é amar muito as coisas e pessoas dos quais o medo nos separa. Esse amor vai diminuir o medo e transformá-lo em companheiro e quem sabe em um amigo chamado prudência.

No amor não existe medo, antes o perfeito amor lança fora o medo. I João 4:18

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Aprender a se alegrar com pequenas coisas é uma dádiva divina.Somos bombardeados de propaganda todos os dias, o dia todo. Dizem que hoje em um dia recebemos a mesma carga de propagandas que alguém recebia em uma vida toda no século XIX.

Pra vender alguma coisa na TV, revista, App, outdoor, etc… é inerente que se transmita uma mensagem logo no começo de que você está insatisfeito do jeito que está, e que consequentemente você precisa do produto que a propaganda está querendo vender.

Isso acontece o tempo todo, as propagandas nos mostram corpos perfeitos, e você com seus pneuzinhos; praias paradisíacas, e você no seu trabalho; pessoas com dinheiro, e você duro; pessoas comendo suculentos hambúrgueres, e você com fome; famílias felizes com seus Goldens, e você morando sozinho em um apê minúsculo.

Com essa enxurrada de “perfeição” vamos começando a ficar insatisfeitos com nossas vidas e vamos consumindo na esperança de encontrar a satisfação que vemos nos olhares dos atores das propagandas.

Como não é mais possível viver sem se deparar com centenas de propagandas todos os dias, temos que nos blindar com uma satisfação interior que nos mostre que mesmo sendo incompletos somos plenos.

Plenos no Deus que nos ama e cuida de nós. “O Senhor é o meu Pastor, e por isso não preciso de mais nada!” Salmos 23:1

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Quando vamos conversar sobre vida devocional, hábitos de leitura bíblica e oração, quase sempre ouço a mesma desculpa, que por sinal é a que eu uso, não tenho tido tempo para ler a palavra e falar com Deus.

Limitamos nossa vida em orações rápidas em cultos, antes de dormir e comer e, lemos a Bíblia em brevíssimas paradas programadas no dia.

Mas um tempo atrás tomei um susto em uma visita que fiz a um amigo doente, ele tinha sofrido um acidente que o deixou em uma cadeira de roda, não saia de casa, não podia fazer o que fazia antes, tinha todo o tempo do mundo.

Foi quando perguntei como estava este lado da vida dele, de leitura da palavra e de oração e ele falou para mim, triste, que não fazia, sempre procrastinava, arranjava outras prioridades e estava percebendo que no fundo ele não tinha prazer em se relacionar com Deus.

Sei que este meu amigo era um servo de Deus e, por esta certeza, foi que me entristeci.

Comecei a ver o tanto que nos enganamos neste assunto, pois sempre temos tempo para ficar online.

Culpamos nosso trabalho, ritmo de vida, falta de ambiente, a TV, a internet, ou melhor, culpamos a falta de tempo, mas não vemos que o verdadeiro motivo é que não temos prazer nas coisas do Senhor, não é nossa prioridade o relacionamento com Deus, nosso coração não se importa o suficiente se não esta perto de Deus.

Entender o verdadeiro motivo pelo qual não nos relacionamos com Deus, irá nos humilhar sim. Mas será o primeiro passo para um relacionamento sincero com o Pai. Um passo para uma maior dependência Dele.

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Hoje os algoritmos das redes sociais favorecem a polêmica, o ódio, o radicalismo. Todos têm sempre uma opinião, e todos se portam como defensores do que é justo.

Com isso se criou a corrente do mal, onde toda semana se cria um vilão, para gerar opiniões radicais, para rodar as redes sociais e venderem propagandas.

Temos sempre a opção da graça, da misericórdia, do amor, da moderação, do ponderar, do esperar a ira baixar para responder. Esse tipo de comportamento não gera tantas curtidas ou seguidores, mas gera uma corrente do bem.

Talvez você não vai fazer um post que bata os recordes, mas fará o bem. Não deixe sua gana por reconhecimento moldar seu comportamento nas redes sociais, você pode estar sendo apenas mais um elo da corrente do mal sem perceber.

É melhor ter verduras na refeição onde há amor do que um boi gordo acompanhado de ódio. Provérbios 15:17 (NVI)

Mande esse texto para seu amigo(a) que está fazendo da internet uma salada vegetariana de amor e compaixão.

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